quinta-feira, 31 de março de 2016

Lições BETEL tecnologia benção ou maldição? n.1



ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 1 - Revista  Betel 

Tecnologia: Maldição ou Benção?
03 de abril de 2016 


Texto Áureo
E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. Mt 24.12


Verdade Aplicada
Mais do que nunca, a Igreja precisa saber lidar com o uso da tecnologia. Para isso, a ajuda do Espírito Santo é providencial.

Textos de Referência.
1 Tessalonicenses 5.16-23
16 Regozijai-vos sempre.
17 Orai sem cessar.
18 Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.
19 Não extingais o Espírito.
20 Não desprezeis as profecias.
21 Examinai tudo. Retende o bem.
22 Abstende-vos de toda aparência do mal.
23 E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

Introdução
O uso exagerado da tecnologia tem trazido algumas anomalias para dentro da Igreja. Urge falarmos sobre o assunto e apresentarmos o fruto do Espírito Santo como alternativa divina para o problema.

1. A Revolução Industrial

Com o advento da Revolução industrial, desencadeada por um conjunto de mudanças ocorridas na Europa nos séculos XVIII e XIX, a humanidade deu o primeiro passo em direção ao processo de desenvolvimento e do crescimento da tecnologia. A Revolução Industrial foi desencadeada em duas etapas: de 1760 a 1860 e de 1860 a 1900. Entretanto, há estudos que consideram os avanços tecnológicos dos séculos XX e XXI como uma terceira etapa desta revolução.

1.1. A entrada no mundo virtual.

Quando o homem percebeu que poderia, através do conhecimento fornecido pelo Criador (Pv 1.5), desenvolver máquinas que pudessem realizar de maneira mais rápida o trabalho, passou então a pesquisar meios que o levassem a isso. O uso de máquinas teve seu início no século XIX com a invenção do motor a explosão e da locomotiva a vapor. Também no século XIX, foram inventados o telefone e o cinematógrafo, sendo assim dado o primeiro passo para o que temos nos dias atuais. O século XX foi o grande momento da expansão das telecomunicações, com a televisão, computadores, celulares e a Internet, fazendo-nos chegar ao mundo virtual.


1.2. Uma arma perigosa.

Enquanto nos utilizávamos das máquinas, do telefone e do cinematógrafo, vivíamos dentro de uma área de controle, onde o uso destes dependiam da supervisão de outrem. Contudo, com a chegada da TV e do computador em larga escala, tal controle perdeu-se, deixando assim o indivíduo como senhor de suas escolhas. O que fora criado para um bom desenvolvimento da humanidade tornou-se uma arma perigosa contra a sociedade. O uso indevido destes veículos começou a ser uma prática utilizada por muitos, transformando o que seriam uma benção em maldição. Com a TV veio o vídeo cassete, que proporcionou acesso doméstico a todo tipo de conteúdo.

1.3. Perdendo a comunhão com Deus.

Com a popularização do computador, através da criação do PC (computador pessoal) e a criação da Internet, o acesso às informações e conteúdos veiculados na rede também se popularizou. A tecnologia da computação avançou, criando os conhecidos tablets e smartphones, colocando ao alcance da mão, 24 horas por dia, todo tipo de conteúdo através da rede. As empresas especializadas trabalharam para manter cada vez mais o indivíduo preso ao mundo virtual, atingindo diretamente os relacionamentos familiares, as relações interpessoais e a comunhão com Deus. A falta dessa comunhão, nos torna mais vulneráveis a ação do maligno, comprometendo a nossa salvação.

2. A mídia tecnológica.

É necessário refletir acerca de quanto temos valorizado as coisas do mundo em detrimento das coisas de Deus. Muitos crentes de hoje abrem mão de minutos preciosos na presença do Senhor em troca de horas dedicadas aos acontecimentos diários, deixando-se envolver pela mídia.

2.1. Antenados sim, desligados não.

As informações trazidas pela mídia através da TV, redes sociais e canais diversos utilizados, principalmente por meio da Internet, têm levado muito ao uso exagerado destes meios de comunicação. A Igreja de Cristo deve estar “antenada” e ter, sim, conhecimento do que está acontecendo à sua volta. Entretanto, o fato de estarmos a par dos acontecimentos não pode nos escravizar a ponto de comprometer a nossa salvação. Tal comportamento tem gerado verdadeiros “zumbis sociais” que, muitas vezes, se movimentam em meio a um grupo, mas é comum não estarem presentes no contexto do qual fazem parte.

2.2. O perigo do excesso de informação.

As informações trazidas pela mídia e a oferta de tecnologia tendem a nos tirar o foco daquilo que realmente é importante para se ter uma vida espiritual saudável. Muita informação ao mesmo tempo confunde a mente e leva o indivíduo a uma condição letárgica, como se estivesse em transe hipnótico. Sendo assim, a melhor atitude a ser tomada é buscar o amadurecimento do fruto do Espírito Santo, o qual contribuirá para o crescimento de uma vida íntima com Deus, transformando de forma definitiva a vida de quem espera vinda de Cristo. Sem dúvida o fruto do espírito é indispensável para o cristão. No entanto, devido aos apelos midiáticos e tecnológicos, esta cada vez mais difícil viver uma vida santificada.

2.3. Exercitando o servir a Deus.

Hoje as distrações que nos afastam do alvo são cada vez mais apelativas e se multiplicam em número. Estamos imersos em um ambiente cada vez mais pluricultural, onde temos acesso à diferentes informações a uma taxa maior do que somos capazes de processar. Além disso, a cada momento, temos mais fontes de informação bombardeando nosso cérebro ao mesmo tempo. Tudo isso, ao ser somado à nossa natureza, que já seria suficiente para nos afastar da vontade de Cristo, nos torna presas mais fáceis. Esses apelos corroboram com a ação da carne. Precisamos estar atentos e comprometidos com o exercício diário que é ser servo de Deus. Só em Cristo venceremos esta batalha contra nossa própria vontade (Jo 15.2).

3. Lições práticas.

Segundo Simone de Beauvoir, seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi em todo o lado arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro e forçado a um estado de estupidez.

3.1. Um tipo de transtorno.

Quando discutimos acerca de vício, logo vem á nossa mente o uso de drogas lícitas e ilícitas ou então algum tipo de propensão a jogos de azar. Entretanto, o fato de estar sempre buscando ficar conectado o tempo todo já é identificado como um tipo de transtorno, conhecido como nomofobia.

3.2. O que é nomofobia?

O fato de sentir a necessidade de ter o celular por perto ou qualquer tipo de aparelho que o manterá conectado o tempo inteiro pode significar que o indivíduo está sofrendo com a nomofobia. A origem do nome vem do inglês “no mobile, que significa “sem celular”. Apesar do significado do nome, podemos ampliar este tipo de dependência para a necessidade que o indivíduo tem de ter acesso a qualquer tipo de tecnologia o tempo todo. Pesquisas realizadas no Reino Unido apontaram que 66% dos entrevistados se mostraram muitos angustiados com a possibilidade de perder o celular. Outras pesquisas comprovaram que os sintomas de abstinência de celular são semelhantes à abstinência de drogas. Em alguns casos, ficar 24 horas longe de tecnologia pode desencadear crises terríveis.

3.3. Buscando o ponto de equilíbrio.

Na nossa vida espiritual precisamos buscar um ponto de equilíbrio, que nos é fornecido pelo amadurecimento do fruto do Espírito e nos mantém em contato com o Senhor Deus. Fazer isso não é fácil e nunca foi. Contudo, se nos mantivermos atentos à sã doutrina e focados no objetivo da salvação, conseguiremos vencer. Lembremo-nos sempre que Jesus Cristo viveu entre nós e conhece nossa fragilidade, mas também conhece nossas mentiras (Pv 15.3).

Conclusão.


O acesso descontrolado às tecnologias, afeta o comportamento das pessoas, tornando-as mais esquecidas, impacientes e impulsivas, mais o fruto do Espírito Santo é uma arma poderosa para mantermos o equilíbrio necessário para a comunhão tanto com Deus quanto com a Igreja.

Subsidio (2) CPAD juniores viver em comunhão

                  
         SUBSIDIO (2) JUNIORES VIVER 
      EM COMUNHÃO NA IGREJA
      lição n.1
     Comentario biblico  Atos 2.40-47.




Prezado professor, nesta lição falaremos acerca da verdadeira comunhão. Com certeza você conhece muito bem a sua classe, e tem conhecimento se há problemas de convivência. Esse é um excelente momento para conversar com seus alunos acerca da unidade e aparar qualquer aresta. Comente que um reino unido prevalece, mas o mesmo não acontece com um reino dividido, pois a divisão é o primeiro sinal indicador de derrota para qualquer grupo de pessoas (Mt 12.25; 1 Co 6.7).


ORIENTAÇÃO

Professor, medite e reflita no texto de Atos 2.42. Quando for ministrar a aula, após a leitura bíblica em classe, inicie-a lendo essa porção escriturística. Questione os alunos acerca do porquê de a Igreja Primitiva ser, apesar de relativamente grande (em um único dia entregaram-se três mil pessoas a Cristo!), tão intimamente unida. Pergunte, por exemplo, se a falta dos meios de comunicação não proporcionava melhores condições de relacionamento na Igreja. Inquira-os a falar acerca do clima de egoísmo que tem tomado conta de muitas igrejas locais. Pergunte se esse comportamento não tem sido despertado em virtude de distorções na mensagem do evangelho. É legítimo que haja interesse da igreja hodierna em buscar as causas da falta de comunhão. Que possamos reviver o clima harmonioso de comunhão que havia em nossos irmãos no primeiro século. Boa aula!


Palavra Chave
Comunhão: Participar das mesmas ideias, crenças e opiniões.

Um dos sinais da atuação do Espírito Santo na Igreja Primitiva era a comunhão entre os seus membros. Mais que oferecer parte ou o todo dos bens que possuíam, os cristãos mantinham-se unidos por um vínculo comum: eles pertenciam ao corpo místico de Cristo — a Igreja de Deus. A comunhão faz da Igreja um organismo espiritual perfeito de homens e mulheres que, apesar de suas procedências étnicas e diversidades culturais, sentem-se e agem como irmãos. Somente seremos reconhecidos como filhos de Deus se cuidarmos uns dos outros e mutuamente nos socorrermos.
A comunhão levou aqueles crentes a partilharem o que tinham, abrindo as portas para a atuação do Espírito Santo. Assim, ia o Senhor acrescentando o número dos santos tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria até os confins daquelas terras.

I. A COMUNHÃO DOS SANTOS

A comunhão observada na Igreja de Cristo não é um mero fenômeno social. É o resultado da ação direta do Espírito Santo na vida daqueles que recebem a Jesus como o seu único e suficiente Salvador (Ef 2.19). É uma comunhão, aliás, que ultrapassa ao ajuntamento da congregação dos filhos de Israel que, nos momentos de crise, reuniam-se como se fossem um só homem (Jz 20.1). Hoje, a Igreja permanece unida, universal e invisível, no Espírito Santo e assim estará para todo o sempre.
1. O que é a comunhão. A comunhão é o “vínculo de unidade fraternal mantida pelo Espírito Santo e que leva os cristãos a se sentirem um só corpo em Jesus Cristo” (Dicionário Teológico, CPAD). A palavra grega koinonia traz a ideia de cooperação e relacionamento espiritual entre os santos. A comunhão da Igreja Primitiva era completa (At 2.42). Reuniam-se em oração e súplica, mas também reuniram-se para socorrer os mais necessitados.
A comunhão de sua igreja tem como modelo os cristãos de Jerusalém? Ou não passa de um mero ajuntamento social?
2. A unidade do corpo de Cristo. Eis um dos mais preciosos capítulos da doutrina da Igreja: sua unidade. O apóstolo Paulo tinha uma perfeita compreensão desse mistério (Ef 4.1-7). Somente pelo Espírito Santo podemos compreender a unidade de judeus, árabes, gregos e bárbaros que, apesar de suas diferenças culturais e étnicas, não apenas sentem-se e agem como irmãos, mas acham-se espiritualmente vinculados num só corpo pela ação direta e distintiva do Espírito Santo.
Cada membro, neste corpo, tem uma função específica, mas todos trabalham pelo bem comum: “Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também” (1 Co 12.12). Quando um de seus membros sofre, todos sofrem com ele. Por isso, preocupamo-nos uns com os outros e mutuamente nos socorremos (Ef 4.1-6). Você tem preservado a unidade do Corpo de Cristo? Ou tem promovido divisões e dissensões entre os santos?
3. A comunhão da Igreja agrada a Deus. Deus quer e exige que seu povo permaneça unido (1 Co 1.10). Em sua oração sacerdotal, o Senhor Jesus roga ao Pai pela unidade de seus discípulos (Jo 17.11). Portanto, se mantemos o vínculo da comunhão, agradamos a Deus (Ef 4.3). Sim, esse é o vínculo da perfeição que tem como base o amor, conforme ensina o apóstolo Paulo: “com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor” (Ef 4.2).A comunhão da Igreja não é um mero ajuntamento de pessoas, é o relacionamento espiritual e pessoal dos santos, sob a ação do Espírito Santo.



II. A COMUNHÃO CRISTÃ CARACTERIZA-SE PELA UNIDADE

A comunhão cristã constitui-se num grande mistério. É algo que a própria sociologia não pode explicar. Nem o próprio Israel de Deus, no Antigo Testamento, logrou alcançar tamanha perfeição e excelência. Aliás, as diferenças entre as doze tribos tornou-lhes impossível a unidade (1 Rs 12.1-16). Vejamos, pois, em que consistia a comunhão da Igreja Primitiva. Que este seja o nosso modelo até que o Cristo de Deus venha buscar-nos.
1. Unidade doutrinária. Não pode haver perfeita união sem unidade doutrinária. Informa-nos Lucas que os cristãos primitivos “perseveravam na doutrina dos apóstolos” (At 2.42). Não era uma doutrina qualquer; tratava-se do ensinamento emanado do colégio apostólico constituído pelo Senhor Jesus Cristo. Paulo, ao discorrer sobre o mistério do corpo de Cristo, fala de uma só fé (Ef 4.5) que deve ser preservada zelosamente pelos santos (Jd v.3).
Na autêntica comunhão cristã, por conseguinte, não há lugar para heresias nem apostasias. Estejamos, pois, sempre alertas. Nestes últimos dias, muitos aparecerão em nosso meio dissimulando suas inverdades doutrinárias, com o único intuito de destruir a comunhão dos santos (2 Ts 2.3; 2 Pe 2.1).
2. Unidade na própria comunhão. A unidade doutrinária conduz a uma comunhão perfeita. Isto significa que não pode haver genuína comunhão cristã com dois ou três pensamentos teológicos díspares e contrastantes. As seitas aparecem quando um indivíduo, ou grupo, apresenta uma doutrina contrária aos profetas e apóstolos de Nosso Senhor. Lembra-se da doutrina de Balaão? (Jd v.11; Ap 2.14). E dos ensinos de Jezabel? (Ap 2.20). Muitos são os que mergulham nas profundezas de Satanás e apresentam-se como especialistas no conhecimento de Deus (Ap 2.24).
Se quisermos, portanto, uma comunhão perfeita, lutemos por manter a sã doutrina. A heresia causa divisão. Ou melhor: a heresia em si já é uma divisão. Esta recomendação de Paulo não deve ser esquecida: “Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o” (Tt 3.10).
3. Unidade no partir do pão. Os crentes primitivos mantinham uma comunhão tão intensa entre si que se reuniam com alegria e singeleza de coração para celebrar a Santa Ceia. Era o seu “partir do pão” (At 2.42). Eles em Cristo e Cristo em cada um deles. Pode haver comunhão mais plena? Não era simplesmente uma cerimônia; era a festa na qual lembravam a morte e ressurreição de Jesus — a expressão mais sublime do amor divino.
Voltemos a participar, ou melhor, a celebrar a Santa Ceia como a reunião mais importante e solene da Igreja. Todas as vezes que nos congregamos com essa finalidade, lembramo-nos de que Cristo morreu e ressuscitou e certificamo-nos de que, em breve, virá Ele arrebatar-nos.
4. Unidade nas orações. Informa-nos Lucas, também, que a comunhão da igreja Primitiva tinha como base a oração. O autor sagrado é enfático: “e nas orações” (At 2.42). Isto significa que as reuniões de clamor e intercessão eram-lhes frequentes e poderosas. Haja vista que, certa ocasião, a força da oração daqueles santos chegou a abalar a estrutura do prédio em que estavam reunidos (At 4.31). Sem oração, a comunhão da Igreja perde a sua força e influência. Sua igreja é uma comunidade de clamor e intercessão? Ela ainda move o coração de Deus? É hora de clamar!.A unidade doutrinária, a unidade entre os irmãos, a unidade no partir do pão e a unidade nas orações é o que caracteriza a comunhão da Igreja Cristã.



III. OS FRUTOS DA COMUNHÃO CRISTÃ

Estes são os frutos gerados pela comunhão cristã, conforme facilmente depreendemos da leitura do capítulo dois de Atos dos Apóstolos:
1. Temor a Deus. A verdadeira comunhão frutifica, na vida da igreja como um todo e na vida de cada crente em particular, um santo temor a Deus. Lucas destaca: “Em cada alma havia temor” (At 2.43). E o temor a Deus, como todos sabemos, é o princípio do saber (Pv 1.7).
Quando os crentes temem e amam a Deus, a igreja mostra-se sabia não apenas diante do Senhor, mas também do mundo. Ainda há temor a Deus em seu coração?
2. Sinais e maravilhas. Pentecostais que somos, acreditamos piamente que Deus ainda opera sinais e maravilhas entre o seu povo. Mas, para que isso ocorra, é urgente que vivamos uma perfeita comunhão com o Pai e com cada um de seus filhos. Lucas realça que, na Igreja Primitiva, o sobrenatural era algo bastante natural entre os crentes: “e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos” (At 2.43). O segredo? A comunhão.
3. Assistência social. Uma igreja que cultiva a verdadeira comunhão cristã não permitirá que nenhum de seus membros passe necessidade. Eis o que testemunha o autor sagrado: “Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade” (At 2.44,45). Não se tratava de um comunismo cristão, mas da autêntica comunhão que o Espírito Santo nos esparge na alma. O comunismo só espalha o medo, a miséria e o ateísmo. A Igreja de Cristo não precisa dessa ideologia para socorrer os seus membros; ela tem o amor de Deus.
4. Crescimento. Uma igreja que cultiva a comunhão e não se acha dividida só tem a crescer: “[...] E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar” (At 2.47b). A Igreja como a agência por excelência do Reino de Deus não pode ficar estagnada. Haverá de crescer local e universalmente.
5. Adoração. A Igreja Primitiva era também uma comunidade de adoração “louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo” (At 2.47). Sim, a Igreja que louva a Deus jamais deixará de ser reconhecida, até mesmo por seus inimigos, como um povo especial. Voltemos ao altar da verdadeira adoração. Louvemos a Deus com salmos e hinos. Abramos a Harpa Cristã e celebremos os grandes atos de Deus.A verdadeira comunhão cristã gera frutos na vida da igreja, tornando-a verdadeiramente o Corpo de Cristo.

Sua igreja cultiva a verdadeira comunhão? É hora de voltarmos ao cenáculo e reviver os tempos de refrigério e avivamento. Somente uma igreja que experimenta a verdadeira comunhão com Cristo e com os seus membros em particular, sobreviverá nestes tempos difíceis e trabalhosos. O Espírito Santo quer operar em nosso meio. Mas só o fará se estivermos vivendo a genuína comunhão cristã.


                            SUBSÍDIO HISTÓRICO

“No Pentecostes, depois da vinda do Espírito Santo, o grupo de 120 explodiu! Em um dia três mil pessoas adotaram a fé, e passaram a servir a Cristo. Elas foram agregadas à igreja, isto é, imediatamente se uniram à comunhão de crentes. Os três mil novos crentes se reuniram com os outros como eles, pessoas de pensamento e fé semelhantes. Lucas ressaltou a natureza cotidiana das reuniões da igreja. Os crentes se reuniam tanto no templo ([...]), como em casa, para o partir do pão e, supostamente, para comunhão, para darem atenção às necessidades e para a prática da oração. Uma má interpretação comum sobre os primeiros cristãos (que eram judeus) era que eles rejeitavam a religião judaica. Mas estes crentes viram a mensagem e a ressurreição de Jesus como o cumprimento de tudo o que eles conheciam, e do Antigo Testamento e em que criam. A princípio, os crentes de origem judaica não se separaram do restante da comunidade judaica. Eles ainda iam ao Templo e às sinagogas para adorarem e aprenderem mais sobre as Escrituras. Mas a sua fé em Jesus Cristo criou um grande atrito com os judeus que não acreditavam que Jesus fosse o Messias. Assim, os crentes judeus eram forçados a se reunirem nas suas casas para compartilharem as suas orações e os ensinos a respeito de Cristo. No final do século I, muitos desses crentes judeus foram excomungados das suas sinagogas”.(Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal. Vol.1. RJ: CPAD, 2009, pp.632-34)

                       “A Comunhão dos Santos na Bíblia

A comunhão dos santos é uma expressão teológica e historicamente forte. Quer na comunidade de Israel, quer na Igreja Primitiva, seu conceito não é um mero casuísmo; é uma prática que leva o povo de Deus a sentir-se como um só corpo”.

“A comunhão dos Santos em Israel

Nos momentos de emergência nacional, levantavam-se os hebreus como um só homem. Isto mostra que, se um israelita sofria, os demais padeciam; se uma tribo via-se em perigo, as outras sentiam-se ameaçadas. A fim de manter o seu povo unido, suscitava-lhe o Senhor líderes carismáticos como Gideão e Davi.
O amor entre os israelitas era realçado na Lei e nos Profetas. Os hebreus, por exemplo, não podiam emprestar com usura para seus irmãos. Quando da colheita, eram obrigados a deixar, aos mais pobres, as respigas. Foi o que aconteceu a moabita Rute.
Quando a comunhão dos santos em Israel era quebrantada, instalava-se a injustiça social, a opressão e a violência. Para conter todas essas misérias, erguia Deus os seus profetas que, madrugando, repreendiam os injustos, buscando reconduzi-los aos princípios da Lei de Moisés”.

“A Comunhão dos santos em o Novo Testamento

Ao retratar a comunhão entre os santos, escreve o português Camilo Castelo Branco: ‘O amor de Deus é inseparável do amor do próximo. É impossível no coração humano o incêndio suavíssimo do amor de Deus, quando o grito da miséria não desperta no coração a mágoa das aflições do próximo’.
Mais adiante, acrescenta Camilo: ‘Vede como eles se amam diziam os pagãos, quando a sociedade cristã repartia seus haveres em comunas, onde grande despojado de suas galas, vinham sentar-se ao lado dos pobres, vestido de uma mesma túnica, e nutrido por um semelhante quinhão nos ágapes da caridade’.
Sem a comunhão dos santos não pode haver cristianismo. Aliás, protestou alguém certa vez: ‘O amor é a única forma de nos sentirmos realmente cristãos’. Todos os escritores do Novo Testamento, a exemplo do Salvador, realçaram a comunhão dos santos.No Sermão do Monte, ensinou Jesus os seus discípulos a se amarem uns aos outros; doutra forma: não seriam contados entre os seus seguidores”.(ANDRADE, C. As Disciplinas da Vida Cristã. RJ: CPAD, 2008, pp.117-19).



Subsidio (1) CPAD juniores viver em comunhão



    SUBSIDIO (1) JUNIORES VIVER EM COMUNHÃO NA                                   IGREJA,    versículos 42-47
                         COMENTARIO BIBLICO ATOS 2.40-47


42 E perseveravam na doutrina e comunhão dos apóstolos, e no partir do pão e nas orações. 43 E veio temor sobre toda a alma, e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos. 44And todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum 45 E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos os homens, segundo cada um havia necessidade. 46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão de casa em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E acrescentava o Senhor à igreja aqueles que iam sendo salvos.

Falamos muitas vezes da igreja primitiva, e apelo a ele, e para a história do que nestes versos temos a história da igreja verdadeiramente primitivo, dos primeiros dias do mesmo, o seu estado de infância, de fato, mas, assim, o estado de seu maior inocência.

I. Eles mantiveram perto de ordenanças sagradas, e abundavam em todas as instâncias de piedade e devoção, para o cristianismo, admitiu no poder dele, vai alienar a alma à comunhão com Deus em todas as maneiras em que ele nos designou para encontrá-lo e prometeu ao nosso encontro.

1. Eles foram inn diligente e constante sua presença sobre a pregação da palavra. Eles continuaram nos apóstolos "doutrina, e nunca renegou nem deserta ou, como pode ser lido, eles continuaram constante ao ensinamento dos apóstolos ou instruções por batismo foram discipulados para ser ensinado, e eles estavam dispostos a ser ensinado. Note-se, aqueles que deram os seus nomes a Cristo deve tomar consciência de ouvir sua palavra, assim, nós demos-lhe glória, e construir-nos em nossa santíssima fé.

2. Eles mantiveram a comunhão dos santos. Eles continuaram em comunhão ( Atos 2:42Atos 2:42 ), e continuou unânimes todos os dias no templo, Atos 2:46Atos 02:46 . 

Eles não só tinha uma afeição mútua um ao outro, mas uma grande quantidade de conversa mútua uns com os outros eram muito juntos. Quando eles se retiraram do o inconveniente geração, eles não virar eremitas, mas foram muito íntima um com o outro, e tomou todas as ocasiões para atender onde quer que você viu um discípulo, você veria mais, como pássaros de uma pena. Veja como esses cristãos amam um ao outro. Eles estavam preocupados uns pelos outros, simpatizaram um com o outro, e de coração defendida uma interesses dos outros. Eles tinham comunhão uns com os outros no culto religioso. Eles se encontraram no templo: não era o seu encontro para joint-comunhão com Deus é o melhor comunhão podemos ter um com o outro, 1 João 1: 31 João 1: 3 . Observe: (1) Eles eram diariamente no templo, não só nos dias de sábados e festas solenes, mas em outros dias, todos os dias. Adorar a Deus é para ser o nosso trabalho diário, e, quando há oportunidade, o mais freqüentemente é feito publicamente o melhor. Deus ama as portas de Sião, e assim devemos fazer. (2.) Eles estavam com um acordo não só não a discórdia nem contenda, mas uma grande quantidade de santo amor entre eles e eles comem com prazer se juntou em seus serviços públicos. Embora eles se reuniram com os judeus nos átrios do templo, mas os cristãos mantidos juntos por si só, e foram unânimes em suas devoções separadas.

3. Eles freqüentemente se juntou na ordenança da ceia do Senhor. Eles continuaram no partir do pão, na celebração que memorial da morte de seu Mestre, como aqueles que não tinham vergonha de possuir sua relação com, e sua dependência de Cristo e este crucificado. Eles não poderia esquecer a morte de Cristo, mas eles mantiveram este memorial dela, e fez a sua prática constante, porque era uma instituição de Cristo, para serem transmitidos às idades sucessivas da igreja. Partiam o pão de casa em casa kat oikon - casa por casa eles não considerem adequadas para celebrar a Eucaristia no templo, por isso era peculiar aos institutos cristãos, e, portanto, eles administraram essa ordenança em casas particulares, a escolha de tais casas de os cristãos convertidos como foram conveniente, para o qual os vizinhos recorreram e foram de uma para outra dessas pequenas sinagogas ou capelas domésticas, casas que tinham igrejas neles, e ali celebrou a Eucaristia com os que normalmente se encontram lá para adorar a Deus.

4. Eles continuaram nas orações. Após o Espírito foi derramado, assim como antes, enquanto eles estavam esperando por ele, continuaram em oração para a oração nunca será substituído até que chega a ser engolido em louvor eterno. Fracção do pão vem entre o trabalho e oração, pois tem de referência para ambos, e é uma ajuda para ambos. A Ceia do Senhor é um sermão para o olho, e uma confirmação da palavra de Deus para nós e é um encorajamento para nossas orações, e uma expressão solene da subida das nossas almas para Deus.

5. Eles eram abundantes em ação de graças estavam continuamente louvando a Deus, Atos 2:47Atos 2:47 . Este deve ter uma parte em cada oração, e não ser lotado em um canto. Aqueles que receberam o dom do Espírito Santo será muito em louvor.

II. Eles estavam amando uns aos outros, e muito gentil sua caridade era tão eminente como a sua piedade e sua união em ordenanças sagradas malha seus corações para o outro, e muito falá-los um ao outro.

1. Eles tiveram reuniões frequentes para conversar Christian ( Atos 2:44Atos 2:44 ): Todos os que criam estavam juntos nem todos esses milhares de pessoas em um só lugar (isso era impraticável), mas, como o Dr. Lightfoot explica, eles continuaram juntos em várias empresas ou congregações , conforme suas línguas, nações, ou outras associações, trouxe-os e os manteve juntos. E juntando-se, assim, em conjunto, porque foi além daqueles que não criam, e porque foi na mesma profissão e prática dos deveres da religião, disse que estão a ficar juntos, epi para auto . Eles associado juntos, e assim ambos expressos e aumentou seu amor mútuo.

2. Eles tinham tudo em comum , talvez eles tinham mesas comuns (como os espartanos de idade), de familiaridade, a temperança ea liberdade de conversa que eles comiam juntos, que aqueles que tinham muito mais pode ter a menos, e assim ser mantido das tentações abundância e os que tinham pouco pode ter a mais, e assim ser mantido das tentações da necessidade e pobreza. Ou, Havia uma preocupação com o outro, e essa disponibilidade para ajudar uns aos outros como havia ocasião, que pode ser dito, eles tinham tudo em comum, de acordo com a lei da amizade Um queria não o que outro teve para ele pode tê-lo para pedir.

3. Eles foram muito alegre, e muito generoso no uso do que eles tinham. Além da religião que estava em suas festas sagradas (sua partindo o pão de casa em casa ) uma grande quantidade de ele apareceu em suas refeições comuns que fizeram as suas refeições com alegria e singeleza de coração. Eles trouxeram o conforto de mesa de Deus junto com eles para a sua própria, que tinha dois bons efeitos sobre eles: - (1) Ele fez muito agradável, e ampliou os seus corações de alegria santa comiam o pão com alegria, e bebeu seu vinho com um coração alegre, como saber que Deus agora aceite suas obras. Nada tem tal causa para ser alegre como bons cristãos têm é uma pena, mas que eles devem ter sempre corações de ser assim. (2.) Ele fez muito liberal para os seus irmãos pobres, e ampliou seus corações na caridade. Eles fizeram as suas refeições com singeleza de coração, en apheloteti kardias - com liberalidade do coração de modo algum: eles não comem seus pedaços sozinho, mas mandou os pobres bem-vindo à sua mesa, não com tristeza, mas com toda a liberdade saudável imaginável. Nota Se torna os cristãos a serem de coração aberto e generoso, e em toda boa obra para semear abundantemente, como aqueles em quem Deus semeada abundantemente, e que esperam para colher-lo.

4. Eles levantaram um fundo para caridade ( Atos 2:45Atos 2:45 ): Eles vendiam suas propriedades e bens alguns venderam suas terras e casas, outros as suas ações e os móveis de suas casas, e separou o dinheiro para seus irmãos, segundo cada um havia precisa. Este foi para destruir, e não da propriedade (como diz o Sr. Baxter), mas egoísmo. Aqui, provavelmente, eles tiveram um olho para o comando que Cristo deu ao homem rico, como um teste de sua sinceridade, vende tudo que tens e dá-o aos pobres. Não que isso foi destinado para um exemplo a ser uma constante de ligação governar, como se todos os cristãos em todos os lugares e idades foram obrigados a vender suas propriedades, e dar o dinheiro à caridade. Para epístolas de São Paulo, depois disto, muitas vezes falam da distinção entre ricos e pobres, e Cristo disse que os pobres sempre temos com nós, e terá, e os ricos devem estar sempre a fazer-lhes o bem das rendas, questões, e os lucros, de suas propriedades, que eles próprios desativar a fazer, se eles vendê-los, e dar tudo fora de uma só vez. Mas aqui o caso foi extraordinário (1.) Eles não tinham nenhuma obrigação de uma ordem divina para fazer isso, como parece pelo que Pedro disse a Ananias ( Atos 5: 4Atos 5: 4 ): Não foi em teu poder? Mas foi uma exemplo muito louvável de sua raisedness acima do mundo, o seu desprezo dele, a sua garantia de um outro mundo, seu amor aos seus irmãos, sua compaixão para com os pobres, eo seu grande zelo pela encorajador do cristianismo e da enfermagem dele na sua infância. Os apóstolos deixaram tudo para seguir a Cristo, e foram dar-se inteiramente à palavra e oração, e algo deve ser feito para a sua manutenção, para que essa liberalidade extraordinária era como a de Israel no deserto para a construção do tabernáculo, que precisava de ser contido, Exodus 36: 5,6 . A nossa regra é, para dar de acordo como Deus nos abençoou ainda, em um caso tão extraordinário como este, são de ser louvado que dão acima do seu poder, 2 Coríntios 8: 3 . (2.) Eles eram judeus que fizeram isso, e os fiéis que Cristo tem que acreditar que a nação judaica em breve seria destruído, e um fim colocado à posse de propriedades e bens na mesma, e, na opinião deste, eles vendeu-os para o presente serviço de Cristo e sua igreja.Êxodo 36: 5 , 6 2 Coríntios 8: 3

III. Deus propriedade deles, e deu-lhes sinalizar sinais de sua presença com eles ( Atos 2:43Atos 2:43 ): muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos de enxames, o que confirmou a sua doutrina, e incontestavelmente provou que era de Deus. Aqueles que poderiam fazer milagres poderia ter mantido-se e os pobres que estavam entre eles milagrosamente, como Cristo alimentou milhares com um pouco de comida, mas foi tanto para a glória de Deus que deve ser feito por um milagre da graça (inclinando as pessoas para vender suas propriedades, para fazê-lo) como se tivesse sido feito por um milagre na natureza.

Mas o Senhor dando-lhes poder para operar milagres não era tudo o que ele fez por eles, ele acrescentou à igreja. A palavra em suas bocas fez maravilhas, e Deus abençoou seus esforços para o aumento do número de crentes. Nota: É a obra de Deus para adicionar almas para a igreja e é um grande conforto tanto aos ministros e cristãos para vê-lo.


IV. As pessoas foram influenciados por ele aqueles que estavam fora, os espectadores de que eram espectadores. 1. Eles temiam, e tinha uma veneração por eles ( Atos 2:43Atos 2:43 ): O medo se apoderou de toda a alma, isto é, sobre muitos que vi as maravilhas e sinais feitos pelos apóstolos, e foram com medo de que a sua não está sendo respeitado como deveriam ser traria desolação em cima de sua nação. As pessoas comuns se situava no temor deles, como Herodes temia João. Embora eles não tinham nada de pompa externa para impor respeito externo, como as vestes compridas 'escribas ganhou-lhes as saudações nas praças, mas tinham abundância de dons espirituais que foram verdadeiramente honrado, que possuía os homens com uma reverência para dentro para eles. Temor a toda alma as almas de pessoas foram estranhamente influenciado por sua terrível pregação e de viver. 2. Eles favoreceu. Embora tenhamos razão para pensar que houve aqueles que os desprezava e odiava (temos a certeza de os fariseus e os principais dos sacerdotes fez), mas longe a maior parte das pessoas comuns tiveram uma bondade para eles - teve a simpatia de todo o povo. Cristo foi tão violentamente atropelado e atropelado por um mob embalado, que gritou: Crucifica-o, crucifica-o, que alguém poderia pensar sua doutrina e seguidores não eram susceptíveis de ter um interesse nas pessoas comuns qualquer Mais. E ainda aqui vamos encontrá-los em favor com todos eles, pelo que parece que seu Cristo acusação era uma espécie de força colocada sobre eles pelos artifícios dos sacerdotes agora eles voltaram a seu juízo, a sua mente direita. Nota, a piedade e caridade Undissembled vai impor respeito e alegria em servir a Deus irá recomendar a religião para aqueles que estão de fora. Alguns lê-lo, Eles tinham de caridade para todas as pessoas - echontes Charin pros hólon ton Laon eles não limitem sua caridade para com aqueles de sua própria comunidade, mas era católica e extensa e isso recomenda-los muito. 3. Eles caiu para eles. Alguns ou outro eram diariamente vindo, embora não tantos como o primeiro dia e foram, como deve ser guardado. Note, Aqueles que Deus projetou para a salvação eterna é um momento ou outro ser eficazmente levados a Cristo: e aqueles que são levados a Cristo são acrescentados à igreja em uma santa aliança pelo batismo, e em comunhão santamente por outras ordenanças.Notas coment. bíblico Matthew Henrys (N.T).

quarta-feira, 30 de março de 2016

Lições antigas parabolas de Jesus (12)

   


  Lição 13 - Parábolas - AS BODAS DO FILHO DE DEUS
              2º Trimestre 2005 - As Parábolas De Jesus

                                    

TEXTO ÁUREO: “Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt 22.14).

VERDADE PRÁTICA: As bodas é a suprema coroação daqueles que atenderam ao convite divino e foram fiéis ao Rei.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: MATEUS 22.2-14
2 O Reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas.
5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu negócio;
6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, ce, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 Então, disse aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.
9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes.
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial.
12 E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu.
13 Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o ge lançai-o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.
14 Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.
22.11 VESTE NUPCIAL. Muitos, que fazem parte da presente manifestação do reino dos céus aqui na terra, não estarão trajado com veste nupcial (v. 11), e, portanto, não farão parte dos escolhidos (v. 14). A veste nupcial simboliza a condição de se estar preparado uma possessão presente da verdadeira fé em Cristo e da constante obediência como fruto da graça de Cristo (cf. 24.44; 25.21). Cristo alude ao homem que estava sem vestes nupciais, para levar-nos a um auto-exame e perguntar-nos, Senhor, sou eu? .
22.14 POUCOS ESCOLHIDOS. A chamada à salvação é feita a muitos. Os poucos escolhidos para herdar o reino dos céus são os que atendem à chamada de Deus; que se arrependem dos seus pecados e que crêem em Cristo. Acolher a graça de Deus mediante o livre exercício da nossa vontade faz com que nos tornemos parte do povo escolhido de Deus

LEITURA DIÁRIA

Segunda – At 13.46 O convite real rejeitado

Terça – Jo 1.12 O convite real aceito
Quarta – 1 Jo 3.2 Os convidados assemelhar-se-ão ao anfitrião
2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.

Quinta – Ap 3.21 O lugar de honra dos convidados vencedores
Sábado – Ap 19.7 A noiva deve estar pronta para as bodas
OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Sintetizar a mensagem principal da lição.
Descrever os personagens das Bodas do Cordeiro.
Explicar os aspectos futuro e atual da celebração das bodas

PONTO DE CONTATO: Professor, chamamos de “contextualização” o recurso da hermenêutica bíblica que procura tornar a mensagem da Escritura compreensível ao cristão moderno. Quem expõe o texto bíblico deve responsabilizar-se por mostrar o sentido original e atual da mensagem. É nosso compromisso tornar a Palavra de Deus compreensível aos nossos alunos. Portanto, procure sempre aplicar o ensino das parábolas à realidade da classe. Por exemplo: os manuais de etiqueta objetivam ensinar como vestir-se adequadamente em cada ocasião. A Bíblia Sagrada é nosso manual de regra e conduta. Por meio dela, aprendemos sobre as vestes espirituais indispensáveis àqueles que desejam participar das Bodas do Cordeiro – vestes de santidade, de justiça e de verdade.

SÍNTESE TEXTUAL: Nesta parábola, a figura de Deus é representada por um rei que vai celebrar as bodas de seu filho e envia seus servos a chamar os convidados. Os primeiros a receberem o convite não fazem caso do mesmo por motivos irrelevantes. Então, o rei estende seu convite a todas as pessoas desprezadas pela sociedade, estas prontamente aceitam-no. No meio da festa, o rei avista um convidado sem os trajes apropriados para a festa e questiona-o a respeito disso. Diante de seu emudecimento, o convidado é expulso da festa. Os primeiros convidados representam a rejeição dos judeus ao Messias. Os outros, nós, os gentios. Como em qualquer festa nupcial, só participarão das Bodas do Cordeiro, preparadas pelo Pai celestial, os que estiverem com suas vestes adequadas, isto é, trajados com a “justiça dos santos” (Ap 19.8).

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Reproduza o gráfico contendo os principais assuntos da parábola das Bodas do Cordeiro. Utilize transparências, cartolina ou quadro-de-giz a fim de auxiliar os alunos a fixarem a aprendizagem.


AS BODAS DO CORDEIRO
O REI
 É o próprio JESUS
PARTICIPANTES DA FESTA
 JESUS, a Igreja, os Anjos e os Santos do AT
A FESTA NUPCIAL
Os benefícios e as delícias do reino messiânico
TRAJE EXIGIDO
Vestes santas de pureza e justiça de DEUS
OCASIÃO
Após o Arrebatamento e o Tribunal de CRISTO


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: MATEUS 22.2-14
2 O Reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas.
5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu negócio;
6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, ce, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 Então, disse aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.
9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes.
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial.
12 E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu.
13 Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o ge lançai-o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.
14 Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.
22.11 VESTE NUPCIAL. Muitos, que fazem parte da presente manifestação do reino dos céus aqui na terra, não estarão trajado com veste nupcial (v. 11), e, portanto, não farão parte dos escolhidos (v. 14). A veste nupcial simboliza a condição de se estar preparado uma possessão presente da verdadeira fé em Cristo e da constante obediência como fruto da graça de Cristo (cf. 24.44; 25.21). Cristo alude
ao homem que estava sem vestes nupciais, para levar-nos a um auto-exame e perguntar-nos, Senhor, sou eu? .

22.14 POUCOS ESCOLHIDOS. A chamada à salvação é feita a muitos. Os poucos escolhidos para herdar o reino dos céus são os que atendem à chamada de Deus; que se arrependem dos seus pecados e que crêem em Cristo. Acolher a graça de Deus mediante o livre exercício da nossa vontade faz com que nos tornemos parte do povo escolhido de Deus

COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO

Esta parábola às vezes é confundida com a de Lucas 14.16-24, porque as duas apresentam uma festa, em que alguns convidados aceitam e outros rejeitam o convite, porém, as duas são relatos e lições totalmente distintas.
Nesta parábola, Jesus acusa os fariseus e saduceus de rejeitarem o convite de amor que Deus lhes fez, e de desonrarem o Filho e matar os seus servos; isto tudo aconteceu aos profetas e a JESUS. A lição principal que Jesus põe em destaque está no versículo 14: “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos”. A festa é a salvação sem merecimento, apenas reconhecendo em JESUS a salvação, é o período da graça em que vivemos, este está no decorrer da graça, dependendo de nós mesmos e nossa fidelidade para que alcancemos o final deste período que será após o arrebatamento e Tribunal de CRISTO, nas bodas do cordeiro.
Já findando seu ministério terreno, JESUS profere uma de suas últimas lições, a parábola - As Bodas do Filho de Deus. Sabemos que em Lucas encontramos uma parábola que pode ser a mesma contada em outra visão do escritor e médico Lucas, ou o mais provável, apenas um aproveitamento daquela parábola para acrescentar um outro ensino dentro do mesmo contexto de uma festa e seus convidados. Depreendemos daqui que os judeus, sendo os primeiros convidados para as bodas do filho de DEUS, rejeitaram este convite por não reconhecerem em JESUS o filho de DEUS, o messias enviado para salvação de todos; sendo assim os demais povos, os gentios, aqui representados pelos pobres, doentes, excluídos e até mesmo os malfeitores.
Como e quem entrará e permanecerá na festa, depende aqui nesta parábola de aceitar ao convite e de suas vestes festivas (vestes núpcias espirituais, isto é, vestidos de justiça de Cristo, participarão do gozo eterno da salvação).


I. UM CONVITE DO REI (MT 22.2,3)

2 O Reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.

Subsídios 1:
O Gracioso Convite do Rei

 As Bodas do Filho do Rei (v.2)
 2 O Reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.

As bodas ou casamento é do filho do Rei, que para nós significa o Senhor JESUS CRISTO e sua noiva, a Igreja, sendo o local do casamento o grande dia final do Tribunal de CRISTO, enquanto na Terra, estará se findando a Grande Tribulação.
O termo “bodas” vem do latim “vota”, isto é, “votos”, em alusão aos votos matrimoniais por ocasião do casamento. É uma festa de casamento. O termo é também plural porque tal festa durava sete dias e até 14 dias (Jz 14.12). Na festa, a alegria, solidariedade, entrega de presentes, paz, comunhão, comida farta, quebra copos e todos os costumes judaicos numa festa de casamento aconteciam ao som de muita música e com danças típicas. Isto nos leva a pensar na alegria e gozo imensuráveis que experimentaremos logo após o Tribunal de CRISTO, quando nos sentaremos à mesa com CRISTO, o nosso salvador.

»SALMOS 45
·UNIÃO ENTRE O REI E SEU POVO

Masquil, cântico de amor, para o músico-mor, entre os filhos de Coré, sobre Shoshanim
1 O MEU coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor.
2 Tu és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derramou em teus lábios; por isso Deus te abençoou para sempre.
3 Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade.
4 E neste teu esplendor cavalga prosperamente, por causa da verdade, da mansidão e da justiça; e a tua destra te ensinará coisas terríveis.
5 As tuas flechas são agudas no coração dos inimigos do rei, e por elas os povos caíram debaixo de ti.
6 O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de eqüidade.
7 Tu amas a justiça e odeias a impiedade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
8 Todas as tuas vestes cheiram a mirra e aloés e cássia, desde os palácios de marfim de onde te alegram.
9 As filhas dos reis estavam entre as tuas ilustres mulheres; à tua direita estava a rainha ornada de finíssimo ouro de Ofir.
10 Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos; esquece-te do teu povo e da casa do teu pai.
11 Então o rei se afeiçoará da tua formosura, pois ele é teu Senhor; adora-o.
12 E a filha de Tiro estará ali com presentes; os ricos do povo suplicarão o teu favor.
13 A filha do rei é toda ilustre lá dentro; o seu vestido é entretecido de ouro.
14 Leva-la-ão ao rei com vestidos bordados; as virgens que a acompanham a trarão a ti.
15 Com alegria e regozijo as trarão; elas entrarão no palácio do rei.
16 Em lugar de teus pais estarão teus filhos; deles farás príncipes sobre toda a terra.
17 Farei lembrado o teu nome de geração em geração; por isso os povos te louvarão eternamente.

1. Quem é o Rei?

 O pai que é DEUS, celebra as bodas do filho que é JESUS. Envia os empregados que são os profetas a levar o convite que é a pregação da vinda do Messias para as bodas e conseqüente juízo sobre os ímpios pecadores que não se arrependerem de seus pecados.

2. Uma celebração desejada pelo Rei (vv.2,3).

O maior anelo do pai é ver o filho casado e lhe fazer uma bela festa de casamento.
DEUS deseja ardentemente o dia em que JESUS nos apresentará a Ele dizendo:
Hb 2.13 E outra vez: Porei nele a minha confiança. E outra vez: Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Tu me deste.
3. O aspecto atual da celebração.
É para todas as épocas, JESUS está falando da rejeição do convite feita pelos judeus em Israel e da aceitação dos gentios de todos os povos.

4. O aspecto futuro da celebração.

Nas bodas do cordeiro, logo no final do Tribunal de CRISTO no céu e final da Grande Tribulação na Terra.

Subsídios 2
O Gracioso Convite para a Festa do Rei (v.3).
3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.

O convite é feito de maneira simples, por servos do Rei que para nós são os servos usados pelo ESPÍRITO SANTO residente nos profetas e nos crentes do AT, até João Batista, ESPÍRITO SANTO que lhes dava ou lhes fazia lembrar das Palavras de DEUS, o evangelho, a boa notícia de salvação a todos os povos, línguas e nações, mencionando a vinda do Messias prometido.

a)   “Enviou os seus servos”.

Todos estes agiram fazendo um convite para a fé em DEUS. Enfrentaram a oposição e a recusa dos convidados, alguns pagaram com a própria vida o trabalho de convidar, mas todos serão recompensados e estarão nas bodas do Cordeiro de DEUS que tira o pecado do mundo. Eles estarão lá conosco, pois também recebemos o convite, mas não fomos rebeldes à voz do que chamava: “Filho meu, Dá-me o teu coração”.
INTERESSANTE QUE CONVIDARAM E ESTARÃO COM OS CONVIDADOS QUE ACEITARAM AO CONVITE, NA MESMA FESTA.

HEBREUS 11

12 Por isso também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar.
13 Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.
14 Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria.
15 E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar.
16 Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.
29 Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o que intentando os egípcios,
32 E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas,
33 Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões,
34 Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.
35 As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição;
36 E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões.
37 Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados
38 (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra.
39 E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa,
40 Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados.

b)   “A chamar os convidados”.

O próprio dono da festa (no caso o rei, que é DEUS o PAI), convidava algumas pessoas mais importantes da cidade (DEUS mesmo se manifestou aos patriarcas e falou com reis e imperadores) para a festa do casamento (no caso, a ceia das bodas do cordeiro, no final do Tribunal de CRISTO).
O casamento aqui era de seu filho (No caso JESUS) e para que não se esquecessem da festa (Bodas do Cordeiro – JESUS), o anfitrião da festa mandava empregados (Profetas) aos convidados (moradores da Terra) para que se lembrassem da festa e não faltassem, pois faltar a uma festa tendo sido convidado e dito que iria e não fosse, seria considerada ofensa e ofensa grave (Lançamento no lago de fogo e enxofre.


2) A Indelicada Recusa dos Convidados

a. A estranha recusa
É preciso coragem e muito desprezo pelo rei para não aceitar a um convite seu, além disto haviam prometido que iriam (Faz-nos lembrar da Parábola dos Dois Filhos – disseram que iam e não foram).
É o livre arbítrio concedido aos homens por DEUS. O homem tem escolhido entre dois caminhos desde seu primeiro pai, pena que na maioria das vezes escolhe o caminho errado, o caminho mais fácil, o caminho largo e espaçoso.
Jr 21. 8 E a este povo dirás: Assim diz o SENHOR: Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte.
Mt 7. 13 Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
As desculpas apresentadas para não comparecerem à festa era apenas um pretexto para não prestigiarem seu futuro rei, no nosso caso JESUS.
Lc 19. 14 Mas os seus concidadãos odiavam-no, e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós.
Não há como recusar o convite, o casamento não pode esperar, o noivo está chegando com a noiva e o banquete será servido, a hora é chegada.
Ap 19.7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.

b. A reiteração do convite (v.4)
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas.

DEUS é insistente na salvação de todos e por isso mesmo envia servos atrás de outros servos em busca dos convidados.
Podemos distinguir algumas vezes que DEUS chamou insistentemente ao homem e não foi correspondido:
DEUS foi rejeitado por Adão, o primeiro homem ao comer do fruto que DEUS havia dito para não comer (A entrada do pecado no mundo);
      Foi rejeitado pelo povo de Israel que pediram um rei que governasse sobre eles;
Foi rejeitado agora pelos judeus e seus representantes religiosos e políticos que não o conheceram em seu filho.
DEUS continua seu convite através da Igreja cheia do ESPÍRITO SANTO, ELE não desiste e nunca desistirá de convidar a todos os homens.
    
c. A festa preparada

Quanta autoridade (O noivo JESUS no trono), quanta beleza (a noiva – a Igreja ornada para o noivo), quantos funcionários (anjos), quanta alegria (pelos salvos).
Imagine o trabalhão para preparar a festa (JESUS teve que dar sua vida), agora os convidados não querem vir (quantos milhões de pessoas morreram e foram para o inferno sem aceitarem o sacrifício que foi feito na cruz por elas).
Anunciemos, convidemos a todos, pois o noivo está às portas!!!!!!!
Forçai-os a entrar, esta é a ordem.
Lc 14.23 Respondeu o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e obriga-os a entrar, para que a minha casa se encha.
Muitas vezes deixamos de ganhar almas, pois não insistimos no convite, ou desistimos de tentar mais uma vez, ou porque não fomos ao hospital visitar aquele pobre moribundo que o ESPÍRITO SANTO nos mandou visitar, não vamos ao nosso vizinho porque sentimos vergonha dele. Vamos! Forcemo-los a entrar, a casa não pode ficar vazia.
Lembro-me de quantas vezes dei provas difíceis no colégio para os alunos da classe de religião, então devido às notas baixas que tiravam, dizia para eles irem à congregação para assistirem ao culto que lá eu anotaria o nome de cada um que fosse e daria 3 pontos pela participação, então a congregação ficava cheia e na hora do apelo muitos se convertiam. Hoje, quando os encontro nas diversas congregações que visito, vejo que o forçar de DEUS funciona, pois são obreiros e mulheres que servem a DEUS com todo o zelo. Glória a DEUS!!!

d. A incrível indiferença

Mt 11.17 Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamos lamentações, e não pranteastes.
A indiferença é um pecado que será cobrado e castigado severamente pelo rei. Ninguém zomba de DEUS e permanece feliz para contar a história.
“Eles não fazendo caso”(v.5).
O desprezo pela palavra de DEUS (O Pão que desceu do céu), está cada vez maior; já vemos em nossos cultos o horário cada dia mais curto para o ensino da Palavra de DEUS e até o desaparecimento total do ensino por parte dos líderes, tudo substituído pelo que agrada aos jovens e aos descompromissados, a música, que em noventa por cento dos casos é mais secular do que evangélica, tem mais apelo sensual ou material do que evangelístico.

e. A perseguição aos mensageiros (v.6)

6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.

Depois da total descrença nos profetas de DEUS e do esfriamento espiritual do povo de Israel devido à morte de muitos dos primeiros cristãos que aconteceu a tragédia, veio o castigo do rei para com seus convidados, sua cidade foi destruída a fogo e seu povo feito escravo ou morto pela espada romana (Gladium). No ano 70 d.C. o general Tito invade Jerusalém, a cidade do Rei, ateia fogo a ela e a destruição é tremenda.
Gl 7.7 Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará.


II. OS CONVIDADOS DO REI (MT 22.3-10)

3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas.
5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu negócio;
6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, ce, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 Então, disse aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.
9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes.
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.

1. Dois insistentes convites para Israel.

1º CONVITE - Mt 22.3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
2º CONVITE - Mt 22.4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas. 5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu negócio;

No primeiro convite a resposta foi seca e mal-educada, devido à insistência do rei arranjaram desculpas para se justificarem por não irem.

Assim também os homens estão a responder ao apelo da salvação de maneira mal-criada e irresponsável, depois da perseverança e insistência da Igreja em convidá-los inventam desculpas esfarrapadas como:
- Tenho minha religião;
- Não tenho tempo para a Igreja;
- Tenho receio de meus familiares;
- Já sou crente; Etc...

2. Três classes de pessoas convidadas no primeiro convite(vv.3-6).
3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas.
5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu negócio;
6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.

a- Indiferentes - Não davam nenhum valor ao rei e nem a seu filho.
b- Ingratos - Não foram agradecidos por serem convidados, acharam-se merecedores de maior dádiva ainda.
c- Homicidas - Violentos e assassinos. Ultrajaram e mataram os servos do Rei (Mt 22.6). Provocaram o rei à ira.
3. O terceiro convite (Mt 22.8-10).
8 Então, disse aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes.
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.

Este último convite revela a justiça divina irmanada à misericórdia. Segundo o costume, esses convidados não eram dignos, isto é, eram pessoas comuns, discriminadas pela sociedade e não desfrutavam da amizade do Rei (Mt 22.8). Estes homens, rejeitados pelos judeus, foram receptivos ao convite régio e encheram o palácio para as bodas. Os servos do monarca foram pelos caminhos e convidaram a todos que encontraram, tanto os maus como os bons (Mt 22.10). É interessante notar que o texto se refere “às saídas do caminho”, indicando não apenas as pessoas dentro dos limites de Israel, mas a tantos quantos fossem encontrados fora de suas fronteiras. O livro de Atos dos Apóstolos é um testemunho de que o evangelho ultrapassou os limites de Israel. Ao recusarem o convite real, os judeus mostraram ser menos dignos do que os gentios (Rm 11.11; 15.27; 9.20-21).
4. Os propósitos de Deus não são frustrados.
A rejeição dos judeus não frustrou os propósitos divinos, ao contrário, propiciou a entrada dos gentios (vv.8-10). Os convidados não apenas rejeitaram o convite, mas rechaçaram com violência e morte os mensageiros do rei. Não foi exatamente isto que os judeus fizeram com os discípulos de Jesus?

III. A FESTA DO CASAMENTO (MT 22.10-12)

10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados. 11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial. 12 E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu.

Os benefícios e delícias do reino messiânico são representados pela figura de uma festa nupcial. Os judeus foram indiferentes ao convite do Rei. Os servos enviados pelo Monarca ao longo da história desse povo foram rechaçados e maltratados, desde os primeiros profetas até o último, João Batista.
1. As vestes adequadas para a festa (v.11).
11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial.
De algum modo, o rei providenciou vestes festivas para os convidados desafortunados, a fim de que se trajassem adequadamente para as núpcias. Qual o sentido simbólico da “veste nupcial?” Significa despojar-se das vestes antigas, dos andrajos do pecado, e vestir-se com trajes santos, purificados com o sangue do Cordeiro.

2 . Convidado sem trajes adequado (v.11).
11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial.
Não era aceito na sociedade de então que alguém entrasse numa festa sem estar devidamente vestido. Trazendo isto para a realidade espiritual, entendemos que é impossível estar na celebração maior do Reino de Deus sem o traje festivo. Os convidados sem traje nupcial representam aqueles que pensam ser capazes de servir a Deus de qualquer modo, sem demonstrar os sinais da obra purificadora do Calvário. Quem está vestido com sua própria justiça não tem direito de entrar na festa. Somente aqueles que estão trajados com a “justiça dos santos” (Ap 19.8).
3. A visão escatológica das Bodas (Mt 22.10; Ap 19.7-9).
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
Ap 19.7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus.

Nas Bodas, conforme a parábola, “a festa nupcial ficou cheia de convidados”. Ou seja, daqueles que aceitaram o convite da graça, passando a fazer parte das Bodas do Cordeiro.
a) O “filho do Rei”. É a mesma figura do “Cordeiro”, isto é, a pessoa de Cristo. Ele é o esposo desejado pela Igreja, a esposa.
b) A esposa do Filho do Rei. Não é Israel, mas a Igreja remida no Calvário formada indistintamente por judeus e gentios que receberam a Cristo (2 Co 11.2; Ef 5.23-32; Ap 19.7).
c) O tempo da festa. As Bodas do Cordeiro dar-se-ão após o arrebatamento e o Tribunal de Cristo. Enquanto a Igreja se regozija na presença do Noivo, na terra, acontecerá a Grande Tribulação.
A festa é a salvação sem merecimento, apenas reconhecendo em JEUS a salvação, é o período da graça em que vivemos, este está no decorrer da graça, dependendo de nós mesmos e nossa fidelidade para que alcancemos o final deste período que será após o arrebatamento e Tribunal de CRISTO, nas bodas do cordeiro.

Subsídios 3:
3) O Novo Convite Universal do Rei

DEUS não faz acepção de pessoas, todos os que a Ele se chegam são salvos.
Da rejeição de Israel nasce a aproximação gentílica.
Mt 8.11,12 Também vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e reclinar-se-ão à mesa de Abraão, Isaque e Jacó, no reino dos céus; 12 mas os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.

At 13.46 Então Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: Era mister que a vós se pregasse em primeiro lugar a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos viramos para os gentios; 47 porque assim nos ordenou o Senhor: Eu te pus para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até os confins da terra. 48 Os gentios, ouvindo isto, alegravam-se e glorificavam a palavra do Senhor; e creram todos quantos haviam sido destinados para a vida eterna. O plano de Deus não pode falhar! Se falharmos, Deus levantará outros para ocupar o nosso lugar, como pessoas ou igrejas, contanto que quando Jesus voltar um povo sei esteja preparado para encontrá-lo. Ler Mc 16.15.

a. Bons e maus reunidos no banquete (v.10)
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de
convidados.

É diferenciada a conversão na vida de cada crente, enquanto uns se convertem totalmente ao Senhor e lêem muito a bíblia, jejuam, oram, são batizados nas águas e com o ESPÍRITO
SANTO e ainda fazem a obra de DEUS, outros são acomodados e rebeldes à voz de DEUS.
O melhor é que os fortes ajudem aos mais fracos. Que as pedras da construção da Igreja aparem suas arestas de tal forma a se encaixarem perfeitamente umas às outras na construção de um lindo edifício para DEUS.
2Co 5.17 Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
1Pe 2. 5 vós também, quais pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo.

b. O homem sem veste nupcial (v.11)

11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial.

Um homem que não trazia veste nupcial no Vv 11, esse homem que não se vestia propriamente para tal ocasião, representa os judeus que insistiam em entrar no reino de DEUS conforme os seus próprios conceitos de justiça própria (principalmente pela guarda do Sábado e do cumprimento de algumas leis).
Rm 10.3 Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus. 4 Pois Cristo é o fim da lei para justificar a todo aquele que crê.
Este mal vestido homem também representa os que na atualidade procuram se justificar e confiam na sua própria justiça, recusando-se a vestir-se de CRISTO. (Orlando Boyer – Espada Cortante 1 – CPAD)

Is 61.10 Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus, porque me vestiu de vestes de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como noivo que se adorna com uma grinalda, e como noiva que se enfeita com as suas jóias.
Gl 3 27 Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo.

c. O rei entra para ver (vv.11-12)
12 E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu.
13 Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o ge lançai-o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.

O rei está de olho nos convidados, ninguém pense que pode se esconder ou burlar a segurança do filho do rei e seu olho como chama de fogo.
Ap 1. 14 e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo
No tribunal de CRISTO a obra de cada um será provada pelo fogo e então cada um estará nu e patente aos olhos daquele que tudo vê, é evidente que ali não haverá mais condenação como aqui na Parábola, pois a mesma se refere aqui àqueles que ficarão para a grande tribulação embora pensassem que estariam entre os que foram arrebatados, são aqueles que estarão perante JESUS naquele dia dizendo:
Mt 7. 22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?

d. O resultado fatal (v.13)
13 Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o ge lançai-o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.

Há um lugar preparado para aqueles que não aceitam ao convite do rei e também para aqueles que não sabem se trajar na presença do rei, o lago de fogo e enxofre.
O rei ordenou aos seus servos que lançassem fora o homem, nas trevas exteriores, uma vez que ele já vivia nas trevas interiores. Todos os servos do rei mencionados até aqui (5 vezes: vv.3,4,6,8,10) são de outra categoria de servos: “doulos”. Aqui no v. 13, na aplicação da justiça divina, “servos” no v.13 é “diakonos” e deve referir-se aos anjos como agentes de Deus nesses casos como vemos nos textos bíblicos. Ver Mt 13.41,42. “Doulos” é o servo em relação ao seu senhor, na sua presença e sendo enviado por ele. “Diakonos” (donde o termo diácono) é o servo em relação ao serviço do Senhor, executando fielmente o seu querer, principalmente fora da sua presença. Os diáconos da Igreja deviam saber disso.
A festa é a salvação sem merecimento, apenas reconhecendo em JESUS a salvação, é o período da graça em que vivemos, este está no decorrer da graça, dependendo de nós mesmos e nossa fidelidade para que alcancemos o final deste período que será após o arrebatamento e Tribunal de CRISTO, nas bodas do cordeiro.

CONCLUSÃO

Jesus concluiu o seu ensino dizendo: “Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos”. Convidados são todos. Escolhidos são os que aceitam o convite, e, são justificados diante de Deus mediante a justiça de Cristo pela fé. Assim ficarão fora do banquete da salvação:
***O judeu incrédulo (vv.3-8);
***O gentio falso crente (vv.11-13).

A principal lição dessa parábola está no versículo 14 que mostra a rejeição de Israel à obra de Cristo. Israel era o povo chamado e eleito; o povo convidado para as bodas, mas a sua rejeição propiciou o convite a todos os povos. Não podemos, por conseguinte, desprezar o convite para as bodas do Cordeiro. Como, porém, aceitar este convite? Recebendo a Cristo como o nosso único e suficiente Salvador.

AUXÍLIOS SUPLEMENTARES:

Subsídio Doutrinário
“A provisão feita no evangelho para as almas que perecem está representada por uma festa real, feita por um rei de um modo pródigo, conforme o costume oriental, por ocasião do casamento de seu filho.
[...] Os primeiros convidados foram os judeus. Quando os profetas do Antigo Testamento não prevaleceram, nem João Batista, nem o próprio Cristo, que lhes disse que o reino de Deus estava próximo, foram enviados os apóstolos e, ministros do evangelho, depois da ressurreição de Cristo, a dizer-lhes que viria persuadi-los para que aceitassem a sua oferta.
A razão de os pecadores não irem a Cristo e à salvação por Ele, não é que não possam, mas porque não querem. Ignorar a Cristo e à salvação realizada por Ele é o pecado que condena o mundo. Eles foram indiferentes. As multidões perecem para sempre por pura indiferença, sem mostrar aversão direta, mas são negligentes acerca de suas almas. Além do mais, as atividades e o proveito das ocupações mundanas atrapalham a muitos, impedindo-os de estabelecer uma aliança com o salvador.
[...] Nosso Salvador passa aqui da parábola para o seu ensino. Os hipócritas, mesmo aparentemente andando na luz do evangelho, caminham em direção à extrema escuridão. Muitos são chamados à festa das bodas, isto é, a salvação, mas poucos têm a roupa para a ocasião; a justiça de Cristo e a santificação do Espírito. Então, examinemo-nos se estamos na fé e procuremos ser aprovados pelo Rei.” (HENRY, Matthew. Comentário bíblico Matthew Henry. RJ:CPAD, 2002, p. 781.)

Subsídio Bibliológico
“Muitos, que fazem parte da presente manifestação do reino dos céus aqui na terra, não estarão ‘trajado com veste nupcial’ (v.11), e, portanto, não farão parte dos escolhidos (v.14). A ‘veste nupcial’ simboliza a condição de se estar preparado - uma possessão presente da verdadeira fé em Cristo e da constante obediência como fruto da graça de Cristo (cf. 24.44; 25.21). Cristo alude ao homem que estava sem vestes nupciais, para levar-nos a um auto-exame e perguntar-nos, ‘Senhor, sou eu?’
...A chamada à salvação é feita a muitos. Os poucos escolhidos para herdar o reino dos céus são

os que atendem à chamada de Deus; que se arrependem dos seus pecados e que crêem em Cristo. Acolher a graça de Deus mediante o livre exercício da nossa vontade faz com que nos tornemos parte do povo escolhido de Deus”. ( Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1995, p.1432).Leia mais Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 22, pág. 42.