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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

LIÇÃO SUBSIDIOS CPAD BETEL GOSPEL (1-10) 3.000 ESTUDOS

       
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Lição santificação 4 trim-2017 (10)



Santificação: vontade e chamado de Deus para nós 3 de dezembro de 2017

Texto Áureo

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Hb 12.14

Verdade Aplicada

A santificação é o aspecto prático da salvação, consistindo de um processo que envolve mudança do caráter e da maneira de viver.

Textos de Referência.
1 Tessalonicenses 4.2-4, 7, 8
2 Porque vós bem sabeis que mandamentos vos temos dado pelo Senhor Jesus.3 Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição,4 Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra.7 Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação.8 Portanto, quem despreza isto não despreza ao homem, mas, sim, a Deus, que nos deu também o seu Espírito Santo.

Hinos sugeridos.
5, 432, 440

Introdução

A santificação é um processo desencadeado a partir da regeneração, aplicado no viver diário do nascido de novo, pela ação do Espírito Santo e da Palavra de Deus.

1. A importância da santificação.

Verificamos a grande relevância deste tema estudando o caráter de Deus, os diversos sentidos deste termo e sua relação com a vontade de Deus para nós, além da afirmação bíblica: “...santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).

1.1. Santidade, um dos atributos de Deus.
É interessante iniciar o estudo da santificação pelo caráter de Deus. Quando Moisés e os filhos de Israel entoam um cântico ao Senhor, após a travessia do Mar Vermelho, enfatizando o agir de Deus e, a seguir, cantam: “Quem é como tu, glorificado em santidade...? (Êx 15.11). Notemos o versículo 13: “o levaste à habitação da tua santidade”. Ele é Santo e Seu plano é nos conduzir à santificação. O próprio Deus afirma: “Santos sereis, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo” (Lv 19.2). Os seres celestiais declaram a santidade de Deus (Is 6.3), e Jesus Cristo chama de Santo o Pai (Jo 17.11).

1.2. Santificação: sentidos e significados.

Tanto a expressão hebraica “godesh” como a grega “hagiasmos” admitem diversos termos relacionados ao tema: santidade, consagração, santificação, separação. A ênfase do sagrado no Novo Testamento já não recai sobre coisas, lugares ou ritos, mas às manifestações da vida produzidas pelo Espírito Santo. A ideia básica, tanto nas terminologias hebraicas e gregas, é de “separação do uso comum para dedicação a Deus e ao seu serviço”.

1.3. Santificação: chamado e vontade de Deus.

Interessante pensar, a princípio, sobre alguns pensamentos populares: “ninguém é santo”; “não sou santo”. São ditos usados várias vezes como argumentos para um viver “acomodado” e justificativas incompatíveis com o padrão bíblico para o discípulo do Senhor. Como se fosse uma “utopia” falar e buscar viver em santificação. Por isso, a importância da presente lição, pois trata-se de um assunto que é fruto de nosso relacionamento com Deus. Somos eleitos de Deus, em Cristo Jesus, para sermos “santos e irrepreensíveis” (Ef 1.4), pois a vontade de Deus é a nossa santificação (1Ts 4.3).

2. O caminho da santificação.

Considerando o exposto no tópico anterior, é preciso “seguir”, ou, como encontramos em outras versões, “procurem e se esforcem” e “esforçai-vos”, ou, ainda, a expressão referente na língua grega “persegui” a santificação (Hb 12.14). Deve ser desejada por todos que já nasceram de novo, constantemente. Precisamos seguir pelo caminho da santificação.

2.1. Não confundir com legalismo.

O apóstolo Paulo alertou aos Colossenses e a Timóteo sobre o engano e a ineficácia de condutas e comportamentos como fonte de santidade (Cl 2,20-23; 1Tm 3.5). É um caminho apenas de aparência. É um caminho somente de esforço pessoal, como se a santificação fosse consequência de produção humana. O texto menciona “aparência de piedade”, descreve uma “mera forma externa”, que pode ser retratada no vestir, no falar e no agir. Os gibeonitas, na época de Josué, usaram deste artifício (Js 9.4-14). É preciso atenção, também, para não enganarmos a nós mesmos quanto ao que tem aparência de piedade, porém sem nenhum efeito para mortificar os desejos da natureza pecaminosa. 

2.2. Não confundir com manifestações espirituais.

Cremos na atualidade dos dons espirituais e na necessidade de todo discípulo de Jesus Cristo buscar a ousadia e o fervor pelo Espírito Santo para proclamar o Evangelho. Contudo, também é bíblico profetizar, expulsar demônio e fazer muitas maravilhas não é atestado de santificação (Mt 7.21-23). Notemos o que Jesus falou: “praticais a iniquidade”. Ou seja, clamavam “Senhor, Senhor!”, porém continuavam a viver dominados pela concupiscência da carne.

2.3. O caminho do estar e andar.

São inúmeros os textos bíblicos que enfatizam “estar em Cristo”, “andar nele”, “andar em Espírito” quanto aos que já passaram pela experiência da regeneração. Nascemos de novo, somos participantes da natureza divina, agora é necessário ir deixando muitas práticas da velha natureza, mortificando os desejos pecaminosos que vão surgindo e adotando condutas e comportamentos coerentes com a vida de discípulo de Jesus Cristo, templo do Espírito Santo. Não é uma vida estática, mas dinâmica. Contudo, só é possível este “despojar” e “se revestir” se estivermos em Cristo Jesus, andando nEle, sendo dirigidos e controlados pelo Espírito Santo (Cl 2.6-7; 3.1-13; Jo 15.5; Rm 8.1, 4, 8-9, 13).

3. Abrangência e aplicação.

Neste último tópico, é importante refletir sobre quais as áreas da vida que precisam estar incluídas no processo da santificação e como se torna aplicável as verdades bíblicas em nosso viver diário. Qual é a participação do ser humano nascido de novo?

3.1. A abrangência da santificação.

Meditemos em dois textos bíblicos: 1 Tessalonicenses 5.23 e 1 Pedro 1.15. São bastante significativos: “vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo...” e “toda a vossa maneira de viver”. O primeiro trata-se de uma oração pelos discípulos do Senhor em Tessalônica. O apóstolo Paulo ressalta o “relacionamento pessoal de Deus com eles” (o mesmo Deus de paz”) e afirma que Ele proverá tudo o que for preciso para suprir a necessidade de santificação. Podemos meditar em conjunto com a exortação de Pedro, que diz: “sede santos”. Um texto é oração e outro é exortação, porém se completam: com a provisão de Deus é possível palmilhar o caminho da santificação.

3.2. Meios de santificação.

O Senhor Deus exige a santificação (“sede santos”) e provê meios para que o processo se torne realidade na vida do Seu povo. Num primeiro momento, é importante destacar que a Trindade está envolvida na missão de santificar: o Pai (1Ts 5.23); o Filho (Hb 10.10; 13.12); e o Espírito Santo (1Pe 1.2). A Palavra de Deus é uma agente na santificação (Jo 17.17), de tal maneira que alcança o ser humano por completo (Hb 4.12; Ef 5.26). O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado (1Jo 1.7), e santifica (Hb 9.13-14; 10.10).

3.3. A participação do discípulo.

Há várias recomendações bíblicas quanto às atitudes a serem tomadas pelos que nasceram de novo, enquanto estamos no caminho da santificação. Em Atos 26.18, é mencionado o início da caminhada do discípulo: “santificados pela fé em mim”, disse Jesus. Na posição de santos em Cristo, é possível e preciso progredir. Para tanto, precisamos permanecer unido a Cristo (Jo 15.5). É necessário da nossa parte: buscar, pensar e desejar (Cl 3.1-2; 1Pe 2.1); “enchei-vos do Espírito”, deixar que o Espírito nos controle (Gl 5.16, 25); evitar o comodismo e procurar o aperfeiçoamento (2Co 7.1); ler, meditar, guardar e viver a Palavra de Deus (Cl 3.16; Sl 119.9, 11); deixar, despojar-nos, revestir-nos (Ef 4.22-32; Cl 3.5-14; 1Pe 2.1); e muito mais podemos relacionar, como oração, vigilância, entre outros. 

Conclusão.
Aquele que começou a boa obra em nós é poderoso para completá-la (Fp 1.6), mesmo em tempos tão desafiadores. Ele é o Deus de toda a providência. É possível prosseguir e progredir em santificação, até que sejamos “conformes à imagem de seu Filho” (Rm 8.28). Sejamos santos!.

Questionário.
1. O que os seres celestiais declaram?
2. Qual é a vontade de Deus para nós?
3. O que o apóstolo Paulo alertou aos colossenses e a Timóteo?
4. O que nos purifica de todo o pecado?
5. O que é mencionado em Atos 26.18?
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Subsidio conectar o que motiva ajudar na obra (10)



  
O QUE MOTIVA VOCÊ A CONTRIBUIR COM A OBRA DE DEUS?

oferta. A contribuição com a obra de Deus e a oferta aos pobres e necessitados é uma prática bíblica inegável. Infelizmente, vivemos hoje dois extremos nesta questão: aqueles que, alimentados pela ganância, ultrapassam os limites das Escrituras e astuciosamente arrancam o último vintém dos incautos, e aqueles que amam mais o dinheiro do que a Deus e fecham o coração e o bolso, negligenciando a graça da contribuição, sendo infiéis na mordomia dos bens.

A devolução dos dízimos é um claro ensino bíblico, presente antes da lei, durante a lei e depois da lei. A contribuição pessoal, voluntária, generosa, sistemática e alegre está presente tanto no Antigo como no Novo Testamento. O rei Davi no oferece alguns princípios importantes sobre a contribuição que glorifica a Deus, quando se preparava para construir o templo de Jerusalém. Esses princípios podem ser vistos no texto de 1 Crônicas 29.1-22.

Em primeiro lugar, DEVEMOS CONTRIBUIR PORQUE A OBRA DE DEUS A SER REALIZADA É MUITO GRANDE (1CR 29.1).

 Davi disse: “… esta obra é grande; porque o palácio não é para homens, mas para o Senhor Deus”. Davi estava construindo o templo e o palácio. Queria fazer o melhor e dar o melhor para Deus. Tudo o que fazia não era pensando nos homens, mas em Deus. Igualmente, a igreja está realizando uma grande obra. Há templos a serem construídos, igrejas a serem plantadas, pessoas necessitadas a serem assistidas, missionários a serem enviados, muito terreno a ser conquistado aqui e além fronteira.

Em segundo lugar, DEVEMOS CONTRIBUIR COM LIBERALIDADE PORQUE DEUS MERECE O MELHOR (1CR 29.2).

 Davi, com todas as suas forças preparou para a Casa de Deus, em abundância, aquilo que existia de melhor. Deus é o dono de tudo. Tudo o que temos vem das Suas mãos. Tudo o que damos, também procede de suas dadivosas mãos. Ele é Deus de primícias. Merece o melhor e não as sobras. As coisas de Deus precisam ser feitas com excelência. Não podemos ofertar a Deus com usura, pois ele não nos dá suas bênçãos por medida. Ao ofertar ao Senhor, devemos colocar aí o nosso coração e a nossa força.

Em terceiro lugar, DEVEMOS CONTRIBUIR MOVIDOS POR GRANDE AMOR A DEUS E À SUA OBRA (1CR 29.3).

 Davi não apenas recolheu ofertas dos outros, mas ele pessoalmente deu para a Casa do seu Deus o ouro e a prata particulares que tinha. E fez isso porque amava a Casa do seu Deus. Quem ama dá. Quem ama é pródigo em ofertar. Nosso amor por Deus não passa de palavrório vazio se não ofertamos ao Senhor com generosidade. Nossa contribuição, ainda que sacrificial, não tem valor diante de Deus, se não é motivada pelo nosso amor ao Senhor e à Sua obra. O apóstolo Paulo diz que ainda que entreguemos todos os nossos bens para os pobres, se não tivermos amor, nada disso aproveitará.

Em quarto lugar, DEVEMOS CONTRIBUIR ESPONTANEAMENTE MOTIVADOS PELA ALEGRIA DE DEUS (1CR 29.5-9). 

A contribuição é uma graça que Deus nos dá. É um privilégio ser cooperador com Deus na sua obra. O ato de contribuir é uma expressão de culto e adoração. Deus ama a quem dá com alegria. A voluntariedade e a alegria são ingredientes indispensáveis no ato de contribuir. Davi perguntou ao povo: “Quem está disposto, hoje, a trazer ofertas liberalmente ao Senhor? O povo se alegrou com tudo o que se fez voluntariamente; porque de coração íntegro deram eles liberalmente ao Senhor; também o rei Davi se alegrou com grande júbilo” (1Cr 19.5,9). Devemos ir ao gazofilácio para ofertar, exultando de alegria e não com tristeza.

Em quinto lugar, DEVEMOS CONTRIBUIR CONSCIENTES DE QUE DEUS É DONO DE TUDO E QUE TUDO DEVE SER FEITO PARA A SUA GLÓRIA (1CR 29.10-22).

 O resultado da alegre, generosa e abundante oferta do rei e do povo foi a manifestação da glória de Deus. Davi louvou a Deus pela sua glória, poder e riqueza, reconhecendo que as ofertas que deram tinham vindo do próprio Deus. O povo adorou a Deus e houve grande regozijo. O maior propósito da nossa contribuição deve ser a manifestação da glória de Deus. John Piper tem razão em dizer que o Senhor é mais glorificado em nós quanto mais nos deleitamos nele. Que tudo o que somos e temos esteja a serviço de Deus e seja um tributo de glória a Deus. Que os bens que Deus nos deu estejam no altar de Deus, a serviço a Deus.(fonte lagoinha)    


Subsidio adolescer namoro descentes (10)




Querer namorar é natural na vida dos solteiros. Durante os séculos recentes, a prática do namoro para conhecer e escolher um parceiro para o casamento se tornou comum na nossa sociedade. Podemos nos admirar ao notar que a Bíblia fala muito pouco a respeito do namoro, mas precisamos lembrar que o namoro não era a maneira comum de caminhar para o casamento na época bíblica. Os pais freqüentemente arranjaram os casamentos dos filhos, como ainda é o costume em muitas culturas. O amor romântico e as emoções da paixão não eram destacados como são hoje.
Algumas pessoas citam a falta de orientação específica nas Escrituras para justificar a aceitação dos padrões do mundo em relação ao namoro. Até jovens que se dizem cristãos, às vezes, começam a namorar sem pensar nos princípios bíblicos que devem governar o seu comportamento. Despreparados, facilmente caem nas ciladas que o Diabo armou. Alguns cometem imoralidade, enquanto outros namoram de olhos fechados e escolhem mal os seus parceiros. Em ambos os casos, as conseqüências podem ser desastrosas.

Embora a Bíblia não apresente uma lista de regras para o namoro, encontramos nas suas páginas muitos princípios que podemos e devemos seguir para ter namoros puros que caminhem para casamentos bons e felizes.

Fatos e princípios importantes

Trate a sua namorada como se fosse sua irmã. O homem cristão deve tratar "às moças, como a irmãs, com toda a pureza" (1 Timóteo 5:2). Tal atitude certamente se aplica ao namoro. A sua namorada não é um objeto feito para seu prazer, e sim uma pessoa feita à imagem de Deus. Respeite-a.Evite o egoísmo, pois é pecado (2 Timóteo 3:2). Muitas pessoas namoram e até se casam por motivos egoístas. O amor verdadeiro "não procura os seus interesses" (1 Coríntios 13:5), e sim procura o bem-estar do amado. O amor de Jesus para a igreja não é egoísta. Ele se sacrificou por ela, e pede a mesma coisa do homem em relação à esposa (Efésios 5:25-33). Este amor puro e verdadeiro deve começar no namoro.

Estimule o amor e as boas obras (Hebreus 10:24). Os dois devem crescer no namoro, um ajudando ao outro a realizar seu potencial, especialmente no sentido espiritual. Um namoro que ocupa todo o tempo livre da pessoa, e que dificulta o seu serviço a outros, não ajuda o desenvolvimento pessoal.Seja criterioso (Tito 2:6). Diz-se que o amor é cego, mas que o casamento abre os olhos! Deve se namorar com os olhos abertos, observando o comportamento e o caráter da outra pessoa. Ele a traiu durante o namoro? Será que se mostrará fiel no casamento? Ela mente aos outros? Será que sempre lhe dirá a verdade? Ele é explosivo e fisicamente violento agora? Acha que vai controlar esses impulsos depois de se casar? Em muitas conversas com casais que enfrentam problemas no casamento, eu pergunto se as atitudes erradas se apresentaram no namoro. Na maioria dos casos, a resposta é sim. Mas, quase sempre, acrescenta-se um fato: "Mas eu não me incomodava com aquilo, porque eu estava apaixonado e queria casar". Precisa-se namorar de olhos abertos!

Evite pecados de sensualidade. A sociedade decadente atual perverte muito o sentido do namoro. Programas de televisão fazem concursos de beijos sensuais. O "Dia dos Namorados" é conhecido por aumentos de vendas de lingerie e propaganda de motéis. Para muitos, a prática sensual de "ficar" vem antes de conhecer o nome da pessoa, e sem nenhum compromisso pessoal. Em muitas escolas, relações sexuais ilícitas são consideradas normais, e até incentivadas pelas conversas entre alunos e professores. A vontade de Deus é outra. Independente das atitudes liberais da sociedade, Deus considera errada qualquer relação sexual fora do casamento. Relações íntimas fazem parte do casamento conforme o plano de Deus, porém "Deus julgará os impuros e adúlteros" (Hebreus 13:4). O servo de Deus precisa fugir da impureza, porque a imoralidade é pecado contra o próprio corpo, que é o santuário do Espírito Santo (1 Coríntios 6:18-20; veja também Gálatas 5:16,19; 1 Coríntios 7:9).
Não é só o ato sexual em si que é pecaminoso. Devemos evitar, também, as atividades e as conversas que alimentam desejos sexuais. Pessoas do mundo podem considerar passeios à praia, noites numa danceteria ou horas a fio agarrados no portão da casa atividades normais para os namorados, mas os cristãos não seguem o padrão sensual do mundo. Algumas perguntas podem ajudar a evitar a imoralidade. O seu nível de contato físico os aproxima de Deus, ou os afasta dele? A sua roupa aumenta o respeito que seu namorado tem por você, ou cria nele desejos que podem ser difíceis de controlar? Se assistirem àquele filme, serão edificados ou enfraquecidos?
Respeite o papel dos pais durante o namoro. Durante o namoro, alguns jovens quase evitam os pais e não freqüentam as casas das famílias, sempre procurando sair para outros lugares. Na Bíblia, observamos que os pais freqüentemente aconselhavam os seus filhos na escolha de seus parceiros. Em alguns casos, os filhos já eram adultos, mas ainda respeitavam a orientação dos pais (veja Gênesis 24:3-4; 28:6; 34:4-6). Os pais normalmente têm muito a oferecer, porque já passaram pelas fases do namoro, do noivado e do casamento. Têm aprendido de outros casais, também, ao longo dos anos. Seria um grave erro não aprender com a sabedoria dos pais. "Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe" (Provérbios 6:20). Muitos casais sofrem hoje porque se mostraram teimosos e não respeitaram os pais no namoro.
Estejam um ao lado do outro no namoro. Entendemos que o namoro tem em vista, como propósito principal, a escolha de um bom parceiro para o casamento. Gênesis 2:20-24 mostra que Deus criou a mulher para auxiliar (do lado de) seu marido. A vida do casal deve ser dedicada ao serviço a outros (filhos, parentes, vizinhos, irmãos em Cristo, Deus, etc.). Se será assim no casamento, deve começar assim no namoro. Procurem ser uma equipe de servos, os dois trabalhando juntos para fazer o bem.

Casais bem-sucedidos

Durante o namoro devem se espelhar em casais bons. Observar casais conhecidos que têm relações especialmente boas ajuda bastante. Agora, considere esses casais à luz das Escrituras. Achamos instruções e exemplos de casais bem-sucedidos.Áqüila e Priscila trabalharam juntos no ensinamento de Apolo (Atos 18:26) e foram considerados por Paulo cooperadores em Cristo (Romanos 16:3). Uma igreja se reunia na casa deles (Romanos 16:5).O casal em Provérbios 31 é uma equipe. Este capítulo, a partir do versículo 10, descreve as características da mulher virtuosa. Em parte por causa da dedicação dela, o marido é respeitado na sua cidade. Ela é, acima de tudo, uma serva.

Presbíteros e diáconos e suas mulheres cooperam no serviço a outros. Observamos nas listas de qualificações desses homens (Tito 1:5-9; 1 Timóteo 3:1-13) que eles se preparam para os seus papéis na igreja, em parte, por suas experiências na família. Se não tivessem esposas dedicadas trabalhando em prol da família, esses homens não teriam condições de cumprir papéis especiais na igreja do Senhor. Esta atitude de cooperação, um servindo ao lado do outro, deve começar já no namoro.

Olhando nas direções certas

Muitos namoros levam a casamentos fracassados por um simples motivo. Durante todo o período do namoro, os dois olham nas direções erradas. Olham para si mesmos, procurando satisfazer desejos egoístas. Olham um para o outro, esquecendo do resto do mundo e perdendo oportunidades para servir. Passam horas admirando a beleza física do outro, ou exagerando o contato físico. Embora precise ser realista sobre as suas próprias necessidades, e precise observar o comportamento e as atitudes do outro, o namoro bom mantém seu foco fora do próprio casal. Deve-se olhar para onde?

Deve-se olhar para Deus. Em todas as circunstâncias da vida, devemos olhar em primeiro lugar para Deus. Jesus disse: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento" (Mateus 22:37-38). O namoro que tira a sua atenção das coisas de Deus não ajudará o seu crescimento espiritual. Se, de fato, você ama o seu namorado, faça tudo para ajudá-lo chegar ao céu. Não se esqueça de olhar para cima!

Deve-se olhar para os seus próximos. Jesus continuou: "O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 22:39). Quando um casal de namorados se isola, dedicando quase todo o seu tempo ao namoro, desobedece o mandamento de Jesus. O namoro, como a vida, deve ter como fundamento os princípios de serviço a outros. Não se esqueça de olhar para as pessoas ao seu redor!

Sugestões práticas

Quer um namoro que seja bom para você e para seu namorado? Quer estabelecer a base para um bom casamento que durará a vida toda? Quer, acima de tudo, agradar a Deus no seu namoro e na sua vida? Procure aplicar na prática os seguintes princípios:Limitem e controlem o contato físico, evitando criar ou alimentar desejos sensuais.Respeitem um ao outro como irmãos, criados pelo mesmo Pai celeste.Não se isolem durante o namoro. Sejam abertos para servir a outros.Dêem prioridade para as coisas espirituais. Participem juntos de estudos e períodos de louvor. Estudem a Bíblia juntos.

Procurem oportunidades para servir.

Cultivem uma relação espiritual e saudável que incentive o crescimento dos dois.
Orem juntos, pedindo que Deus abençoe seu namoro, e mais ainda seu futuro casamento!( Dennis Allan).

O amor no namoro
Dois jovens, rivais pela mão de uma linda moça numa comunidade rural, ficaram um atrapalhando o outro até que, finalmente, resolveram acertar as contas com os punhos numa noite escura, na beira do rio. Quando a poeira abaixou, um deles, machucado, afastou-se em desgraça enquanto o outro, um pouco menos machucado, foi triunfante tomar a mão da bela donzela. Isso é que é amor!
Mas será que é? É isto o que o apóstolo João descreveu: "Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus" (1 João 4:7)? Dificilmente, em qualquer lugar tal amor piedoso é menos provável que seja encontrado do que no romance ao estilo moderno. Deus parece ser quase um intruso no namoro.
O fato é que Deus é Aquele que por primeiro identificou a necessidade de companhia para o homem e que originou o casamento. O que quer que no romance seja chamado "amor" que não se origine em Deus é uma falsificação. Qualquer casamento baseado num tal amor sem Deus está sobre uma fundação abalada, ou até pior.

Amor para Deus

Um genuíno amor a Deus afetará o conceito do namoro. Ele será considerado uma oportunidade para se familiarizar com uma pessoa, de modo a avaliar seu caráter, personalidade, intelecto, disposição e aptidão em geral para o casamento. Infelizmente, o único modelo que muitas pessoas têm para o namoro é o de Hollywood, que parece medir o sucesso em termos do prazer sexual conseguido. A química sexual é tão forte, contudo, que quando ela começa a influenciar o desenvolivmento do namoro, o casal tende a ficar cego para todas as outras considerações.
O amor a Deus afetará nossa escolha de um parceiro para o namoro. Em vista do conceito mencionado acima, nenhum indivíduo que seja moral e espiritualmente inapto para o casamento deveria ser namorado. O namoro tende a aumentar nossa tolerância das faltas do outro. Enquanto essas faltas sejam físicas, econômicas, sociais ou mesmo temporais por natureza, tal tolerância pode não ser fatal. Mas muito freqüentemente, faltas morais e espirituais chegam a ser aceitas e os resultados são desastrosos para a alma.
O amor a Deus também afetará a nossa conduta no namoro. Deus será reconhecido como um acompanhante em todos os encontros. Seu olhar que tudo vê não será esquecido, mesmo no escuro. "De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra" (Salmo 119:9).

Amor para companheiro

Nosso amor por um parceiro de namoro precisa ser um amor piedoso. Tal amor "não busca o que é seu". Um rapaz cuja preocupação principal no namoro e casamento é o que ele vai conseguir de uma moça não é um bom candidato para o casamento; nem o é a moça que é inteiramente egoísta. Enquanto um homem não reconhece o amor sacrificial de Cristo pela igreja como seu ideal, ele não está preparado para o casamento. Nem uma moça estará pronta para o casamento enquanto não estiver ansiosa para ser um "auxílio" para seu esposo. Se o egoísmo é um problema no namoro, será muito mais no casamento.
Um amor cristão está profundamente preocupado como o bem-estar espiritual de outros. Um homem com tal amor, tendo escolhido uma mulher piedosa para sua companheira, jamais pensaria em violar a virtude dela, não importa quão forte suas paixões possam ser. Ele não a vê como um objeto a ser usado para seu prazer, mas como um tesouro a ser respeitado e protegido.
 É impensável, também, que uma mulher cristã, exercendo aquele amor que vem de Deus, se orgulhasse de "fazer um homem ficar nervoso" pelo modo como ela se veste ou se comporta. Ainda que ela possa "saber como cuidar-se," ela entende que o "o saber ensoberbece, mas o amor edifica" (1 Coríntios 8:1). O amor que vem de Deus nunca deve desafiar outro a pecar com as palavras, "Se me ama, você fará". Amor piedoso "não se regozija na iniquidade". Qualquer expressão suposta de amor que seja desagradável a Deus, é fraudulenta.

Amor para rivais

Muitos cristãos devotos em outras situações parecem aceitar o velho adágio que "na guerra como no amor tudo vale". "Inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas" parecem ser perfeitamente justificados. Não importa a ocasião, estas são obras da carne e "não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam" (Gálatas 5:19-21). Muitos que não recorreriam a golpes físicos para acertar uma rivalidade usarão de trapaça, engano, duplicidade, astúcia, perfídia, mexerico, calúnia e o que mais possa vir-lhes à cabeça para conseguir seu intento. "Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca. Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de cousas ruins" (Tiago 3:15-16). Nenhum homem ou mulher é digno de tal corrupção da alma. É melhor exercer aquela "sabedoria, porém, lá do alto [que] é, primeiramente pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento" (Tiago 3:17). Esta sabedoria conquistará qualquer parceiro que valha a pena conquistar.
Graças a Deus, muitos que sucumbem a tal tentação se arrependem e amadurecem depois que seu prêmio é conquistado. O jovem que conquistou sua noiva naquela noite à beira do rio, amadureceu e não recomendará seu ato a outros.

Não, verdadeiramente, a lei do amor piedoso não fica suspensa durante o namoro!
por Sewell 

Namoro aprovado por Deus

NAMORO CRISTÃO: Período de amizade, conhecimento mútuo, oração e estudo da Palavra de Deus.

NOIVADO CRISTÃO: Período de planejamento e preparação para o casamento, compra de móveis, arrumação da casa, etc., tudo deve ser feito com muita oração e direção na Palavra.
CASAMENTO CRISTÃO: Envolvimento espiritual, mental e físico. O Senhor deixou claro que só através do casamento o homem e a mulher seriam os dois uma só carne, ou seja, teriam relacionamento físico.

Conheça o GospelEncontros.com, site de relacionamento entre cristãos. O primeiro passo é orar, o segundo é procurar. Mais de 1.5 milhão de cristãos cadastrados.
a. – Os padrões do namoro cristão são bem diferentes dos padrões que o sistema do mundo tem. No sistema do mundo, na maioria dos casos, o namoro está alicerçado no prazer físico e egoísta. Na maioria das vezes o sexo é a base do relacionamento, e, talvez depois, acontece o casamento.
b. – O namoro cristão precisa ser diferente, Deus coloca limites para a nossa vida em tudo, porque em nós há um desejo depravado para pecar, vindo assim a nossa destruição.
c. – O namoro cristão precisa ser uma amizade que cresce em oração e estudo da Palavra de Deus; o casal tem oportunidades de se conhecer e aplicar o conhecimento da Palavra de Deus ao seu relacionamento. O objetivo do namoro cristão deve ser o conhecimento mútuo e o prazer da amizade.

A VONTADE DE DEUS É A NOSSA SANTIFICAÇÃO: (ITes. 4:1-8)

Santificar-se é viver dentro dos padrões da Palavra de Deus, é ter temor do Senhor no coração e rejeitar tudo aquilo que é pecaminoso e prejudicial para a nossa alma. : (vs. 3)

Em IPe. 1:16, o Senhor nos diz: “Sede santos, porque eu sou santo”.
Em Jo. 17:17 diz: “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade”.
Quando fazemos a vontade de Deus, experimentamos a verdadeira alegria e o verdadeiro propósito da vida. Mas quando desobedecemos a vontade de Deus, nos tornamos tristes, vazios, angustiados e sem propósito na vida e vem o embrutecimento da nossa personalidade. (Jd. 10)

TEMOS A RESPONSABILIDADE DO NOSSO PRÓPRIO CORPO DIANTE DE DEUS: (I Tes. 4:4-5)

O nosso corpo é o templo do Espírito Santo, é a habitação de Deus aqui na terra, fomos comprados com o sangue de Jesus Cristo o Filho de Deus. Portanto não somos mais de nós mesmos, ou seja, não podemos fazer com o nosso corpo o que fazíamos no passado, mas através do nosso corpo devemos glorificar o Nome do Senhor. (ICor. 6:15-20)
SOMOS RESPONSÁVEIS DIANTE DE DEUS, POR AQUILO QUE CAUSAMOS NAS OUTRAS PESSOAS, ATRAVÉS DOS NOSSOS CORPOS E ATITUDES: (ITes. 4:6)

Defraudar ou Oprimir significa: Despertar desejo em alguém, não podendo ser satisfeito dentro dos padrões da Palavra e Vontade de Deus. (Ex. carícias, gestos, palavras, uso de roupas, etc…).

REJEITAR TODAS ESTAS COISAS, É REJEITAR A DEUS E NÃO A HOMENS: (I Tes. 4:8)

Muitas vezes somos tentados a fazer algo errado, principalmente quando achamos que não tem ninguém por perto nos vendo; mas nos enganamos, porque a Bíblia diz que Deus está vendo tudo (Heb. 4:13). Por isso, quando voluntariamente pecamos desobedecendo a Palavra de Deus, o Espírito Santo se entristece em nós, além disso, estaremos dando lugar ao diabo e entrando em decadência espiritual. O sexo fora do casamento é algo reprovável e condenável por Deus. O Senhor não criou o homem para o pecado, mas sim, para a santidade. (I Cor. 6:9-11; Atos 15:29; Mt. 5:32; Apc. 22:14-15)

*Nunca devemos nos esquecer: “A santidade é bela”. (Salmo 96:9 e 27:4)
*NAS TRÊS ETAPAS, (NAMORO, NOIVADO E CASAMENTO) JESUS CRISTO PRECISA SER O CENTRO DAS NOSSAS ATENÇÕES: (Fp. 1:21). Só conseguiremos ser felizes quando Jesus Cristo estiver no centro de nossas vidas e dos nossos relacionamentos. Só depois que permitirmos que o Senhor reine sobre nós é que conseguiremos êxito em tudo que fizermos.

PARA QUE O NAMORO SEJA DA VONTADE DE DEUS
1- Nunca Namorar com uma pessoa que não crê em Deus. 2Cor. 6:14-18
2- O Namoro precisa começar sempre com Oração. Fp.4:6
3- Comunicar aos pais de ambos, sobre suas intenções. Ef. 6:1-3
4- Nunca viver no “agarra-agarra”, principalmente na rua. Col. 4:5
5- Nunca namorar dentro da Igreja. A Igreja é um lugar de doração a Deus.
6- Não deixar o grupo de jovens por causa do namoro. Heb. 10:25

NOTAS Evangelização Pessoal
   
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com