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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Subsidio MATERNAL torre alta N.9



SUBSIDIO MATERNAL N.9 Uma Torre Muito Alta 3° Trimestre de 2017

Objetivo da lição: Mostrar à criança que precisamos fugir do orgulho.
Para guardar no coração: “[...] O orgulho é pecado [...].” (1 Sm  15.23)
Mensagem ao professor
“Não sabemos quanto tempo se havia passado desde que Noé saíra da arca até a construção da torre de Babel. De qualquer forma, seus filhos, Sem e Jafé, não puderam impedir seus descendentes de caírem na apostasia de Cam.
Naquele tempo, a humanidade ainda era monolíngue; todos falavam uma só língua (Gn 11.1). Sobre o idioma original da humanidade, há muita especulação. Alguns sugerem o hebraico. Nada mais ilógico. Pois Abraão, ao deixar a sua terra natal, falava o arameu (Dt 26.5) que, nos lábios de seus descendentes, sofreria sucessivas mudanças até transformar-se na belíssima língua hebreia. O interessante é que, depois do cativeiro babilônico, os israelitas voltariam a usar o aramaico, inclusive Jesus (Mc 15.34).

Se por um lado, o monolinguismo facultava a rápida disseminação do conhecimento, por outro, propagava, com a mesma rapidez, as apostasias da nova civilização. E, assim, não demorou para que a revolta, misturada ao medo, se tornasse incontrolável. Por isso, revoltam-se os descendentes de Noé contra Deus: “Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra” (Gn 11.4).

Se Deus não tivesse intervindo, como estaria humanidade hoje? Certamente, não haveria nem gente nem história para ser contada, pois aquela concentração acabaria por destruir a todos em poucas gerações. A situação ficaria mais insustentável do que no período anterior ao Dilúvio.
Apesar das garantias divinas de que não haveria outro dilúvio, os filhos de Noé buscavam, agora, concentrar-se num lugar alto e forte. Entregando-se ao medo, acabaram por erguer um momento à soberba e à rebelião.

A ordem do Senhor tanto àquela gente, quanto à Igreja, era clara e indubitável: espalhar-se até aos confins da terra (Gn 9.7; Mt 28.19,20). Quando não a obedecemos, edificamos dispendiosas torres, onde a confusão é inevitável. Cada um fala a sua língua, e ninguém se entende mais” (Claudionor de Andrade).

Perfil da criança

“No aspecto emocional, as crianças desta idade são notadamente sensíveis. Mostram-se afetuosas, desejosas de agradar as pessoas e de receber carinho. Quando não recebem a atenção de que carecem, procuram obtê-la sendo demasiadamente boas, ou rebeldes. É por isto que às vezes choram, gritam, fazem pirraça. Pais e professores devem ter o cuidado de premiar as boas atitudes, e não as más. Se um pequenino atira-se ao chão, gritando e esperneando porque lhe negaram um determinado objeto com que desejava brincar, e os adultos, para verem-se livres do aborrecimento, cedem, estão comunicando a esta criança que ela sempre conseguirá o que quiser, comportando-se deploravelmente.

A melhor atitude, neste caso, é ignorá-la. Quando vir que nada conseguiu, e se cansar de chorar, ela interromperá a ‘crise’. Entretanto, numa sala de aula com outras crianças, não dá para ignorar o barulho e o transtorno que ela estará criando. Na medida do possível, um auxiliar deve carregá-la para um canto à parte, ou para fora da classe, e dizer-lhe firmemente, mas sem perder a calma, que ela está atrapalhando os coleguinhas, e só poderá voltar para junto deles depois que parar de fazer barulho. Em geral, isto funciona” (Marta Doreto).
Até logo
Depois de repetir o versículo e o cântico do dia, encerre a aula com uma oração. Recomende às crianças que peçam aos pais para que leiam (em uma bíblia infantil) a história de Noé que se encontra em Gênesis 11.1-9. 
Deus abençoe a sua aula e os seus alunos!

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