sábado, 17 de dezembro de 2016

Subsidio primarios Jesus heroi dos herois n.13


                          JESUS HEROI DOS HEROES
                         SUBSIDIO PRIMARIOS N.12          



                                  Texto Bíblico: Lucas 24.36-53. 
                                        
“E na veste e na sua coxa tem escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES”(Ap 19.16 – ARC).

Crescendo no conhecimento

A Bíblia nos afirma que Jesus sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus.Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz”(Fp 6.6-8)  Humilhação consiste em Cristo ter posto de lado a majestade divina que era Sua como soberano governador do universo ter assumido a natureza humana na forma de servo, tendo se encarnado e passado por grande sofrimento e morte, sepultamento. (Mt 3.15; Fp 2.6-8; Jo 1.14; Hb 2.18; 4.15; 5.7-9; Dt 21.23; Gl 3.13: Sl 16.10; At 2.27,31). Cristo precisou passar por este estado de humilhação para nos redimir do pecado.

Jesus Cristo tendo pagado a penalidade do pecado e merecido a justiça e a vida eterna para o pecador. Este estágio deve ser levado em conta no estado de exaltação de Cristo :

·         A ressurreição (1 Co 15.20; Cl 1.18; Ap 1.5);
·          A ascensão de Cristo ao céu (Hb 1.3; 4.14; 9.24),
·         A Sua entronização à mão direita de Deus (Mt 26.64; At 2.33-36).
·E finalmente a manifestação em glória a Sua segunda vinda gloriosa (2 Ts 1.7-10) que representa a vitória contra as forças do mundo, do materialismo, enfim, o reino das trevas.

Jesus ensinou ao povo durante seu ministério terreno “Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado”. (Jo 8.34).

Redenção significa que Cristo liberta o povo da escravidão do pecado. Redenção é a libertação do escravo, pagando o preço do resgate. Nós temos bíblicos, muitas vezes um homem chegava ser escravo, por causa de suas dívidas. Um parente teria que pagar o preço de resgate para conseguir a libertação daquele escravo. Cristo se tornou nosso parente, ao encarnar-se, para conseguir nossa libertação da escravidão do pecado. Qual foi o preço de resgate? Nós teríamos que pagar os pecados com a nossa morte, se não fosse a redenção por Cristo (1 Pe 1.18,19), o escravo resgatado deve glorificar a Deus no seu corpo, porque pertence ao que pagou o preço do resgate (1 Co 6.19-20; Jo 8.32-34; Rm 3.24; Gl 3.13; 4.5; Êx 21.20).
    
Jesus como ungido de Deus exerce três ofícios: Profeta, sacerdote e rei. Jesus Cristo é o Rei dos reis porque Ele é filho de Deus (Is 9.7; Lc 1.32,33: At 2.33-36). Cristo exerce toda autoridade no céu e na terra (Mt 28.18). Quando as pessoas são rebeldes, Cristo os vence; quando são obedientes, Ele reina sobre eles. Quando o inimigo de Deus e dos homens os ataca, pode-se contar com a vitória, pela confiança em Cristo, porque ele defende o seu povo dos ataques do inimigo (1Jo 4.4). A autoridade absoluta de Cristo hoje é reconhecida somente pelos crentes, (Mt 13.24-30; Lc 17.21; Rm 14.17; Cl 1.13), mas quando Ele voltar em glória e poder. Todos irão reconhecer que Ele é Deus Filho, o todo poderoso (Dn 4.25; 2.34; Ef 1.20-22). De forma definitiva (Mt 7.21; 13.24-30; Lc 22.29; Fp 2.9-11; 2 Tm 4.18; 2 Pe 1.11).

Senhor dos senhores

A lição de hoje tem como objetivo apresentar Jesus Cristo como verdadeiro Deus e verdadeiro homem. (Jo 1.1-14), por isso podemos dizer aos pequenos com propriedade que JESUS É O MAIOR DE TODOS OS HEROIS que temos estudado neste trimestre.

É necessário enfatizar que natureza divina de Cristo não foi criada, mas é eterna; Jesus Cristo é Deus filho, por isso é igual ao Pai em poder e glória. Segundo os estudiosos o segundo nome da divindade que aparece na Bíblia é Senhor, que descreve Deus na sua relação com os homens, e significa“Eu sou o que sou”.(Êx 3.13-14), Jesus em essência é Deus, portanto, é eternamente o mesmo.

Moisés falou do Deus único e verdadeiro quando disse: “Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível”. (Dt 10.17). João falou da vitória do mesmo Deus: “Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (Ap 17.14). O ensino das Escrituras sobre Jesus, mostra claramente a divindade de Jesus. Da mesma maneira que podemos chamar o Pai de Senhor ou Deus podemos aplicar este nome a Jesus Cristo (Jo 20.28; Is 9.6).

 Jesus Cristo, corretamente visto como Deus merece a nossa obediência e adoração. As ordens Dele devem ser obedecidas (Mt 28.20). Ele é digno de receber louvor (Ap 5.12). O próprio Pai mandou que os anjos adorassem o filho Jesus (Hb 1.6).
   
Aplicação da Lição

Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Quando Ele entrou em Jerusalém o povo tirou suas veste se as espalharam pelo caminho e aclamavam: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel. De que dinastia de reis foi Jesus? Ele não utilizou um cavalo, mas um jumentinho. Um cavalo é símbolo de guerra, porém o jumento é símbolo de paz. Jesus veio ao mundo como Príncipe de paz, para dar-nos a paz. Quando Jesus nasceu, coros de anjos proclamaram que Ele é o príncipe da Paz. “Glória a Deus nas alturas e Paz na terra”.

O mesmo fizeram com o rei Jeú quando foi declarado rei;  as pessoas também tiravam as suas vestes e colocavam por onde  Jesus havia de passar.  Uma prova clara de que Jesus veio como rei e entrou na cidade como rei. Sem dúvidas o Reino de Jesus Cristo não é deste mundo; é um Reino celestial é o Reino de Deus que será totalmente regido por Jesus Cristo quando de sua segunda volta gloriosa. Graças a Ele nós já nos tornamos cidadãos desse Reino, e Cristo tem se tornado Nosso Senhor e Rei. Jesus Cristo voltará a esta terra como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Pelo que podemos viver com alegria e muita esperança no seu regresso para reinar eternamente como Rei absoluto.(notas CPAD).



Subsidio juniores o Deus de amor n.13






                                     Professor Mauricio Berwald

João 13.34-35 =   34"Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. 35 Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros".

13.34 AMEIS UNS AOS OUTROS. O cristão é exortado a amar de um modo especial a todos os outros cristãos verdadeiros, quer sejam membros da sua igreja e da sua persuasão teológica, quer não. (1) Isso significa que o crente deve saber distinguir os cristãos verdadeiros daqueles cuja confissão de fé é falsa, observando a sua obediência a Jesus Cristo e sua lealdade às Sagradas Escrituras (5.24; 8.31; 10.27; Mt 7.21; Gl 1.9 nota). (2) Isso significa que quem possui uma fé viva em Jesus Cristo e é leal à Palavra inspirada e inerrante de Deus, conforme tal pessoa a compreende, e que resiste ao espírito modernista e mundano predominante em nossos tempos, é meu irmão em Cristo e merece meu amor, consideração e apoio especiais. (3) Amar a todos os cristãos verdadeiros, inclusive os que não pertencem à minha igreja, não significa transigir ou acomodar minhas crenças bíblicas específicas nos casos de diferenças doutrinárias. Também não significa querer promover união denominacional. (4) O cristão nunca deverá transigir quanto à santidade de Deus. É essencial que o amor a Deus e à sua vontade, conforme revelados na sua Palavra, controlem e orientem nosso amor ao próximo. O amor a Deus deve sempre ocupar o primeiro lugar em nossa vida (ver a próxima nota; Mt 22.37,39).

13.35 CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. ágape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de Cristo (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7).

Lucas 6.27-35 =  27 "Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, 28 abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. 29 Se alguém lhe bater numa face, ofereça-lhe também a outra. Se alguém lhe tirar a capa, não o impeça de tirar-lhe a túnica. 30 Dê a todo aquele que lhe pedir, e se alguém tirar o que pertence a você, não lhe exija que o devolva. 31 Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles. 32 "Que mérito vocês terão, se amarem aos que os amam? Até os 'pecadores' amam aos que os amam. 33 E que mérito terão, se fizerem o bem àqueles que são bons para com vocês? Até os 'pecadores' agem assim. 34 E que mérito terão, se emprestarem a pessoas de quem esperam devolução? Até os 'pecadores' emprestam a 'pecadores', esperando receber devolução integral. 35 Amem, porém, os seus inimigos, façam-lhes o bem e emprestem a eles, sem esperar receber nada de volta. Então, a recompensa que terão será grande e vocês serão filhos do Altíssimo, porque ele é bondoso para com os ingratos e maus.

6.27 AMAI A VOSSOS INIMIGOS. Nos versículos 27-42, Jesus nos ensina como devemos conviver com outras pessoas. Como membros da nova aliança, temos a obrigação de cumprir as exigências que Ele expõe aqui. (1) Amar os nossos inimigos não significa um amor emotivo, i.e., de ter afeto por eles, mas, sim, uma genuína solicitude pelo seu bem e pela sua salvação eterna. Uma vez que sabemos da terrível ruína que aguarda os que são hostis a Deus e ao seu povo, devemos orar por eles e procurar pagar-lhes o mal com o bem, levá-los a Cristo e à fé do evangelho (ver Pv 20.22; 24.29; Mt 5.39-45; Rm 12.17; 1 Ts 5.15; 1 Pe 3.9). (2) Amar nossos inimigos não quer dizer ficarmos indiferentes enquanto os malfeitores continuam nas suas atividades iníquas. Quando necessário for, pela honra de Deus, pelo bem ou segurança do próximo, ou proveito maior dos pecadores, deve-se tomar providências rigorosas para deter a iniqüidade (ver Mc 11.15; Jo 2.13-17).

Introdução:

DINÂMICA:  Eu utilizo uma rosa fechada, quase botão. Chamo a rosa de Fruto do Espírito Amor, aí vou abrindo cada pétala que sai do amor de DEUS, e vou nomeando cada pétala, como qualidades ou resultados deste amor. ***Para ensinar sobre o Fruto do Espírito utilizo uma laranja com nove gomos, se não achar com nove abra-a em gomos e depois de contar nove gomos retire os gomos que estão sobrando e dê para algum aluno chupar. Chame a laranja de Fruto do Espírito e os gomos de qualidades do Fruto. Depois diga aos alunos que se cada um aproveitar de cada gomo como o aluno chupou aquele gomo que você lhe deu, será perfeito discípulo de CRISTO. Se o aluno não chupar de algum gomo ficará com deficiência em seu caráter cristão, se chupar um mais do que o outro também ficará com deficiência , o importante é que durante nossa peregrinação por aqui (na Terra), estejamos todo o tempo, chupando a laranja o mais possível, afinal, vitamina "C" é ótimo!!!!!! "C" de Caráter e "C" de CRISTO.

Quatro termos que estruturam os quatro tipos de Amor:

GREGO
DESCRIÇÃO
CONTEXTO
FONTE
Ágape
Amor abnegado
Divino
DEUS
Philia
Amor Fraterno
Amizade
Homem
Eros
Amor Físico
Erótico
Sentidos
Storge
Amor Familiar
Familiar
Família


      Tópico I - Os Três Tipos De Amor: (incluindo o quarto, O Storge)

Amor:- A palavra 'amor' neste trecho das Escrituras é a tradução da palavra grega 'agape'. Este é amor que flui diretamente de Deus. 'O amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado'(Rm 5.5). É um amor de tamanha profundidade que levou Deus a dar seu único Filho como sacrifício pelos nossos pecados (Jo 3.16). É o amor de Jesus por nós: 'conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a nossa pelos irmãos (leia Jo 3.16; 15.2-13). É muito fácil amar os seus entes queridos, como os pais, filhos esposos, parentes, amigos, esposas, etc. Mas, somente pelo Espírito Santo, você é capaz de dedicar o amor aos seus inimigos, de tal forma que lhes deseje o bem e perdoe as suas ofensas, de todo o coração, para jamais se lembrar delas.

1- O Amor Divino:

O amor é a essência da natureza de Deus.

DEUS age sempre , em tudo, com Amor e conosco não é diferente, DEUS nos ama de uma tal forma que foi capaz de nos dar o que ELE tinha de maior valor para que reconhecêssemos esse imenso amor, seu único amado Filho, JESUS CRISTO.
Ágape Ou Agapê (Amor De Deus, O Importante E Necessário, O Principal)
DEUS ME AMA, e a prova que ele deu deste amor, foi enviando o seu Filho para morrer por mim quando eu era ainda seu inimigo (Rm. 5.8-10). Estava morto espiritualmente, mas Ele bondosamente me deu vida. Achava-me perdido, sem a menor chance de escapar da condenação eterna, porém, Ele graciosamente me salvou. Jesus veio para me dar vida, e vida com abundância
O ágape cristão, sentimento que nos liga mesmo aos que nos são indiferentes, mesmo aos nossos inimigos, e tem como horizonte virtual a humanidade inteira.

2- O Amor Fraterno:


Phileo (Fraternal, De Irmãos, Necessário Mas Não O Principal)  
“Aquele que ama a Deus [ ou que julga amá-lo], ame também seu irmão” (4:21).
Mas, seria o amor um atributo exclusivo daqueles que são da luz e da justiça? Uma análise sincera do texto somada a outras passagens parece indicar-nos que “não”.Enquanto sentimento inerente ao ser humano, o amor pode pertencer a todos os homens, quer sejam aliados do Cristo ou do Anticristo. Notemos que a teologia joanina possibilita a este amor-sentimento objetos que não coadunam com a permanência em Deus: pode-se amar ao mundo (2:15), as trevas (João 3:19) ou até mesmo as glórias mundanas (João 12:43). E confiando na historicidade do relato de Mateus 5:47, podemos imaginar João entre aqueles que ouviram Jesus dizer: “Se amais apenas os que vos amam, que fazeis de extraordinário? Não fazem os pagãos a mesma coisa?”. Em outras palavras, até mesmo os falsos profetas e os anticristos poderiam amar aos seus irmãos ou adeptos. A busca joanina pela diferença básica entre os de Deus e os do mundo não se vê, pois, satisfeita num único discurso sobre o “amar ao irmão”. Não que ele abandone o tema ou passe a considerá-lo de somenos importância, mas que desligado dos outros temas da justiça e da fé ele se torna incompleto. Embora nem todos os que amam procedam da luz, todos os que procedem da luz necessariamente amam. E não somente isto, mas praticam a justiça e mantêm a fé.

O amor ao próximo se demonstra com ações.

De que valeria a nosso semelhante um amor de indicações? Será que estamos encaminhando aos serviços sociais todos aqueles que vêem a nós em busca do amor de DEUS? Como DEUS poderia operar os dons do ESPÍRITO SANTO para ajudar às pessoas se todas as oportunidades que temos de servir a DEUS, enviamos a outrem o necessitado e o aflito?
Is 56.6 Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?8 Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a glória do Senhor será a tua retaguarda.9 Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;10 e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia.11 O Senhor te guiará continuamente, e te fartará até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca falham.

3- O Amor Físico

Eros (Atração Física, Necessário Mas Não O Principal) 
As múltiplas faces de Eros

A concepção do erótico abrange um espectro extremamente amplo de experiências, práticas culturais e relações. Embora não se identifique com os impulsos sexuais e libidinais, eros os contém indiscutivelmente.
O amor humano para com Deus é da natureza de eros, pois inclui 'elevação do inferior para o superior, dos bens inferiores para o summum bonum'[5]. Além disso, o amor governa o ciclo de separação e reunião que estrutura todas as dimensões da realidade humana e cósmica. Nesse ciclo, sempre está presente uma dimensão de eros. Eros não é apenas a energia que impulsiona todas as realizações culturais e todas as formas de experiência mística, mas é simplesmente a força que anima cada movimento no mundo. Está presente nos 'poderes originários da existência', nas forças elementares da origem que são o sangue, o solo, o grupo social[6], energias que estão na base da sexualidade, da economia, da política e da religião e não podem ser controladas pela racionalidade analítica. Eros aparece assim como essencialmente ambíguo e demônico, criador e destruidor ao mesmo tempo.

4- O Amor Familiar

Storge (Afetivo, Amor Romântico, Necessário Mas Não O Principal)
A família moderna estrutura-se basicamente em torno do casamento, e nesse sentido, é uma família conjugal – sei que há a “família pós-moderna” e seus novos arranjos sociais, aos quais não vou tecer considerações nesse momento. A relação familiar é algo extremamente complexa e dinâmica. Daí o amor se constituir em um desafio de escolha à cada dia: escolher amar o outro apesar das diferenças e do desgaste que muitas vezes a relação apresenta diante do fator tempo. Você pode estar pensando que isso não é fácil, mas com a sua escolha adicionada à graça de Deus torna-se possível. Porque família é projeto de Deus em primeiro lugar; Ele é o maior interessado. Mas família também tem que ser projeto de homens e mulheres; ou seja, é preciso implicação de cada membro familiar.

Tópico II - Amor a DEUS - A Dimensão Vertical
1- Amar a DEUS acima de tudo

EU AMO A DEUS, devo toda a minha vida a Ele, e a Ele entrego-me com alegria para o seu serviço. Dedicar-me-ei a este curso, participando com empenho e com prazer, esforçando-me para aprender, de maneira que eu possa crescer espiritualmente, fortalecendo-me na graça e no conhecimento do meu Senhor, Jesus Cristo.

2- O Exemplo de JESUS

À esta altura percebemos que o “amor ao próximo”, conforme apresentado na primeira epístola de João, embora não negue um peculiar caráter “opcional”, ultrapassa a dimensão da escolha racional para tornar-se, principalmente, um resultado da graça divina. Sua fonte transfere-se da alma (antropologia hebraica) para o ser de Deus. A adesão (sent. próprio do hebraico 'ahabh), segundo esta teologia joanina, não é uma mera filiação partidária ou paixão por uma causa (coisa que os “do mundo” também podem ter); ela é, antes, uma aliança ou pacto com o próprio Deus. É aderir não a algo, mas a alguém. A partir deste ponto, podemos interpretar João com os olhos de Santo Agostinho que entendia o Ágape joanino como sendo uma pessoa. Aliás, note-se que, desde o evangelho e o Apocalipse, é comum para João personificar em Deus, os títulos que lhe atribuímos. E assim como o Logos e a Luz procederam do Pai, encarnando-se na figura histórica de Jesus Cristo, do mesmo modo o Amor manifestado entre os homens (4:9) é outra “figuração personificada” para falar do mistério da encarnação. Portanto, o dizer que o Amor procede de Deus (h agaph ek tou qeou estin[ 4:7]) é uma explícita referência à procedência de Cristo do Pai(para tou Patera [ João 6:46; 7:29; 8:14; 8:42; 11:27, 16:28]) e quando se diz “Deus é amor”(o Qeos agaph estin) paralelamente se deve lembrar do dito “e o Verbo era Deus”(kai Qeos hn o logos).
O amor/ágape é, enfim, o Filho de Deus vindo ao mundo e o “permanecer” neste amor equivale a “andar como ele andou” (amando ao próximo, cumprindo a justiça, obedecendo à lei) e confessar o que ele é de fato (1:6 e 4:2). Fazendo isto, trazemos para o presente uma encarnação salvadora fazendo com que ela deixe de ser mero evento de um longínquo passado com o qual não temos relação.

3-  O Teste do Amor ágape

Como sabermos se amamos com o amor de DEUS?
Se somos capazes de amar como DEUS ama, então sentimos este amor fluir de cada um de nós.
Jo 3.16 "Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
Somos capazes de amar a ponto de darmos tudo o que temos de mais precioso, por amor aos outros?
Rm 5.8 Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.
Veja que DEUS não nos amou porque éramos bons; somos capazes de amar aos pecadores e por eles darmos nossas vidas?
Mt 5.44 Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem,
Somos capazes de amar nossos inimigos e orar por eles?
Jo 13.35 A marca distintiva do crente
35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. agape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de Cristo (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7).

Tópico III - Amor Ao Próximo - A Dimensão Horizontal

A questão do relacionamento humano, se torna ajustada, encaminhada e equilibrada quando há o diferencial Deus, que nos tornou, pela salvação em Cristo Jesus, Seus filhos, e criou a família de fé na qual somos irmãos que devem aprender a se amar. Afinal, "Aquele que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos" e, "Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo: quem não pratica a justiça não é de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão" (1Jo 2.11; 3.10).Entendamos: para o Antigo Testamento, para a cultura hebréia, o próximo, o semelhante era o igual. Os termos de Levítico 19.18 deixam claro esse fato: "Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor" (cf. Pv 3.28; Jr 22.13). Amar o próximo tinha como contrapartida odiar o inimigo. Assim o refletem Êxodo 15.6 e Levítico 26.8: "A tua destra, ó Senhor, é gloriosa em poder; a tua destra, ó Senhor, despedaça o inimigo"; "Cinco de vós perseguirão a cem, e cem de vós perseguirão a dez mil, e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós". Jesus e os apóstolos, porém, estendem o significado: "Amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios", disse um escriba ao Mestre, que aprovou a sua exclamação (cf. Mc 12.33). "Cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação", enunciou Paulo (Rm 15.2), precisamente na linha de João que deixou a exortação, "Aquele que não ama a seu irmão a quem viu, como pode amar a Deus a quem não viu?" (1Jo 4.20b).

4.7 AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS. Embora o amor seja um aspecto do fruto do Espírito (Gl 5.22,23) e uma evidência do novo nascimento (2.29; 3.9,10; 5.1), é também algo que temos a responsabilidade de desenvolver. Por essa razão, João nos exorta a amar uns aos outros, a termos solicitude por eles e procurar o bem-estar deles. João não está falando apenas em sentimento de boa-vontade, mas em disposição decisiva e prática, de ajudar as pessoas nas suas necessidades (3.16-18; cf. Lc 6.31). João nos admoesta a demonstrar amor, por três razões: (1) O amor é a própria natureza de Deus (vv. 7-9), e Ele o demonstrou ao dar seu próprio Filho por nós (vv. 9,10). Compartilhamos da sua natureza porque nascemos dEle (v. 7). (2) Porque Deus nos amou, nós, que temos experimentado o seu amor, perdão e ajuda, temos a obrigação de ajudar o próximo, mesmo com grande custo pessoal. (3) Se amamos uns aos outros, Deus continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (v. 12).


Tópico IV - Amor A Si Mesmo - A Dimensão Interior
1- O Amor a si mesmo reflete o amor de DEUS por nós


É importante ser ensinável, se submeter à sã doutrina. Mas há algumas coisas que nenhum ser humano pode ensinar. Há algumas crises que só o Espírito Santo pode levar à uma saída. Às vezes inexistem respostas em lugar algum da mente humana, e então o Espírito Santo precisa nos ensinar como sair da crise! Necessitamos voltar-nos para o nosso interior, e bloquear todas as vozes e as falas exteriores. Eis a prova:

·                                 “...a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine...” (I João 2:27).
·                                 “...a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (I Coríntios 1:25).
As coisas que Deus deseja fazer por nós ainda nem sequer chegaram à mente dos conselheiros sábios do mundo.
·                                 “...nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (I Coríntios 2:9).
Elas são reveladas pelo Espírito em nós!
·                                 “...Deus no-lo revelou pelo Espírito...”
Se aquilo que Deus preparou para nós ainda “nem penetrou na mente humana”, como alguém poderá me dizer algo que não sabe?
·                                 “Porque qual dos homens sabe as cousas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as cousas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus” (I Coríntios 2:11).
Não estou contra o cristão buscar bom aconselhamento. Não estou contra a psicologia cristã. Mas nenhuma delas vale sequer mencionar, a menos que leve a pessoa à esta verdade absoluta: nenhum outro ser humano pode ser a sua fonte de felicidade e paz!
Os que se apóiam nos braços da carne cavam poços que não agüentam um teste. Estão sempre precisando de alguém para lhes derramar um conselho, mas não o retém. São cisternas rotas.
·                                 “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (I Coríntios 3:16).
·                                 “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio...” (Gal. 5:22).
·                                 “é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe (em nós) e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).
·                                 “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, até o resgate da sua propriedade...” (Efésios 1:13,14).

Você está pronto para receber essa verdade e agir baseado nela? O que foi que acabamos de ler? Ele está em você: para consolar, para guiar, para guiar à toda a verdade; para lhe mostrar as coisas que virão; para lhe vivificar; para lhe ajudar em suas enfermidades; para lhe ajudar a entender todas as coisas que Deus graciosamente lhe concedeu; para lhe trazer alegria, amor, paz, paciência, bondade, domínio próprio; para lhe dar tudo que foi prometido a um filho de Deus; para lhe recompensar por sua diligência; para lhe assegurar liberdade; para lhe prover acesso ao Pai; para lhe levar a um lugar de repouso suave e de verdade.

2- O Pecado impede que a pessoa ame a si mesma

O pecado faz divisão entre nós e DEUS, causa o efeito "Falta de confiança para falar com DEUS ou ouvir DEUS falando conosco". A fé fraqueja no momento mais difícil e de precisão da alma que anseia pela comunhão, mas sucumbe na dúvida.

3- Relação entre as três dimensões do amor ágape

Há uma distinção entre ágape e as outras qualidades do amor, sempre integradas uma à outra e presentes em toda experiência do amor. Pelo seu caráter transcendente, ágape não pode ser experimentada como força vital, senão através das outras e especialmente do eros. Contudo, em todas as decisões morais, ágape deve ser o elemento determinante, pois é ligado à justiça e transcende a finitude do amor humano. Sozinha, ágape se tornaria moralista e legalista. Mas sem ágape, o amor perderia a sua seriedade. Contudo, não vimos uma ordem hierárquica entre as qualidades do amor, a não ser em relação à ágape.

O fruto do Espírito é como uma linda flor que se abre com uma chave chamada AMOR; é só apartir do Amor que conhecemos as outras qualidades do fruto do ESPÍRITO em nós implantado, no instante em que aceitamos a CRISTO como nosso Senhor e Salvador.(lições CPAD).



Subsidio pre-adolescentes adorar em familia n.12


                   SUBSIDIO PRE-ADOLESCENTES


                      ADORANDO EM FAMILIA N.13

                        Professor Mauricio Berwald

versículos 4-16

Cuidados e preceitos.

(" ó Israel:  nosso Deus é um : 5 Amarás, pois, o teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e com todas as tuas forças. 6 E estas palavras, que eu hoje te ordeno, estarão no teu coração: 7 E tu, ensinar-lhes a teus filhos, e te falar deles quando te assentares em tua casa, e quando tu andas pelo caminho, e quando te deitares e ao levantar-te. 8 E atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. 9 E tu escrever nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas. 10 E será que, quando o teu Deus te introduzir na terra que jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó, que te daria, com grandes e boas cidades, que tu não edificaste, 11E casas cheias de todas as boas coisas, que tu não encheste, e poços cavados, que tu não, vinhas e oliveiras cavaste, que tu não plantaste em que foste ter comido e estar cheio 12 Então tome cuidado para não te esqueças do  , que trouxe te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 13Thou temerás o  teu Deus, e servi-lo, e jurarás pelo seu nome. 14Ye não deve ir atrás de outros deuses, os deuses dos povos que estão ao redor de vós 15 (Para o  teu Deus é um Deus zeloso no meio de você) para que a ira do  teu Deus não se acenda contra ti, e destruir -te da face da terra. 16 Ye Não tentarás o  teu Deus, como vós tentado -lo em Massá.

Aqui está, I. Um breve resumo da religião, contendo os primeiros princípios da fé e obediência, Deuteronômio 6: 4,5 . Estes dois versos os judeus contarem uma das porções mais seletos da escritura: eles escrevê-lo em seus filactérios, e pensa-se não só obrigado a dizê-lo, pelo menos, duas vezes por dia, mas muito feliz em ser assim obrigado, tendo este dito entre eles, Bem-aventurados somos nós, que a cada manhã e à noite diz: Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Mas mais abençoados somos nós, se devidamente em consideração e melhorar,

1. O que estamos aqui ensinados a acreditar a respeito de Deus: que o Senhor nosso Deus é o único Senhor. (1) Que o Deus a quem servimos é o Senhor, um ser infinita e eternamente perfeito, auto-existente, e auto-suficiente. (2) Que ele é o só Deus vivo e verdadeiro que ele só é Deus, e ele é apenas um. A firme convicção desta verdade auto-evidente efetivamente seria armá-los contra toda idolatria, que foi introduzido por esse erro fundamental, que há muitos deuses. É disputa passado que há um só Deus, e não há nenhum outro mas ele, Marcos 12:32 . Vamos, portanto, não tem nenhuma outra, nem desejo de ter qualquer outro. Alguns têm pensado há aqui um indício claro da trindade de pessoas na unidade da Divindade pois aqui é o nome de Deus três vezes, e ainda todos declararam ser um. Felizes aqueles que têm este Senhor por seu Deus para que eles têm, mas um mestre para agradar, mas um benfeitor a procurar. É melhor ter uma fonte que mil cisternas, um Deus todo-suficiente de mil os insuficientes.

2. O que estamos aqui ensinado a respeito do dever que Deus requer do homem. Tudo se resume a este como seu princípio, Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração. Ele tinha empreendido ( Deuteronômio 6: 2 ) para ensiná-los a temer a Deus e que, por força do seu compromisso, ele está aqui ensina a amá-lo, para o mais quente o nosso carinho a ele maior será nossa veneração por ele a criança que honra seus pais, sem dúvida, os ama. Será que alguma vez qualquer príncipe fazer uma lei que os seus súditos deve amá-lo? No entanto, tal é a condescendência da graça divina que este é feito o primeiro e grande mandamento da lei de Deus, que nos ama, e que executar todas as outras partes do nosso dever para com ele a partir de um princípio do amor. Meu filho, dá-me o teu coração. Temos de grande estima ele, estar bem satisfeitos que não existe tal Ser, bem satisfeito em todos os seus atributos e relações para nós: o nosso desejo deve ser em direção a ele, nosso deleite nele, nossa dependência em cima dele, e para ele, nós devemos ser inteiramente dedicado. Deve ser um prazer constante para nós a pensar nele, ouvi-lo, falar com ele, e servi-lo. Devemos amá-lo,
(1.) Como o Senhor, o melhor dos seres, mais excelentes e amigáveis em si mesmo.
(2.) Como nosso Deus, um Deus em aliança conosco, nosso Pai, e o mais gentil e generoso de amigos e benfeitores. Nós também somos ordenados a amar a Deus com todo o nosso coração, e alma, e talvez isto é, devemos amá-lo,
 [1] Com um amor sincero não em palavras e só língua, dizendo que o ama quando os nossos corações não estão com -lo, mas, interiormente, e na verdade,  nele.

[2] Com um amor forte o coração deve ser levada a cabo em direção a ele com grande ardor e fervor de afeto. Alguns têm, portanto, apesar de que devemos evitar dizer (como nós comumente nos expressar) que vamos fazer isso ou aquilo com todo o nosso coração, para que não devemos fazer qualquer coisa com todo o nosso coração, mas amar a Deus e que esta frase, que está sendo usada aqui relativas a esse fogo sagrado, não deve ser Unhallowed. Aquele que é a nossa todos devem ter o nosso tudo, e ninguém mas ele.
[3] Com um amor superlativo devemos amar a Deus acima de qualquer criatura que seja, e amar nada além dele, mas o que nós amamos para ele e em subordinação a ele.
 [4] Com um amor inteligente para isso, é explicado, Mc 12:33 . Amá-lo com todo o coração, e com toda a compreensão, devemos conhecê-lo, e, portanto, amá-lo como aqueles que vêem um bom motivo para amá-lo.
 [5.] Com um amor todo que ele é um, e, portanto, nossos corações devem estar unidos neste amor, e toda a corrente de nossas afeições devem correr em direção a ele. O que este amor de Deus pode ser derramado em nossos corações!

II. Meios são aqui prescrita para a manutenção e manter-se da religião em nossos corações e casas, que talvez não murchar e ir para a decadência. E são estes: - 1. Meditação: Estas palavras que hoje te ordeno será em teu coração, Deuteronômio 6: 6 . Embora as palavras por si só, sem as coisas que nos fará nenhum bem, ainda estamos em perigo de perder as coisas se negligenciarmos as palavras, pela qual a luz e poder ordinariamente divina são transportados para o coração. As palavras de Deus devem ser estabelecidas em nosso coração, que nossos pensamentos podem ser diária familiarizados com eles e empregados sobre eles e, assim, toda a alma pode ser levado a respeitar e agir sob a influência e impressão deles. Isso segue imediatamente após a lei de amar a Deus com todo seu coração para aqueles que assim vai colocar até a sua palavra em seus corações, tanto como uma evidência e efeito de que o amor e como um meio de preservar e aumentá-la. Aquele que ama a Deus ama a sua Bíblia. 2. A educação religiosa dos filhos ( Deuteronômio 6: 7 ): " Tu inculcarás a teus filhos e comunicando teu conhecimento hás de aumentá-la." Aqueles que amam o Senhor Deus a si mesmos devem fazer o que puder para envolver o afeto de seus filhos com ele, e assim preservar o vínculo da religião em suas famílias de ser cortado. Hás de aguçar-los diligentemente sobre teus filhos, por isso, alguns lê-lo com frequência repetir essas coisas para eles, tente todas as formas de incutir-los em suas mentes, e torná-los furar em seus corações como, no aguçar uma faca, ele é ligado pela primeira vez este lado, então sobre isso. "Seja cuidadoso e exato em ensinar os teus filhos e objectivo, como por , para aguçar-los, e colocar uma vantagem sobre eles. Ensine-os a teus filhos, e não apenas aqueles do teu próprio corpo" (dizem os judeus) ", mas todos aqueles que são assim mesmo sob a tua atenção e taxa de matrícula ". Bispo Patrick bem observa aqui que Moisés pensou que sua lei de modo muito simples e fácil que todo pai pode ser capaz de instruir seus filhos na mesma e todas as mães suas filhas. Assim, a boa palavra que está empenhada para nós devemos cuidadosamente transmitir aos que virão depois de nós, que pode ser perpetuada. 3. discurso falso. "Tu falar destas coisas, com a devida reverência e seriedade, em benefício não só dos teus filhos, mas de teus outros empregados domésticos, os teus amigos e companheiros, como tu assentado em tua casa no trabalho, ou à mesa, ou em repouso , ou para receber visitas, e quando tu andas pelo caminho para o desvio, ou para uma conversa, de em viagens, quando a noite tu és aposentar da tua família para se deitar para dormir, e quando de manhã tens levantado e regressas a tua família novamente. Pegue todas as ocasiões ao discurso com os de ti das coisas divinas não de mistérios não revelados, ou questões de disputa duvidoso, mas das verdades e leis de Deus lisos, e as coisas que pertencem a nossa paz ". Até agora é que ela seja contada uma diminuição à honra das coisas sagradas para torná-los objeto de nosso discurso familiar que eles são recomendados para nós para ser falado por mais familiarizados estamos com eles, o mais vamos admirá-los e ser afetado com eles, e pode, assim, ser um instrumento para comunicar a luz divina e calor. 4. leitura freqüente da palavra: Eles serão por frontais entre os teus olhos, e tu lhe escrever nos umbrais de tua casa, Deuteronômio 6: 8,9 . É provável que naquela época havia poucas cópias escritas de toda a lei, apenas com as festas dos tabernáculos as pessoas tinham que ler para eles e, portanto, Deus designou-los, pelo menos para o presente, para escrever algumas frases escolha da lei , que foram mais graves e abrangente, sobre as suas paredes, ou em rolos de pergaminho para ser usado sobre seus pulsos e alguns pensam que, portanto, os filactérios muito usado entre os judeus tomaram ascensão. Cristo acusa os fariseus, não para usá-las, mas para afetar a tê-los mais amplo do que outra pessoa, Matthew 23: 5 . Mas quando Bíblias passou a ser comum entre eles havia menos ocasião para este expediente. Foi prudente e piedosamente fornecida pelos primeiros reformadores da Igreja Inglês que, em seguida, quando Bíblias eram escassos, algumas partes selecionadas das escrituras devem ser escritos nas paredes e pilares das igrejas, que as pessoas podem fazer familiar para eles, em conformidade a esta direção, o que parece ter sido a ligação na carta dele para os judeus, pois é para nós na intenção dele, o que é que devemos esforçar-nos por todos os meios possíveis para fazer a palavra de Deus familiar para nós, que podemos tê-lo pronto para nós em todas as ocasiões, para a nossa contenção do pecado e da nossa direção e emoção para o nosso dever. Deve ser como o que está gravado nas palmas das nossas mãos, sempre diante de nossos olhos. Veja Provérbios 7: 1-3 . É também insinuou que nunca devemos ter vergonha de possuir nossa religião, nem para nós próprios no âmbito do cheque e do governo dele. Que seja escrito em nossas portas, e cada um que passa nossa porta lê-lo, que nós acreditamos que o Senhor é Deus sozinho, e acredita-nos obrigados a amá-lo com todo o nosso coração.

III. Um cuidado é dado aqui não esquecer a Deus no dia da prosperidade e abundância, Deuteronômio 6: 10-12 . Aqui, 1. Ele levanta suas expectativas de bondade de seu Deus, tendo como certo que ele iria trazê-los para a boa terra que tinha prometido ( Deuteronômio 06:10 ), para que eles não devem mais habitam em tendas como pastores e os viajantes pobres, mas deve se contentar em grandes e boas cidades, não deve continuar a vaguear pelos desertos estéreis, mas deve gozar casas vão mobilados e jardins bem plantados ( Deuteronômio 06:11 ), e tudo isso sem nenhum cuidado e despesa própria, que aqui coloca uma grande tensão upon-- Cidades que tu não edificando, casas quais tu não encheste, & c., tanto porque ele fez à mercê realmente muito mais valioso do que o que eles tinham vindo a eles tão barato, e ainda, se eles não chegou a considerá-lo, a misericórdia seria o menos estimado, pois somos mais sensata do valor daquilo que nos custou caro. Quando chegaram tão facilmente pela presente que estaria apto a crescer seguro e desatento do doador. 2. Ele envolve a sua vigilância contra a maldade de seus próprios corações: Então cuidado, quando te deitares segura e suave, que não te esqueças do Senhor, Deuteronômio 06:12 . Nota: (1) Em um dia de prosperidade que estão em grande perigo de esquecer Deus, a nossa dependência dele, a nossa necessidade dele, e nossas obrigações para com ele. Quando o mundo sorri estamos aptos a fazer o nosso tribunal para isso, e esperar que a nossa felicidade nele, e assim podemos esquecer a ele que seu nossa única porção e descanso. Agur ora contra essa tentação ( Provérbios 30: 9 ): Para que eu não estar cheio e negarei. (2) Há, portanto, necessidade de grande cuidado e cautela em tal hora, e uma estrita vigilância sobre nossos próprios corações. " Então cuidado de ser avisado do seu perigo, de pé sobre a sua guarda contra ela. Vincular as palavras de Deus por sinal na tua mão, para este fim de prevenir o teu esquecimento de Deus. Quando te estabeleceu em Canaã não te esqueças a tua libertação do Egito mas olhar para o rocha na qual foste talhada. Quando teus últimos dias aumentou muito, lembre-se a pequenez das tuas origens. "

IV. Alguns preceitos especiais e proibições são dadas aqui, que são de grande importância. 1. Eles devem em todas as ocasiões dar honra a Deus Deuteronômio 06:13 ): O medo dele e servi-lo (pois, se ele ser um Mestre, devemos tanto reverenciá-lo e fazer o seu trabalho) e jurar por seu nome, isto é, eles não devem em qualquer ocasião apelar para qualquer outro, como apta para discernir a verdade e vingador do errado. Juro por ele somente, e não por um ídolo, ou qualquer outra criatura. Juro por seu nome em todos os tratados e convênios com as nações vizinhas, e não elogiá-los tão longe como a jurar por seus deuses. Jurando por sua juba é por vezes colocado para uma profissão aberta do seu nome. Isaías 45:23 , toda a língua jurará, é exposta ( Romanos 14:11 ), toda língua louvará a Deus. 2. Eles não devem em qualquer ocasião dar essa honra a outros deuses ( Deuteronômio 06:14 ): Você não deve ir atrás de outros deuses, isto é, "Você não deve servir nem adorá-los" para nele desviaram-se, eles foram um desviam de Deus verdadeiro, que neste, mais que em qualquer coisa, é Deus zeloso ( Deuteronômio 06:15 ); e o bispo aprendeu Patrick observa aqui, fora de , que nunca encontrar, seja na lei ou os profetas , raiva, ou fúria, ou inveja, ou indignação, atribuído a Deus, mas na ocasião da idolatria. 3. Eles devem tomar cuidado de desonrar a Deus, tentando-o ( Deuteronômio 06:16 ): Não tentarás o Senhor teu Deus, isto é, "Você não deve em qualquer desconfiança exigencia o poder, presença e providência de Deus, nem discutir com ele ", que, se entregou um perverso coração de incredulidade, eles tomariam ocasião para fazer em Canaa, bem como no deserto. Nenhuma mudança de condição irá curar uma disposição de sopro e traste. Nosso Salvador usa essa cautela como uma resposta a uma das tentações de Satanás, com aplicação a si mesmo, Matthew 4: 7 , Tu não tentarás o Senhor teu Deus, quer por desesperada de seu poder e bondade, enquanto continuamos no caminho do nosso dever , ou presumindo sobre ela quando se desviam para fora desse caminho.(notas comentario biblico Jhon Gil).
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com