sábado, 30 de julho de 2016

Lição CPAD adultos evangelizar grupos n.6




                         LIÇÃO 6: A EVANGELIZAÇÃO


                       DOS GRUPOS DESAFIADORES 
                                7 de Agosto de 2016
                                    Texto Áureo

“[...] e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora (Jo 6.37)”.
Verdade Prática
Faiar de Cristo às prostitutas, crimi­nosos e viciados também faz parte da missão evangelizadora da Igreja.


LEITURA DIÁRIA
 Segunda – Lc 7.37: Jesus transforma as prostitutas
Terça – 1Co 6.10,11: Jesus transforma os homossexuais que desejam ser transformados
Quarta – Lc 23.42,43: Jesus transforma os criminosos
Quinta- 2Co 5.17: A nova criatura em Cristo
Sexta – Jo 3.3: A importância do novo nascimento
Sábado – Is 1.18: Em Cristo, todos os pecados são apagados
 
                                 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Lucas 7-36-50
36 E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa.
37 E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com unguento;
38 E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o unguento.
39 Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora.
40 E respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre.
41 Um certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro cinquenta.
42 E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais?
43 E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste bem.
44 E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e mos enxugou com os seus cabelos.
45 Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.
46 Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com unguento.
47 Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.
48 E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados.
49 E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados?
50 E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.

HINOS SUGERIDOS: 220, 394 409 DA HARPA CRISTÃ

OBJETIVO GERAL
Mostrar que falar de Cristo aos grupos desafiadores também faz parte da missão evangelizadora da igreja.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I. Mostrar que o Evangelho de Jesus Cristo é inclusivo.
II. Conscientizar de que precisa­mos evangelizar as prostitutas.
III. Saber que devemos pregar o evangelho aos homossexuais,

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

O Evangelho de Jesus Cristo é inclusivo. O Salvador veio para todos. Jesus pregou para as mulheres em uma cultura onde elas não eram valorizadas. Ele evangelizou senhoras de bem, mas também evangelizou algumas, como a samaritana, cuja reputação não era boa. Ele acolheu os cegos, os aleijados, os publicanos e os pobres. Sua atitude de amor foi duramente criticada pelos líderes religiosos de sua época. Ele foi chamado de amigo de pecadores: "Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um homem comilão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores [...]" (Mt 11.19). Jesus não aprovou o pecado, mas sempre se mostrou acessível ao pecador e as suas necessidades. O Salvador não excluiu ninguém. Seu convite generoso ainda está aberto para todos que se sentem rejeitados, cansados e oprimidos (Mt 11.28). Sigamos o exemplo do Mestre alcançando os grupos desafiadores do nosso tempo.

INTRODUÇÃO

A igreja do século 21 tem um grande trabalho pela frente: evangelizar os gru­pos desafiadores, dentre os quais desta­camos as prostitutas, os homossexuais, os criminosos e os viciados. Tais pessoas não podem ser ignoradas em nossas ações evangelísticas.

Diante desse desafio, que exige uma ação con­centrada de toda a igre­ja, saiamos a ganhar, para Cristo, os que se acham nos becos, sarjetas, prostíbulos, presídios e cracolândias. Jesus nunca deixou um marginalizado sem consolo e alívio. Ele disse: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei (Mt 11.28).

I. JESUS ANUNCIA O EVANGELHO DA INCLUSÃO

A narrativa da pecadora que, além de ungir Jesus, lavou-lhe os pés com as lágrimas, enxugando-os com os pró­prios cabelos, mostra a ação inclusiva do Evangelho de Cristo.

1. A reação do fariseu, o incluído.

Vendo a pecadora adorando o Salvador, o fariseu pôs-se a murmurar contra o caráter e a missão de Jesus (Lc 7.39). Ele julgava-se bom, justo e repleto de boas obras. Aos próprios olhos, já estava incluso no Reino de Deus. Por esse motivo, achava-se no direito de excluir aquela prostituta, condenando-a ao fogo do inferno. Assim agiam os adeptos do fari-saísmo (Lc 18.11).

Será que não estamos agindo de igual maneira frente aos que necessitam ouvir o Evan­gelho amoroso e inclusivo de Cristo? Não devemos excluir os que Deus quer incluir.

2. A reação da mulher, a excluída.

Àquela pecadora não restava outra coisa senão chorar e adorar a Jesus com seu unguento e lágrimas (Lc 7.38). Ela nada podia alegar em sua defesa, pois todos sabiam quem era ela e o que fazia. Não podemos desprezar, pois, os que, ao nosso redor, choram envergonhados de seus pecados.
3. Reação de Jesus, o amor in­clusivo.

Diante da insensibilidade do fariseu, o Senhor mostra a fé operosa daquela pecadora (Lc 7.44-46). Em seguida, diante de todos, Jesus inclui a mulher no Reino de Deus: "Os teus pecados te são perdoados. A tua fé te salvou; vai-te em paz" (Lc 7.48,50).

PONTO CENTRAL

Como Igreja do Se­nhor, precisamos al­cançar com o evan­gelho os grupos desafiadores.

SÍNTESE DO TÓPICO l

Jesus, o Filho de Deus, não excluiu ninguém. Ele anunciou o Evangelho da inclusão.

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

Embora Jesus seja amigo dos desterrados e pecadores, seu ministério às pessoas menosprezadas não exclui interesse nos membros respeitáveis da sociedade. Eles também precisam do Evangelho, Jesus quer compartilhá-lo com pessoas de todas as convicções.

O relato do jantar de Jesus na casa cie Simão, o Fariseu, ilustra seu ensino sobre o pecado e a salvação. Uma mulher entra na casa de Simeão sem ser con­vidada, Lucas a chama de bamartolos, melhor entendido aqui por 'prostituta’.

Ela sabe que Jesus está lá; a refeição de que Ele está        participando não é particular. Como era comum naqueles dias, outros tinham acesso a refeição em honra de um mestre distinto, ainda que mulher nunca fosse bem-vinda na casa de um fariseu.

Obviamente esta mulher tem pouca ou nenhuma preocupação com a opinião pública. Ela esqueceu que uma mulher decente não solta os cabelos em público. Parece justo dizer que ela já conhece Jesus como seu Salvador. Ela pode ter estado entre as pessoas que ouviram os ensinos de Jesus e foram conven­cidas dos seus caminhos maus. Ela se arrependeu, e Ele mudou a vida dela e a pôs no caminho do autorrespeito. Como pecadora perdoada ela conhece o real significado da tristeza pelo pecado" (Comentário Bíblico Pantecostal; Novo Testamento, 4.ed, Vol 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 361).

II – O EVANGELHO ÀS PROSTITUTAS

Na evangelização das prostitutas, há duas perguntas a responder. Por que e como evangelizá-las?

1. Por que evangelizar as prostitu­tas.

A resposta a esta pergunta é mais do que óbvia. Devemos evangelizá-las porque Jesus morreu por elas também (Jo 3.14-16). Logo, como já deixamos claro no tópico anterior, estejamos aptos a falar-lhes de Cristo. Várias são as mulheres que, libertas de pecados sexuais, tornaram-se heroínas da fé, como Raabe e a mulher pecadora na casa de Simão (Hb 11.31; Lc 7).

2. Como evangelizar as prostitu­tas.

Embora nada impeça que um ho­mem crente evangelize uma prostituta, recomenda-se, sempre que possível, que esse trabalho seja acompanhado por uma equipe feminina. Seja como for, que essas mulheres ouçam o Evangelho de Cristo. Todavia, acautelemo-nos da­quelas que, embora aprendam sempre, jamais chegam ao conhecimento da verdade, em consequência de seu amor à vida pecaminosa (2 Tm 3.7).

SÍNTESE DO TÓPICO II
As prostituas também precisam ser alcançadas peio Evangelho de Jesus Cristo. 

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

Nos tempos bíblicos, o mere­trício era praticado com finalidades mercenárias e religiosas. Esse fato deve ser observado no uso das várias palavras hebraicas que se referem a uma meretriz. A palavra hebraica zona normalmente se refere a uma mulher que se ocupa dessa prática com finali­dades monetárias. A prostituta religiosa era normalmente chamada de gdesha, palavra que designava uma mulher pertencente a uma classe especial de indivíduos religiosamente consagrados.

Tanto na época do Antigo Testamento como do Novo Testamento, era muito comum que os sistemas religiosos pagãos empregassem regularmente prostitutas em seus rituais religiosos nos santuários de seus ídolos, e as religiões não faziam exceção a esse costume. Era um sistema que endeusava os órgãos e as forças reprodutoras na suposição de que a reprodução e a fertilidade da natureza eram controladas pelas relações sexuais entre deuses e deusas. Nesses santuários, os adoradores dessas seitas participavam de relações sexuais com prostitutas religiosas (do sexo masculino e feminino) do santuário acreditando que elas iriam induzir os deuses e as deusas a fazer o mesmo trazendo, dessa forma, fertilidade e produtividade, aos campos e aos rebanhos.

A Bíblia defende consistentemente a pureza moral e mantém uma posição firme contra a prostituição de qual­quer tipo. Várias proibições podem ser encontradas na lei mosaica (Lv 19.29; 21J,14; Dt 22.2) (Dicionário Bíblico Wycliffe, 1ed, Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 1254).

CONHEÇA MAIS
Lucas 7.39

Nesse texto a mulher é identificada como uma 'pecadora' [hamartolos], significando que era uma prostituta, ou a esposa de um homem cujo trabalho era considerado desonrado. Como o versículo 47 relata que Jesus falou dos ‘seus' muitos pecados, devemos aparen­temente preferir a primeira possibilidade.

Ao se abaixar e se inclinar sobre os pés de Jesus, a mulher de repente se tornou o foco da atenção de todos. A maneira de cada um interpretar seu ato, e as conclusões a que chegaram, nos ensina mais sobre cada pessoa do que sobre esta mulher. (Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento, CPAD, p. 159).

Ill- O EVANGELHO AOS HOMOSSEXUAIS

Ao contrário do que alguns su­põem, Cristo também liberta e salva os homossexuais. Este grupo precisa ser incluído em nossas ações evangelísticas.

1. Homossexuais em Corinto.
Entre os crentes de Corinto, havia também ex-homossexuais que, ao se arrepen­derem de seus pecados, deixaram as velhas práticas. E, agora, achavam-se entre os santos daquela igreja (l Co 6.10,11). Sua conversão não era propa­ganda enganosa, mas real e constatável. Basta esse único caso para comprovar o poder do Evangelho.

2. Como evangelizar os homosse­xuais.

Os homossexuais, tanto homens quanto mulheres, devem ser abordados direta, mas respeitosa e amorosamente. Devemos vê-los como as demais pessoas carentes da graça de Deus. Se crerem no Evangelho e arrependerem-se de seus pecados, certamente serão salvos. Já convertido, o ex-homossexual será devidamente discipulado e integra­do à igreja. E, bem orientado, começará uma vida nova que, em todas as coisas, glorificará o nome de Deus.

SÍNTESE DO TÓPICO III

Jesus ama os homossexuais, por isso, precisamos alcançá-los com o Evangelho.

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

Professor, aproveite a temática do tópico enfatizar que o crente não deve jamais atacar os homossexuais. Não podemos julgar ou discriminar as pessoas.

Nosso objetivo deve ser anunciar aos homossexuais o grande e puro amor de Deus, manifestado no sacrifício vicário de Jesus Cristo. Ternos que aprender a amar o pecador e a odiar o pecado.

Que jamais venhamos nos esquecer, como igreja do Senhor, que Jesus morreu por toda a humanidade, O Salvador não morreu somente pelos heterossexuais.

Mostre que o ato sexual com al­guém do mesmo sexo é abominação ao Senhor, Isto é, tal ato é, sobretudo, e detestável e repulsivo a Deus (Lv 18.22).

Em Romanos 1,27, o apóstolo Pauto, certamente, considerou a abominação homossexual do homem e da mulher como a evidência máxima da degenera­ção humana, resultante da imoralidade e do abandono da pessoa por Deus, Qualquer nação que justifica o homosse­xualismo ou o lesbianismo, como modo aceitável de vida, está nas etapas finais da corrupção moral (Bíblia Estudo Pentecostal. 1ed. Rio de Janeiro: CPAD,pp. 2134697).

IV-O EVANGELHO AOS CRIMINOSOS

Nossas prisões acham-se abar­rotadas de homens e mulheres que precisam ouvir a verdade libertadora do Evangelho (Jo 8.32).

1. A capelania de Paulo e Silas.
Os primeiros capelães carcerários da Igreja de Cristo foram Paulo e Silas. Presos como criminosos comuns, realizaram um trabalho incomum na penitenciária de Filipos. Ali, através de seu testemunho e proclamação, ganharam o carcereiro e sua família para Jesus, além de evan­gelizar os outros presos (At 16.19-34).

2. A capelania da igreja atual.

Num país como o Brasil, há um vasto campo no âmbito da capelania carcerária. A Igreja deve se esforçar para evangelizar os presídios e os menores que estão sofrendo medidas socioeducativas. Além disso, não deve se ausentar das áreas de risco, levando o Evangelho de Cristo às pessoas que traficam drogas e dependentes químicos.
Lições Bíblicas do 3° tr. De 2016 – Classe de Adultos
Blog: Subsídios EBD – Partilhando o evangelho

SÍNTESE DO TÓPICO IV
Precisamos alcançar os crimosos com o Evangelho.

SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ

Servir ao Senhor não é apenas um dever cristão, é também um  privilégio, Deus podia usar outros meios para levar a mensagem de salvação ao pecador. Ele assim faz quando lhe apraz, mas isto não é regrai geral; é exceção. Seu método é usar homens para falar a homens.

O trabalho de ganhar para Deus é um privilégio que Ele nos concede obtermos galardão no dia de Cristo (Fp 2.16),
Há, neste sentido, uma solene declaração da Bíblia em Provérbios 11. 30. A salvação é dádiva de Deus, mas galardão é recompensa que o crente obtém de sua atividade na obra do Senhor (GILBERTO, António, A Prática do Evangelismo Pessoal, 1ed. Rio de Janeiro: CPAD, p. 23).

V- O EVANGELHO AOS VICIADOS

Dizem que o número de viciados em crack, no Brasil, pode chegar à casa do milhão. Se isso for verdade, estamos diante de uma tragédia social.

1. Viciados libertos.
Na igreja em Corinto, havia também muitos irmãos libertos do álcool que, à semelhança de outras drogas, vinha minando as bases do Império Romano. Entretanto, os que dantes eram escravos do vício levavam, agora, uma vida produtiva e digna (l Co 6.10,11).

O mesmo aplica-se aos que, hoje, vivem aprisionados à cocaína, ao crack, ao haxixe e outras substâncias nocivas.

2. Como evangelizar os viciados.

Não é fácil expor o Evangelho aos que vivem nas cracolândias. Muitos deles já não têm qualquer discernimento; comportam-se como mortos-vivos. Para alcançá-los, exige-se uma equipe evangelística especializada e assistida por profissionais competentes. As medidas de segurança não podem ser desprezadas.

SÍNTESE DO TÓPICO V
Como Igreja do Senhor, não pode dei­xar de pregar o Evangelho aos viciados.

SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ

Há sempre porta aberta para se falar da No caso da samaritana, o do momento era água e sede, e Jesus falou da água da vida que sacia a sede da alma. Vemos um caso idêntico em Atos, capítulo 8. Aí o assunto era e logo o servo de Deus iniciou a conversa com uma pergunta também sobre a leitura.
Lições Bíblicas do 3° tr. De 2016 – Classe de Adultos
Blog: Subsídios EBD – Partilhando o evangelho

Em João, capítulo 2, Jesus conversava soprasse brisa, e Ele usou o vento como figura (GILBERTO, António. A Prática do Evangelismo Pessoal 1ed, Rio de Janeiro: CPAD, p. 33).

CONCLUSÃO
Há outros grupos desafiadores que não foram mencionados, mas que estão a requerer igual assistência. Busque conhecer as reais carências de sua cidade. O momento atual exige uma ação prioritária e urgente da Igreja de Cristo. Nenhum segmento social pode ficar de fora de nossa ação evangelística.

PARA REFLETIR

A respeito dos grupos desafiadores, responda:
• Por que o Evangelho de Cristo é inclusivo?
Porque Jesus ama a todos. Seu sacrifício na cruz foi para todos.
• Quais são os principais grupos desafiadores?
As prostitutas, homossexuais, viciados.
•O que mostra a igreja coríntia?
Mostra que entre os crentes de Corinto, talvez, houvesse também ex-homossexuais que, ao se arrependerem de seus pecados, deixaram as velhas práticas. E, agora, achavam-se entre os santos daquela igreja (l Co 6.10,11).



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