quarta-feira, 30 de março de 2016

Lições antigas parabolas de Jesus (5)


                              Lição 5 - Parábolas 
            CRISTO, O TESOURO  INCOMPARÁVEL 
2º Trimestre 2005 - As Parábolas De Jesus




TEXTO ÁUREO: “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mt 6.21).

VERDADE PRÁTICA: Tendo a Cristo como o nosso inigualável tesouro, tudo mais em nossa vida é secundário.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

MATEUS 13.44; = 44 O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo. Achando-o um homem, escondeu-o de novo, então em sua alegria foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo.
O REINO... SEMELHANTE A UM TESOURO. As parábolas do Tesouro e da Pérola (vv. 44-46) ensinam duas grandes verdades.
(1) O reino dos céus é um tesouro de valor incalculável, que deve ser buscado acima de tudo.
(2) É obtido quando renunciamos a tudo que nos impede de ser parte dele. Vender tudo significa que de todo nosso coração devemos abdicar de todos os demais interesses, por um único interesse supremo, que é Cristo (Rm 12.1).

MATEUS 13.19-21; = 19 Ouvindo alguém a palavra do reino, e não entendendo, vem o maligno e arrebata o que lhe foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. 20 Porém o que foi semeado em terreno pedregoso é o que ouve a palavra, e a recebe imediatamente, com alegria. 21 Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração. Chegada a angústia e a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.

TIRA A PALAVRA. Cristo fala aqui a respeito da conversão incompleta, em que o indivíduo busca o perdão dos seus pecados, mas não chega ao arrependimento pelo Espírito Santo. O tal não recebe a salvação, pois não nasceu de novo, e nunca entra em comunhão com os crentes; ou, se realmente torna-se membro de uma igreja, não demonstra uma genuína entrega a Cristo, nem separação do mundo. Conversões incompletas resultam destas causas: (1) A igreja trata rapidamente com o interessado sem lhe comunicar a compreensão correta do evangelho e das suas exigências. (2) A igreja deixa de lidar com a possessão demoníaca do interessado quando for o caso (16.15-17; Mt 10.1,8; 12.22-29). (3) O interessado crê em Cristo com a mente apenas, e não de todo o coração (i.e., o mais íntimo do seu ser, a totalidade de sua personalidade; cf. At 2.37; 2 Co 4.6). (4) O interessado não se arrepende com genuína sinceridade, nem se afasta do pecado (cf. Mt 3.2; At 8.18-23). (5) O interessado quer aceitar Cristo como Salvador, mas não como Senhor (Mt 13.20,21). (6) A fé do interessado baseia-se no poder de persuasão das palavras humanas mais do que na demonstração do Espírito e do poder de Deus (1 Co 2.4,5)

4.15 SATANÁS OPÕE-SE À PALAVRA. A conversão a Cristo é incompleta quando o indivíduo busca o perdão dos seus pecados mas não experimenta a real regeneração pelo Espírito Santo. Tal pessoa deixa de obter a salvação e o novo nascimento; nunca tem comunhão com os crentes, ou se permanece na igreja, não manifesta uma total entrega a Cristo, nem separação do mundanismo. Conversão pela metade é resultado de: (1) Pressa da igreja ao tratar com o interessado sobre o evangelho, não lhe explicando devidamente o que é seguir a Cristo e o que isso requer da pessoa. (2) A igreja deixar de lidar com a opressão demoníaca do interessado (16.15-17; Mt 10.1,18; 12.22-29). (3) O indivíduo crer em Cristo somente com o seu intelecto e não de todo seu coração (i.e., o seu íntimo, todo seu ser, sua total personalidade; cf. At 2.37; 2 Co 4.6); (4) Ausência de verdadeiro arrependimento ou abandono do pecado (cf. Mt 3.2; At 8.18-23); (5) Um desejo da parte do interessado de aceitar a Cristo como Salvador, mas não como Senhor (Mt 13.20,21); (6) O interessado basear sua fé mais na persuasão da palavra humana do que na demonstração do Espírito e do poder de Deus (1 Co 2.4,5).

FILIPENSES 3.7,8 = 7Mas o que para mim era lucro, considerei-o perda por causa de Cristo.8 E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por quem sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo,

PARA QUE POSSA GANHAR A CRISTO. Estes versículos revelam o coração do apóstolo e a essência do cristianismo. O maior anseio na vida de Paulo era conhecer a Cristo e experimentar de modo mais íntimo sua comunhão e presença. Nessa busca vemos os seguintes aspectos: (1) Conhecer a Cristo pessoalmente, bem como a seus caminhos, sua natureza e caráter, segundo a revelação da Palavra de Deus. O verdadeiro conhecimento de Cristo envolve ouvirmos a sua palavra, seguirmos o seu Espírito, atendermos a seus impulsos com fé, verdade e obediência, e identificar-nos com seus interesses e propósitos. (2) Ser achado em Cristo (v. 9), i.e., ser unido e ter comunhão com Ele produz a justiça que somente é experimentada como dom de Deus (1.10,11; 1 Co 1.30). (3) Conhecer o poder da sua ressurreição (v. 10), i.e., experimentar a renovação da vida espiritual, o livramento do poder do pecado (Rm 5.10; 6.4; Ef 2.5,6) e o poder do Espírito Santo para levar a efeito um testemunho eficaz, a cura, os milagres e, finalmente, a nossa própria ressurreição dentre os mortos (v. 11; Ef 1.18-20). (4) Compartilhar das aflições de Cristo mediante a abnegação, a crucificação da carne e o sofrimento por amor a Cristo e à sua causa (cf. 1.29; At 9.16; Rm 6.5,6; 1Co 15.31; 2 Co 4.10; Gl 2.20; Cl 1.24; 4.13)

LEITURA DIÁRIA:

Segunda –
Terça – Jo 3.3 O único modo de conhecer o Reino 
Quarta – Pv 2.4,5 O conhecimento de Deus é como o tesouro 
Quinta – 2 Co 4.7 Tesouro em vasos de barro 
Sexta – Fp 3.7,8 Nosso tesouro supremo é Cristo 
Sábado – 2 Co 8.9 Cristo se fez pobre para nos tornar ricos

OBJETIVOS:
Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Identificar e interpretar as principais figuras da parábola.
2- Demonstrar o propósito principal da parábola.
3- Definir o Reino dos céus segundo a parábola.

PONTO DE CONTATO:

Professor, após quatro lições, é conveniente refletirmos sobre a motivação dos alunos. Sua classe continua entusiasmada com os assuntos ministrados? Seus alunos participam ativamente das atividades em classe? É necessário que você propicie a eles boas razões para continuarem assistindo às aulas. São assíduos? Monitore a freqüência de seus alunos. Visite os ausentes ou envie cartas para eles, a fim de que se sintam importantes para você.

SÍNTESE TEXTUAL:

A Parábola do Tesouro Escondido é a quinta dentre as sete parábolas mencionadas em Mateus 13.1-58. O principal propósito desta narrativa alegórica é ensinar sobre o supremo valor do Reino dos céus. Quando falou sobre o crescimento do Reino, Jesus o comparou ao grão de mostarda e ao fermento (Mt 13.31-33), mas para demonstrar sua importância, igualou-o a um “tesouro escondido” (v.44).
Os judeus, quando estavam ameaçados de invasão estrangeira, costumavam esconder parte de sua riqueza a fim de protegê-la dos salteadores. Em muitos casos, o proprietário era levado cativo ou morto, e seus valores permaneciam escondidos na terra. Portanto, havia a possibilidade de alguém encontrá-los algum tempo depois.
O impacto da mensagem de Cristo é percebido quando consideramos que a sua audiência era constituída principalmente de pobres, lavradores e pequenos comerciantes envolvidos com o cultivo e a administração dos campos. Segundo Jesus, a alegria de encontrá-lO assemelha-se ao deleite daquele que acha um tesouro no campo. Cristo é o tesouro incomparável, que uma vez encontrado, enche-nos de completa satisfação.

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:

Professor, para esta lição, consiga figuras de bens materiais de vários tipos: casa, carro, iate, avião, dinheiro etc. Antes de iniciar a aula, fixe-as debaixo dos assentos e, em seguida, arrume as cadeiras em círculo.
Quando os alunos chegarem, avise que o lugar está repleto de “tesouros” e que deverão procurá-los. Antes de iniciarem a busca, leia e medite com eles em Salmos 39.6. Depois, conceda-lhes alguns minutos para procurarem as “riquezas”. Quando todos encontrarem as figuras em seus assentos, solicite que cada um fale sobre seu achado e como se sentiria se, em vez da figura, achasse realmente algo de valor. Permita-lhes falar sobre seus sentimentos ao procurar e encontrar as supostas riquezas. É provável que tenham experimentado sentimentos de curiosidade, expectativa, surpresa, alegria etc.

COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO

A oposição religiosa inicia-se nesta época, pois as parábolas de JESUS já estavam surtindo o efeito desejado por JESUS, ou seja, as multidões se aglomeravam para ouvir os ensinos do mestre dos mestres; o que preocupava as autoridades religiosas, que com ciúmes, já se sentiam incomodados pelo "intruso".
Nas parábolas do tesouro escondido e da pérola de grande valor JESUS nos ensina quão precioso deve ser considerado e buscado o reino dos céus.
Veremos nesta lição um homem que, ao cavar num campo, descobre um tesouro incalculável; agora o que ele tem a fazer é vender tudo o que tem para que possa adquirir este campo e depois apoderar-se deste tesouro.
Na intimidade entre JESUS e seus discípulos as parábolas são discutidas e analisadas, mas somente aqueles que abrem seu coração e têem a prudência de pedir a JESUS a verdadeira revelação das mesmas , aprendem realmente as tais.
Tudo o que impede o homem de se apoderar do tesouro por ele encontrado, deve ser colocado à venda, ou seja, deve ser colocado de lado, ou em segundo plano.

Resumo da lição:

MATEUS 13.44; = 44 O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo. Achando-o um homem, escondeu-o de novo, então em sua alegria foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo.
O REINO... SEMELHANTE A UM TESOURO. As parábolas do Tesouro e da Pérola (vv. 44-46) ensinam duas grandes verdades.
(1) O reino dos céus é um tesouro de valor incalculável, que deve ser buscado acima de tudo.
(2) É obtido quando renunciamos a tudo que nos impede de ser parte dele. Vender tudo significa que de todo nosso coração devemos abdicar de todos os demais interesses, por um único interesse supremo, que é Cristo (Rm 12.1).

"O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo. Achando-o um homem, escondeu-o de novo, então em sua alegria foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo".

Reino dos céus = Diferente do reino puramente humano e até diferente do reino milenial de CRISTO, reino superior, reino celeste, reino eterno, reino espiritual, onde o governante é DEUS e seu filho JESUS o meio pelo qual se entra neste reino.
Jo 18.36 Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.

Tesouro = Algo precioso, algo que tem muito valor para quem encontra (se não tiver valor para quem encontra, não será um tesouro) - O tesouro é JESUS CRISTO, o nosso salvador, somente Ele foi capaz de dar a vida por nós.

Escondido = Está oculto ao olhos naturais, está oculto a quem não o deseja. Não existe para ser encontrado por todos, pois é muito especial, é só para quem deseja, para quem se arrepende de não agradar ao seu dono.
Muitos são chamados a encontrar este tesouro, porém poucos são os que o encontram.

Num Campo = O campo é a Palavra de DEUS, onde é encontrado o tesouro, pois aprouve a DEUS salvar os homens pela loucura da pregação. Ao ouvirmos o evangelho ungido pelo ESPÍRITO SANTO, somos convencidos de nossos pecados, da justiça de DEUS e do Juízo de DEUS sobre os ímpios pecadores, portanto, aceitamos ou não, apreciamos ou não, damos valor ou não, ao tesouro que encontramos. Agora é só vender tudo e cavar novamente para adquiri-lo.

Homem = Qualquer um dos seres humanos habitantes no mundo que está a procura da felicidade, da alegria da salvação.
Lc 11.10 Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á.

Achando = Encontrando = Cavando = Procurando por DEUS, pela salvação, disposição em buscar, em trabalhar.
Mt 7.7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.

Escondeu-o de novo = Guardou no coração, Escondeu para não ser roubado, Faz as contas antes de proclamar.
2Tm 4.7 Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.

Em sua alegria = Na felicidade de descobrir que tudo o que procurou na vida para ser feliz, agora encontrou.
Cl 1.11 Corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com alegria (gozo);

Vendeu tudo o que tinha = Deixou o que antes era de valor, porém agora não mais tem necessidade.
2Co 5.17 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
Mt 10.39 Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á.

Comprou aquele campo.= Adquiriu o tesouro, aceitou o evangelho, conheceu em CRISTO a salvação.
Ef 1.13 Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa.

Mt 6.19 Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;
Tipo de tesouro corruptível.

1Pe 1.23 Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre.
Tipo de tesouro incorruptível = CRISTO.

Garimpeiro (Pessoa que encontra um tesouro e vende tudo o que tem)
Salomão (tIPO DE PESSOA QUE JÁ TEVE TODO O TIPO DE TESOURO E CHEGOU À CONCLUSÃO DE QUE O VERDADEIRO TESOURO É CRISTO)

Minha maneira de ver a parábola do Tesouro Escondido:
Para uma melhor compreensão devemos ver em seus contextos o que as parábolas querem nos dizer, portanto sua interpretação deve ser de acordo com estes contextos.

"O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo. Achando-o um homem, escondeu-o de novo, então em sua alegria foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo.
O REINO... SEMELHANTE A UM TESOURO. As parábolas do Tesouro e da Pérola (vv. 44-46) ensinam duas grandes verdades.
(1) A Igreja é um tesouro de valor incalculável para DEUS. Somos amados e buscados.
Lc 4.23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
Jo 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
(2) A Igreja foi comprada pelo sangue de CRISTO, o mais alto valor a ser pago.
1Tm 2.6 O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.

"O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo. Achando-o um homem, escondeu-o de novo, então em sua alegria foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo".

Reino dos céus = Diferente do reino puramente humano e até diferente do reino milenial de CRISTO, reino superior, reino celeste, reino eterno, reino espiritual, onde o governante é DEUS e seu filho JESUS o meio pelo qual se entra neste reino.
Jo 18.36 Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.

Tesouro = A Igreja. A eleita, A menina dos olhos de DEUS (atual), a noiva.
Ef 5.27 Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
Is 61.10 Regozijar-me-ei muito no SENHOR, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a [noiva] que se enfeita com as suas jóias.

Escondido = Está oculto ao olhos naturais, mas JESUS sabe quem quer ser salvo e a este se apresenta como seu salvador.
A Igreja esteve por longo tempo oculta aos olhos dos homens.
Cl 1.26 O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos;

Num Campo = O campo é mundo físico, povoado pelos homens que precisam de salvação, alguns se tornarão tesouro ou pérola, desde que aceitem a JESUS CRISTO, como Senhor e Salvador.

Homem = JESUS CRISTO, que se fez homem.

1Tm 2.5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
Fl 2.7 Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
Gl 4.4 Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, [nascido] sob a lei,

Achando = Encontrando = Cavando = Procurando por pecadores que se arrependem.
Mt 22.14 Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.
1Tm 1.15 Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
1Tm 2.3 Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, 4 Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.

Escondeu-o de novo = Guardou do mundo, do mal, do malígno.
Jo 17.15 Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.

Em sua alegria = Alegria de ver as almas salvas.
Is 53.10 Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão.
Lc 7.7 Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.
Is 62.5 Porque, como o jovem se casa com a virgem, assim teus filhos se casarão contigo; e como o noivo se alegra da noiva, assim se alegrará de ti o teu Deus.

Vendeu tudo o que tinha = Deixou toda a sua glória, por causa de todos nós, deixou o céu, o trono, o poder.
Fl 2.6 Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, 7 Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; 8 E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Is 53.3 Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.

Comprou aquele campo.= CRISTO comprou a Terra de volta, pois o homem havia se vendido e conseqüentemente vendido a Terra a Satanás.
1Tm 2.5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. 6 O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.

Lv 25.25 Quando teu irmão empobrecer e vender alguma parte da sua possessão, então virá o seu resgatador, seu parente, e resgatará o que vendeu seu irmão. (CRISTO se torna nosso parente, semelhante, nos compra com seu sangue).
1Co 6.20 Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
Sl 115.16 Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra a deu aos filhos dos homens.
Gn 1.28 E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
Ap 1.18 E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.
Ap 3.11 Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.


Mt 6.19 Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;
Tipo de tesouro corruptível.

1Pe 1.23 Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre.
Tipo de tesouro incorruptível = CRISTO e sua Igreja, sem mácula, nem ruga, nem coisa que a contamine.







               Lição 6 - Parábolas - LANÇAI A REDE


TEXTO ÁUREO: “Igualmente, o Reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar e que apanha toda qualidade de peixes” (Mt 13.47).
O REINO... SEMELHANTE A UMA REDE. A parábola da rede revela, mais uma vez, a verdade que Cristo tanto enfatizou, i.e., que nem todos que estão no reino, na sua presente fase visível aqui na terra, são verdadeiramente filhos de Deus. As igrejas locais e denominações cristãs nem sempre são sinônimos do genuíno povo de Deus, que consiste de todos os salvos pela graça de Deus, mediante a fé e que vivem em santidade e justiça (cf. 24.11, 24; Gl 5.19-21; ver Lc 13.21).

VERDADE PRÁTICA: Somente no final dos tempos, no momento determinado por Deus, ocorrerá a separação entre o bom e o mau, entre o justo e o injusto.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
MATEUS 13.47-51; = Igualmente, o Reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar e que apanha toda qualidade de peixes.E, estando cheia, a puxam para a praia e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora. Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos e separarão os maus dentre os justos.
E lança-los-ão na fornalha de fogo; ali, haverá pranto e ranger de dentes. E disse-lhes Jesus: Entendestes todas estas coisas? Disseram-lhe eles: Sim, Senhor.
13.47 O REINO... SEMELHANTE A UMA REDE. A parábola da rede revela, mais uma vez, a verdade que Cristo tanto enfatizou, i.e., que nem todos que estão no reino, na sua presente fase visível aqui na terra, são verdadeiramente filhos de Deus. As igrejas locais e denominações cristãs nem sempre são sinônimos do genuíno povo de Deus, que consiste de todos os salvos pela graça de Deus, mediante a fé e que vivem em santidade e justiça (cf. 24.11, 24; Gl 5.19-21; ver Lc 13.21).
13.49 SEPARARÃO OS MAUS DENTRE OS JUSTOS. Na parábola da rede (vv. 47-50), que trata da volta de Cristo para julgar o mundo depois da tribulação, a ceifa dos ímpios e a dos justos está na mesma ordem mencionada na parábola do joio e do trigo (vv. 30,41,43): os ímpios são ceifados primeiro, e os justos, em segundo lugar (cf. Ap 19.11;20.4). Tal seqüência mostra, claramente, que a separação dos ímpios dentre os justos terá lugar no fim da tribulação (24.29-31; Ap 19.11; 20.4), e não no arrebatamento da igreja, ocasião em que o povo peculiar do Senhor é retirado do mundo (1 Ts 4.13-18). Nesta parábola, Cristo volta a ressaltar o fato de que entre o povo de Deus há muitos que não são verdadeiramente leais a Ele e à sua Palavra. Os maus dentre os justos (v. 49).

ROMANOS 2.5-11 = Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus, o qual recompensará cada um segundo as suas obras, a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, e honra, e incorrupção; mas indignação e ira aos que são contenciosos e desobedientes à verdade e obedientes à iniqüidade; tribulação e angústia sobre toda alma do homem que faz o mal, primeiramente do judeu ge também do grego; glória, porém, he honra e paz a qualquer que faz o bem, primeiramente ao judeu e também ao grego; porque, para com Deus, não há acepção de pessoas.
2.7 GLÓRIA, E HONRA, E INCORRUPÇÃO. No próprio início do seu tratado sobre a salvação, Paulo esclarece uma verdade fundamental no tocante ao modo de Deus lidar com a raça humana no seu todo. Deus castiga os malfeitores e recompensa os justos (ver Jo 5.29 notas; Gl 6.7,8). (1) Os justos são os que foram justificados pela fé em Cristo (1.16,17; 3.24) e que perseveram em fazer aquilo que é certo, segundo o padrão divino (vv. 7,10; cf. Mt 24.13; Cl 1.23; Hb 3.14; Ap 2.10). Dão muito valor à glória que vem de Deus (1.23; 5.2; 8.18) e buscam a vida eterna (8.23; 1 Co 15.51-57; 1 Pe 1.4; Ap 21.1-22.5). (2) Aqueles que buscam a imortalidade, fazem-no pela graça, mediante a fé (3.24,25; Ef 1.4-7; 2.8-10; 2 Tm 2.1; ver Fp 2.12,13). Os fiéis terão "honra e incorrupção", na vida futura, mediante a "perseverança" em fazer o bem (cf. Mt 24.12,13), pela graça eficiente que Cristo aqui lhes concede (ver Mt 7.21). (3) Aqueles que praticam o mal são egoístas, desobedecem à verdade, e têm prazer na iniqüidade. Colherão ira e tribulação (1.28-32; 2.8,9)

LEITURA DIÁRIA
Segunda – Ml 3.17,18 O que serve a Deus é diferente no seu

Terça – Lc 17.34-37 Os fiéis serão separados dos infiéis
Quarta – Mt 24.31 Os escolhidos serão reunidos pelos anjos

Quinta – Mt 25.34 O final glorioso dos justos
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Sexta – 1 Co 4.5 As boas e as más obras serão manifestas

Sábado – Mc 16.15-18 O evangelho não faz acepção de pessoas

OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Interpretar as cinco figuras principais da parábola.
Relacionar a parábola da rede com a do Trigo e do Joio.
Identificar a aplicação escatológica implícita na parábola.

PONTO DE CONTATO: Nesta lição, o Reino dos Céus é comparado a uma grande rede que apanha peixes bons e ruins, úteis e inúteis. Esses peixes representam duas classes de crentes que convivem no Reino: os autênticos, e os que mantêm uma vida cristã de aparências. Assim como os peixes são apanhados na rede e somente mais tarde são separados, a rede divina recolhe todas as pessoas indistintamente, para depois selecioná-las. Diga a seus alunos que ninguém tem o direito de acusar ou discriminar qualquer irmão na igreja. Pois, só o Senhor Jesus Cristo tem capacidade e autoridade para julgar com justiça e separar os bons dos maus! E isso o fará, no final dos tempos.

SÍNTESE TEXTUAL: Esta é a sétima parábola acerca do Reino dos Céus registrada em Mateus 13. Sua mensagem não difere muito da do joio, visto que o resultado final é o julgamento, isto é, a separação entre os bons e os maus.
No original, percebe-se claramente que aquela rede de pesca era enorme; das que são manejadas por diversos homens e que recolhem grande quantidade de peixe de uma só vez. Em virtude dessa capacidade, variedades de peixes eram colhidos. Alguns usados como alimento ou comercializados com outros fins. Outros eram considerados inúteis, sem qualquer valor. Isto ilustra perfeitamente o que acontece com a pregação do evangelho. Alguns aceitam a mensagem e desenvolvem uma fé autêntica, tornando-se verdadeiros discípulos de Jesus. Outros são apenas recolhidos pela rede da Palavra, mas depois mostram-se infiéis e indignos de Cristo.
O Reino dos céus recolhe a todos sem qualquer distinção. Todavia, santos e ímpios não estarão juntos para sempre! Como o pescador separa o peixe bom do ruim, assim será na consumação dos séculos (Mt 13.49).
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: A parábola da Grande Rede nos ensina a “lançar” o evangelho sem discriminação. Nós, pescadores de homens, não devemos escolher a quem evangelizamos. A Bíblia é clara e enfática: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” [grifo nosso]. Diante disso, proponha à sua turma a realização de um evangelismo após o encerramento da Escola Dominical, ou em outro horário que melhor se adapte à realidade de sua classe. Divida a turma em grupos, distribua uma determinada quantidade de folhetos para cada grupo, orem todos juntos e saiam pelas ruas próximas à igreja falando do amor de Deus. Estabeleça um horário para todos retornarem à igreja. Dê oportunidade aos alunos a fim de relatarem as experiências obtidas durante esta atividade.

     
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO

Nesta Parábola os peixes ruins representam os que são apenas nominais, pertencem à "igreja" ou ao conjunto de pessoas que se dizem "igreja" (o Reino dos céus), porém sabemos que temos alguns que realmente pertencem à Igreja legítima de salvos em CRISTO (o Reino dos céus) e que Lhe são fiéis, porém também sabemos que existem muitos que, apesar de professarem o mesmo nome de Igreja, na verdade estão apenas participando de uma sociedade, sem qualquer vínculo com seu dono, JESUS CRISTO
 A parábola da Rede revela mais uma vez a verdade que Cristo enfatizou, isto é, que nem todos que estão no reino, na sua presente fase visível aqui na terra são verdadeiramente filhos de Deus. As igrejas locais e denominações cristãs nem sempre  são sinônimos de genuíno povo de Deus, que consiste de todos salvos pela graça de Deus, mediante a fé e que vivem em santidade e justiça.  Na parábola da Rede que trata da volta de Cristo para julgar o mundo depois da tribulação a ceifa dos ímpios e a dos justos está na mesma ordem mencionada na parábola do joio e do trigo: os ímpios são ceifados primeiro, e os justos , em segundo lugar.  Tal seqüência mostra claramente , que a separação dos ímpios entre os justos terá lugar no fim da tribulação , e não no arrebatamento da igreja, ocasião em que o povo peculiar do Senhor é retirado do mundo. Nesta parábola Cristo volta a ressaltar o fato de que entre o povo de Deus há muitos que não são verdadeiramente leais a Ele e à sua Palavra.


Lição 6 - LANÇAI A REDE  - Parábola da Rede

I. A REDE (MT 13.47)

1. A malha dessa rede.
2. A rede não discrimina os peixes.
II. O MAR (MT 13.47)
1. O mar representa a humanidade.
III. OS PESCADORES (MT 13.48)
1. A convocação dos doze pescadores de homens.
2. Incontáveis pescadores de homens.
3. Cada crente, um pescador de homens.
IV. OS PEIXES (MT 13.47)
1. Os peixes que caem na rede.
2. Os peixes bons e ruins.
V. O PAPEL DOS ANJOS NO FINAL DOS TEMPOS (MT 13.49,50)
 Juízo

Temos nesta parábola alguns elementos que devemos saber discernir:
1- Reino dos Céus - Representado pela Salvação que pregamos em JESUS CRISTO.
2- Barco - A Igreja (Que aqui é representada por todos os que professam a fé cristã) A Igreja que é dirigida pelo capitão JESUS
3- A Rede - Que representa o reino dos céus que pregamos, onde DEUS é o PAI, JESUS CRISTO é o salvador e único caminho para se chegar ao PAI e onde o ESPÍRITO SANTO é a marca do verdadeiro cristão, da verdadeira Igreja de CRISTO.
4- Lançar - Pregar o evangelho - responsabilidade da Igreja
5- Mar - O mundo com seus habitantes diversos.
6- Arrastar ou puxar - Esforço da Igreja em conduzir seus membros para a salvação, ensinado-os e admostando-os.
7- Praia - Lugar de decisão, Lugar de Juízo Final, Lugar de anjos agirem ao comando de DEUS.


Lição 6 - LANÇAI A REDE  - Parábola da Rede - Resumo prático
I. A REDE (MT 13.47) = A Igreja (O reino dos céus)
1. A malha dessa rede. Bem grossa para apanhar todo o tipo de peixe. A Igreja deve procurar evangelizar de todas as maneiras possíveis, tanto com o evangelismo pessoal, como com o evangelismo em massa.
“…A rede seine tinha cerca de três metros de largura e vários metros de comprimento. Ela ficava suspensa na água como uma cerca, sendo mantida flutuando por meio de rolhas, e pedras eram colocadas nas beiradas para mantê-la na vertical. Um único barco fazia um círculo com a rede, ou dois barcos suspendiam a mesma entre eles e faziam uma varredura em direção à praia. Quando a rede ficava num círculo apertado, era possível puxar a corda inferior para que se formasse uma enorme bolsa, da qual os peixes não podiam escapar…”

2. A rede não discrimina os peixes. A Igreja deve pregar a todos os povos, todas as nações, todas as raças, todas as tribos. Todas as Etnias. O importante é arrebanhar os peixes, depois é educá-los e cuidar dos mesmos.
Não há distinção de raça, cor, condição financeira ou religião. Todos foram chamados.
Ap 5.9 E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação;

II. O MAR (MT 13.47) =

Os seres humanos
1. O mar representa a humanidade.

O mar é bem característico de representar todos os seres humanos, pois possui locais de águas rasas (Pouca religiosidade), de águas profundas (muito conhecimento de DEUS), de águas escuras (seitas e heresias), de águas claras (Igreja de CRISTO), nele acontecem tormentas (Tribulações da vida) e nele acontecem calmarias (Vida de comunhão com o ESPÍRITO SANTO e adoração a DEUS), nele habita ou se aproveitam seres de todos os tipos e de todas as raças (Convivência da Igreja em meio a todos os outros seres humanos que procuram por DEUS e os que não procuram e ainda os que não se interessam pelo supremo ser, nosso PAI.
O mar tem o significado de humanidade, ou povo habitante da Terra, que por sinal têm muita afinidade com o mar, pois possuem a terça parte de seus corpos formados por água, assim como o mar ocupa a terça parte do planeta Terra. Assim como em Apocalipse 13 o mar é a população do mundo.
Ap 13.1 E EU pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.
Em Is.23:11, é dito que o Senhor estendeu Sua mão sobre o mar e os reinos se turbaram, ou seja, o mar confunde-se com os reinos do mundo. Os ímpios são comparados ao mar bravo que não se aquieta e cujas águas lançam de si lama e lodo, em Is.57:20. Em Dn.7, o mar simboliza o conjunto das nações, de onde se levanta cada um dos grandes impérios mundiais (Dn.7:3), o que também é reproduzido no livro do Apocalipse, ao se descrever o surgimento do Anticristo (Ap.13:1). Por fim, em Ap.17:10, um grande volume de águas é identificado como sendo as nações que estarão sob o domínio da grande prostituta durante a Grande Tribulação.

III. OS PESCADORES
(MT 13.48) = Os salvos

1. A convocação dos doze pescadores de homens.
A chamada de JESUS para os apóstolos e para nós é para sermos pescadores de homens (de almas).
Jesus escolheu seus apóstolos dentre homens rudes e entre a população, não escolheu Escribas, ou Fariseus, ou Saduceus, não escolheu entre os líderes religiosos e nem entre os líderes políticos.
Foram chamados para pescarem homens, pescarem almas no mar de gente que encontrariam pela frente.
Ora, quando falamos em pescadores, logo nos lembramos de boa parte dos discípulos de Jesus, dos quais pelo menos sete eram dessa profissão, “…Pedro, André, provavelmente Filipe, que também veio de Betsaida (em aramaico, ‘casa de pesca’) às margens do mar da Galiléia, Tiago, João, Tomé e Natanael (Mt.4:18,21; Jo.1:44; 21:2)…”

2. Incontáveis pescadores de homens.

Hoje somos milhões de pescadores, já temos mais de 1 bilhão de cristãos no mundo.
Hoje a Igreja é formada por incontáveis pescadores, que com estratégia espiritual, semeiam a isca (Palavra de DEUS) a todos os peixes (descrentes) do Mar (povos).

3. Cada crente, um pescador de homens.
Cada um salvo foi chamado para pregar este evangelho. A responsabilidade é individual.
Cada um terá que prestar contas com o dono e capitão (JESUS) do barco (Igreja).

IV. OS PEIXES (MT 13.47) = Todos os que confessam a JESUS como Senhor e Salvador.
Salvos e não salvos dentro da "Igreja" (Denominações que se dizem cristãs)

1. Os peixes que caem na rede. Todo tipo de gente se auto-denomina cristão. Devemos acolhê-los a todos, sabendo que cada um vai prestar contas diante de DEUS por seus atos e que o juízo pertence a DEUS.
Depois que caem na rede são denominados crentes da Igreja de CRISTO.
Existem peixes de diversos tamanhos (condição financeira), de diversas cores (Raças - negros, amarelos, vermelhos, brancos), de de diversos recifes (denominações), de diversos formatos (diplomados e ignorantes).

2. Os peixes bons e ruins.  Caem na rede significa todos os que professam a fé cristã, porém nem todos são salvos, nem todos são convertidos, nem todos nasceram de novo.
Peixes Bons = Crentes fiéis e espirituais
Peixes Ruins= Crentes infiéis e Carnais (desviados dentro da Igreja)
O barco é a Igreja que tira do mundo os que querem o reino dos céus.

V. O PAPEL DOS ANJOS NO FINAL DOS TEMPOS (MT 13.49,50) = PRAIA =

 Local de Juízo, Separação entre bons (salvos) e ruins (condenados ao Lago de Fogo)
No juízo final saberemos o resultado de nosso trabalho no Senhor, Todos aqueles que estiverem no Juízo Final, sendo julgados, são os peixes que perdemos, foram sufocados pelas falsas religiões e muitos deles morreram sem ar para respirarem, ou seja morreram por falta do ESPÍRITO SANTO em suas vidas.
Não cabe a nós a condenação final e sim a admoestação ou exortação, a doutrinação, o ensino, a reconciliação; enquanto aqui vivermos, pois é agora que temos que agir para evitar que os ruins caiam nas mãos dos anjos de juízo.
Somos falíveis em nossa pressa, e poderemos arrancar trigo juntamente com o joio, ou lançar fora bons peixes (Mt 13.28,29)
Deixemos o juízo para DEUS.
A praia é fora do mar, assim também, depois de conduzirmos o rebanho até o final dos tempos, será a hora dos anjos agirem, como os pescadores que arrastavam a rede para a praia e separava os peixes bons e os ruins. 

AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Teológico

“Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede’. Tinha o Senhor em mente a rede de arrastão, que não deixa nada escapar. À pouca distância da praia, os botes de pesca lançam a rede. Há pesos na borda inferior, para arrastá-la no leito do lago; a borda superior tem bóias. Ao avançar, torna-se um muro circular, uma prisão de malhas na praia. Reúnem-se os pescadores e ajuntam os bons peixes nos cestos; os maus são lançados fora.
É o dever da Igreja lançar a rede do evangelho tão largamente quanto possível, para que haja o maior número de pessoas dentro do limite de suas malhas. Assim, é inevitável que sejam trazidos alguns cristãos não genuínos. Todavia, não há de se preocupar o cristão com a mistura na Casa de Deus, porque está além do poder humano a purificar. A seu tempo, Deus retirará da Igreja seus membros indignos, deixando-a sem mancha ou ruga.
Não podemos esperar uma igreja perfeita deste lado do céu. As parábolas do joio e da rede advertem-nos quanto à presença de elementos bons e maus dentro da igreja.
Na parábola do joio, atribui-se à ação do inimigo a introdução de pessoas mundanas entre o povo de Deus.
A parábola da rede descarta a possibilidade de seleção prévia; a separação dos peixes ocorre mais tarde. Da mesma forma a rede do evangelho, lançada em esforços evangelísticos, reúne todo tipo de pessoas, o que não exclui os elementos ruins. Até o evangelista Filipe pescou um ‘peixe’ que se estragou logo que saiu da água! (At 8.13-24).
Zelosos idealistas proclamam: ‘Vamos purificar a igreja!’ As intenções são boas e há lugar para a disciplina na igreja. Todavia, somos falíveis em nossa pressa, e poderemos arrancar trigo juntamente com o joio, ou lançar fora bons peixes (Mt 13.28,29).” (PEARLMAN, Myer. Mateus: O Evangelho do Grande Rei. Coleção Myer Pearlman. RJ:CPAD, 1995, p. 107-8.) Leia mais Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 22, pág. 39.


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