sábado, 22 de outubro de 2016

Subsidio lições central gospel angustia n.5



               PERFEITAS PAZ      LER  Efésios 2.11-19.





                      ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

                                   Professor Mauricio Berwald

Professor, enfatize aos alunos que a paz de Deus não é apenas o reflexo de seu amor e misericórdia ao proteger, favorecer e cuidar do crente, mas a reconciliação do homem com Deus através da encarnação, sacrifício e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo (Ef 2.14). Por meio da justificação, o homem tem paz com Deus (eirēnēn prós ton Theon - Rm 5.1). Observe que a preposição "prós" é a mesma que, em Jo 1.1 (prós ton Theon), afirma que Jesus estava "face a face com Deus". A paz oferecida por Cristo coloca-nos na relação certa com Deus - "cara a cara". Isso não é maravilhoso! Em Fp 4.6, Paulo usa mais uma vez a preposição "prós" para afirmar que não devemos viver ansiosos por coisa alguma, "antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus (prós ton Theon)". Uma vez que o crente está em Cristo, "frente a frente" com Deus, sua oração e adoração são feitas "diante ou cara a cara" com Deus! Assim, obtemos a Paz de Deus.

Palavra Chave
Paz: Ausência de conflitos e perturbações na vida espiritual, moral e social, adquirida através da comunhão com o Espírito Santo.
A palavra paz no grego significa "unir" ou "colar" alguma coisa que está quebrada. No sentido usual e popular quer dizer tranqüilidade, sossego, harmonia ou, simplesmente, "ausência de guerra". Apesar das hostilidades, violências e perturbações desse mundo, o crente fiel a Deus pode desfrutar da plena paz de Cristo.
Nesta lição estudaremos a respeito da paz em sua dimensão mais profunda: A paz de Cristo Jesus, o Príncipe da Paz (Is 9.6,7).
                        João 14.25-31; Colossenses 3.15.


Palavra Chave (2)
Paz: Ausência de conflitos e perturbações na vida espiritual, moral e social, adquirida através da comunhão com o Espírito Santo.

A paz é um elemento sempre discutido como prioritário e urgente nos principais fóruns do mundo. Todavia, o que mais se vê é a ausência da paz entre as nações, entre famílias, e até mesmo entre as pessoas. Tudo isso é resultado da falta da verdadeira paz interior, que só pode ser alcançada na verdadeira fonte. Muitos vivem com o coração cheio de conflitos, perturbados por toda sorte de ansiedade, por não terem ainda experimentado em sua dimensão mais profunda essa paz que vem de Deus. Mas ainda hoje você pode alcançá-la, pois trata-se de uma promessa divina.

I. A FONTE DA VERDADEIRA PAZ

1. O contexto da promessa da paz. Os dicionários definem paz como ausência de guerra, tranqüilidade pública ou mesmo como sossego da alma. O vocábulo paz vem do hebraico, shālôn, cujo sentido, vai além do conceito comum de paz acima abordado e abrange inteireza, harmonia, completude.
Os discípulos necessitavam de ouvir essa promessa de paz da boca do próprio Jesus (v.27). Eles enfrentariam o momento mais dramático de suas vidas na crucificação de seu Mestre. Isso abalaria todas as suas esperanças messiânicas reunidas ao longo dos últimos três anos. Eles estavam perturbados e atemorizados, como mostrou o Senhor em suas palavras confortadoras (Mt 26.31; Jo 16.32; 18.15-27; Lc 24.17-21).
O intuito do Mestre era de que eles compreendessem a necessidade da cruz como parte indispensável do plano de Deus (v.30; Lc 24.26,46; Sl 22.1-18).
2. A fonte da promessa da paz. A verdadeira paz não tem origem em tratados entre os homens, nem na disposição humana de não envolver-se em conflitos, até porque muitas pessoas aparentemente pacíficas experimentam terríveis conflitos existenciais em seu íntimo. A fonte para os que desejam a gloriosa paz é o próprio Senhor, o Príncipe da Paz (Is 9.6) que garante o verdadeiro descanso ao ser humano (Mt 11.28) para que ele desfrute da paz interior (Sl 46.2).
Foi essa paz que fez Eliseu percorrer de Gilgal até o Jordão, acompanhando o profeta Elias, e de lá retornar pelo mesmo caminho para iniciar o seu ministério profético, sem deixar-se confundir pelas palavras contraditórias dos filhos dos profetas (2 Rs 2.1-18). Foi a mesma paz que levou Paulo a enfrentar as mais cruéis perseguições, com açoites e outros flagelos, sob a forte e tenaz oposição dos enganadores (1 Co 6.1-10; 2 Co 11.1-33), até chegar ao fim de seus dias e declarar com a mesma serena paz a certeza do recebimento da coroa da justiça (2 Tm 4.6-8). Você e eu podemos desfrutar a mesma paz!A fonte da verdadeira paz é o próprio Senhor. Ele é o Príncipe da Paz (Is 9.6).

II. A NATUREZA DA VERDADEIRA PAZ

1. A essência da verdadeira paz. Ela não é sinônimo de irresponsabilidade nem desculpa para deixarmos de agir com firmeza e energia quando as circunstâncias o exigem, como Paulo perante Ananias (At 23.1-3).
Assim, a paz concedida por Cristo é uma virtude que afasta o pânico, anula a ansiedade e traz ao coração perturbado a serenidade necessária para tomarmos nossas decisões segundo o propósito de Deus para as nossas vidas. Em todas as situações da vida, inclusive nas incertezas e adversidades, essa paz divina é a nossa segurança para atravessarmos o vale, sabendo que o Senhor sempre fará o melhor a nosso respeito (Sl 23.4; Jo 14.27; 16.33; 20.19,21,26).
2. O propósito da verdadeira paz. Mediante essa paz agimos com integridade em nossas conquistas, reputando-as sempre como bênçãos de Deus, e também por ela descansamos em meio ao sofrimento. Tendo paz com fé para conhecermos melhor os desígnios de Deus. Se você é um cristão fiel em tudo e temente a Deus, não importa a dor que esteja experimentando, pois, ao final, qualquer que seja o desfecho, você há de entender o propósito de Deus em tudo que passou (Jó 42.1-17). Portanto, deixe que a paz de Deus encha o seu coração.A paz que Cristo oferece é uma virtude que afasta o pânico e refreia a ansiedade. Seu propósito é trazer inteireza ao coração do homem.

III. VIVENDO A VERDADEIRA PAZ

1. Vivendo a paz com Deus. A paz que Jesus oferece, por sua vez, é diferente da paz ilusória que dá o mundo, pois esta, ao oposto daquela, não se mantém em razão da dubiedade do coração humano (Pv 12.5; Os 10.2). Quantos acordos fracassam, quantas relações são desfeitas por estarem baseados apenas nas boas e frágeis intenções humanas, que não resistem ao primeiro sinal de fraqueza das partes. Em razão disso, precisamos ter sempre o Senhor como o nosso grande parceiro em todas as nossas decisões. Essa paz é, também, diferente porque cumpre o propósito mais sublime do Senhor para o ser humano: restaura a nossa paz com Deus (Rm 5.1).
O nosso relacionamento com Deus antes rompido pelo pecado é agora restaurado, mediante a justificação por Ele outorgada (Rm 5.1; Fp 3.9; Gl 2.16). Sim, Jesus é a nossa paz (Ef 2.14-17).
2. Vivendo a paz uns com os outros. Quando estamos em Cristo, a paz com Deus é restaurada, e daí passamos a ter harmonia uns com os outros na dimensão do amor de Deus derramado em nossos corações (Rm 5.5). Essa paz supera qualquer obstáculo, não se enfraquece quando não é correspondida e busca sempre suprir as deficiências humanas nos relacionamentos (Mc 9.50; Rm 12.9-21; 1 Ts 5.12,13).
Deixemos que essa paz flua com mais intensidade de nossos corações, e isso ocorrendo, cuidaremos mais do bem-estar do próximo. Os conflitos externos serão ajustados a uma realidade mais harmoniosa; o ódio não terá espaço em nossas vidas e a nossa boca jamais se abrirá para proferir maledicências, porque Cristo, o Senhor da paz, habita ricamente em nosso íntimo.
3. Vivendo a paz interior. Por último, a paz interior é o resultado da promessa de Deus em nós. É válido pensar nesses termos porque todos os nossos atos externos procedem do coração (Pv 4.23). Se o nosso coração não está em paz com Deus, como explicitado nesta lição, de nada adianta buscar a paz uns com os outros, porque jamais alcançaremos os nossos objetivos.
A paz interior, provinda de Deus (Cl 3.15), que excede a todo entendimento, é o remédio contra toda a amargura, todo o ressentimento e qualquer outra obra que o Inimigo tente impingir sobre nós na tentativa de nos fazer desviar do propósito de Deus. Lembremo-nos de que essa paz que o Senhor nos dá é a fonte de nossa alegria e o antídoto contra toda e qualquer ansiedade (Fp 4.4-6). paz divina é tríplice: com Deus (Rm 5.1), de Deus (Cl 3.15), e com os homens (Rm 12.18).

             “Categorias de pensamentos que destroem a paz
1. Pensamentos pecaminosos. Estes pensamentos incluem desejos concupiscentes de poder, dinheiro, prestígio ou sexo fora do casamento. A concupiscência e a paz não podem morar no mesmo coração [...]
2. Pensamentos autolimitadores. Estão relacionados a profundos sentimentos de rejeição, de falta de mérito, ou de falta de amor. Muitos destes sentimentos se originam na infância. A pessoa autolimitadora é rancorosa, frustrada e interiormente ansiosa [...]
3. Pensamentos errôneos. A maioria das pessoas tende a pensar o pior a respeito dos outros, ao invés de pensar o melhor. Às vezes estamos corretos na avaliação que fazemos das outras pessoas, mas em outras estamos errados [...]
4. Pensamentos irreais. A qualquer momento as pessoas estabelecem, para as suas vidas, metas que requerem grande esforço e produzem intensa frustração, repetidos fracassos e a manipulação dos outros. Às vezes estabelecemos metas que não estão no domínio dos talentos que nos foram dados por Deus; metas que estão além dos planos e propósitos de Deus para as suas vidas [...]”.(STANLEY, C. Paz: um maravilhoso presente de Deus para você. RJ: CPAD, 2004, p.98-110.)
As pessoas vivem freneticamente na sociedade hodierna: trânsito obstruído... trens atrasados... pane no sistema... computadores desconfigurados. Muitos aguardam ansiosamente o final de semana para obter um pouco de tranqüilidade. Na esperança de encontrar a paz, uns se retiram para o campo, outros trancam-se no conforto de suas casas. Porém, a paz que Cristo oferece não é aquela que se obtém no hálito fresco das montanhas e no gorjear matinal das aves. A paz de Cristo é perene. Ela subsiste mesmo quando o homem moderno está na selva de pedra. Essa paz não é calada pelo crepitar das vicissitudes. Ela não é apenas um sentimento, mas uma bendita e divina pessoa: Cristo é a nossa paz! (Ef 2.14).

I. O MUNDO TEM SEDE DE PAZ

1. Grandes conflitos. O século XX testemunhou duas grandes guerras mundiais e vários conflitos. Os embates continuam desafiando a ONU (Organização das Nações Unidas) e os governos de várias nações. Atualmente, a guerra no Iraque e os conflitos entre palestinos e israelenses já fizeram milhares de vítimas. Deus, por intermédio das Escrituras Sagradas, nos avisou que nos últimos dias não haveria paz, senão guerras e rumores de guerras: "E ouvireis de guerras e de rumores de guerra; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim" (Mt 24.6). Portanto, segundo a Escritura, a falta de paz entre as nações é um sinal da segunda vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (1 Ts 5.3).
2. Conseqüências da falta de paz. A falta de paz, segundo relatórios médicos da Organização Mundial de Saúde (OMS), tem contribuído para o surgimento de diversas doenças e distúrbios emocionais, a saber: o medo, ódio, ansiedade e tensão. Vivemos em uma sociedade conturbada, onde o ser humano tenta alcançar em vão a paz por esforço próprio. Todavia, não há paz para o ímpio à margem da salvação em Cristo Jesus: "Os ímpios, diz o meu Deus, não têm paz" (Is 48.22; 57.21; Jr 6.14; 1 Ts 5.3).
3. A falsa paz do mundo. Segundo Charles Stanley, aquilo que o mundo oferece como "paz" é definitivamente uma ilusão, mesmo que possa parecer muito concreto. É como uma miragem no deserto. O mundo considera a paz como sendo o resultado de se fazer as coisas certas e ter as intenções corretas. Esses não são nem de longe os critérios para a paz descrita na Palavra de Deus (Jo 14.27; 16.33; Rm 5.1). O crente deve estar consciente de que a paz é uma qualidade interior, que nasce de um relacionamento correto com Deus (Ef 2.11-17). Nenhuma providência humana pode trazer e garantir a paz real, pois o homem pecador não conhece "o caminho da paz" (Rm 3.17; 1 Ts 5.3). A Bíblia nos adverte sobre as falsas mensagens de paz para enganar o povo: "Paz, paz; quando não há paz" (Jr 6.14; 8.11).O Mundo tem sede de paz, pois vive uma falsa paz. Como conseqüência, surgiram diversas doenças e distúrbios emocionais: o medo, ódio, ansiedade e tensão.

II. COMO OBTER A PAZ DE DEUS

1. Mediante a reconciliação com o Senhor (Rm 5.1). Todas as causas de conflito no mundo têm sua origem no fato de que o homem não tem paz com Deus. Quando Adão escolheu seu próprio caminho, desprezando a autoridade divina sobre sua vida, ele estava dizendo: "Eu vivo muito bem sem Ti". Como uma epidemia, esta atitude de insubordinação, tem passado a toda descendência humana (Rm 3.23; 5.12). Mas, o nosso Deus, Jeová Shalom, nos restaurou a paz em Cristo (Ef 2.15). Agora, todos nós podemos ter acesso ao Pai por intermédio do Espírito Santo (Ef 2.18); não somos mais forasteiros ou estrangeiros para Deus (Ef 2.19), e fomos edificados como santo templo, tendo Cristo como nossa pedra angular (Ef 2.20,21).
2. Mediante o conhecimento e controle do Senhor. "Une-te, pois, a Deus, e tem paz, e, assim, te sobrevirá o bem" (Jó 22.21). Precisamos viver em contato direto com Deus, se desejamos experimentar uma paz profunda e duradoura. Segundo Charles Stanley, a paz de Deus tem o poder de nos sustentar ou manter em meio à realidade: "Filhinhos, sois de Deus e já os tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo" (1 Jo 4.4).
3. Confiando no Senhor de todo o coração. A Bíblia afirma que o Senhor conservará em paz aquele cuja mente está firme e confia nEle (Is 26.3). A confiança em Deus nada tem a ver com mero otimismo. Os que confiam no Senhor, mesmo diante das lutas, tribulações e hostilidades deste mundo, desfrutam de perfeita paz: "Os que confiam no SENHOR serão como o monte Sião, que não se abala, mas permanece para sempre" (Sl 125.1). Você deseja ter paz? Mantenha seus pensamentos e sua confiança em Deus (Sl 37.3).
4. Mediante a Palavra de Deus. "Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço" (Sl 119.1 65). Se o crente amar a Deus e obedecer às suas leis, terá abundância de paz. Descanse no Senhor, o único que a despeito das pressões diárias da vida pode nos dá plena segurança.A paz de Deus é obtida mediante a reconciliação, conhecimento e controle do Senhor, confiando em Deus de todo o coração e mediante a Palavra de Deus.

III. A PAZ QUE EXCEDE TODO O ENTENDIMENTO

1. A Paz de Deus. Paulo estava na prisão, mas escrevendo aos amigos da cidade de Filipos declarou: "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus" (Fp 4.7). Isso evidencia que a verdadeira paz não se encontra na ausência de conflitos. Ela reside no fato de sabermos que Deus está no controle de todas as coisas. Permita que a paz de Deus guarde seu coração da ansiedade.
2. A Paz de Deus se estende a todos os que o seguem. A paz de Deus não é privilégio de alguns servos: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou" (Jo 14.27). Segundo Charles Stanley, a paz se estende a todos que aceitam a Jesus como seu Salvador, que se afastam dos seus pecados e passam a viver em obediência à orientação da Palavra de Deus e Ido Espírito Santo.
3. A Paz de Deus deve ser um estado de espírito permanente. A paz de Deus não é efêmera, é constante na vida de seus servos. O crente está sujeito às intempéries da vida, no entanto, nos momentos difíceis é o próprio Espírito Santo que comunica ao coração do crente: "Não temas." Os servos de Deus não estão imunes às circunstâncias difíceis ou perturbadoras. Todavia, temos a promessa de que o Espírito Santo estará sempre presente para nos ajudar (Jo 14.16).A paz de Deus excede todo o entendimento. Ela se estende a todos os que o seguem, sendo, portanto, um estado de espírito permanente.
Como cristãos, observamos a contínua tensão do mundo incrédulo, alheio ao evangelho e distanciado de Cristo. Porém, com Cristo, desfrutamos de perfeita paz e conforto. Que cada um de nós tenha a paz abundante e bendita de Jesus em nossos corações, a fim de que sejamos verdadeiros pacificadores (Mt 5.9; Nm 6.24-26).

"Você está permitindo que emoções negativas perdurem em seu coração?
A ansiedade, o pânico e o medo são respostas humanas normais a um inesperado acidente, uma tragédia, uma crise, uma situação fortemente perturbadora ou más notícias. Essas respostas são quase instintivas. São 'automáticas'. Não há problemas em sentir essas emoções. São parte do sistema interno de alarme que Deus criou em nós, para que possamos tomar medidas através das quais procuramos à proteção ou a preservação da vida. São reações do tipo 'lutar e fugir', o que compreendemos ser ameaçador. Toda pessoa passa por momentos de ansiedade, pânico ou medo na vida.
O erro surge quando aceitamos essas emoções, quer com os braços abertos quer com relutância, e permitimos que elas fiquem e, gradualmente, encontrem um lugar de descanso em nossos corações. Se fizermos isso, essas emoções se tornam crônicas ou duradouras. Elas se tornam o nosso 'estado constante' na vida, e não apenas uma resposta temporária. Tornam-se o nosso principal pensamento e atitude. Em vez de permitirmos que 'coisas' negativas aprisionem o nosso coração, devemos fazer o que Jesus fez e ensinou".(STANLEY, C. Paz: maravilhoso presente de Deus para você. RJ: CPAD, 2004, pp.55,56.)

A paz do cristão não é representada pelo gorjear matinal dos pássaros...
Mas na cruz de Cristo.
A paz dos filhos de Deus não se manifesta no cicio crepuscular das águas...
Mas na ressurreição de Jesus.
A paz dos servos de Cristo não está no hálito gélido das montanhas...
Mas no Gólgota.
A paz dos servos do Senhor não é encontrada apenas na ausência de conflitos...
Mas também no rubro das vicissitudes.
A paz dos amados de Deus não é fundamentada nos diplomatas das nações...
Mas no embaixador entre Deus e os homens - Jesus Cristo.
A paz dos santos de Cristo não está em amuletos de bons presságios...
Mas na pessoa bendita de Cristo.
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize".

João 14.27.

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