quarta-feira, 5 de julho de 2017

Lição adultos Betel comunicar a menssagem 3 trim-2017 n.2




ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 2 - Revista Betel
09 de julho de 2017


Texto Áureo
“Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns”. 1Co 9.22

Verdade Aplicada

É inestimável o valor de uma alma para Deus. Por isso, devemos mover todos os nossos recursos e empregar todas as nossas forças para conduzi-las à salvação.

Textos de Referência.

Atos 2.46-47; 4.4; 5.42
46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,
47 louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

At 4.4 Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil.

At 5.42 E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e de anunciar a Jesus Cristo.

Introdução

Evangelismo pessoal é a ação de comunicar o plano divino de salvação, a partir de um contato direto entre o evangelista e a pessoa a ser evangelizada. Falar de Cristo é uma tarefa que exige vida prática.

1. A comunicação do Evangelho.

A Bíblia nos diz: “Quão formosos os pés dos que anunciam coisas boas!” (Rm 10.15b). A Palavra de Deus é poderosa e jamais volta vazia. Devemos saber manejá-la bem. Para isso, precisamos conhecer a Cristo, a nós mesmos e o que vamos anunciar.

1.1. Anunciando o Evangelho de Cristo.

A comunicação do evangelho pode parecer simples, mas não é (1Co 1.17). Qualquer pessoa que deseje evangelizar precisa entender que as atitudes falam mais do que qualquer palavra. O corpo a corpo é diferente de um sermão, porque nele o evangelista será questionado, haverá barreiras preconceituosas por parte do ouvinte e muita resistência espiritual também. Por esse motivo, é preciso estar preparado para tal resistência e, principalmente, estar equipado com a Palavra (2Tm 2.15).

1.2. A conexão entre mensagem e mensageiro.

Aqueles que anunciam o Evangelho não podem ser como atores de comercial de TV, que tentam convencer o público a adquirir um produto que eles mesmos não usam. O comunicador do Evangelho deve fazê-lo como um profeta, que apresenta a verdade de Deus tal como ele a vê e vive. Se o orador não acredita realmente no que diz, seu inconsistente comunicará uma mensagem negativa, que substituirá tudo de positivo que possa dizer. Porém, uma pregação sincera, e até mesmo mansa, pode chegar ao coração, quando anunciada com a totalidade do ser (1Rs 19.12). Se não houver nenhuma coerência entre o que dizemos ser e o que somos, podemos fazer com que nos ouçam, mas não seremos escutados.

1.3. Entender para comunicar.

A falta de leitura devocional da Bíblia e a falta de oração explicam a crise que muitas igrejas experimentam no campo da evangelização. Esse é um sério problema que precisa urgentemente ser combatido (2Pe 3.18). Como anunciar aquilo que desconhecemos? O que nos adianta ter armas e não saber como manejá-las (2Co 10.4). Devemos entender o que pretendemos comunicar e não há como entender algo sem dedicar tempo à leitura e meditação. Afinal, como iremos comunicar a salvação, se nem ao menos a conhecemos? Três coisas revelam o vigor da Igreja Primitiva: o ensino e a experiência ao lado de Jesus, e o poder do Espírito Santo (Lc 24.49; At 1.8).

2. A mensagem e o mensageiro.

A Bíblia nos adverte a não conformar com uma vida espiritual medíocre (2Pe 1.8-11). A meta e que todos alcancem a maturidade e se permitam moldar a estatura de Cristo Ef 4.13). Por isso, devemos tomar consciência de quanto nos falta para que vejam Cristo em nós.

2.1. O mensageiro deve ser exemplo.

O cristão não deve procurar ser completo em Jesus Cristo somente para seu benefício pessoal. A Palavra de Deus enfatiza repetidamente a necessidade de nos tornarmos um modelo para os outros. Os cristãos têm a Jesus Cristo como um arquétipo. Devemos servir como modelo para outros (Fp 3.17). O apóstolo Paulo afirma que todos os cristãos de Tessalônica foram exemplos para todos os fiéis na Macedônia ne Acaia (1Ts 2.6-9). Exemplo foi a palavra dirigida a Timóteo (1Tm 4.12); Tito (2.7); e os líderes da igreja (1Pe 5.3).

2.2. O mensageiro deve amadurecer espiritualmente.

Os evangelhos sinóticos apresentam como os discípulos evoluíram até a chegarem a refletir Cristo para as nações. Inicialmente, Jesus fez um convite (Lc 9.23). Depois, Ele deu elementos para análises e reflexões, como: milagres, para edificar a fé, e verdades acerca da vida. Quando já estavam aptos e maduros para decisões, lhes perguntou: “Quem sou eu?”. Após a confissão de Pedro (Mt 16.13, 16), Jesus lhes fala pela primeira vez acerca da cruz. Era não somente necessário descobri-lo como Mestre, Senhor e Messias. Eles deveriam aceitá-lo também como Salvador. Por fim, Jesus leva-os ao monte e lhes explica que terão que negar-se a si mesmos. Ou seja, serem dependentes do Mestre em tudo.

2.3. A grandeza da revelação divina.

Um grande problema tem impedido que muitos cheguem ao conhecimento do plano divino de salvação: a cegueira espiritual (2Co 4.3-4). O “deus deste século” conserva a mente de muitos na escuridão. Porém, sabemos que o mesmo Deus “que disse que das trevas resplandecesse a luz” é Aquele que nos deu o Evangelho da revelação da glória de Deus, em Cristo (2Co 4.6). A mensagem do Evangelho continua sendo o meio pelo qual a luz brilha no coração das pessoas. Assim, o evangelismo continua sendo absolutamente indispensável (2Co 4.5).

3. A mensagem da salvação.

O pecado trouxe sérios problemas à humanidade. O profeta Isaías descreve assim a condição do Homem sem Deus: “Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59.2).

3.1. O vazio da alma humana.

Desde que o pecado entrou no mundo, o homem perdeu a comunhão com o Pai. Desde então, o homem tenta encontrar a Deus por obras, religiosidade ou suas próprias invenções (Ec 7.29). A realidade universal é que todo ser humano sente um vazio existencial causado por sua natureza pecaminosa. A realidade do pecado tem causado esta inquietação quer o seu humano sente. Somente Deus pode saciar esta fome que há no coração da pessoa e preencher o vazio. Como escreveu Agostinho, em “Confissões”: “Tu nos fizeste para ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em ti”.

3.2. O plano de Deus para a salvação do homem.

Uma vez que iremos testemunhar para as pessoas acerca da salvação, é de suma importância que conheçamos bem o caminho que estaremos anunciando, para que possamos ser claros à alma sedenta que nos ouve. Por mais que a pessoa seja pecadora, nossa missão não é julgá-la, mas, sim, fazê-la compreender que Cristo morreu por nossos pecados (Rm 5.8; 1Co 15.3). É importante estarmos atentos para que o assunto principal não seja deixado de lado, principalmente quanto ao evangelismo pessoal. É comum a pessoa que está sendo evangelizada tentar aproveitar o tempo para apresentar dúvidas e curiosidades que nada contribuirão para que o plano divino de salvação seja conhecido.

3.3. Jesus, o tema central.

Diante de tantas críticas e acusações recebidas, o apóstolo Paulo apresenta em 2 Coríntios, capítulo 4, como ele conduz e proclama o Evangelho: “pregamos...a Cristo Jesus, o Senhor...” (2Co 4.5). Em Samaria, Felipe “lhes pregava a Cristo” (At 8.5). Ao eunuco, no caminho para Gaza, Felipe, começando no texto que o mordomo-mor de Candace estava lendo, “lhe anunciou a Jesus” (At 8.35). O Evangelho que devemos anunciar hoje é o mesmo que Paulo anunciava: “Cristo morreu por nossos pecados...foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia” (1Co 15.1-4).

Conclusão.

A vontade de Deus é transformar o ser humano e nós estamos aqui para anunciar essa verdade a todos aqueles que ainda não a conhecem (Jo 8.32; At 4.12). Por isso, nos esforcemos para testemunhar de Cristo, porque a seara é realmente muito grande, mas ainda são poucos os ceifeiros (Mt 9.37).

Questionário.

1. O que o cristão deve saber manejar bem?
2. O que a Bíblia nos adverte?
3. Como o homem tenta encontrar a Deus?
4. Qual o Evangelho que Paulo anunciava?
5. Por que devemos nos esforçar para testemunhar de Cristo?
FONTE WWW.MAURICIOBERWALDOFICIAL.BLOGSPOT.COM

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