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sábado, 18 de novembro de 2017

Lição adultos arrependimento e fé 4trim-2017 (9)



Lição 9 – Arrependimento e Fé Para a Salvação Adultos Lições Bíblicas: CPAD
Trimestre: 4° de 2017 – 26 de Novembro de (2017)

TEXTO ÁUREO

"E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo." (At 2.38)

VERDADE PRÁTICA

O arrependimento do pecador é o primeiro passo para receber, pela fé, a graciosa salvação de Deus.

LEITURA DIÁRIA

 Segunda - SI 51.1-3: O arrependimento abre caminho para o perdão de Deus
Terça - Is 30.15: Deus concede salvação ao que se arrepende
Quarta - Mt 3.8: Um convite para dar frutos dignos de arrependimento
Quinta - Lc 15.7: Há alegria no céu quando um pecador se arrepende
Sexta – 1Jo 1.9: Deus é fiel para justificar quem se arrepende dos seus pecados
Sábado - Ap 3.19: Um chamado ao arrependimento

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Atos 2.37-41

37 E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos?38 E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo;39 Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.40 E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.41 De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas.
HINOS 192, 292, 484 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Explicar que o arrependimento é o primeiro passo para receber, pela fé, a graciosa salvação de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo l refere-se ao tópico l com os seus respectivos subtópicos.
- Mostrar que o arrependimento, mediante a ação do Espírito é uma mudança essencial para receber a salvação de Deus;
- Explicar que a fé salvífica é um dom de Deus;
- Compreender que o arrependimento e a fé são as respostas do homem à salvação.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Prezado (a) professor (a), na lição deste domingo estudaremos a respeito da fé salvífica e do arrependimento. Veremos que fé para a salvação é implantada em nossos corações pelo Espírito Santo a fim de que venhamos a receber a dádiva da salvação. Deus deseja que todos sejam salvos, contudo é necessário fé e arrependimento. Primeiro, o Espírito Santo faz nascer no coração do homem incrédulo a fé em Jesus e no seu sacrifício vicário. Depois, o mesmo Espírito nos convence dos nossos pecados, do juízo e da justiça de Deus, gerando o arrependimento. Então, é importante, no decorrer da lição, enfatizar que para, fazer parte do Reino de Deus é necessário fé e arrependimento.

INTRODUÇÃO

O arrependimento e a fé operam conjuntamente para a salvação. É o pecador arrependido que crê no sacrifício vicário de Cristo na cruz do Calvário. Essa fé leva o pecador arrependido a abandonar de vez a situação de pecado, para então ser perdoado e, experimentar assim, a paz de Deus em seu coração.

PONTO CENTRAL

Fé e arrependimento são essenciais para se fazer parte do Reino de Deus. 
I - ARREPENDIMENTO, UMA TRANSFORMAÇÃO DO ESPÍRITO
1. Definição de arrependimento.

No Antigo Testamento, arrependimento significa mudança de ideia ou de propósito, no sentido de abandonar o pecado, voltando-se para Deus de todo o coração, alma e força (Ne 1.9; Is 19.22). Em o Novo Testamento, o verbo arrepender é mais fortemente expressado, pois significa "converter-se" ou "retornar", termos que expressam a mudança de mente, transformação do pensamento, da consciência, das atitudes, isto é, uma verdadeira metanoia - do grego, "mudança da mente, mudança do homem interior: a mudança profunda e radical da mente". Quando se passa pelo verdadeiro arrependimento há uma tristeza sincera pelo pecado praticado (2 Co 7.10) e posterior compromisso de abandoná-lo para abraçar a vontade de Deus.

2. O arrependimento na vida cotidiana.

O arrependimento nos das amarras do pecado, da culpa que escraviza e nos tira a alegria de viver. Ele nos leva a experimentar a cura da consciência cauterizada pelo pecado (1Tm 4.2). Assim, o arrependimento nos devolve a satisfação, a autoestima sadia (sem orgulho ou narcisismo) que resulta em alegria e paz no coração. Há na existência do cristão diversas áreas da vida que talvez ainda não tenham sido submetidas ao completo senhorio de Cristo, isto é, áreas que ainda não passaram pelo processo de arrependimento (Hb 12.17). Por isso a Palavra de Deus aconselha-nos a fazer um autoexame sincero (1Co 11.28a) para percebermos o que sorrateiramente nos contamina, pois "enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?" (Jr 17.9).

3. A ação do Espírito Santo no arrependimento.

O Espírito Santo opera o arrependimento na conversão do ser humano (Jo 16.8). Somente Ele pode conhecer e esquadrinhar profundamente o coração do homem, e os que estão abertos ao seu mover podem perceber as situações que precisam de confissão sincera diante de Deus. Outrossim, a purificação do pecado por meio do arrependimento é uma condição que precede o batismo no Espírito Santo (At 2.37-39).

SÍNTESE DO TÓPICO l
O arrependimento é essencial para receber a salvação de Deus.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

O arrependimento e a fé são os dois elementos essenciais da conversão. Envolvem uma 'virada contra' (o arrependimento) e uma Virada para' (a fé). As palavras primárias, no Antigo Testamento, para expressar a ideia de arrependimento são shuv ('virar para trás', 'voltar') e nicham ('arrepender-se', 'consolar'). Shuv ocorre mais de cem vezes no sentido teológico, seja quanto ao desviar-se de Deus (1Sm 15.11; Jr 3.19), seja no sentido de voltar para Deus. A pessoa também pode desviar-se do bem ou desviar-se do mal, isto é, arrepender-se, O verbo nicham tem um aspecto emocional que não fica evidente em shuv; mas ambas as palavras transmitem a ideia de arrependimento.
O Novo Testamento emprega epistrephõ no sentido de 'voltar-se' para Deus e metanoeõ/metanoia para a ideia de 'arrependimento' (At 2.38; 17.30; 20.21; Rm 2.4). Utiliza-se de metanaeõ para expressar o significado de shuv, que indica uma ênfase à mente e à vontade. Mas também é certo que metanoia, no Novo Testamento, é mais que uma mudança intelectual. Ressalta o fato de uma reviravolta da pessoa inteira, que passa a operar uma mudança fundamental de atitudes básicas.
Embora o arrependimento por si só não possa salvar, é impossível ler o Novo Testamento sem tornar consciência da ênfase deste sobre aquele. Deus 'anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam' (At 17.30). A mensagem inicial de João Batista (Mt 3.2), de Jesus (Mt 4.17) e dos apóstolos (At 2.38) era 'Arrependei-vos'. Todos devem arrepender-se, porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.23) (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 368).

II - A FÉ COMO UM DOM DE DEUS E COMO RESPOSTA DO SER HUMANO

1. A fé natural.

É a aceitação intelectual de certas verdades acerca de Deus, mas não acompanhada por um compromisso com o Evangelho (Tg 2.17). Essa fé é vivenciada pelas pessoas que até acreditam em Deus, aceitam que Ele fez todas as coisas, concordam que o sol se levanta pela manhã por provisão dEle, todavia, não dão o passo decisivo para a salvação. A Bíblia afirma que até os demônios creem e estremecem diante de Deus (Tg 2.19), o que significa que ter uma fé apenas teórica não representa muita coisa. As pessoas podem estar até cientes da vida eterna, mas ainda assim, não aceitar o sacrifício vicário de Cristo Jesus para lhes proporcionar a salvação. 

2. A fé salvífica.

É uma atitude do intelecto e do coração para com Deus em que o homem abandona a vida de pecado para confiar exclusivamente na obra salvadora de Cristo na cruz (At 16.30,31; Gl 2.16). Logo, a fé salvífica não consiste somente em crer em algumas coisas, mas confiar na pessoa de Cristo (Jo 3.18). Ela é um dom de Deus (Ef 2.8), cujo autor é Cristo (Hb 12.2) e que se origina do ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17), algo imprescindível para se obter a salvação (Jo 5.24). Embora um dom de Deus, a fé precisa ser exercida pelo crente para confirmar a sua salvação.

3. Os benefícios da fé.

A salvação é pela graça, mas a fé é o elemento indispensável (Ef 2.8-9) para obtê-la. É a porta de entrada das bênçãos oriundas da salvação, tais como: a justificação, a regeneração, a adoção, a reconciliação, o perdão, a santificação, a glorificação e a vida eterna. Além dos benefícios inerentes à salvação, a fé ainda abre as portas para a cura de enfermidades (Mc 16.18; Tg 5.15), o batismo no Espírito Santo (Mc 16.17; At 2.1-4), a vitória contra o mundo (1Jo 5.4), contra a carne (Gl 2.20), contra o Diabo (1Pe 5.8-9), a paciência (Tg 1.3) e a proteção contra os dardos inflamados do Maligno (Ef 6.16).

SÍNTESE DO TÓPICO II

A fé salvífica é um dom de Deus.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO


"Entre as declarações bíblicas sobre o assunto, esta é a fundamental: 'Abraão creu [heb. mon], no senhor, e foi lhe imputado isto por justiça' (Gn 15.6). Moisés ligou a rebelião e desobediência dos israelitas à sua falta de confiança no Senhor (Dt 9.23,24). A infidelidade de Israel (Jr 3.6-14) forma um nítido contraste com a fidelidade de Deus. A fé abrange a confiança. Podemos 'depender' do Senhor ou nEle 'fiar-nos' (heb. batach) com confiança. Quem assim fizer será bem-aventurado (Jr 17.7). Alegramo-nos porque podemos confiar no seu nome (SI 33.21) e no seu amor inabalável (SI 13.5). Podemos também 'refugiar-nos' (heb. casah) nEle, conceito este que afirma a fé (SI 18.30).

No Novo Testamento, o verbo pisteuõ ('creio, confio') e o substantivo pistis ('fé') ocorrem cerca de 480 vezes. Poucas vezes o substantivo reflete a ideia da fidelidade como no Antigo Testamento (por exemplo, Mt 23.23; Rm 3-3; Gl 5.22). Pelo contrário, normalmente funciona como um termo técnico, usado exclusivamente para se referir à confiança ilimitada (com obediência e total dependência) em Deus (Rm 4.24), em Cristo (At 16.31), no Evangelho (Mc 1.15) ou no nome de Cristo (Jo 1.12). Tudo isso deixa claro que, na Bíblia, a fé não é 'um salto no escuro'.
Somos salvos pela graça mediante a fé (Ef 2.8). Crer no Filho de Deus leva à vida eterna (Jo 3.16). Sem fé, não poderemos agradar a Deus (Hb 11.6). A fé, portanto, é a atitude da nossa dependência confiante e obediente em Deus e na sua fidelidade. Essa fé caracteriza todo filho de Deus fiel. É o nosso sangue espiritual (Cl 2.20)" (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 369,370).

CONHEÇA MAIS

Arrependimento

"Quando os olhos dos pecadores são abertos, não podem sentir senão remorsos no coração por causa do pecado, e uma grande inquietude inte­rior. O apóstolo exorta o povo a arrepender-se de seus pecados e confessar abertamente sua fé em Jesus como o Messias, e ser balizados em seu nome. Assim, pois, professando sua fé nEle, rece­beria a remissão de seus pecados, e participaria dos dons e das graças do Espírito Santo." Leia mais em "Comentário Bí­blico", de Matthew Henry, CPAD, p.888.

Ill - O ARREPENDIMENTO E A FÉ SÃO AS RESPOSTAS DO HOMEM À SALVAÇÃO

 1. Arrependimento - condição para a salvação.

Jesus afirmou que para fazer parte do Reino de Deus é necessário o arrependimento (Mt 4.17). Zaqueu, o publicano, teve um arrependimento tão genuíno que prometeu dar aos pobres metade de seus bens e devolver quatro vezes mais caso houvesse roubado alguém (Lc 19.8). De modo que ele pôde ouvir do Senhor: "Hoje, veio salvação a esta casa" (19.9). Assim, o arrependimento é diferente do remorso; este é momentâneo e passageiro, aquele atinge o lugar mais recôndito do coração humano.

2.  Salvação por meio da fé.

A salvação é pela graça mediante a fé (Ef 2.8), uma condição necessária para se obtê-la, pois sem a fé não se pode crer no sacrifício vicário de Cristo. Assim, o arrependimento produzido pelo convencimento do Espírito Santo e a fé, como dom divino, exercida pela pessoa, operam conjuntamente para a glória de Deus.

3. Arrependimento e conversão.

O arrependimento faz parte do processo de conversão e abrange o ser humano por inteiro: o intelecto (Mt 21.29), as emoções (Lc 18.13) e a vontade (Lc 15.18,19). Portanto, a conversão é uma ruptura com antigas tradições e modos de vida abomináveis e pecaminosos. Agora, tudo se torna novo, surge outra pessoa nascida de novo (Jo 3.3). Isso significa que todas as esferas da vida humana assumem a virtude e a ética do Reino de Deus ensinadas por Cristo Jesus (Mt 5-7).

SÍNTESE DO TÓPICO III

O arrependimento e a fé são as respostas do homem à salvação.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Não podemos, obviamente, exercer a fé salvífica à parte da capacitação divina. Mas ensina a Bíblia que, quando cremos, estamos simplesmente devolvendo o dom de Deus? Seria necessário, para protegermos o ensino bíblico da salvação pela graça mediante a fé somente, insistir que a fé não é realmente nossa, mas de Deus? Alguns citam determinados versículos como evidências em favor de semelhante opinião. J. I. Packer diz: 'Deus, portanto, é o autor de toda a fé salvífica (Ef 2.8; Fp 1.29)'. H. C. Thiessen afirma que há um lado divino da fé, e um lado humano', e então declara: A fé é um dom de Deus (Rm 12.3; 2 Pe 1.1) outorgado sobrenaturalmente pelo Espírito de Deus (1Co 12.9). Paulo diz que todos os aspectos da salvação são um dom de Deus (Ef 2.8), e por certo a fé está incluída aí' (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 370).

CONCLUSÃO

Como nova criatura, "as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Co 5.17). Ao crente que experimentou essa conversão cabe esforçar-se para manter-se afastado do que outrora causou-lhe tanta dor, sendo o motivo de sua perdição. Agora, tudo é novo! Tudo faz sentido!

PARA REFLETIR

A respeito de arrependimento e fé para a salvação, responda:
• O que significa arrependimento no Antigo Testamento?
No Antigo Testamento, arrependimento significa mudança de ideia ou de propósito, no sentido de abandonar o pecado, voltando-se para Deus de todo o coração, alma e força.
• Qual é a ação do Espírito Santo no arrependimento do ser humano?
O Espírito Santo opera o arrependimento na conversão do ser humano (Jo 16.8). Somente Ele pode conhecer e esquadrinhar profundamente o coração do homem, e os que estão abertos ao seu mover podem perceber as situações que precisam de confissão sincera diante de Deus.
• O que é a fé natural?
É a aceitação intelectual de certas verdades acerca de Deus, mas não acompanhada por um compromisso com o Evangelho (Tg 2.17).
• O que é a fé salvífica?
É uma atitude do intelecto e do coração para com Deus em que o homem abandona a vida de pecado para confiar exclusivamente na obra salvadora de Cristo na cruz. Logo, a fé salvífica não consiste somente em crer em algumas coisas, mas confiar na pessoa de Cristo. Ela é um dom de Deus
• Qual é a abrangência do arrependimento?
O arrependimento faz parte do processo de conversão e abrange o ser humano por inteiro: o intelecto (Mt 21.29), as emoções (Lc 18.13) e a vontade (Lc 15.18,19).
SUBSÍDIO ADICIONAL
Fonte: Ensinador Cristão – n° 72
Os pentecostais concordam que o Arrependimento e a Fé são as respostas do ser humano ao chamado de Deus para a salvação. Segundo o teólogo pentecostal Daniel Pecota, o Arrependimento e a Fé são dois aspectos fundamentais da conversão.Não há verdadeira conversão sem arrependimento, sem reconhecimento do erro praticado. Fazer essa autoanálise, por natureza, é constrangedor, doloroso e vergonhoso, mas é a partir desse gesto que o arrependimento começa refletir o processo de metanoia, ou seja, uma mudança de mentalidade, uma nova natureza tomando o lugar da antiga, o "novo homem" assumindo o lugar do "velho homem".

Da mesma forma, podemos dizer que não há verdadeira conversão se não houver a fé autêntica na pessoa bendita do Filho como o único Senhor, Salvador e Rei de nossa vida, pois ao reconhecermos a tragédia do nosso pecado, também reconheceremos que a única maneira de sermos salvos dessa tragédia é entregando-se a Cristo e aceitando a obra salvífica no Calvário que Ele fez por amor a nós. Essa fé não é natural, mas a que faz o ser humano se entregar por completo a Deus em pura confiança nEle. Assim como fez Abraão, que creu no Senhor e foi abençoado por Deus (Gn 15.6). Como Moisés que confiava inteiramente em Deus e corrigiu o povo que não confiava no Altíssimo com a mesma intensidade do legislador israelita (Dt 9.23,24).
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com

Subsidio adultos arrependimento (9)




Na lição de hoje, refletiremos sobre o avivamento que o povo israelita experimentou após a reconstrução de Jerusalém. Esse avivamento não se limitou aos cânticos e às celebrações. Mas gerou contrição, confissão de pecados e arrependimento. O Senhor deseja usar a Igreja, a fim de promover um grande despertamento espiritual sobre a nossa nação. Todavia, isso somente acontecerá quando o povo que se chama pelo nome do Senhor, “se humilhar e orar e se converter dos seus maus caminhos” (2 Cr 7.14).


O arrependimento e a fé são os dois elementos essenciais da conversão. Envolvem uma ‘virada contra’ (o arrependimento) e uma ‘virada para’ (a fé). As palavras primárias, no Antigo Testamento, para expressar a ideia de arrependimento são shuv (‘virar para trás’, ‘voltar’) e nicham (‘arrepender-se’, ‘consolar’). Shuv ocorre mais de cem vezes no sentido teológico, seja quanto ao desviar-se de Deus (1 Sm 15.11 ; Jr 3.19), seja no sentido de voltar para Deus (Jr 3.7; Os 6.1). A pessoa também pode desviar-se do bem (Ez 18.24,26) ou desviar-se do mal (Is 59.20; Ez 3.19), isto é, arrepender-se. O verbo nicham tem um aspecto emocional que não fica evidente em shuv, mas ambas as palavras transmitem a ideia do arrependimento.
O Novo Testamento emprega epistrephō no sentido de ‘voltar-se’ para Deus (At 15.19; 2 Co 3.16) e metanoeō / metanoia para a ideia de ‘arrependimento’ (At 2.38; 17.30; 20.21; Rm 2.4). Utiliza-se de metanoeō para expressar o significado de shuv, que indica uma ênfase à mente e à vontade. Mas também é certo que metanoia, no Novo Testamento, é mais que uma mudança intelectual. Ressalta o fato de uma reviravolta da pessoa inteira, que passa a operar uma mudança fundamental de atitudes básicas.
Embora o arrependimento por si só não possa nos salvar, é impossível ler o Novo Testamento sem tomar consciência da ênfase deste sobre aquele. Deus ‘anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam’ (At 17.30). A mensagem inicial de João Batista (Mt 3.2), de Jesus (Mt 4.17) e dos apóstolos (At 2.38) era ‘Arrependei-vos! Todos devem arrepender-se, porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus’ (Rm 3.23)” 

(HORTON, S. M. et all. Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed., RJ: CPAD, 2006, p.368).

"A doutrina do perdão, proeminente tanto no AT quanto no NT, refere-se ao estado ou ao ato de perdão, remissão de pecados, ou à restauração de um relacionamento amigável. [...] No perdão, a culpa pelo pecado é perdoada e substituída pela justificação, através da qual o pecador é declarado justo. [...] Embora judicialmente todos os pecados sejam perdoados quando o pecador é salvo através da fé (Jo 3.18), se o pecado entrar na vida de um cristão, ele afetará o relacionamento deste com o Pai Celestial. O perdão e a restauração da comunhão que se fizeram necessários são efetuados mediante a confissão dos pecados (1 Jo 1.9) e o arrependimento (Lc 17.3,4; 24.47). [...] A confissão de pecados é feita primeiramente a Deus (Sl 32.3-6), àquele que sofreu o dano (Lc 17.4), a um conselheiro espiritual (2 Sm 12.13), ou a congregação de crentes (1 Co 5.3)".

(Dicionário Bíblico Wycliffe. RJ: CPAD, 2006. pp.443,1501-2). 

"A confissão é para a alma o que o preparo da terra é para o campo. Antes de semear, o fazendeiro trabalha a terra, removendo pedras e arrancando tocos. Ele sabe que a semente cresce melhor quando o solo é preparado. A confissão é um convite para Deus passear pelos acres de nosso coração. A semente de Deus cresce melhor se o solo do coração é roçado. [...] E então, o Pai e o Filho andam juntos pelo campo; cavando e arrancando, preparando o coração para frutificar. A confissão convida o Pai a trabalhar o solo da alma. A confissão busca o perdão de Deus, não a anistia. Perdão presume culpa; anistia, derivada da mesma palavra grega para amnésia, 'esquece' a suposta ofensa sem imputar culpa".

(LUCADO, M. Nas Garras da Graça. RJ: CPAD, 1999, p.120).

TOLERÂNCIA E VINDICAÇÃO 

1. Vingança (v.2). A mensagem de Naum é o juízo divino sobre Nínive. Aqui, sobressaem os atributos divinos pertinentes ao tema. O verbo hebraico naqam, “vingar-se, tomar vingança”, aparece três vezes só neste versículo e precisa ser devidamente compreendido. Vingança é o castigo imposto por dano ou ofensa; diz respeito a infratores contumazes da lei divina. Visto que a vingança pertence a Deus (Sl 94.1), contra eles está o justo “Juiz de toda a terra” (Gn 18.25).
2. Longanimidade. Deus é compassivo e “tardio em irar-se” (v.3a), pois a longanimidade divina espera o arrependimento do pecador (Rm 2.4-6). Todavia, isso não é sinônimo de impunidade, pois a justiça do Eterno não permite tomar o culpado por inocente. Uma vez que Nínive persistiu em sua maldade e a Assíria construiu o seu império pela violência e desrespeito aos direitos humanos, massacrando muitos povos, dentre eles o de Judá e o de Israel, agora essas mesmas nações se alegrarão com a queda e a humilhação da cidade maléfica (3.5-7).
3. O poder de Deus. As descrições poéticas dos atributos divinos estão ligadas ao poder e a majestade de Deus (1.3-8). O profeta declara que o Senhor “tem o seu caminho na tormenta e na tempestade” (v.3). Em linguagem metafórica, o poder, a grandeza e a majestade do Senhor são descritos através da força da natureza. Essas descrições mostram que a espera do Eterno em punir os ninivitas não se deu por falta de poder, mas por causa de sua longanimidade.

 A NECESSIDADE DE ARREPENDER-SE E CONVERTER-SE

O apóstolo João fala em sua primeira carta universal que o crente ainda está sujeito a pecar (1 Jo 1.8). Quem diz que não peca é mentiroso. Contudo, isso não é um convite ao pecado, mas o reconhecimento de que o homem é, por natureza, pecador, e que só estará livre para sempre do pecado no céu.
1. Arrependimento. O arrependimento genuíno provém da tristeza por haver pecado, desagradado ao Senhor e entristecido o Espírito Santo (2 Co 7.10). Aquele que, de fato, se arrepende, confessa e abandona o erro. Não basta apenas reconhecer o erro, mas também é imprescindível que se deixe o pecado, a fim de alcançar misericórdia (Pv 28.13). A recomendação de João é: “Não pequeis”. Todavia, para aquele que pecou, ainda existe solução: Jesus, o Advogado. Se você se arrepender sinceramente e suplicar-lhe perdão, Ele intercederá junto ao Pai, a fim de que você receba o perdão divino e seja reconciliado com Deus.
2. Conversão. No dicionário Houaiss da língua Portuguesa, conversão é transformação, alteração de sentido ou direção. Portanto, quando o Senhor requer que seu povo “se converta de seus maus caminhos”, Ele deseja mudança de rumo, transformação de palavras, atitudes, pensamentos, vontades e sentimentos. O apóstolo Paulo explica muito bem este processo na vida do homem convertido ao Senhor (Ef 4.22-32; Cl 3.1-11). Converter-se, na ótica bíblica, é, portanto, abandonar as práticas passadas, que não agradam a Deus, e viver uma vida que o agrade, pautada em sua Palavra. É uma vida completamente nova (2 Co 5.17).O texto de 2 Crônicas 7.14 revela a necessidade de Israel arrepender-se e converter-se.

III. AS RESPOSTAS DIVINAS ÀS ATITUDES DO POVO 

1. “Ouvirei dos céus” (v.14). A primeira recompensa pelas atitudes mencionadas acima é ter suas orações ouvidas e atendidas pelo Senhor. O nosso Deus responde às orações daqueles que o temem (Sl 145.19). Para esses, o seu ouvido não está agravado, mas aberto (2 Cr 7.15; Is 59.1). Jesus ensinou a respeito de um Pai amoroso que está sempre pronto a dar boas dádivas a seus filhos e incentivou seus discípulos a pedir e buscara Deus, incessantemente, sem desfalecer (Lc 11.9; 18.1-7), porque Deus ouve e vê até o que está em secreto (Mt 6.6; Jo 9.31). Portanto, se você é um filho obediente ao seu Pai, esteja certo de que suas orações estão subindo diante dEle e logo serão respondidas. Aguarde e confie!
2. “Perdoarei os seus pecados”. A segunda resposta do Senhor ao povo seria o perdão. Davi conhecia a longanimidade e misericórdia divinas, porquanto havia experimentado a graça do perdão divino. Por isso, escreveu que o Senhor está pronto a perdoar àqueles que o invocam (Sl 86.5). A Bíblia está repleta de exemplos do perdão de Deus, tanto para com seu povo Israel quanto para todos quantos lhe imploraram o perdão. Por várias vezes e para diversas pessoas, Jesus declarou: “Perdoados são os teus pecados” (Mt 9.2; Lc 7.48). Através do nome de Cristo, Deus perdoa os nossos pecados (1 Jo 2.12). Se você pecar contra Deus, creia que: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9).
3. “Sararei a sua terra”. A terceira resposta divina diz respeito ao nosso sustento. Deus não está preocupado apenas em salvar nossa alma e espírito, Ele sabe que necessitamos nos alimentar, vestir, morar, ou seja, de ter nossas necessidades básicas supridas. No caso de Israel, sua sobrevivência dependia de chuvas que regassem a terra, que produzia o fruto para a alimentação do homem e dos animais. Deus disse a Salomão que, se o povo abandonasse os seus maus caminhos, Ele tornaria a abençoar a terra, a fim de que o pão de cada dia fosse garantido ao povo.
Jesus ensinou que o Pai conhece as necessidades humanas e deseja supri-las (Mt 6.31,32). O Senhor cuida daqueles que o amam e o obedecem. Além disso, há uma interpretação espiritual desta passagem. “Sarar a terra”, voltando a enviar chuvas, trata-se também de uma renovação espiritual do povo e do envio do Espírito Santo (Jl 2.28-32). Ainda hoje, o Senhor faz brotar rios de água viva dentro de cada um que recebe o dom do Espírito (Jo 7.37), que é seu próprio Espírito dentro do homem. Essa corrente de águas vivas flui através da vida do crente e atinge os outros com a mensagem sanadora do Evangelho. Portanto, clame por essa promessa maravilhosa!


I. OS RESULTADOS DE UM GENUÍNO AVIVAMENTO 

1. Arrependimento e confissão de pecados (Ne 9.1). Em Neemias capítulo oito, os judeus, quebrantados com o ensino da Lei de Deus, renovaram o seu o pacto com o Senhor. Eles jejuaram, vestiram-se de “pano de saco”, confessaram seus pecados e arrependeram-se de suas iniquidades. Esse avivamento não foi superficial; seus resultados duradouros são confirmados nas Escrituras (Leia os capítulos 10 a 12 de Neemias).
2. Sinais do verdadeiro arrependimento. Ao se lamentarem, os israelitas não expressaram um mero remorso. A partir de atitudes e gestos, demonstraram um sincero arrependimento, pois vestiram-se de “pano de saco e traziam terra sobre si”. Tais gestos evidenciavam, no Antigo Testamento, profunda humilhação diante de Deus. O uso da terra sobre a cabeça, por exemplo, denotava tristeza pelos pecados cometidos (Jó 2.12; 1 Sm 4.12; Lm 2.10). Hoje, tais gestos não são mais necessários. Todavia, o Senhor continua a requerer, de seus filhos, sincero e profundo arrependimento.
3. Apartaram-se dos povos idólatras (Ne 9.2a). O relacionamento com povos estranhos levara Israel à idolatria, contrariando frontalmente a Lei de Deus (Dt 18.9-12). Por isso, o sacerdote Esdras determinou aos israelitas que despedissem suas mulheres estrangeiras (Ed 10). Vivendo um grande e autêntico avivamento, o povo apartou-se dos costumes pagãos e passou a andar segundo a vontade de Deus. Este é o fruto do despertamento espiritual que vem do Senhor.Ao viver um autêntico avivamento, o povo de Israel passou a andar segundo a vontade de Deus.

II. A LEI DO SENHOR E REMINISCÊNCIA

1. Valorizando a Lei do Senhor. “E, levantando-se no seu posto, leram no livro da Lei do Senhor, seu Deus, uma quarta parte do dia” (Ne 9.3a). Mais uma vez a Lei do Senhor é exposta. Sua leitura e explicação tomaram a “quarta parte do dia”. Foram exatamente seis horas de ensino da Palavra de Deus. E todos a ouviram atentamente. Ninguém deixou o seu lugar. Tem você se alimentado regularmente da Palavra de Deus?
2. A confissão dos pecados. Igual tempo foi dedicado à confissão de pecados: “Na outra quarta parte [do dia], fizeram confissão; e adoraram o Senhor, seu Deus” (Ne 9.3b). É importante observar que a leitura da Palavra gerou contrição, resultando em confissão de pecados. Assim, o avivamento espiritual não demorou a chegar.
3. Relembrando a história do seu povo. Os judeus passaram a recordar os fatos que marcaram a história da nação (Ne 9.7-9). Desde Abraão, passando pelo êxodo e a peregrinação no deserto, o relato culmina com a posse da Terra Prometida, onde foram eles abençoados em todos os seus empreendimentos. Os levitas enfatizaram, ainda, os atos que envolveram a intervenção direta de Deus na vida de seus antepassados (Ne 9.10). Os seus pecados também são trazidos à tona. Por isso, era necessário e urgente o arrependimento nacional.A lei de Deus foi lida e explicada ao povo que confessou seus pecados e relembrou a história da nação.

III. A GRANDE MISERICÓRDIA DE DEUS

1. “Deus clemente e misericordioso” (Ne 9.31). Apesar dos muitos pecados cometidos pelos judeus, Deus não os desamparou (Ne 9.31). O Senhor é longânimo e misericordioso (Lm 3.22). E apesar de Israel permanecer na incredulidade, o Senhor continua, ainda hoje, a zelar por ele e a abençoá-lo, levando sempre em conta os termos da promessa que estabeleceu com Abraão.
2. A súplica de Israel. Já arrependidos de seus pecados e prestes a firmar o concerto com o Senhor, os judeus, sob a liderança de Neemias, suplicaram pela misericórdia divina (Ne 9.32). O povo clamou ao Senhor para que Ele não o abandonasse (Ne 9.34,35). E reconheceu com temor e tremor que, mesmo diante da tragédia, Deus se fazia presente (Ne 9.33).
3. Um firme concerto. “E, com tudo isso, fizemos um firme concerto e o escrevemos; e selaram-no os nossos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes” (Ne 9.38). Quando o povo se arrepende e compromete-se definitivamente com Deus, o Senhor restaura-lhe a sorte (2 Cr 7.14-16). Ante a iminência do arrebatamento, faz-se necessário que nos concertemos com Deus. Além disso, vivemos dias difíceis e trabalhosos. Nossas igrejas veem-se ameaçadas por ensinos heréticos e muitos crentes já se deixaram tomar pela frialdade espiritual. E o mercantilismo que ameaça a pureza do Evangelho?
Não podemos ficar indiferentes! Humilhemo-nos, confessemos nossos pecados e clamemos pelo favor divino (Dn 9.9). Somente assim, o Senhor nos mandará um poderoso e genuíno avivamento.Israel suplicou ao Senhor que o perdoasse e firmou um concerto com Ele.Roguemos ao Senhor que nos avive no poder do Espírito Santo. E que os resultados desse avivamento possam ser claramente observados em vidas santas, transformadas e dedicadas ao serviço do Reino de Deus. Não foi exatamente isso que se deu no tempo de Esdras e Neemias? Somente um avivamento nos levará a cumprir integral e poderosamente as demandas da Grande Comissão que nos confiou o Senhor (Mt 28.19,20). 

“A Pena foi paga

Pense deste modo. O pecado aprisionou você. O pecado trancou você atrás das grades da culpa, da vergonha, da decepção e do medo. O pecado não fez nada, mas acorrentou você ao muro da miséria. Então Jesus veio e pagou sua fiança. Cumpriu a sua pena; satisfez a penalidade e colocou-o em liberdade. Cristo morre, e quando você lançou sua sorte com Ele, seu velho eu também morreu.
O único modo de se ver livre da prisão do pecado é cumprindo a sua penalidade. Neste caso, a pena é a morte. Alguém tem de morrer; você ou o substituto celeste. Você não pode deixar a prisão a menos que haja uma morte. Porém, esta ocorreu no Calvário. E quando Jesus morreu, você morreu para a reivindicação do pecado em sua vida. Você está livre.
Cristo tomou o seu lugar. Você não precisa permanecer na cela. Já ouviu um prisioneiro liberto dizer que quer continuar preso? Nem eu. Quando as portas se abrem, os prisioneiros se vão. É inconcebível o pensamento de alguém preferindo a jaula à liberdade. Uma vez paga a penalidade, por que viver em cativeiro? Você está solto da penitenciária do pecado. Por que, ó céus, você haveria de querer pôr os pés nessa prisão outra vez?
Paulo recorda-nos: ‘O nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado, porque aquele que está morto, está justificado do pecado’ (Rm 6.6,7)” 
(LUCADO, M. Nas Garras da Graça. 1.ed., RJ: CPAD.1999, pp.112-13). 
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com

Lição jovens violencia sibernetica 4 trim-2017 (9)



Lições bíblicas CPAD – Classe: Jovens
26/11/2017 - 4° trimestre de 2017

TEXTO DO DIA

“Um divertimento é para o tolo praticar a iniquidade; para o homem inteligente, o mesmo é o ser sábio.” (Pv 10.23)

SÍNTESE
Numa época dominada pela criminalidade virtual, os discípulos de Jesus são instados a mostrar o diferencial pelo testemunho online.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Pv 3.31: Não siga o caminho dos maus
TERÇA – Pv 12.6: As palavras dos ímpios são ciladas para derramar sangue
QUARTA – Pv 18.21: A morte e a vida estão no poder da língua
QUINTA – 2 Rs 2.23,24: Bullying com um fim trágico
SEXTA – Tg 3.1-9: O poder da língua
SÁBADO – Pv 3.31: Não tenha inveja do homem violento

OBJETIVOS

• CONSCIENTIZAR a respeito da realidade da violência digital na sociedade da informação;

• COMPREENDER os males do bullying virtual;

• CONHECER os principais tipos de crimes cibernéticos punidos pela lei.

INTERAÇÃO

Dando prosseguimento ao nosso seriado de estudo, veremos nesta lição a extensão dos chamados crimes cibernéticos e os perigos que rondam a internet, e como os crentes são instados a mostrar o diferencial cristão pelo testemunho online. Lembre-se que a maioria de seus alunos, se não todos, passam boa parte do dia conectados ao mundo digital. Desse modo, o presente estudo toca diretamente no cotidiano deles. Para que o conteúdo seja melhor aproveitado, não deixe de interagir com a turma, pois sabemos que os jovens gostam de opinar sobre assuntos práticos para eles. 

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Caro (a) educador (a), a elaboração do plano de ensino é crucial para o sucesso da sua aula. Bem elaborado, tal documento direciona a ministração do ensino e evita o improviso. É importantíssimo lembrar que o plano deve prever, inclusive, os recursos didáticos a serem utilizados em sala. Na obra Uma Pedagogia para a Educação Cristã (CPAD), César Moisés escreve: “A grande maioria dos educadores cristãos não faz seu trabalho de forma planejada, por isso, essa falta de costume, traz a tendência do improviso na educação. Temos com isso não poucos prejuízos, pois, a falta de planejamento carrega em si o fazer a educação a esmo. O planejamento, de quais “quais” e “como” utilizar os recursos didáticos, é inerente ao plano de aula, não há como dissociá-los” (p. 378).

TEXTO BÍBLICO

Romanos 10.11-14

10 Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.11 Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.12 Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.13 Porque todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo.14 Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?

INTRODUÇÃO

Não bastasse a violência urbana tratada na lição anterior, outra forma comum de violência em nossos dias é aquela praticada na rede de computadores. Tal se deve à multiplicação da iniquidade, que faz com que a maldade esteja presente até mesmo no ambiente virtual. A lição deste domingo, portanto, é um alerta para os perigos que rondam a vida online. Os novos tempos exigem dos crentes vigilância constante para não cair nas ciladas dos homens maus.

I – A VIOLÊNCIA DIGITAL NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

1. Vivendo na sociedade da informação.

Depois das fases agrícola e industrial, o mundo encontra-se hoje no tempo da sociedade da informação. As frequentes e cada vez mais velozes inovações tecnológicas caracterizam o atual estágio da civilização, proporcionando ao ser humano maior comunicação, interatividade, agilidade e acesso ao conhecimento. Em virtude da ampla utilização de computadores, smartphones e tablets conectados à rede mundial de computadores, todo tipo de conteúdo está hoje somente a um clique!

2. Violência real no mundo virtual.

Mas, tal qual ocorre na sociedade comum, a rede de computadores é prova da multiplicação da iniquidade prenunciada pelo Senhor Jesus (Mt 24.12). Com o crescimento das novas tecnologias e o fácil acesso à internet, o mundo digital é palco de inúmeros atos de violência cibernética, ou seja: crimes praticados no ambiente virtual, envolvendo desde furto de informações, violência psicológica, ameaças, golpes a ataques pessoais.Certamente, você deve conhecer alguém, amigo inclusive, que foi vítima de algumas dessas ações na rede mundial de computadores, ou talvez até você mesmo tenha passado por isso.

3. Riscos na rede de computadores.

Se por um lado, o ato de navegar pela internet nos oferece vários benefícios, por outro, a rede contém perigos e ameaças que não devemos ignorar. As Escrituras afirmam que “o prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando” (Pv 22.3 - ARA). Nessa porção bíblica, “simples” não significa a pessoa humilde, mas aquela inexperiente que age com imprudência. Mais que em qualquer outro local, a internet exige cautela. É preciso ter cuidado para não cairmos nas redes e nos laços lançados pelas pessoas más, assim como nas ciladas dos homens ímpios (Sl 10.9). 

Pense!
“O prudente prevê o mal, e esconde- se; mas os simples passam e
acabam pagando” (Pv 22.3 - ARA).
Ponto Importante
Se por um lado o ato de navegar pela internet nos oferece vários benefícios, por outro a rede contém perigos e ameaças que não devemos ignorar.

II – OS MALES DO BULLYING VIRTUAL

1. O que é bullying virtual?

Também chamado de cyberbullying, consiste na intimidação sistemática de outra pessoa, por meio de insultos, humilhação, depreciação e agressão verbal, de modo a provocar constrangimento perante os outros. Em virtude da facilidade do anonimato, a internet é um meio veloz de propagação de imagens e comentários depreciativos sobre a vida de alguém. É um problema grave, pois as palavras, não raro, ferem mais que a dor física (Pv 12.18). Assim como a língua, que serve para proferir palavras de bênção ou maldição (Tg 3.10), as publicações na rede de computadores podem devastar vidas como o fogo (Tg 3.6).

2. Brincadeira sem graça.

Na maioria dos casos essa prática inicia como uma brincadeira de péssimo gosto para divertimento dos envolvidos. Mas, vale aqui a advertência de Provérbios 26.18,19. Não há qualquer graça em tal brincadeira maligna e odiosa, afinal as consequências do bullying virtual são sérias; afeta os sentimentos e a imagem do ofendido perante a sociedade. Pesquisas indicam que esse tipo de agressão pode acarretar trauma psicológico, isolamento social, desenvolvimento de problemas relacionados à depressão, e até mesmo levar a vítima ao suicídio. Não é algo para rir, mas chorar!

3. A conduta do jovem cristão.

Em meio a uma cultura de “zoação” e escárnio (2 Pe 3.3), em que muitos encaram com naturalidade as brincadeiras e piadas que expõem a vida dos outros no ambiente virtual, o jovem cristão é instado a mostrar o diferencial pelo testemunho online, com conduta exemplar na palavra, no comportamento, no amor, no espírito, na fé e na pureza (1 Tm 4.12).
O ponto de partida é seguir a recomendação do salmista: “Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite” (Sl 1.1,2). Aquele que medita na Palavra de Deus não perde tempo com brincadeiras inúteis e destrutivas, compartilhando conteúdo produzido pelos escarnecedores virtuais. 
Além de não praticar o bullying, o crente em Cristo deve intervir quando alguém, cristão ou não, estiver sendo vítima de intimidação virtual. Quebrar as correntes da maledicência e aconselhar seus autores para que cessem o desrespeito, são práticas que exprimem o amor divino.

Pense!
O bullying não é uma prática condizente com a vida cristã.
Ponto Importante
Pesquisas indicam que bullying pode acarretar trauma psicológico, isolamento social, desenvolvimento de problemas relacionados à depressão, e até mesmo levar a vítima ao suicídio.

III – A LEI E A PUNIÇÃO DOS CRIMES CIBERNÉTICOS
1. Crimes contra a honra.

Englobam as ações que ofendem a honra e a moral de uma pessoa: calúnia, difamação e injúria. A calúnia é a afirmação falsa de que alguém cometeu um determinado crime; difamação é associar uma pessoa a um fato que ofende sua reputação e injúria refere-se à ofensa que atinge a dignidade e o decoro do ofendido. A defesa da verdade e da honra das pessoas se fundamenta nas Escrituras (2 Co 13.8; Ef 4.25), por isso o servo de Deus não deve
disseminar informações inverídicas e caluniosas que trafegam no mundo digital.

2. Crimes de pedofilia.

A troca de informações, imagens e vídeos envolvendo a sexualidade de crianças e adolescentes caracteriza o crime de pedofilia. Infelizmente, há no mundo virtual redes malignas de indivíduos sem afeição natural que aliciam menores e espalham conteúdo pornográfico. Tais atos são abomináveis para Deus, uma vez que expõem os frágeis pequeninos amados do Senhor (Mt 18.10). É dever do cristão denunciar essa prática pecaminosa e desumana.
3. Crimes informáticos.
Referem-se aos delitos de invasão de dispositivos informatizados, roubo de dados e fraudes financeiras por meios tecnológicos. Tais atos delinquentes normalmente são praticados mediante a disseminação de vírus e outras pragas virtuais. Devemos ter em mente que todo usuário da rede de computador é um alvo em potencial para essa espécie de crime. Assim, utilizar mecanismos de segurança, acessar páginas seguras e não compartilhar informações pessoais na internet são ações básicas para evitar ser vítima de ataques virtuais.

Pense!
“O que segue a justiça e a bondade achará a vida, a justiça e a
honra.” (Pv 21.21)
Ponto Importante
Infelizmente, há no mundo virtual redes malignas de indivíduos sem afeição natural que aliciam menores e espalham conteúdo pornográfico.

SUBSÍDIOS

“O uso do entretenimento para a educação também está se espalhando rapidamente nos países ocidentais. Infelizmente, o pornógrafo está criando outra vez uma desconfiança das novas fronteiras da mídia, como a Internet. Em vez de permitir que os usos corruptores potenciais da tecnologia de comunicação nos façam bater em retirada por causa dos gigantes da Canaã do ciberespaço, o povo de Deus deveria estar agressivamente procurando saber como Ele quer usar os CD-ROMs, a realidade virtual interativa e a World Wide Web (a Rede Mundial) para o cumprimento dos seus propósitos. Será que nós, cristãos, não devemos presumir que Deus nos permitiu usar os novos processos de imagens digitais para mais do que apenas visualizar as interações de ex-presidentes com ForrestGump ou Elvis Presley com os Amantes da Pizza?”(PALMER, M. D. (Ed.). Panorama do Pensamento Cristão. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, p. 412).

CONCLUSÃO

Concluímos a presente lição advertindo a respeito da importância de se ter cuidado ao navegar na internet. Embora seja uma ferramenta útil, a rede de computadores está cheia de pessoas mal intencionadas, cujo propósito é contribuir com as obras das trevas. Tome cuidado para que você não seja vítima, e muito menos autor, de qualquer crime cibernético. Embora o ambiente possa ser virtual, a fé que professamos deve sempre ser real!

HORA DA REVISÃO

1. Em que consiste o bullying virtual?

Consiste na intimidação sistemática de outra pessoa, por meio de insultos, humilhação, depreciação e agressão verbal, de modo a provocar constrangimento perante os outros.
2. Por que não há graça no bullying virtual?
Porque as suas consequências são sérias; afeta os sentimentos e a imagem do ofendido perante a sociedade.
3. Em meio a uma cultura de “zoação” e escárnio (2 Pe 3.3), em que muitos encaram com naturalidade as brincadeiras e piadas que expõem a vida dos outros no ambiente virtual, o jovem cristão é instado a fazer o quê?
A mostrar o diferencial pelo testemunho online, com conduta exemplar na palavra, no comportamento, no amor, no espírito, na fé e na pureza (1 Tm 4.12).
4. O que caracteriza o crime de pedofilia na internet?
A troca de informações, imagens e vídeos envolvendo a sexualidade de crianças e adolescentes.
5. Você já foi vítima de algum crime contra a sua honra? Como se sentiu?
Resposta pessoal.
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com

Subsidio jovens volencia sibernetica (9)

   


                 PROFESSOR ESCRITOR MAURICIO BERWALD
COMENTARIO ROMANOS 10.11-14

Verso 10 

Romanos 10:10 . Para com o coração , etc. Esta é uma explicação de Romanos 10: 9 . "A idéia de salvação é analisada; compreende dois fatos: sendo justificado e sendo salvo (no sentido pleno da palavra). O primeiro fato está especialmente relacionado com o ato de fé, o segundo com o de confissão "(Godet). Aqui a crença vem primeiro, de acordo com a experiência cristã.
O homem crê , acendeu, "acredita-se", para a justiça , isto é, com este resultado, que a justiça é obtida; Os homens são considerados justos quando crêem com o coração.
E com a boca a confissão é feita , ou "o homem confessa", acendeu, "é confessado". A forma impessoal tem a força de uma declaração geral. O EV não preserva a correspondência. Podemos renderizar: "a fé é exercida", para se conformar com "confissão é feita".
Para a salvação , com este resultado, a saber, "salvação"; aqui, incluindo, como guardamos, a santificação e a glória. Não é necessário limitar isso ao último. As duas cláusulas paralelas estão intimamente conectadas. A verdadeira fé sempre leva à confissão; A confissão não é nada sem fé verdadeira. A confissão pública é uma confirmação de nossa própria fé; um vínculo de união com os outros; uma promessa externa para uma vida consistente; mas acima de tudo um ato de lealdade a Cristo.

Verso 11 

Romanos 10:11 . Pois a Escritura diz . Isaías 28:16 , já citada no cap. Romanos 9:33 . Após a prova estendida de que "Cristo é o fim da lei para a justiça para todo aquele que acredita", a passagem é introduzida novamente para confirmar essa afirmação. Estritamente falando 'para' fornece uma prova da primeira metade de Romanos 10:10 .
Quem , etc., a palavra que responde a "qualquer um", mais literalmente, "cada um" não é encontrado na passagem original (comp. Cap. Romanos 9:33 ). Mas é inserido corretamente aqui, porque esta idéia de universalidade, que está implícita na profecia original, não só foi estabelecida na discussão interposta, mas é o tema dos versículos sucessivos.

Verso 12 

Romanos 10:12 . Porque não há distinção (comp. Cap. Romanos 3:22 ) entre judeus e grego , ou seja, gentios (comp. Cap. Romanos 1:18 e outros). Prova do "todo mundo" universal ( Romanos 10:11 ).
Para um e o mesmo é o Senhor de todos ; iluminado, "o mesmo é o Senhor de todos". Outras construções foram defendidas, mas o pensamento principal permanece inalterado. Parece melhor referir isso, não ao Pai, mas a Cristo (o assunto exclusivo desde Romanos 10: 4 ), especialmente como Ele é chamado de "Senhor de todos" ( Atos 10:36 ), e Romanos 10: 9 enfatizou A confissão dele "como Senhor". A unicidade do Senhor é uma prova de que não há distinção.
E é rico ; mostra-se rico em dar.
A todos . Para todas as riquezas da Sua graça podem ser dirigidas; Isso prova que não há distinção; mas apenas aqueles são realmente os destinatários, que o invocam , provando assim a fé por sua invocação de Ele, que é uma confissão dele. "A verdadeira confissão de fé é o efeito de um grito de adoração: Jesus Lord! E esse grito pode ser proferido igualmente por todo coração humano, judeu ou gentio, sem ter necessidade de nenhuma lei. Veja como o universalismo fundado na fé exclui doravante o domínio da lei "(Godet).

Versos 12-18 

Romanos 10: 12-18 . Marcamos esses versículos como um parágrafo separado. Nos versículos anteriores, o método de fé mostrou ser o caminho de salvação de Deus em todas as idades; aqui é declarado ser o caminho dele para todas as pessoas. É gratuito , portanto universal. Esse caminho está aberto a todos ( Romanos 10: 12-13 ) e é pregado a todos ( Romanos 10: 14-18 ). Isso serve para enfatizar a responsabilidade dos judeus para sua própria exclusão.

Verso 13 

Romanos 10:13 . Para cada um que . Assim, indicamos a forma completa do grego (diferente do de Romanos 10:11 ). A citação é de Joel 2:32 ; comp. Atos 2:21 , onde o LXX. é ainda mais seguido. 'For' é inserido, uma vez que a citação é introduzida aqui como prova de Romanos 10:12 .
Convocará o nome do Senhor , etc. A profecia se refere a "Jeová", mas em Sua revelação final de si mesmo (comp. Atos 2:17 : "nos últimos dias"). Se Cristo é designado em Romanos 10:12 , então esta profecia é aplicada "justamente a Cristo", que apareceu em nome de Deus, e continuamente governa como Representante e Revelador e Mediador, cujo nome era agora o objeto muito específico do chamado cristão ao Senhor "(Meyer). Quando, no entanto, este autor fala deste "chamado" como não sendo "adorar absolutamente", mas sim "adorar de acordo com essa relatividade na consciência do adorador, que é condicionada pela relação de Cristo com o Pai", ele não é suportado pelos registros da experiência cristã. O coração do crente, que invoca Jesus como Senhor, faz uma rendição leal a Ele e, em sua devoção alegre ao Mestre, não é capaz de fazer essa distinção entre adoração absoluta e relativa - uma distinção que não está de acordo com Monoteísmo bíblico, e é verbal e não real.

Verso 14 

Romanos 10:14 . Como eles devem chamar , etc. No caso dos quatro verbos: "deve chamar", deve acreditar, "deve ouvir", "deve pregar", a forma subjuntiva (deliberativa) é melhor suportada. 'Eles' são indefinidos. 'Pode' pode ser substituído por 'deve', mas talvez seja muito forte. O apóstolo argumenta a partir da profecia citada ( Romanos 10:13 ) a necessidade dos pregadores enviados de acordo com outra profecia ( Romanos 10:15 ), para assim fazer cumprir a universalidade do evangelho para mostrar mais claramente a responsabilidade dos judeus .
Sobre ele , etc. Aqui e ao longo da referência é para Cristo
Não acreditei ; iluminado, "não acreditava", indicando o início da fé; mas o uso em inglês favorece "acreditaram", e assim na próxima cláusula.e quem não ouviram . A referência é ouvir Cristo através de Seus pregadores, ou ouvir o Cristo que é pregado; uma vez que "de quem" aqui não pode ser gramaticalmente explicado como = sobre quem.Sem um pregador ; além de, independentemente de, uma pregação, ou seja, proclamar uma mensagem como um arauto.

Como eles devem chamar ele em quem eles não creram ?

& c.] O apóstolo que observou, que qualquer um, judeu ou gentio, que crer no Senhor e invocar o seu nome, será salvo; e que o mesmo Senhor estava pronto e disposto a dispensar sua graça, sem qualquer diferença para eles; sugere que era absolutamente necessário que o Evangelho fosse pregado aos gentios, bem como aos judeus; que era a vontade de Deus que deveria ser; que o que ele e os outros fizeram foi por uma comissão divina; que foram enviados pelo Senhor para pregar o Evangelho a eles; que eles possam acreditar, e invocam o nome do Senhor, e sejam salvos; e, portanto, os judeus não devem culpá-los por assim dizer, pois havia uma necessidade real para ele, já que não pode haver um verdadeiro chamado a Deus sem fé, sem fé sem ouvir, sem audição sem pregação, e nenhuma pregação sem uma missão divina. 
O primeiro deles é significado por este interrogatório. Todo homem invoca o Deus em que ele acredita, e somente ele; Esta foi a prática de todos os homens, em todas as nações; como não creram em Deus e em Cristo, não invocam eles; É verdade, pode haver uma invocação externa deles, onde não há fé verdadeira; mas isso não os chama de verdade e sinceridade; como é a fé deles, assim também são suas reivindicações; como o histórico, o outro é apenas externo; não há verdadeira invocação sem fé, ou qualquer que seja aceitável para Deus, ou de qualquer benefício para os homens; por invocar o nome do Senhor, como deve ser praticado em todo culto religioso, por isso inclui e toda parte do culto feita na fé: Todo homem invoca o Deus em que ele acredita, e somente ele; Esta foi a prática de todos os homens, em todas as nações; como não creram em Deus e em Cristo, não invocam eles; É verdade, pode haver uma invocação externa deles, onde não há fé verdadeira; mas isso não os chama de verdade e sinceridade; como é a fé deles, assim também são suas reivindicações; como o histórico, o outro é apenas externo; não há verdadeira invocação sem fé, ou qualquer que seja aceitável para Deus, ou de qualquer benefício para os homens; por invocar o nome do Senhor, como deve ser praticado em todo culto religioso, por isso inclui e toda parte do culto feita na fé: 
Todo homem invoca o Deus em que ele acredita, e somente ele; Esta foi a prática de todos os homens, em todas as nações; como não creram em Deus e em Cristo, não invocam eles; É verdade, pode haver uma invocação externa deles, onde não há fé verdadeira; mas isso não os chama de verdade e sinceridade; como é a fé deles, assim também são suas reivindicações; como o histórico, o outro é apenas externo; não há verdadeira invocação sem fé, ou qualquer que seja aceitável para Deus, ou de qualquer benefício para os homens; por invocar o nome do Senhor, como deve ser praticado em todo culto religioso, por isso inclui e toda parte do culto feita na fé: não invocá-los; É verdade, pode haver uma invocação externa deles, onde não há fé verdadeira; mas isso não os chama de verdade e sinceridade; como é a fé deles, assim também são suas reivindicações; como o histórico, o outro é apenas externo; não há verdadeira invocação sem fé, ou qualquer que seja aceitável para Deus, ou de qualquer benefício para os homens; por invocar o nome do Senhor, como deve ser praticado em todo culto religioso, por isso inclui e toda parte do culto feita na fé: não invocá-los.
É verdade, pode haver uma invocação externa deles, onde não há fé verdadeira; mas isso não os chama de verdade e sinceridade; como é a fé deles, assim também são suas reivindicações; como o histórico, o outro é apenas externo; não há verdadeira invocação sem fé, ou qualquer que seja aceitável para Deus, ou de qualquer benefício para os homens; por invocar o nome do Senhor, como deve ser praticado em todo culto religioso, por isso inclui e toda parte do culto feita na fé: ou qualquer que seja aceitável para Deus, ou de qualquer benefício para os homens; por invocar o nome do Senhor, como deve ser praticado em todo culto religioso, por isso inclui e toda parte do culto feita na fé: ou qualquer que seja aceitável para Deus, ou de qualquer benefício para os homens; por invocar o nome do Senhor, como deve ser praticado em todo culto religioso, por isso inclui e toda parte do culto feita na fé:e como eles devem acreditar naquele de quem eles não ouviram ?
Além disso, isso deve ser, entendido da maneira e dos meios comuns de acreditar; Pois, embora Deus possa, e às vezes trabalhe por outros meios, e mesmo sem nenhum, ainda o seu método e método habitual é levar os homens à fé e ao arrependimento pela audiência da palavra: pois, como o Espírito trabalha onde, e como ele deseja, para que ele possa trabalhar fé nos corações de pessoas que nunca ouviram a palavra e permitir que exercem sobre o objeto apropriado e faça com que invocem secretamente o nome de O Senhor, com gemidos que não podem ser proferidos. 
Além disso, isso deve ser, entendido da maneira e dos meios comuns de acreditar; Pois, embora Deus possa, e às vezes trabalhe por outros meios, e mesmo sem nenhum, ainda o seu método e método habitual é levar os homens à fé e ao arrependimento pela audiência da palavra: entendido do jeito comum e dos meios de crer; Pois, embora Deus possa, e às vezes trabalhe por outros meios, e mesmo sem nenhum, ainda o seu método e método habitual é levar os homens à fé e ao arrependimento pela audiência da palavra: entendido do jeito comum e dos meios de crer; Pois, embora Deus possa, e às vezes trabalhe por outros meios, e mesmo sem nenhum, ainda o seu método e método habitual é levar os homens à fé e ao arrependimento pela audiência da palavra:

e como eles devem ouvir sem um pregador ?

ou não há audição sem, pregação; pode haver leitura sem ele, e isso deve ser onde há pregação, para ver que o que é pregado é de acordo com as Escrituras; mas não há como ouvir a palavra explicada sem pregar; explicar a palavra é a pregação. Não há audição de Cristo, nem salvação por ele, sem a pregação do Evangelho; a maneira usual e comum de ouvir de Deus e de Cristo é pelo ministério da palavra: isto mostra não só a necessidade e a utilidade do ministério evangélico, mas também aponta o assunto que é Cristo, e ele crucificou. Os que pregam devem pregar sobre a pessoa de Cristo, seus ofícios, graça, justiça, sangue, sacrifício e satisfação, caso contrário, homens podem ouvir o pregador e não ouvir Cristo.

Verso 15 

Romanos 10:15 . Exceto que sejam enviados. Enviado por Cristo está implícito, mas o pensamento principal é, enviado, "através da palavra de Deus" ( Romanos 10:17 ). Comissionados através da mensagem que proclamam, como indica essa citação de Isaías.
Como está escrito ( Isaías 52: 7 ), quão belo, etc. Os quatro manuscritos mais antigos, juntamente com autoridades menores, sustentam a leitura mais breve: "Quão lindos são os pés deles que trazem boas novas das coisas boas!" A forma mais completa é a do LXX. Portanto, é provável que tenha surgido de um desejo de conformidade. O Apóstolo também omitiu 'sobre as montanhas', e substituiu o plural pelo singular. (O EV obscurece o paralelismo do original, "prega o evangelho" e "traz boas novas", representa a mesma palavra.) 
A profecia é, sem dúvida, messiânica e, portanto, corretamente aplicada pelo apóstolo aos pregadores do evangelho. A referência primária à restauração do exílio "derivou todo seu valor de ser introdutória para essa libertação mais gloriosa a ser efetuada pelo Redentor" (Hodge). A necessidade e a dignidade dos pregadores do evangelho, conforme aqui exposto, dão um aviso solene a todos que tentam pregar sem serem enviados, bem como um encorajamento a todos, por mais fracos, que foram enviados. O caráter da mensagem é o principal teste da missão do pregador.

Verso 16 

Romanos 10:16 . Mas, pelo contrário, contrastando a pregação com todos com o resultado limitado, eles, indefinidamente, embora a aplicação aos judeus esteja implícita, nem todos ouviram as boas novas . Todos os que ouviram não "ouviram". Existe também uma correspondência verbal no grego. A fé exigia que aqueles que não acreditassem fossem aqueles que não ouviram.
Para, apresenta a prova de que "nem todos" ouviram.
Isaías diz (cap. Isaías 53: 1 ). Paulo acreditava que Isaías era o autor de todo o livro. Este estado de coisas estava previsto e previsto; não foi acidental, mas foi reconhecido no plano Divino.
Quem acreditou no nosso relatório ? A palavra "relatório" é a mesma coisa que "ouvir" em Romanos 10:17 ; A variação na renderização obscurece o argumento. Mas é difícil encontrar uma palavra que exprima o sentido exato, ou seja, "o que é ouvido", quase equivalente ao que é pregado. Em inglês mais antigo, as frases "uma boa audição", "uma audiência ruim", ocorrem no sentido de boas e más notícias. Isso confunde o sentido de entendê-lo como o que é ouvido de Deus (= a palavra de Deus), e o ato de ouvir não é significado; comp. Gálatas 3: 2. A citação é bastante exata do LXX., 'Lord' sendo inserido. A referência messiânica da passagem é um amplo mandado para a aplicação aqui feita pelo apóstolo, a descrença na pregação cristã. A pregação do evangelho é um dever, seja ele ouvido ou não; acreditar que a mensagem é a condição necessária para realmente ouvir.

Verso 17 

Romanos 10:17 . Então, a fé vem de ouvir , isto é, do anúncio que é ouvido. "A pregação ouvida do evangelho traz na fé dos homens a fé em Cristo" (Meyer).
E ouvindo através da palavra de Cristo . O peso da autoridade favorece a substituição de "Cristo" por "Deus". "Palavra" é literalmente "dizendo", e provavelmente significa comando ou ordem, retomando a idéia do verbo, "a não ser que sejam enviados" ( Romanos 10:15 ). Assim, a autoridade da mensagem é enfatizada contra a incredulidade de alguns, preparando o caminho para a aplicação à responsabilidade dos judeus.

Verso 18 

Romanos 10:18 . Mas eu digo . O forte adversamente "mas" apresenta a resposta a uma possível objeção, em desculpa da incredulidade falada em Romanos 10:16 .Eles não ouviram ? "Eles", ou seja, aqueles que não ouviram; Os judeus são significados, mas ainda não falam diretamente. A questão no grego aponta para uma resposta negativa: não pode ser que eles não ouviram, eles ouviram, embora eles não ouviram, portanto, não tem essa desculpa.Não, na verdade . Comp. rachar. Romanos 9:20 , onde a mesma palavra é "não mais". Nós substituímos "não", por "sim", para indicar a relação com a questão: até agora, não sendo o caso que eles não ouviram, o oposto é verdadeiro.
Seu som , etc. O resto do versículo é tirado dos Salmos 19: 4 (EV), nas palavras exatas do LXX. Mas não é citado como por si só uma prova da Escritura; pois não há fórmula de citação, e o salmista está falando da revelação universal de Deus na natureza, não no evangelho. O apóstolo aplica a linguagem à pregação universal do evangelho, o que ele afirma. existe, no entanto, uma propriedade nesta aplicação. "A manifestação de Deus na natureza é para todas as Suas criaturas a quem é feito, uma promessa de sua participação na revelação mais clara e superior" (Hengstenberg). 
Que o evangelho realmente tenha sido pregado em todos os lugares, não é o que o apóstolo afirma. Tornou-se universal no seu alcance e ocupou as posições centrais do mundo romano. Sua ampla extensão entre os gentios mostrou que os judeus não podiam encontrar desculpas por sua incredulidade em não ter ouvido. Em todos os lugares, havia oportunidade para eles ouvir. O verso se aplica ainda mais surpreendentemente aos que estão nas terras do evangelho. "Som" é o LXX. renderização da "linha hebraica", que no Salmo significa "uma corda musical".(Coment. Schaf, romanos).
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com