quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Subsidio CPAD juniores 1 trim- 10/1/2016


       

           LIÇÃO 2 - OS AMIGOS QUE FIZERAM UM

                             PEDIDO ARRISCADO




Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno possa compreender a importância de ouvirmos o chamado de Deus para anunciar as pessoas o amor que Ele nos teme o privilégio que temos cada vez que podemos servir ao nosso próximo.


Memorizando

“Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos."  (Mc 10.45 – ARC). 

 Texto bíblico em estudo: Mc 1.19,20; 10.32-45.


A chamada de Tiago e João, filhos de Zebedeu

Ao iniciar seu ministério terreno, Jesus precisava escolher pessoas que o ajudassem, e ao mesmo tempo cressem Nele e aprendessem a amar a Deus e a servir as demais pessoas. Depois que Jesus convocou a Simão Pedro e a seu irmão André, Ele caminhou um pouco mais ao longo da praia da Galiléia e convidou a "Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes"  (Mc 1.19).

Tiago e João trabalhavam com "os empregados" de seu pai (Mc 1.20). Alguns estudiosos especulam que a mãe de João era Salomé, que assistiu a crucificação de Jesus   (Mc 15.40). Se Salomé era irmã da mãe de Jesus, como sugere o Evangelho de João (Jo 19.25), João pode ter sido primo de Jesus.

Jesus encontrou a João e a seu irmão Tiago consertando as redes junto ao mar da Galiléia. Ordenou-lhes que se fizessem ao largo e lançassem as redes. arrastaram um enorme quantidade de peixes - milagre que os convenceram do poder de Jesus. "E, arrastando eles os barcos sobre a praia, deixando tudo, o seguiram" (Lc 5.11)

João parece ter sido um jovem impulsivo. Logo depois que ele e Tiago entraram para o círculo íntimo dos discípulos de Jesus, o Mestre os apelidou de "filhos do trovão" (Mc 3.17). Os discípulos pareciam relegar João a um lugar secundário em seu grupo. Todos os Evangelhos mencionavam a João depois de seu irmão Tiago; na maioria das vezes, parece, Tiago era o porta-voz dos dois irmãos. Paulo menciona a João entre os apóstolos em Jerusalém, mas o faz colocando o seu nome no fim da lista (Gl 2.9).

Muitas vezes João deixou transparecer suas emoções nas conversas com Jesus. Certa ocasião ele ficou transtornado porque alguém mais estava servindo em nome de Jesus. "E nós lho proibimos", disse ele a Jesus, "porque não seguia conosco" (Mc 9.38). Jesus replicou: "Não lho proibais... pois quem não é contra a nós, é por nós" (Mc 9.39,40).

Noutra ocasião, ambiciosos, Tiago e João sugeriram que lhes fosse permitido assentar-se à esquerda e à direita de Jesus na sua glória. Esta ideia os indispôs com os outros discípulos (Mc 10.35-41). Mas a ousadia de João foi-lhe vantajosa na hora da morte e da ressurreição de Jesus. João 18.15 registra que João era "conhecido  do sumo sacerdote".  João foi o único apóstolo que se atreveu a permanecer ao pé da cruz, e Jesus entregou-lhe sua mãe aos seus cuidados (Jo 19.26-27). Ao ouvirem os discípulos que o corpo de Jesus já não estava no túmulo, João correu na frente dos outros e chegou primeiro ao sepulcro. Contudo, ele deixou que Pedro entrasse antes dele na câmara de sepultamento (Jo 20.1-4,8).

Após a morte e ressurreição de Jesus, iniciou-se uma grande perseguição aos discípulos do Mestre. Uma dessas perseguições tirou a vida de Tiago e isso infundiu novo fervor entre os cristãos (At 12.5-25). Herodes Agripa esperava sufocar o movimento cristão executando líderes como Tiago. "Entretanto a Palavra do Senhor  crescia e se multiplicava" (At 12.24).

João escreveu o quarto Evangelho, as cartas de João e o Apocalipse. Diz a tradição cristã que ele cuidou da mãe  de Jesus enquanto pastoreou a congregação em Éfeso, e que ela morreu ali. Preso, foi levado a Roma e exilado na Ilha de Patmos. Acredita-se que ele viveu até avançada idade, e seu corpo foi devolvido a Éfeso para sepultamento 


Conclusão

Servir ao Senhor envolve entrega e desenvolver os mais nobres sentimentos do nosso coração, ou seja, o que está no íntimo de nosso ser. Deus conhece nossos pensamentos e sentimentos, portanto o sentimento de servir a Ele é muito diferente daquele manifestado quando servimos aos outros, e somente conseguimos servir as pessoas quando amamos e serviços a Deus com todo o nosso ser.

Tiago e João serviram as pessoas porque primeiro ouviram a voz de Jesus, entregaram suas vidas a Ele, e com todo o seu ser se dedicaram a anunciar o amor de Deus as pessoas.


Para alguns servir aos outros tem que ganhar algo em troca, uma recompensa que poderá trazer-lhe benefícios. As pessoas gostam de  vangloria, porém o Deus conhece quando estamos fazendo algo para nossa própria glória ou para a glória Dele. Tiago e João aprenderam como servir ao SENHOR e glorificá-LO.

fonte portalebd

CAIR pelo poder do espirito?

                                      

       QUE A BIBLIA DIZ SOBRE CAIR NO ESPIRITO?

  Em tempos de  aberrações de aberrações 

teológicas,apologistas e lideres evangélicos

demonstram perplexidade diante de desvios 

doutrinarios.

ARTIGO M.Berwald






 INTRODUÇÃO


Outras manifestações nada convencionais sacudiram o segmento pentecostal de tempos em tempos.Uma delas era a denominada queda no ESPIRITO,quando o fiel ;durante a oração sofria uma espécie de arrebatamento ;caindo no chão e permanecendo como que em transe.Disseminada a partir do trabalho de pregadores americanos como Benny Hinn e Kathryn Kuhlman;a 'A queda no poder de DEUS' passou a ser largamente praticada como sinal de plenitude e chegou com força no Brasil.A coqueluche tambem passou ;mas ainda hoje diversos ministérios e pregadores fazem do chamado cair no poder elemento importante de sua liturgia.A moda logo foi substituida por outras ,ainda mais bizaras;como"unção do riso"e etc
É disseminada pela igraja comunhão cristã do aeroporto de toronto ;no canada ;a partir de 1993;tais praticas beiravam  a histeria coletiva-a certa altura do culto ;diversas pessoas caiam ap chão ;rindo descontroladamente ou emitindo sons estranhos de animais etc.Tudo era atribuido aoa poder do ESPIRITO SANTO.
A chamad "benção de toronto"logo ganhou mundo ;á semelhança das mais varias novidades.Parece que;quanto mais espetacular a manifestação ;mais ele tende a se  popularizar;atropelando até mesmo o bom senso.Mas  o que para muita gente é ato profético ou manifestação dp poder do SENHOR tambem é visto por teólogos moderados como simples modismo ou-mais sério ainda-desvios doutrinarios.Pior é quando a nova teologia é usada com fins fraudulentos;para arrancar uma oferta a mais ou exercer poder eclesiastico autoritario."a biblia diz claramente que haverá disseminação de heresias nos ultimos dias;e não um grande reavivamento;;como alguns estão anununciando".(fonte rev.cristianismo h.pp.43;junho-julho/2010).
Embora fervoroso pentecostal;Gunnar Vingren não se deixou embair pelo emocionalismo nem pelas aparencias.Ele sabia bem que nem tudo o que é mistico é espiritual ;pode brilhar ;mas não é avivamento.O misticismo manifesta-se tambem em rebeldias e mentiras.Haja vista as seitas proféticas.Teve nosso pioneiro ;como precativo condutor de ovelhas;suficiente dicernimento para não aceitar aquele arremedo de pentecostes.Fosse um desses telólogos que colocam a experiencia acima da biblia sagrada;o pentecostalismo autentico jamais teria saído do nascedouro.
Entre as manifestações presenciais por GUNNAR VINCREN;achava-se o "cair no poder'que já naquela época ;era conhecido tambem como "arrebatamento de espirito".Á primeira vista;imprecionava;fazia espécie.Não resistia;contudo;ao minimo comfronto com as Escrituras;e nada tinha que ver com as experiencias semelhantes que se achavam nas paginas dabiblia.Irreverente e apócrifo ;esse mistissismo não se limitou á geração de Vincren.Continua a assaltar a igreja de Cristo com demonstrações cada vez mais peregrinas e contraditórias.O seu alvo?Levar a confusão ao povo de Deus.No combate a tais coisas;haveremos  deser energicos;sabios e convincentes;mas sempre equilibrados.Atravez da biblia;temos a obrigação de mostrar a pureza e a essencia da nossa crença;e a "batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos".
Neste artigo ;detenhamos ao fenomeno do "cair no Espirito".Até que ponto há de ser aceito?Como lhe aferir a legitimidade é realmente indispenssavel ao crescimento da vida/Vejamos ;a seguir ;como esse movimento ganhou notoriedade em nossos dias.


                                     O QUE É O CAIR NO ESPIRITO?

Embora não seja alguma novidade ;o cair no espirito",como vem sendo caraterixado ;começo a ganhar notoriedade a partir de 1994 ,a   em uma determinada igreja  do aeroporto ,no Canada;passou a ser visitada por milhares de pessoas crentes ,todos á procura de uma  benção especial.Ao contrario das demais igrejas pentecostais;que buscam preservar ortodoxia doutrinaria,a igreja do aeroporto ;como hoje é conhecida ;grangeou surpreendentemente notoriedade em virtude das menifestações que acorriam em seus cultos.Dizendo-se cheios do Espirito Santo ;os frequentadores dessa igreja começaram a manifestar-se de maneira estrenha e até exotica.Em dado momento ;todos punham-se a rir de maneira incontrolavel ;alguns  chegaram a rolar pelo chão.Justa garaglhada;ou gargalhada santa/outros "caiam no Espirito no corredor tambem.A primeira vista manifestações impressionam apesar de não contarem com o respaldo bilbico.Entretanto;não devemos nos deixar arrastar pelas aparencias;nem pelo exotismo desses fenomenos.Temos de nos posicionar segundo a bilbia que;não obstante os modismos e ondas ;continua a ser a nossa unica regra de fé e conduta á bilbia.


                                      CAIR NO ESPIRITO NA BILBIA

  Nas sagradas escrituras ,o cair no Espirito não chega a ser um fenomeno:é mais uma reação reverente diante  do sobrenatural.Registra -se apenas ,tanto no antigo testamento,11 casos de pessoas que cairam prostados ,com rosto em terra ,em sinal de adoração a Deus,tais casos não se constituem num histórico :são apisódios isolados .Não tem foro de doutrina ,nem argumentoo para alicerçar um costume ,nem para reinvidicar uma liturgia ;não podem sacramentaralguma pratica.Afinal ,reação é reação ,apesar de semelhantes,diferem entre si.Como hão de fundamentar dogmas de fé?Verefiquemos ,pois ,em que circunstancias deram -se os diversos casos de cair por terra nos relatos bilbicos.

                              A força de uma visão nitidamente celestial

As visões na bilbia ,tinham uma força imprecionante:agitavam ,enfraqueciam e até deixavam por terra homens  santos de DEUS.Que o diga DANIEL.Já encerrando o seu livro ,o profeta Daniel registra esta formidavel experiencia :"fiquei pois,eu só e vi esta grande visão ,e não retive força em mim ;e transmudou-se em mim a minha força alguma .Contudo ,ouvi a voz das suas palavras e ouvindo a voz das suas palavras ,eu cai com rosto em terra  ,profundamente adormecido"(dn 10.8-9).
Em sua primeira visão,Ezequiel tambem assusta com que ve(ez 1.28).sem liturgia,ou intervenção humana ,o profeta prosta-se todo ,e quem haveria de se prostar?Mesmo o mais forte dos homens ,não se aguenteria diante de tamanho poder e gloria.Recucurvar-se-ia ;lançar com o rosto em terra.Mais tarde ,encontraremos noutro caso de prostação(ez 3.23).Quem não cairia ante as singularidades da gloria de DEUS?quem a resistiria?.Já no final de seus anos Ezequiel ve-se conStragido a comportar-se de igual maneira(ez 43.3).Nesses casos ,as visões divinas foram tão fortes que levaram tanto Ezequiel como daniel a cairem por terra.Noutras ocasiões ,porem ,a ocorrencia de visãos ,igualmente  poderosas ,não provocou alguma prostação .Haja vista o caso de isaias.Embora se mostrasse aterorizado e compungido com a visão do trono divino ,não se menciona ter o profeta caido.Isto significa as experiencias ,embora semelhantemente ,possuem suas particularidades e idiossincrasias ,isto é,cada experiencia ,ou encontro com DEUS,é unica.Seria tolice pretender repiti-la para que sua repetição adquirice foros de doutrina.(notas defesa da fé rev.p.,9 1997 ibid)
 

                       O IMPACTO DE UM ENCONTRO COM DEUS

Alem das visões ,certos encontros com Deus no antigo e novo testamento ,levaram á prostação .Menciona-se ,por exemplo ,o que aconteceu com Saulo no caminho de Damasco.O encontro com JESUS foi tão formidavel ,que forçou o implacavel perseguidor a cair por terra ,e a reconhecer a autoridade e a soberania de DEUS ,de JESUS (at 9.4).Como nos casos anteriores ,nada havia sido progamado .Saulo foi levado a curvar-se em virtude da sublimidade do Senhor JESUS.Noutras ocasiões ,porem ,os encontros com DEUS deram-se de maneira suave.A entrevista de Natanael com JESUS é um exemplo bastante tipico dessa suavidade tão divina.Que dizer tambem de gideão com o anjo do Senhor?ou de Jeremias?Este encontro veio na medida certa;veio de acordo com o carater suave e melancólico do profeta.Tivesse ,porem ,Jeremias o temperamento colérico de Paulo,certamente o Senhor teria agido com impacto,para que o vaso fosse quebrado e moldado conforme a sua vontade.Como se ve ,as experinecias variam de acordo com as circunstancias e a personalidade das pessoas envolvidas no plano de DEUS.(notas rev.defesa da fé,p.9,1997).


                    DIANTE DA AUTORIDADE DO NOME DE CRISTO

A autoridade do nome de CRISTO é mais que suficiente para dizer que todos os joelhos se dobrem diante dele;alias o momento dobrem todos os seres,quer no céu quer na terra,quer todos os seres ,hão de se encurvar diante da infinita grandeza do nome do SENHOR(fp 2.9-10).Na noite de sua paixão ,O SENHOR demonstrou quão grande é sua autoridade(jo 18.6).Ao contrario dos casos anteriores ,nessa passagem ,quem cai por terra são os impios .Recurvam-se estes não em sinal de reverencia a DEUS ,mas em razão da autoridade e soberania irresistivel de CRISTO.Caso semelhante ocorreu com Ananias e Safira.Ambos cairam por terra em decorrencia de sua iniquidade(at 5.3-5).(notas rev.defesa da fé p.10,19997).
Casos como esses não são raros.Em nossos dias ,muitos são os impios que ,por se levantarem contra os escolhidos de DEUS ,caem por,as vezes fulminados.Noutras ocasiões ,prostarem ,o Senhor revelou-se de maneira tão suave,que se fez homem diante dos homens.Que encontro mais suave do que aquele que se apresentou junto ao posso de Jacó?O Senhor revela-se de maneira surprendente afavel á mulher samaritana.E experiencia de nicodemos?ou de Zaqueu?(ibid p.10).

  NAS EFUSÕES DO ESPIRITO SANTO DE ATOS DOS APÓSTOLOS HOUVE CASOS DE PROSTRAÇÃO?

Na ansia de justificar o cair por terra que como já dissemos tem de ser visto como episódio e não como histórico ,muitos teólogos chegaram a colocar tal reação como se fora uma da evidencias da plenitude do ESPIRITO SANTO.Que pode haver prostação durante a efusão do ESPIRITO SANTO,não o negamos.Pode haver,mas precisa haver para que se configure o derramamento do ESPIRITO SANTO.A preostação não pode ser vista como evidencia ,mas como uma reação ocasional e esporadica.Nos diversos casos de efusão do ESPIRITO SANTO,nos atos dos apostolos,não se observa algum caso de prostação.No dia de Pentecostes,segundo no-lo notifica o minucioso evangelho Lucas ,estavam todos assentados no cenaculo(at2.2).Na casa de Conélio ,onde o ESPIRITO SANTO foi derramado pele primeira vez sobre os gentios,tambem não se observou o cair por terra(at10.44-47).Entre os discipulos de Efeso tambem não se registrou alguma prostação (19.6).( notas,ibid p.11).
Em todos esses casos ,porem ,a evidencia inicial e fisica do batismo fez-se presente.Conclui-se ,pois que não se deve confundir evidencia com reação.A evidencia é a mesma em todos os que recebem a plenitude do ESPIRITO SANTO.A reação ,todavia ,variade pessoa para pessoa.Mesmo quando o lugar santo tremeu,não se observou caso algum de prostação(at4.31).Poderia ter havido ?sim ,mas não necessariamente.


                                                    CONCLUSÕES

Do que até agora vimos do "cair no ESPIRITO"podemos tirar as segiuntes conclusões tendo sempre como base as Sagradas Escrituras:
1°)Não se realçar a experinecia ,nem guindo-la a uma posição superior á Palavra de Deus.Aexperiemcia é importante ,mas varia de pessoa para pessoa ;cada experiencia é uma experiencia ,tem suas prioridade particular.Aexperiencia tem de estar submissa á doutrina ,e não há de modificar ,por mais extraordinaria que seja,nenhum atigo de fé.
2°)O cair por terra não deve ser visto como evidencia da plenitude do ESPIRITO SANTO,nem como sinal de uma vida consagrada.A evidencia do Batismo são as linguas ,e a vida consagrada tem como caracteristica o fruto do ESPIRITO SANTO.O cair por terra pode ser admitido ,no máximo como reação esporadica de alguma visitação dos céus .Se provocar ,ou repetido,deixa de ser reação para se tornar liturgia.
3°)Caso ocorra alguma prostração ,devem se fazer as seguintes perguntas: 1.qual a sua procedencia? 2.teve como objetivo promover o homem ou glorificar a DEUS 3.foi usada para catalisar a atenção dos outros presentes?4.foi provocar por SOPROS,toques ou por algum objeto lançado no auditório?5.houve sugestão coletiva?6.prejudicou a boa ordem e a decencia da igreja?7.conta com o respaldo bilbico suficiente?8.tornou-se o centro do culto?
4°)Devemos estar sempre atentos ,pois o adversario tambem opera sinais espetaculares com o objetivo de enganar os escolhidos(mt 24.24).
5°)Nos diversos exemplos de prostação que fomos buscar na bilbia ,observemos o seguinte:Os personagens que se prostam ;ou foram prostados ,em virtude de alguma experiencia sobrenatural ,cairam para frente ,e não para traz,como está ocorrendo hoje em algumas igrejas.Não era algo progamado ,nem ministro algum os induzia a cair,ou seja ,ninguem precisou soprar neles ou tocar para que caissem.Tais modismos tem levado a irreverencia e a bizarria ente o povo de DEUS.Há alguns que se tornam tão ousados que jogam paletos a fim de provocar prostações coletivas.Isto é um absurdo,é antibiblbico.(notas ibid rev.defesa da fé p.11).
6°)Os casos de prostação narrados no bilbia deram-se em virtude da reverencia e temor que os já personagens sentiram ao presenciar a gloria divina.No novo testamento ,o termo usado para prostação é (pesotes prosekinsam)  que no original significa :cair por terra em sinal de devoção.Em apocalipse 5.14,a expressão grega aparece para mostrar os anciões prostrados aos pés do Cristo glorificado.
7°)Voltemos á questão .Pode acontecer prostação numa reunião evangélica?pode ,mas não tem de acontecer necessariamente;pode ,mas não precisa acontecer .nem ser provocada.Caso aconteça ,deve ser encarada como reação e não como fato doutrinario.Jhon e Charles Weslei  ,por exemplo ,experimentaram um poderoso avivamento ,mas jamais elevaram suas experiencias á categoria de doutrina.As heresias nascem quando se supervaloriza a experiencia em detrimento da doutrina.Não devemos nos esquecer de que algumas das mais notaveis heresias do seculo passado presente nasceram nos avivamentos.
8°)De forma certa  forma ,todo o avivamento provoca extremismos.Cabe-nos ,porem ,buscar o equilibrio á igreja de CRISTO.Era o que ocorria em Corinto.Não resta dúvida de que  os irmãos daquela igreja cristã haviam recebido forte visitação dos céus.Tiverem ,todavia ,de ser doutrinados e disciplinados.A esses irmãos escreveu Paulo em (2 cor 14.32-33).

fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com



Finalmente ,jamais devemos abandonar a blibia.Enfases ,como o cair no ESPIRITO ,hão de surgir sempre .Não devemos nos impressionar ,vamos tratar com devido equilibrio.Pois o equilibrio biblico e teológico há de manter a igreja de Cristo em permanente avivamento e o verdadeiro avivamento não extingue o ESPIRITO SANTO ,mas sabe como evitar os excessos.(NOTAS IBID P.11)

Cuidado com a teologia liberal

               


           A TEOLOGIA LIBERAL E SUAS IMPLICAÇÕES


                                 PARA A FÉ BÍBLICA



Do jeito que as coisas andam em nossos dias, precisamos urgentemente nos libertar da teologia liberal. É espantoso o crescente número de livros (inclusive publicados por editoras evangélicas) que esboçam os ensinamentos deste tipo de teologia ou tecem comentários favoráveis. Embora esta teologia tenha nascido com os protestantes, hoje, porém, seus maiores expoentes são os católicos romanos. Em qualquer livraria católica encontramos grande quantidade de obras defendendo e/ou propagando a teologia liberal. E não é só isso. A forma com que alguns seminários e igrejas vêm se comprometendo com os ensinos desta teologia também é de impressionar.

A libertação da teologia liberal não só é necessária como também é vital para a Igreja brasileira, ameaçada pelo secularismo e pelo liberalismo teológico corrosivo.

Apesar das motivações iniciais dos modernistas, suas idéias, no entanto, representaram grave ameaça à ortodoxia, fato já comprovado pela história. O movimento gerou ensinamentos que dividiram quase todas as denominações históricas na primeira metade deste século. Ao menosprezar a importância da doutrina, o modernismo abriu a porta para o liberalismo teológico, o relativismo moral e a incredulidade descarada. Atualmente, a maioria dos evangélicos tende a compreender a palavra “modernismo” como uma negação completa da fé. Por isso, com facilidade esquecemos que o objetivo dos primeiros modernistas era apenas tornar a igreja mais “moderna”, mais unificada, mais relevante e mais aceitável em uma era caracterizada pela modernidade.

Mas o que caracterizaria um teólogo liberal? O verbete sobre o “protestantismo liberal” do Novo Dicionário de Teologia, editado por Alan Richardson e John Bowden, nos traz uma boa noção do termo. Vejamos três destaques de elementos do liberalismo teológico:

1 – É receptivo à ciência, às artes e estudos humanos contemporâneos. Procura a verdade onde quer que se encontre. Para o liberalismo não existe a descontinuidade entre a verdade humana e a verdade do cristianismo, a disjunção entre a razão e a revelação. A verdade deve ser encontrada na experiência guiada mais pela razão do que pela tradição e autoridade e mostra mais abertura ao ecumenismo;

2 – Tem-se mostrado simpatia para com o uso dos cânones da historiografia para interpretar os textos sagrados. A Bíblia é considerada documento humano, cuja validade principal está em registrar a experiência de pessoas abertas para a presença de Deus. Sua tarefa contínua é interpretar a Bíblia, à luz de uma cosmovisão contemporânea e da melhor pesquisa histórica, e, ao mesmo tempo, interpretar a sociedade, à luz da narrativa evangélica;

3 – Os liberais ressaltam as implicações éticas do cristianismo. O cristianismo não é um dogma a ser crido, mas um modo de viver e conviver, um caminho de vida. Mostraram-se inclinados a ter uma visão otimista da mudança e acreditar que o mal é mais uma ignorância. Por ter vários atributos até divergentes, o liberal causa alergia para uns e para outros é motivo de certa satisfação, por ser considerado portador de uma mente aberta para o diálogo com posições contrárias.

As grandes batalhas causadas pelo liberalismo foram travadas dentro das grandes denominações históricas. Muitos pastores que haviam saído dos EUA no intuito de se pós-graduarem nas grandes universidades teológicas da Europa, especificamente na Alemanha, em que a teologia liberal abraçava as teorias destrutivas da Alta Crítica produzida pelo racionalismo humanista, acabaram retornando para os EUA completamente descrentes nos fundamentos do cristianismo histórico. Os liberais, devido à tolerância inicial dos fiéis para com a sã doutrina, tiveram tempo de fermentar as grandes denominações e conseguiram tomar para si os grandes seminários, rádios e igrejas, de modo que não sobrou outra alternativa para grande parte dos fundamentalistas senão sair dessas denominações e se organizar em novas denominações. Daí surgiram os Batistas Regulares (que formaram a Associação Geral das Igrejas Batistas Regulares, em 1932), os Batistas Independentes, as Igrejas Bíblicas, as Igrejas Cristãs Evangélicas, a Igreja Presbiteriana
dos Estados Unidos (em 1936, que mudou seu nome para Igreja Presbiteriana Ortodoxa), a Igreja Presbiteriana Bíblica (em 1938), a Associação Batista Conservadora dos Estados Unidos (em 1947), as Igrejas Fundamentalistas Independentes dos Estados Unidos (em 1930) e muitas outras denominações que existem ainda hoje.

Podemos dizer que algumas das características do cristianismo ortodoxo se baseiam nos seguintes pontos:

• Manter fidelidade incondicional à Bíblia, que é inerrante, infalível e verbalmente inspirada;
• Acreditar que o que a Bíblia diz é verdade (verdade absoluta, ou seja, verdade sempre, em todo lugar e momento);
• Julgar todas as coisas pela Bíblia e ser julgado unicamente por ela;
• Afirmar as verdades fundamentais da fé cristã histórica: a doutrina da Trindade, a encarnação, o nascimento virginal, o sacrifício expiatório, a ressurreição física, a ascensão ao céu, a segunda vinda do Senhor Jesus Cristo, o novo nascimento mediante a regeneração do Espírito Santo, a ressurreição dos santos para a vida eterna, a ressurreição dos ímpios para o juízo final e a morte eterna e a comunhão dos santos, que são o Corpo de Cristo.
• Ser fiel à fé e procurar anunciá-la a toda criatura;
• Denunciar e se separar de toda negativa eclesiástica dessa fé, de todo compromisso com o erro e de todo tipo de apostasia;
• Batalhar firmemente pela fé que foi concedida aos santos.

Contudo, o liberalismo, em sua apostasia, nega a validade de quase todos os fundamentos da fé, como, por exemplo, a inerrância das Escrituras, a divindade de Cristo, a necessidade da morte expiatória de Cristo, seu nascimento virginal e sua ressurreição. Chegam até mesmo a negar que existiu realmente o Jesus narrado nas Escrituras. A doutrina escatológica liberal se baseia no universalismo (todas as pessoas serão salvas um dia e Deus vai dar um jeito até na situação do diabo) e, conseqüentemente, para eles, não existe inferno e muito menos o conceito de pecado. O liberalismo é um sistema racionalista que só aceita o que pode ser “provado” cientificamente pelos próprios conhecimentos falíveis, fragmentados e limitados do homem.

Os primeiros estudiosos que aplicaram o método histórico-crítico sem critérios ao estudo das Escrituras negavam que a Bíblia fosse, de fato, a Palavra de Deus inspirada. Segundo eles, a Bíblia continha apenas a Palavra de Deus.

O liberalismo teológico tem procurado embutir no cristianismo uma roupagem moderna: pegam as últimas idéias seculares e, sorrateiramente, espalham no mundo cristão. J.G. Machem, em seu livro Cristianismo e liberalismo, trata deste assunto com maestria. Na contracapa, podemos ver uma pequena comparação entre o cristianismo e o liberalismo: “O liberalismo representa a fé na humanidade, ao passo que o cristianismo representa a fé em Deus. O primeiro não é sobrenatural, o último é absolutamente sobrenatural. Um é a religião da moralidade pessoal e social, o outro, contudo, é a religião do socorro divino. Enquanto um tropeça sobre a ‘rocha de escândalo’, o outro defende a singularidade de Jesus Cristo. Um é inimigo da doutrina, ao passo que o outro se gloria nas verdades imutáveis que repousam no próprio caráter e autoridade de Deus”.

Muitos, por buscarem aceitação teológica acadêmica, têm-se comprometido fatalmente, pois, na prática, os liberais tentam remover do cristianismo todas as coisas que não podem ser autenticadas pela ciência. Sempre que a ciência contradiz a Bíblia, a ciência é preferida e a Bíblia, desacreditada.

Hoje, a animosidade que demonstram para com a Bíblia tem caracterizado aqueles que crêem que ela é literalmente a Palavra de Deus e inerrante (sem erros em seus originais) como “fundamentalistas”.1 Ora, podemos por acaso negociar o inegociável?

Os liberais acusam os evangélicos de transformar a Bíblia em um “papa de papel”, ou seja, em um ídolo. Com isso, culpam os evangélicos de bibliolatria.2 Estamos cientes de que tem havido alguns exageros por parte de alguns fundamentalistas evangélicos, mas a verdade é que os “eruditos” liberais têm-se mostrado tão exagerados quanto muitos do que eles denominam de fundamentalistas. Teoricamente falando, a maioria dos liberais acredita em Deus, supondo que Ele pode intervir na história da humanidade, porém, na prática, e com freqüência, mostram-se muito mais deístas.3 Normalmente, os liberais também favorecem o “relativismo”, ou seja, difundem que no campo da verdade não há absolutos. Segundo este raciocínio, se não há verdades absolutas, então, as verdades da Bíblia (que são absolutas) são relativas, logo, não podem ser a Palavra de Deus. Tendo rejeitado a Bíblia como a infalível Palavra de Deus e aceitado a idéia de que tudo está fluindo, o teólogo liberal afirma que não é segura qualquer idéia permanente a respeito de Deus e da verdade teológica.

Levando o pensamento existencialista às últimas conseqüências, conclui-se que: se quisermos que a Bíblia tenha algum valor para a modernidade e fale ao homem moderno, temos de criar uma teologia para cada cultura, para cada contexto, onde nenhum ensino é absoluto, mas relativo, variando conforme o contexto sociocultural. Obviamente, tal pensamento possui fundamento em alguns pontos, mas daí ao radicalismo de pregar que nada é absoluto, isso já extrapola e fere diversos princípios bíblicos.

Raízes

O liberalismo teológico começou a florescer de forma sistematizada devido à influência do racionalismo de Descartes e Spinoza, nos séculos 17 e 18, que redundou no iluminismo.4 O liberalismo opunha-se ao racionalismo extremado do iluminismo.

Na verdade, quando a igreja começa a flertar com o liberalismo e se render aos seus interesses, ela perde sua autoridade e deixa de ser embaixadora de Deus. A história tem provado que onde o liberalismo teológico chega a Igreja morre. Este é um aviso solene que deve estar sempre trombeteando em nossos ouvidos.

A baixa crítica

Conforme Gleason L. Archer Jr, “a ‘baixa crítica’ ou crítica textual se preocupa com a tarefa de restaurar o texto original na base das cópias imperfeitas que chegaram até nós. Procura selecionar as evidências oferecidas pelas variações, ou leituras diferentes, quando há falta de acordo entre os manuscritos sobreviventes, e pela aplicação de um método científico chegar àquilo que era mais provavelmente a expressão exata empregada pelo autor original”.5

A alta crítica

J. G. Eichhorn, um racionalista germânico dos fins do século 18, foi o primeiro a aplicar o termo “alta crítica” ao estudo da Bíblia. E, por esse motivo, ele tem sido chamado de “o pai da crítica do Antigo Testamento”. Segundo R. N. Champlin, “a ‘alta crítica’ aponta para o exame crítico da Bíblia, envolvendo qualquer coisa que vá além do próprio texto bíblico, isto é, questões que digam respeito à autoria, à data, à forma de composição, à integridade, à proveniência, às idéias envolvidas, às doutrinas ensinadas, etc. A alta crítica pode ser positiva ou negativa em sua abordagem, ou pode misturar ambos os pontos de vista”.6 Mas o que temos visto na prática é que esta forma de crítica tem negado as doutrinas centrais da fé cristã, em nome da ciência, da modernidade e da razão. O que fica evidente é que alguns críticos partem com o intuito de desacreditar a Bíblia, devido a alguns pressupostos naturalistas, chegando ao cúmulo de dizer que a Igreja inventou Jesus.

Conforme Norman Geisler “a alta crítica pode ser dividida em negativa (destrutiva) e positiva (construtiva). A crítica negativa, como o próprio nome sugere, nega a autenticidade de grande parte dos registros bíblicos. Essa abordagem, em geral, emprega uma pressuposição anti-sobrenatural”.7

Métodos aplicados a qualquer tipo de literatura passaram a ser aplicados também à Bíblia, com grandes doses de ceticismo (no que diz respeito à validade histórica e à integridade de seus livros), com invenções de entusiastas que tinham pouca base nos fatos históricos. Assim, onde vemos nas narrativas da Bíblia fatos sobrenaturais esta teologia lhes confere interpretações naturais, retirando da Palavra de Deus todas as intervenções miraculosas. Claramente é impróprio, ou mesmo blasfematório, nos colocarmos como juízes sobre a Bíblia.

Penosamente, a “alta crítica” tem empregado uma metodologia faltosa, caindo em alguns pressupostos questionáveis. E, devido aos seus resultados, ultimamente vem sendo descrita como “alta crítica destrutiva”. (para melhor compreensão, veja o quadro comparativo acima)8

C. S. Lewis, sem dúvida o apologista cristão mais influente do século 20, em seu artigo “A teologia moderna e a crítica da Bíblia”, tece os seguintes comentários:

“Em primeiro lugar, o que quer que esses homens possam ser como críticos da Bíblia, desconfio deles como críticos9 [...] Se tal homem chega e diz que alguma coisa, em um dos evangelhos, é lendária ou romântica, então quero saber quantas lendas e romances ele já leu, o quanto está desenvolvido o seu gosto literário para poder detectar lendas e romances, e não quantos anos ele já passou estudando aquele evangelho10 [...] os críticos falam apenas como homens; homens obviamente influenciados pelo espírito da época em que cresceram, espírito esse talvez insuficientemente crítico quanto às suas próprias conclusões11 [...] Os firmes resultados da erudição moderna, na sua tentativa de descobrir por quais motivos algum livro antigo foi escrito, segundo podemos facilmente concluir, só são ‘firmes’ porque as pessoas que sabiam dos fatos já faleceram, e não podem desdizer o que os críticos asseguram com tanta autoconfiança”.12

Prove e veja

Na Universidade de Chicago, Divinity School, em cada ano eles têm o que chamam de “Dia Batista”, quando cada aluno deve trazer um prato de comida e ocorre um piquenique no gramado. Nesse dia, a escola sempre convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teológico para palestrar sobre algum assunto relacionado ao ambiente acadêmico.

Certo ano, o convidado foi Paul Tillich,13 que discursou, durante duas horas e meia, no intuito de provar que a ressurreição de Jesus era falsa. Questionou estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não existiam provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caía por terra, porque estava baseada num relacionamento com um Jesus que, de fato, segundo ele, nunca havia ressurgido literalmente dos mortos.

Ao concluir sua teoria, Tillich perguntou à platéia se havia alguma pergunta, algum questionamento. Depois de uns trinta segundos, um senhor negro, de cabelos brancos, se levantou no fundo do auditório: “Dr Tillich, eu tenho uma pergunta, ele disse, enquanto todos os olhos se voltavam para ele. Colocou a mão na sua sacola, pegou uma maçã e começou a comer... Dr Tillich... crunch, munch... minha pergunta é muito simples... crunch, munch... Eu nunca li tantos livros como o senhor leu... crunch, munch... e também não posso recitar as Escrituras no original grego... crunch, munch... Não sei nada sobre Niebuhr e Heidegger... crunch, munch... [e ele acabou de comer a maçã] Mas tudo o que eu gostaria de saber é: Essa maçã que eu acabei de comer... estava doce ou azeda?

“Tillich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso: ‘Eu não tenho possibilidades de responder essa questão, pois não provei a sua maçã’.

“O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel, olhou para o Dr. Tillich e disse calmamente: ‘O senhor também nunca provou do meu Jesus, e como ousa afirmar o que está dizendo?”. Nesse momento, mais de mil estudantes que estavam participando do evento não puderam se conter. O auditório se ergueu em aplausos. Dr. Tillich agradeceu a platéia e, rapidamente, deixou o palco”.

É essa a diferença!

É fundamental considerar que tudo o que engloba a fé genuinamente cristã está amparado em um relacionamento experimental (prático) com Deus. Sem esse pré-requisito, ninguém pode seriamente afirmar ser um cristão. Seria muito bom se os críticos se atrevessem a experimentar este relacionamento antes de tecerem suas conjeturas. Se assim fosse, certamente se lhes abriria um novo horizonte para suas proposições e, quem sabe, entenderiam que o sobrenatural não é uma brecha da lei natural, mas, sim, uma revelação da lei espiritual.

Notas:

1 O fundamentalismo foi um movimento surgido nos Estados Unidos durante e imediatamente após a 1ª Guerra Mundial, a fim de reafirmar o cristianismo protestante ortodoxo e defendê-lo contra os desafios da teologia liberal, da alta crítica alemã, do darwinismo e de outros pensamentos considerados danosos para o cristianismo.
2 Adoração à Bíblia.
3 Segundo a comparação clássica entre Deus e o fabricante de um relógio, Deus, no princípio, deu corda ao relógio do mundo de uma vez para sempre, de modo que ele agora continua com a história mundial sem a necessidade de envolvimento da parte de Deus.
4 O Iluminismo enfatizava a razão e a independência e promovia uma desconfiança acentuada da autoridade. A verdade deveria ser obtida por meio da razão, observação e experiência. O movimento foi dominado pelo anti-sobrenaturalismo e pelo pluralismo religioso.
5 ARCHER, Gleason L. Merece confiança o Antigo Testamento? Edições Vida Nova, p.54.
6 CHAMPLIN, R.N. Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol 1. Candeia, p. 122.
7 GEISLER, Norman. Enciclopédia de Apologética. Editora Vida, p.113.
8 Ibid. p. 116.
9 MCDOWELL, Josh. Evidência que exige um veredicto. Vol 2. Editora Candeia, p.522.
10 Ibid., p.526.
11 Ibid., p.526.
12 Ibid., p.528.

13 Paul Tillich nasceu em 20 de agosto de 1886, em Starzeddel, na Prússia Oriental, perto de Guben. Foi um teólogo-filósofo e representante do existencialismo religioso.


Resposta aos que são contra estuar teologia

 

                                                     A LETRA MATA?

             A marginalização do estudo teológico





Deus existe? Quem é Deus? Onde Deus está? Para onde vou após a morte? Existe céu? Existe inferno? Devo crer na Bíblia como Palavra de Deus?

Todos os cristãos que algum dia já se detiveram na reflexão destas simples, mas inquietantes interrogações, experimentaram, ainda que inconscientemente, momentos de meditações teológicas, pois a teologia é uma matéria importante e inerente a todos os crentes que, de forma inevitável, contemplam os mistérios da vida e as revelações divinas. 

Neste sentido estrito, podemos afirmar que todos os membros das nossas igrejas são teólogos, mesmo que ignorem ou até abdiquem desta condição. Se mergulharmos ainda um pouco mais no assunto, e num sentido mais amplo que o acima mencionado, poderíamos dizer que todo indivíduo de bom senso, que possua um conceito formalizado acerca de um ser divino superior, independente de seu credo, é um teólogo. Cada religião possui a sua “teologia”.

Definindo o termo

Mas, afinal, o que é teologia cristã? 

Na perspectiva da teologia acadêmica e histórica, uma resposta objetiva e clássica seria: “fé em busca de entendimento”. Orientados por este significado, perceberemos que o genuíno desígnio da teologia acadêmica não deve ser o exame da Bíblia, de forma indiscriminada e leviana, para construir doutrinas que justifiquem uma crença. Muito pelo contrário, o teólogo cristão deve utilizar a teologia para compreender melhor aquilo que previamente expressa o texto bíblico, a despeito das suas crenças. 

Os assassinos da letra 

Não obstante a todas estas ponderações, não é difícil encontrar opositores do estudo teológico entre os mais diversos grupos religiosos. Em verdade, esse comportamento é peculiar em muitos deles. Entretanto e lastimavelmente, isso é constatado também no seio da igreja evangélica.

Geralmente, o texto áureo e justificativo desse posicionamento encontra-se nas conhecidas palavras do apóstolo Paulo, que dizem: “O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica” (2Co 3.6; grifo do autor). Eis aí a questão que lança os fundamentos para a hostilidade de alguns em relação ao estudo teológico. 

Pois bem, se o apóstolo Paulo declara que a letra mata, então este fato é conclusivo. O que alguns precisam descobrir é quem de fato é essa “assassina”.

O que nos move a ressaltar este ponto é o fato de que essa “tal letra”, mencionada pelo apóstolo, tem sido alvo de distorções, prejudicando o desenvolvimento do ensino na igreja. É verdade que essa objeção ao estudo teológico é defendida por cristãos sinceros, mas que deliberaram marginalizar o estudo teológico acreditando ser uma atitude louvada pela Bíblia. 

É curioso e contraditório, ao mesmo tempo. Mas o fato é que essa tal “letra que mata” vem tendo seu verdadeiro sentido também assassinado por alguns que a tentam interpretar. São aqueles a quem podemos chamar de “os assassinos da letra”. Se você, porventura, se identifica como um dos tais, por favor, não se ofenda! A verdade é que essa repulsa tem no mínimo duas razões para existir. Proponho refletir um pouco mais sobre estas duas questões e depois retornamos ao “homicídio espiritual causado pela letra”, o qual supostamente Paulo teria apregoado.

A marginalização da teologia

Quais seriam os fatores que cultivam esta marginalização? 

Antes de qualquer palavra, é fundamental esclarecer que não é nossa finalidade aqui censurar a devoção autêntica de nossos irmãos. A sinceridade de sua fé não está em discussão. Até porque, um dos fatores que mais ajudam a alimentar a rejeição da teologia encontra raízes nos próprios teólogos.

Conversando com uma missionária, algum tempo atrás, fui interpelado com uma questão que, de certa forma, reflete o julgamento de muitos membros de igrejas em relação à teologia. Ela questionava por que os teólogos são tão apáticos em sua piedade e testemunho cristão. Não quero aqui entrar em méritos, como, por exemplo, discutir essa generalização injusta ou o que está escondido atrás do conceito de apatia. Todavia, e inegavelmente, não se exige muitos esforços para identificar comportamentos teológicos que instigam a rejeição da teologia. Esse estereótipo pejorativo parece ser preservado por alguns poucos teólogos, mas acabam por macular toda a classe. O orgulho intelectual, a racionalização vazia, as conjeturas e especulações são tidos como alguns frutos nocivos da teologia. E se torna mais grave ainda quando tais frutos são vindos de pessoas que conhecem as Escrituras e que por isso deveriam proceder totalmente ao contrário.

Contudo, em detrimento deste comportamento que, sabemos, não atinge os teólogos comprometidos com a Palavra de Deus, existem ainda outras objeções alicerçadas no desconhecimento bíblico. Logicamente, é muito mais confortável escolher os mitos e as lendas do que cultivar uma fé racional, pois esta vai exigir uma atitude trabalhosa em busca do conhecimento, enquanto que aquelas conservam os fiéis na inércia, fazendo-os concordar, sem qualquer exercício mental, com tudo o que ouvem. Como disse o grande teólogo Agostinho: “Deus não espera que submetamos nossa fé sem o uso da razão, mas os próprios limites de nossa razão fazem da fé uma necessidade”. Eis aqui o matrimônio entre a fé e a razão!

Outro fator a ser considerado é que o estudo teológico é marginalizado porque ele incomoda, é inconveniente. É como se fosse uma pedra no sapato dos manipuladores da Bíblia. Quanto menos conhecimento as pessoas possuírem, mais facilmente serão controladas. É um comportamento assumido pelas seitas, nas quais o líder se encarrega de pensar pelos adeptos e implanta um método sutil de controle total.

Enquanto a teologia se opor aos modismos e ventos de doutrinas que não coadunam com a Palavras de Deus e que levam muitos crentes à fantasias místicas e subjetivas que beiram à heresias, ela continuará sendo menosprezada.

A letra mata? 

Retomando a questão, mas respeitando seu contexto bíblico, alertamos que a letra a que Paulo se referiu não pode ser identificada como sendo o estudo (conhecimento) teológico. Até porque o apóstolo era um dos doutores da igreja (At 13.1) e jamais poderia pensar assim. Acreditamos que são dispensáveis aqui quaisquer comentários sobre a erudição e a aplicação de Paulo aos estudos. Isso é uma prova cabal dos benefícios da educação teológica!

Acerca de Coríntios 2.6, Paulo estava falando sobre a superioridade da nova aliança sobre a antiga. A morte causada pela letra realmente é espiritual, porém, é bom salientar que se trata de uma alusão ao código escrito da lei mosaica. A lei mata porque demanda obediência irrestrita, mas não proporciona poder para isso. É representada pelas tábuas de pedra (3.3). Por outro lado, o espírito vivifica porque escreve a lei de Deus em nossos corações, trazendo-nos a vida em medida muito maior do que realizava sob a antiga aliança. É representado pelas tábuas da carne (3.3). Portanto, como podemos ver, o texto comentado não fundamenta, em qualquer instância, a rejeição aos estudos teológicos. 

Por que teologia?

Os teólogos leigos, ainda que inconscientemente, se beneficiam da educação teológica. Criticam o estudo teológico, mas lançam mão dele. Todo o legado doutrinário que usufruímos hoje foi preservado por causa do zelo impetrado pelos teólogos que formalizaram a fé por meio de credos, confissões e outras obras. As doutrinas cristãs sobreviveram ao tempo porque o Espírito Santo se encarregou de inspirar e levantar teólogos comprometidos com a fé! O estudo da teologia é um instrumento indispensável para o saudável desenvolvimento da Igreja. Todos nós precisamos da teologia!

Os teólogos leigos deveriam reconhecer o auxílio que recebem dos teólogos acadêmicos e as duas classes representadas, de mãos dadas, deveriam seguir o conselho de Pedro, um teólogo que não possuía a erudição de Paulo, mas que conseguiu equacionar a questão ordenando o crescimento na graça e no conhecimento, concomitantemente (2Pe 3.18). 

Dessa forma, o evangelho sairá ganhando e cada membro da igreja estará no seu posto, lapidando o aperfeiçoamento dos santos, para a edificação do corpo de Cristo, segundo o ministério que lhe for confiado por Deus (Ef 4.11,12). 

Sobretudo, e finalmente, nosso desejo e oração é para que consigamos aplicar a teologia à nossa vida. Se fracassarmos neste intento, a teologia não será mais que mera futilidade.


Que o Senhor nos guie ao genuíno conhecimento de suas revelações, pelo seu amor e para a sua glória!

fonte iicp

A importancia da apologetica

  


 IMPORTÂNCIA DA TEOLOGIA NA APOLOGÉTICA





Já há algum tempo, o renomado apologista Jan Karel Van Baalen, em sua importante obra, O caos das seitas, nos alertou acerca de um problema que a igreja evangélica no mundo vem enfrentando. Notadamente, Van Baalen ressalta o desconhecimento das doutrinas bíblicas fundamentais por parte dos cristãos em contraposição ao empenho incansável dos adeptos das seitas no estudo metódico de suas doutrinas e também das doutrinas daqueles a quem pretendem convencer. Todo aquele que já teve a experiência de dialogar com um sectário pôde perceber que ele domina os fundamentos de sua crença, e também a doutrina dos divergentes. Raramente esse quadro é pintado de outra forma.

Confirmando os apontamentos de Van Baalen, verificamos que muitos membros de nossas igrejas se esquivam da abordagem aos adeptos de seitas pela admitida incompetência de dialogar com eles, a fim de ganhá-los para Cristo. Paulo, entretanto, observou a importância do estudo bíblico quando recomendou: “Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes”(Tt 1.9; grifo do autor).

A expressão “a fiel palavra, que é conforme a doutrina” pode ser interpretada como um fruto gerado pelo conhecimento teológico. E a expressão “convencer os contradizentes”, pode ser interpretada como um ato de evangelizar pessoas que professam uma fé distinta do genuíno cristianismo.

Será que somos hábeis em conduzir um sectário a Jesus por meio da Bíblia? Qual é a importância da teologia na apologética? Vejamos:

A relação entre a teologia e a apologética

A apologética cristã é uma disciplina da teologia cuja finalidade é defender os princípios bíblicos por ela (teologia) expressos. Assim, a apologética visa combater os desvios doutrinários identificados nas diversas disciplinas teológicas, especialmente nas doutrinas essenciais, como a natureza divina (Pai, Filho e Espírito Santo) e a encarnação, morte e ressurreição de Cristo, entre outras.

Observando esta relação, podemos concluir que a apologética atua em função da teologia. É porque os princípios doutrinários existem e são distorcidos que a apologética é necessária. Logo, todos os elementos da apologética dependem e convergem para a teologia. Com isso em mente, entendemos que a apologética será conduzida de acordo com a teologia que quer defender. Portanto, se alguém possuir algumas doutrinas distorcidas como base, sua apologética seguirá a mesma tendência. Diante destes pressupostos, vejamos algumas categorias da apologética e como essas categorias se relacionam com as doutrinas teológicas:

Apologética clássica

Este tipo de abordagem trabalha com o principal pressuposto teológico, isto é, a existência de Deus. É essa linha apologética que vai explorar os argumentos comprobatórios da existência divina. Os principais argumentos são:

a.) Cosmológico: uma vez que cada coisa existente no Universo, deve ter uma causa, deve haver um Deus, que é a última causa de tudo.

b.) Teleológico: existe um objetivo, um propósito para a criação do Universo e do ser humano.

c.) Ontológico: Deus é maior do que todos os seres concebidos porque existe na mente do homem um conhecimento básico da existência de Deus.

Os teólogos que se destacaram como apologistas clássicos foram: Agostinho, Anselmo de Cantuária e Tomás de Aquino.

Apologética evidencial

Como já podemos inferir do próprio nome, esta linha apologética procura defender as doutrinas teológicas ressaltando as evidências que as envolvem, tais como: a infalibilidade da Bíblia, a veracidade da divindade de Cristo e sua ressurreição, entre outras. Um teólogo que representa bem esta classe de apologistas em nossos dias é Josh McDowell, autor do livro (um best seller) Evidências que exigem um veredicto.

Apologética histórica

Esta classe de apologética enfatiza as evidências históricas. Seus representantes acreditam que a existência de Deus pode ser provada com base apenas na evidência histórica, porém, isso não significa que não lancem mão de outros artifícios. Geralmente, o fundamento deste tipo de abordagem são os documentos do Novo Testamento e a confiabilidade de suas testemunhas. Podemos encontrar teólogos expoentes da apologética histórica nos primórdios da igreja, como Justino Mártir e Tertuliano.

Apologética experimental

Este tipo de apologética, geralmente, é apresentada por fiéis que arrogam para si experiências religiosas pessoais e, às vezes, exclusivas. Assim, alguns apologistas rejeitam este tipo de abordagem por seu caráter excessivamente místico e alegam que tais experiências são comprobatórias apenas para os que nelas crêem ou delas compartilham. Em suma, a apologética experimental se apóia na experiência cristã como evidência do cristianismo e está relacionada à teologia do leigo; ou seja, à teologia que não é acadêmica, mas popular.

Um ponto negativo desta abordagem é que ela se apresenta de forma um tanto quanto subjetiva. Ou seja, é difícil sentenciá-la como verdade ou fraude. O seu ponto positivo, porém, é que a nossa crença precisa, de fato, ser vivida, experimentada, do contrário não passará de teoria.

Apologética pressuposicional

Esta abordagem é chamada assim porque parte de uma pressuposição para construir sua defesa... O “pressuposicionalismo” pode ser assim classificado:

a.) Revelacional: todo o entendimento da verdade parte da pressuposição da revelação de Deus e da legitimidade da Bíblia em expor esta revelação.

b.) Racional: a pressuposição básica gira em torno da coerência do argumento. Se o cristianismo arroga para si a posição de única verdade, então isso implica em dizer e provar que todos os demais sistemas são falsos.

c.) Prático: a pressuposição aqui é a de que somente as verdades cristãs podem ser vividas.

Os teólogos que se destacaram como apologistas “pressuposicionalistas” foram: Cornelius Van Till e John Carnell.

A teologia como um baluarte contra o erro

Como podemos confirmar, independente do tipo de apologética que esteja sendo exercido, o fato é que todas se relacionam com os fundamentos da teologia.

Sabemos que a grande ocorrência da apostasia em nosso meio envolve seitas pseudocristãs, ou seja, aquelas que mais se assemelham com o cristianismo. Isto se deve ao emprego distorcido dos fundamentos teológicos facilmente aceitos entre os crentes incautos. É como se fosse um disfarce do cristianismo, uma maquiagem para a verdade cristã.

Quando um crente encontra-se desabilitado para defender sua fé, ele fatalmente está propenso ao engano. Disse Charles Hodge: “Que ninguém creia que o erro doutrinário seja um mal de pouca importância. Nenhum caminho para a perdição jamais se encheu de tanta gente como o da falsa doutrina”. A tragédia espiritual de inúmeros crentes é que eles não atentam para isso!

O apologista Walter Martin também alertou que é conhecendo a verdadeira nota que conseguimos identificar a falsa. É possível ser um teólogo e não ser apologista, embora isso não seja plausível. Entretanto, é impossível ser um apologista sem ser um teólogo! O conhecimento das doutrinas fundamentais da Bíblia é o maior baluarte contra o erro. Todo o engodo está na deturpação das Escrituras, na distorção da doutrina. Uma teologia voltada para a apologia certamente evitaria os modismos que têm causado escândalo entre os evangélicos em nosso país. Vejamos o que o apóstolo Paulo orientou a Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (1Tm 4.16; grifo do autor). A Tito, ele declarou: “Em tudo, te dá por exemplo de boas obras; na doutrina, mostra incorrupção, gravidade, sinceridade” (Tt 2.7; grifo do autor).

O nosso desejo e oração é para que, assim como Paulo, os líderes de nossas igrejas também se dediquem em orientar e conscientizar seus colaboradores sobre a importância da teologia na defesa da fé de seus membros. Somente assim, e com o auxílio do Espírito Santo, conseguiremos manter singelas as verdades eternas da Palavra de Deus.

fonte icp