domingo, 4 de outubro de 2015

Lições betel adultos 4 trimestre 2015 lição n.2



ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 1 - Revista da              Editora Betel - 4º Trimestre de 2015



Abraão, Um Adorador Por Excelência
4 de outubro de 2015


Texto Áureo
“E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço iremos até ali; e, havendo adorado, tornaremos a vós”. Gênesis 22.5

Verdade Aplicada
Abraão provou que seu amor e obediência à Deus estavam acima de tudo.

Textos de Referência.

Gênesis 22.1-4
1 E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.
2 E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi.
3 Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque, seu filho; e cortou lenha para o holocausto, e levantou-se, e foi ao lugar que Deus lhe dissera.
4 Ao terceiro dia levantou Abraão os seus olhos, e viu o lugar de longe.

Introdução
Deus ordena a Abraão que sacrifique em um altar o seu único e amado filho (Gn 22.2). O patriarca não replica e sai em direção ao monte Moriá, obedecendo, sem restrições, à ordem divina.

1. As atitudes de um adorador.
Sacrificar Isaque em Moriá não era uma tarefa fácil para Abraão. Era simplesmente assustador. Todavia, seria no cume daquele monte que receberia a maior revelação de sua vida (Jo 8.51-58). Antes de chegar a Moriá, Abraão segue alguns passos interessantes, que revelam as atitudes do coração de um adorador.

1.1. Disposição para atender.
Qual a pessoa que levantaria de madrugada para sacrificar o próprio filho em obediência a Deus? Parece incrível, mas o Senhor pediu exatamente o que havia dado como promessa a Abraão por sua lealdade e obediência. Durante vinte e cinco anos, ele sonhou em ser pai e, quando já era da idade de cem anos, sem qualquer possibilidade humana, Deus interveio na situação e gerou do ventre estéril de Sara o filho da promessa (Gn 12.4; 21.5). Não sabemos se ele dormiu, apenas que levantou de madrugada disposto a atender sem restrições o pedido do Senhor (Gn 22.3).

1.2. Disposição para o trabalho.
Abraão tinha empregados, mas não delegou a nenhum deles estas tarefas (Gn 22.3). Existem provações que são somente nossas. São batalhas que não poderemos contar com a participação de ninguém. Existem obstáculos que temos que saltar sem auxílio algum para chegar ao nível que Deus quer. Abraão carregou seu fardo sozinho e somente seu coração sabia o que estava passando. Não é por acaso que o texto omite a pessoa de Sara. Ela, com seu amor de mãe, certamente, o impediria e ele, por sua vez, não alcançaria o testemunho de fé (Hb 11.17, 18).

1.3. Direção para prosseguir.
Abraão saiu para sacrificar seu filho, mas não saiu sem direção (Gn 22.3). Deus não nos pede algo para nos deixar confusos. Abraão está indo em direção ao monte Moriá porque conhece a voz de Deus, está acostumado a ouvi-lo, tem intimidade, se relaciona. Assim como um filho conhece a voz do pai à distância, Abraão segue adiante porque sabe que aquela voz lhe é familiar. Abraão vai chegar a seu destino por dois motivos: primeiro, porque está familiarizado com Deus; segundo, porque quem conhece a voz de Deus jamais andará sem direção, mesmo quando nada faz sentido.

2. Chegando ao lugar de destino.
Durante três dias, Abraão caminhou em direção a seu destino e, mesmo com o coração apertado em ter que sacrificar seu próprio filho, ele vê o lugar de longe (Gn 22.4). O terceiro dia é sempre dia de grandes revelações e Abraão estava prestes a presenciar algo marcante em sua vida.

2.1. Ele viu de longe o lugar.
Abraão era um homem de visão e, chegando a Moriá, disse algo profético: “Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós” (Gn22.5). Existem níveis que poucas pessoas podem alcançar e subir a Moriá é um deles. Moriá é o lugar onde se sacrifica aquilo que mais se ama, aquilo que é único. Deus especificou o que queria no altar: “o único, a quem amas”. Era como se dissesse. “Existe algo entre mim e ti e precisa ser retirado”. Abraão tinha duas opções: ou sacrifica Isaque ou sacrificava o próprio Deus. Como sabia que Deus era a fonte, não temeu em obedecer (Rm 4.18).

2.2. O centro da vontade de Deus.
Após três dias de caminhada Abraão chega ao momento crucial de sua vida (Gn 22.9). Ele tem de imolar seu próprio filho. Isaque vê a lenha, o fogo e o cutelo, mas não vê o cordeiro para o holocausto. Isaque sabe que algo não está correto. Ele não é uma criança. Ele conhece os procedimentos do sacrifício. Mas, assim como Abraão confia em Deus, Isaque confia em seu pai. Abraão sabia que deveria matar seu e Isaque sabia que deveria morrer; um deveria sacrificar, outro deveria ser o sacrifício. Estar no centro da vontade de Deus é exatamente isto (Gn 22.6-8).

2.3. Disposto a ir até o fim.
É incrível como Deus tem formas magníficas de revelar a nós mesmos o que somos. Ele nos conhece, sabe de nossas limitações e o potencial que temos. Nós é que precisamos nos descobrir. Por isso, Ele nos prova, nos faz sangrar, chegar até as últimas consequências. Então, depois, o Eterno se revela com bondade, amor e grandeza. O patriarca Abraão estava realmente disposto a obedecer (Gn 22.10). Ele tinha consciência de que Deus havia gerado Isaque das entranhas do nada, apenas pelo poder de Sua Palavra. O escritor aos Hebreus afirma que Abraão considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar (Hb 11.18). Abraão não creu porque alguém disse algo a respeito de Deus. Ele creu em deus porque o conhecia.

3. Deus proverá o cordeiro.
Moriá é o lugar onde Deus se revela com intensidade a Abraão, onde lhe renova as promessas e o torna exemplo de fé para todas as gerações. Em Moriá, Abraão avistou dois cordeiros: o que substituiu Isaque e o que substituiu a humanidade.

3.1. A revelação de Cristo vivo.
Na hora do sacrifício, Abraão é impedido por um anjo. No entanto, não é um anjo comum. É o próprio Senhor Jesus que se revela para ele, antes mesmo de ser gerado no ventre de Maria. Em Gênesis 22.1, 2, é o Senhor que ordena a Abraão que sacrifique Isaque em Moriá. Mas, em Gênesis 22.12, o anjo que impede Abraão diz a seguinte frase: “Não estenda a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho”. Observe atentamente a expressão “não me negaste”. A confirmação dessa revelação aparece em João 8.56-58, quando o próprio Jesus afirma que Abraão viu o Seu dia e se alegrou. Em outras palavras, Abraão teve o privilégio de ver o Cristo antes que a humanidade pudesse ver.

3.2. A porta dos inimigos.
Após revelar-se a Abraão, o Senhor lhe diz que, por sua obediência, lhe abençoaria de tal forma que a sua descendência possuiria “a porta dos seus inimigos” (Gn 22.16, 17). Fomos abençoados através de Abraão e não com uma medida de benção qualquer, mas, como descendência dele, o Senhor nos conferiu o dom de conquistar. A expressão “possuir a porta dos inimigos” fala de grandes conquistas, de posse e de prosperidade em todas as áreas de nossa vida.

3.3. Adorando a Deus.
A primeira menção da palavra “adorar” na Bíblia aparece exatamente no capítulo 22 do livro de Gênesis. Tal referência nos indica que o ato de adorar envolve três fatores: sacrifício, renúncia e obediência. Isaque representa toda a barreira que nos impede de contemplar o Senhor com exclusividade. Com Isaque em nosso coração, Deus fica em segundo plano. É extremamente importante compreender que o nosso Deus não aceita ninguém como rival (Mt 6.24). Por isso, devemos levar nosso Isaque a Moriá e entrega-lo a Deus. O nome Moriá vem da palavra “Morá”, que em hebraico, significa “temor”. Desta montanha, o temor de Deus percorreu a terra toda. Outra versão diz que vem de “ora”, que quer dizer luz. Curiosamente, esse é o mesmo lugar onde Jacó, filho de Isaque e neto de Abraão, teve um encontro com Deus quando fugia de Esaú (Gn 28.19).

Conclusão.

Matar seu filho com as próprias mãos obrigava o patriarca a matá-lo primeiro em seu coração (Jo 12.24). Jamais venceremos o externo se o interno não for realmente tratado. Deus não trabalha com aparência, mas sim com transformação e esta começa no interior do coração de cada ser humano.

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AUXILIOS PARA AS AULAS DOS PROFESSORES LIÇÕES JOVENS N.2

                   RELACIONAMENTO EM FAMILIA 4 TRIMESTRE 2015

                                        

Versículo 1

 No Salmo anterior foi afirmado que a prosperidade em todos os assuntos humanos e, em todo o curso da nossa vida, é para ser esperado exclusivamente da graça de Deus; e agora o Profeta admoesta-nos que aqueles que desejam participar da bênção de Deus deve com sinceridade de coração dedicar-se inteiramente a ele; pois ele nunca vai decepcionar aqueles que o servem. O primeiro verso contém um resumo do objecto do Salmo; a porção restante a ser adicionado apenas por meio de exposição. A máxima "de que aqueles são abençoados que temem a Deus, especialmente na vida presente," é tanto com desacordo com a opinião comum dos homens, que muito poucos vai dar o seu parecer favorável. Em todos os lugares encontram-se muitos tremulando sobre epicuristas, semelhante a Dionísio, que, tendo já tiveram um vento favorável sobre o mar e uma viagem próspera, depois de ter saqueado um templo, (106) se gabou de que os deuses favorecidas ladrões de igrejas. Além disso, o fraco estão perturbados e abalado com a prosperidade dos maus, e eles próxima desmaiar sob a carga de suas próprias misérias. Os inimigos do Deus não pode realmente desfrutar de prosperidade, ea condição dos homens de bem pode ser tolerável, mas ainda assim a maior parte dos homens são cegos ao considerar a providência de Deus, ou não parecem em qualquer grau de percebê-lo. O ditado, "Isso é melhor não ter nascido em tudo, ou a morrer mais rapidamente possível", foi certamente por muito tempo desde recebido pelo consentimento comum de quase todos os homens. Finalmente, os juízes razão carnal quer que toda a humanidade, sem exceção, são miseráveis, ou que a fortuna é mais favorável aos homens ímpios e perversos do que para o bem. Para o sentimento de que aqueles são abençoados que temem o Senhor, tem uma aversão inteira, como já declarado no comprimento em Salmos 37: 0. Tanto mais necessária, então, é que a habitam sobre a consideração desta verdade. Mais adiante, como esta bem-aventurança não é visível a olho nu, é de importância, a fim de sermos capazes de apreendê-lo., Primeiro a participar da definição que será dada do mesmo por e bye, e em segundo lugar, saber que que depende principalmente sobre a proteção de Deus. Embora nós coletamos juntos todas as circunstâncias que parecem contribuir para uma vida feliz, certamente nada será encontrado mais desejável do que ser mantido escondido sob a tutela de Deus. Se esta bênção é, em nossa opinião, deve ser preferida, como merece, a todas as outras coisas boas, quem está convencido de que os cuidados de Deus é exercida sobre o mundo e assuntos humanos, irá, ao mesmo tempo, sem dúvida, reconhecer que o que é aqui previsto é o ponto principal da felicidade.

Mas antes de prosseguir mais longe, é para ser notado que, na segunda parte do versículo está lá com um bom motivo adicionado um sinal que os servos de Deus são distinguidos daqueles que o desprezam. Vemos como o mais depravado, com nada menos do que o orgulho audácia e zombaria, gabar-se de temor a Deus. Por isso, o Profeta exige a comprovação da vida como a esta; para estas duas coisas, o temor de Deus e à manutenção de sua lei, são inseparáveis; ea raiz deve necessariamente produzir seu fruto correspondente. Mais adiante, podemos aprender com esta passagem que a nossa vida não cumprir com a aprovação divina, a não ser enquadrada de acordo com a lei divina. Há, sem dúvida nenhuma religião sem o temor de Deus, e deste medo do profeta representa a nossa vida de acordo com o mandamento ea ordenação de Deus como prosseguir.

Verso 2
2.Para quando comerás do trabalho das tuas mãos, serás abençoado. Alguns dividem esta frase em dois membros, lendo estas palavras, Pois comerás do trabalho das tuas mãos, como uma sentença distinta, e, em seguida, o que se segue, serás bem-aventurado, como o início de uma nova frase. Eu, na verdade admitir que é verdade, como eles afirmam, que a graça de Deus, que se manifesta nos fiéis a desfrutar dos frutos de seu trabalho é definido em oposição à maldição para que toda a humanidade têm sido submetidos. Mas é mais natural para ler as palavras como uma frase, trazendo esse significado - Que os filhos de Deus são felizes em comer os frutos do seu trabalho; Porque, se nós torná-los duas frases, estas palavras, tu serás abençoado, e tudo estará bem contigo, conteria um resfriado e até mesmo uma repetição insípida. Aqui, o Profeta, confirmando a doutrina afirmado no primeiro versículo, ensina-nos que devemos formar uma estimativa diferente do que a felicidade consiste oi daquela formada pelo mundo, o que torna uma vida feliz para consistem na facilidade, honra e grande riqueza . Ele lembra os servos de Deus para a prática da moderação, que quase todos os homens se recusam a exercer. Como poucos estão a ser encontrada que, se fosse deixada para sua própria escolha, teria vontade de viver de acordo com seu próprio trabalho; sim, que seriam responsáveis ​​que um benefício singular para o fazer! Mal é o nome de felicidade pronunciado, do que instantaneamente cada homem irrompe em idéias mais extravagantes do que é necessário para isso, então insaciável um abismo é a cobiça do coração humano. Por isso, o Profeta ordena os tementes de Deus se contentar com uma coisa - com a garantia de que ter Deus por seu pai de criação, devem ser adequadamente mantido pelo trabalho de suas próprias mãos; assim como se diz em Salmos 34:10,

"Os leõezinhos necessitam e sofrem fome; mas os que buscam o Senhor não faltará qualquer coisa boa. "

Devemos lembrar que o Profeta não fala da mais alta bem-aventurança, que não consiste em comida e bebida, nem está confinada dentro dos estreitos limites desta vida transitória; mas ele garante que acreditam povo de Deus que, mesmo nesta peregrinação terrena ou local de permanência devem desfrutar de uma vida feliz, na medida em que o estado do mundo permitirá; até mesmo como Paulo declara que Deus promete tanto estes como a temê-lo, em outras palavras, que Deus vai cuidar de nós durante todo o curso da nossa vida, até que ele tenha finalmente nos trouxe a glória eterna. (1 Timóteo 4: 8.) A mudança de pessoa serve também para dar maior ênfase à linguagem; para depois de ter), que falou na terceira pessoa, o Profeta trata de abordar o seu discurso para. cada indivíduo em particular, para o efeito: - Não só felicidade imortal esperam por ti no céu, mas durante a tua peregrinação neste mundo, Deus não deixará de executar o escritório do pai de família na manutenção de ti, para que o teu alimento de cada dia será administrado a ti pela sua mão, desde tu és contente com uma condição humilde.

Versículo 3
3Thy mulher será como a videira frutífera sobre os lados da tua casa. Aqui, novamente, é prometido, como no Salmo anterior, que Deus fará o honram frutífera em uma prole numerosa. A maioria da humanidade, de fato desejam ter problema, e esse desejo pode ser dito para ser implantado neles por natureza; mas muitas crianças, quando eles obtiveram, em breve se tornar com isso cloyed. Novamente, é muitas vezes mais grato a querer ter filhos do que deixar um certo número deles circunstâncias hi de destituição. Mas embora o mundo está a levar por desejos irregulares após vários objetos, entre os quais é perpetuamente flutuante na sua escolha, Deus dá a este a sua própria bênção, a preferência para todas as riquezas e, portanto, devemos mantê-lo em alta estima. Se um homem tem uma mulher de boas maneiras amáveis ​​como o companheiro de sua vida, deixá-lo definir nada menos valor sobre esta bênção do que Salomão fez, que, em Provérbios 19:14, afirma que é somente Deus que dá uma boa esposa. Da mesma forma, se um homem ser pai de uma prole numerosa, deixá-lo receber esse benefício considerável com um coração agradecido. Se é que opôs o Profeta ao falar assim, detém os fiéis sobre a terra pelas seduções da carne, e os impede de aspirar para o céu com as mentes livres e desembaraçadas, eu respondo, que não é surpreendente encontrá-lo oferecendo-se para os judeus sob a lei um sabor de graça de Deus e favor paternal, quando consideramos que eles eram como crianças. Ele tem, no entanto, tão temperado, ou misto, como que por ela; eles podem subir em suas contemplações para a vida celestial. Mesmo nos dias de hoje Deus, embora de maneira mais parcimoniosa, atesta seu favor por benefícios temporais, agradavelmente para que a passagem em primeira epístola de Paulo a Timóteo há pouco citado, (1 Timóteo 4: 8,)

"A piedade é proveitosa para todas as coisas, tendo a promessa da vida que agora é, e do que está por vir."

Mas por isso ele não lança qualquer impedimento ou obstáculo em nosso caminho para nos impedir de elevando nossas mentes para o céu, mas escadas são por este meio, em vez erguido para nos permitir montar-se para lá passo a passo. O Profeta, portanto, lembra muito adequadamente aos fiéis que eles já recebem algum fruto de sua integridade, quando Deus lhes dá o seu alimento, que os torna felizes em suas esposas e filhos, e condescende para cuidar de sua vida. Mas o seu projeto no elogio ao presente bondade de Deus é para animá-los a acelerar para a frente com entusiasmo no caminho que leva a sua herança eterna. Se a felicidade terrena descrito neste salmo pode não ser sempre o lote dos justos, mas deve por vezes acontecer que a sua esposa é uma megera, ou orgulho, ou de costumes depravados, ou que seus filhos estão dissoluta e vagabundos, e até mesmo trazer vergonha sobre a casa de seu pai, que eles saibam que o seu ser privado da bênção de Deus é devido ao fato de terem repelido-lo pela sua própria culpa. E, certamente, se cada devidamente considera seus próprios vícios ele vai reconhecer que os benefícios terrestres de Deus foram justamente retido dele.

Versículo 4
4.Lo! certamente, assim será abençoado o homem que teme ao Senhor. A doutrina anterior, que, mesmo na condição externa dos servos de Deus enquanto estiver neste estado transitório não é oferecida como prova do favor divino e bondade como demonstra que nós não perdemos o nosso trabalho em servi-lo, é aqui confirmado pelo Profeta. No entanto, como a recompensa de piedade não aparece eminentemente visível, ele, em primeiro lugar, usa a partícula demonstrativo, Lo! (107) e, em seguida, adiciona certamente; para que eu interpretar a partícula כי, ki. Devemos, no entanto, lembre-se sempre, como já anteriormente notado, que a bênção divina é prometida a nós em cima da terra, de tal forma que que não pode ocupar nossos pensamentos e mantê-los rastejar no pó; por isso não é conveniente que a nossa esperança de vida futura deve ser sufocada. Esta é a razão pela qual nós não em todos os momentos desfrutar igualmente os benefícios de Deus.

Versículo 5

5.Jehovah te abençoará desde Sião. Alguns, teria esta frase para ser uma oração, e, portanto, resolver o tempo futuro para o modo optativo. Mas parece que, em vez de ser uma declaração continuou da mesma doutrina anteriormente habitava em diante, o Profeta agora expressar mais claramente que os benefícios que ele narrados estão a ser atribuídas a Deus como seu autor. Embora os dons de Deus, muitas vezes apresentar-se perante os nossos olhos, mas através da obscuridade que falsas imaginações jogar em torno deles a nossa percepção deles é fraca e imperfeita. Daí esta repetição do sentimento, que, sempre que os verdadeiros crentes se reunir com quaisquer eventos prósperos do curso de sua vida, é o efeito da bênção divina, não é para ser considerado supérfluo. As pessoas descritas são disse a ser abençoado de Sião, para levá-los a se lembrará da aliança para o qual Deus havia entrado com elas, pois ele havia graciosamente prometeu ser favorável aos observadores de sua lei; e esses princípios de piedade que tinham bebido desde a infância. O Profeta, portanto, declara que não é nenhuma novela doutrina ou algo antes desconhecido de que ele aduz, a lei, tendo há muito tempo ensinou-lhes que se manifesta até mesmo pelos benefícios temporários conferidos aqueles que servem a Deus, que as dores tomadas em servi-lo não são jogados fora; e ele afirma que isso, eles devem realmente ter a experiência. O que é adicionado relativo a prosperidade de Jerusalém deve ser considerado como en-adesão sobre a piedosa o dever não só de procurar o seu próprio bem-estar individual, ou de ser dedicado a seus próprios interesses peculiares, mas em vez de tê-lo como chefe desejo de ver a Igreja de Deus em uma condição florescente. Seria uma coisa muito razoável para cada membro para desejar o que pode ser rentável para si mesmo, enquanto, entretanto, o corpo foi negligenciadas. De nossa extrema propensão a errar a esse respeito, o Profeta, e com razão, recomenda solicitude sobre o bem-estar público; e ele se mistura juntos bênçãos domésticos e os benefícios comuns da Igreja, de tal forma que para nos mostrar que eles são coisas unidas, e que é ilegal colocar asuader.

FONTE comentario Calvino de salmos

Lições CPAD jovens familia 4 trim- 2015 n.2


                           
                               Lições Bíblicas CPAD
                        Jovens   4º Trimestre de 2015



Título:  Estabelecendo Relacionamentos Saudáveis ​​- Vivendo e Aprendendo a Viver
Comentarista:  Esdras Costa Bentho 

Lição 2:  Relacionamento em Família
Dados:  11 de Outubro de 2015



Título: Estabelecendo relacionamentos saudáveis — Vivendo e aprendendo a viver
Comentarista: Esdras Costa Bentho


Lição 2: Relacionamento em família
Data: 11 de Outubro de 2015

TEXTO DO DIA

Deus faz que o solitário viva em família [...] (Sl 68.6a).

SÍNTESE

Deus criou a família como centro de comunhão e realização humana, um lugar por meio do qual as bênçãos divinas fluiriam sobre a Terra.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA — Gn 2.24
A instituição da primeira família


TERÇA — Gn 3.12-20
A crise na primeira família


QUARTA — Gn 4.8-16
A primeira tragédia entre irmãos


QUINTA — Gn 4.18-24
A família monogâmica ameaçada


SEXTA — Gn 4.25-26
Restauração do propósito divino na família


SÁBADO — Ef 5.22-6.4
Princípios divinos para uma família saudável

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·        COMPREENDER o propósito da criação da família;
·        ENTENDER o significado de honrar os pais;
·        DESENVOLVER a boa comunicação em família.

INTERAÇÃO

Como foi a recepção da lição anterior entre os alunos? O desejo dos editores é que essas lições se transformem em atitudes que mudem, fortifiquem e ampliem os relacionamentos por meio de uma reflexão mais bíblica do que social, todavia, sem ignorar a contribuição de ambas à completa compreensão do temário. Portanto, leia atentamente o texto complementar na seção Subsídio; adapte a lição ao contexto social e nível de compreensão de seus alunos, pesquise em fontes confiáveis, e empregue recursos didáticos diversificados. Que o Senhor continue abençoando vossa vida e ministério.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Nesta lição, depois da introdução ao tema, distribua um pedaço de papel para cada aluno e solicite que eles escrevam apenas uma palavra que descreva o conceito de família para eles. Não pode ser dois ou três vocábulos, mas apenas e exclusivamente um.
Fique atento aos termos e escreva-os no quadro ou outro lugar apropriado. De acordo com o desenvolvimento da aula, inclua essas palavras em sua ministração, ora conceituando-as, ora afirmando ou corrigindo-as. Seja perspicaz e procure compreender o que levou o aluno a destacar tal palavra.

TEXTO BÍBLICO

Salmos 128.1-6; Efésios 6.1-4.

Salmos 128
1 — Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos!
2 — Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás, e te irá bem.
3 — A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa.
4 — Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor!
5 — O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida.
6 — E verás os filhos de teus filhos e a paz sobre Israel.

Efésios 6
1 — Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.
2 — Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa,
3 — para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
4 — E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.

COMENTÁRIO DA LIÇÃO

INTRODUÇÃO

No contexto da vida pós-moderna há uma grande crise e desconfiança nas instituições. Por vários fatores, nem sempre fáceis de serem compreendidos, o homem moderno se opõe as instituições tradicionais, como a religião e a família. Esta última tem sido alvo de ataques que procuram ruir os fundamentos bíblicos e cristãos que servem de âncora para uma família saudável e feliz. Nesta lição, estudaremos que a família cristã é um centro por meio do qual as bênçãos divinas devem fluir sobre toda a terra (Gn 12.3).

I. O IDEAL DA FAMÍLIA

1. O propósito de Deus (Gn 2.18-24). Deus criou a família para ser um centro de comunhão entre homem e mulher e os filhos gerados dessa relação. A família seria um núcleo irradiador das bênçãos divinas e realizações humanas. O trabalho (Gn 2.15), a subsistência (Gn 1.29,30), o lazer (Gn 2.1-3), o prazer e procriação (Gn 1.28), e os papéis sociais dos membros da família (Gn 2.24), estavam interligados harmoniosamente com o propósito do Criador. Deus vira que não era bom que o homem estivesse só (Sl 68.6), e, por isso, criou-lhe a família (Gn 2.18). A solidão é um agravo à saúde psicofísica da criatura humana e, por mais esta razão, o Senhor não deixaria a criatura feita à sua imagem sem um semelhante para comungar e expressar tudo quanto recebera da parte de Deus. Homem e mulher, portanto, fazem parte do mesmo projeto divino e ambos são responsáveis pela harmonia familiar, desenvolvimento da afetividade e crescimento pessoal. É na família que podemos crescer no conhecimento do Senhor (Os 6.3), amadurecer nossas emoções, e nos desenvolver como pessoas plenamente realizadas (Lc 1.80; 2.52).
2. O pecado (Gn 3). O pecado é uma ofensa contra Deus (Rm 3.23), e o próximo (Mt 6.14). Ele afasta as pessoas tanto de Deus como do outro. A primeira crise familiar foi provocada pela desobediência ao mandato divino (Gn 3.11), pela falta de franqueza e transparência no diálogo (Gn 3.1-5,12,13), e pelo egoísmo na satisfação das necessidades pessoais (Gn 3.6). Nesta crise encontram-se os infortúnios que atingem a família hodierna: desobediência, falta de diálogo, egoísmo e medo. O primeiro registro bíblico da palavra “medo”, “temor” ou “pavor” acha-se em paralelo ao problema do mal moral ou da Queda. Diz a Bíblia: “E chamou o Senhor Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me” (Gn 3.9,10). O medo, segundo Gênesis, é produto do pecado, ou melhor, da perda da comunhão com Deus. Não há medo quando o crente está na relação certa com o Criador! Enquanto Adão mantinha-se em harmonia e comunhão com Deus, nada o atemorizava. O medo não existia antes da Queda, mas assumiu o controle das emoções humanas quando a criatura fora suficientemente corajosa para desobedecer o mandamento divino!
3. O lar abençoado por Deus (Sl 128.1-6). Pelo fato de os homens serem pecadores, nenhuma família será perfeita, porquanto as pessoas que a compõe são imperfeitas. É preciso entender isso e não exigir dos familiares uma perfeição impossível de alcançar. Comece dando-lhes o exemplo. Aceite e ame-os com todo desprendimento. O amor tudo suporta (1Co 13.7; Ef 4.2; Cl 3.13). Todavia, o lar pode e deve ser um lugar onde as bênçãos do Senhor estão presentes. O fundamento para a felicidade no lar são o temor ao Senhor e a submissão aos seus mandamentos (v.1). Observando deste modo, as realizações pelas quais a sociedade tanto labuta fluíriam naturalmente no lar: prosperidade financeira e realização no trabalho (v.2), completa realização no matrimônio e na criação dos filhos (v.3); porque assim é abençoado aquele que teme ao Senhor (v.5).


Pense!

Cada membro da família é responsável pela unidade e harmonia doméstica. O que você está fazendo para essa harmonia?


Ponto Importante

A bênção do Senhor está sobre a família cujo fundamento é Cristo.


II. O SIGNIFICADO DE “HONRAR PAI E MÃE” (Êx 20.12; Ef 5.22,23; 6.1,2)

1. Obediência. O mais básico sentido de honrar os pais é obedecê-los (Pv 4.1-4; 23.22). Segundo a Bíblia, a desobediência aos pais implica em duras indigências e maldições (Pv 20.20; 30.17; Êx 21.15; Lv 20.9). Contudo, um filho submisso é a alegria dos pais (Pv 10.1; 13.1; 15.20). Neste aspecto, honrar os pais significa respeitá-los, obedecê-los e acatar seus conselhos. O mandamento de honrar pai e mãe é incondicional, imutável e vigente pelo tempo que os pais viverem. Infelizmente, alguns acham que tornar-se adulto e contrair matrimônio são ocasiões para livrarem-se dos pais. Em nenhuma fase da vida a pessoa está livre do cumprimento dessa ordem.
2. Provisão. O segundo sentido do mandamento é prover os pais em suas necessidades. Qualquer teoria ou prática que pretenda desobrigar os filhos dessa responsabilidade contradiz as Escrituras (Mc 7.10-13). De acordo com Jesus, sustentar os pais na velhice (Mc 7.11-13) era um mandamento que não poderia ser anulado pela tradição. O Novo Testamento ensina o apreço e consideração pelos pais na velhice. Timóteo foi proibido por Paulo a repreender asperamente um ancião. Deveria admoestar os idosos como a pais e mães (1Tm 5.1,2), e as viúvas com mais de sessenta anos deveriam ser registradas na lista oficial de “viúvas da igreja” (vv.9,11). Todavia, a responsabilidade de cuidar dos pais em avançada idade era dos parentes próximos: “Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel” (v.8). Cuidar dos pais implica em suprir suas carências materiais (Sl 37.25) e não desprezá-los na velhice (Pv 23.22). Na morte, Jesus lembrou-se do cuidado devido à sua mãe (Jo 19.26,27), traduzindo deste modo o solícito pedido do salmista ao Senhor: “Não me rejeites no tempo da velhice; não me desampares, quando se for acabando a minha força” (Sl 71.9).
3. Preservação moral. O terceiro aspecto do mandamento é a preservação moral dos pais. A observação a esse preceito trouxe bênçãos para Sem e Jafé, mas a desobediência incorreu em maldição para Canaã (Gn 9.20-29). Isto implica em não expor os pais ao ridículo, divulgar suas fraquezas, debochar da senilidade dos pais, entre outras (Pv 11.13; 19.26). Atente para o conselho de Provérbios 30.17. Lembre-se: “A glória dos filhos são seus pais” (Pv 17.6).


Pense!

Honrar os pais é o primeiro mandamento com promessa: prosperidade e vida longa! Não almejas tais bênçãos?


Ponto Importante

Desonrar os pais é ofender Àquele que nos deu o mandamento: o Senhor.


III. A COMUNICAÇÃO NA FAMÍLIA (Sl 19.14; 141.3; 1Co 15.33)

1. A arte da comunicação familiar. Há um interesse social cada vez maior na arte da comunicação. Contudo, muito empenho é feito na área do crescimento profissional e pouco para melhorar a comunicação doméstica. Há pessoas que conversam com todos no trabalho, na escola e na igreja, mas são de poucas falas com a família. Não têm interesse no diálogo com os pais, filhos, irmãos, esposa. Comunicam-se mais pelas redes sociais com os estranhos, enquanto se fazem estranhos à própria família. A única coisa que comunicam é quando diz respeito às necessidades pessoais. Sabe-se que é impossível não se comunicar. As pessoas estão sempre se comunicando, seja com gestos, seja com posturas ou tom de voz. Até mesmo ficar em silêncio é uma forma de comunicação. O receio que alguns possuem em se comunicar na família reside no fato de que o diálogo modifica, muda ou afeta os sujeitos da comunicação. Quando os membros familiares interagem constantemente por meio do diálogo, eles estimulam e reforçam o que está sendo dito por meio de atitudes e gestos de modo que a comunicação define e aprofunda o relacionamento na família (Cl 3.16,17). A comunicação, portanto, influencia o comportamento e as atitudes das pessoas.
2. Como melhorar a comunicação na família (Tg 3). Toda família é singular. Não existe uma família que seja igual a outra. Deste modo, não se pode receitar regras para se estabelecer a comunicação doméstica, mas é possível observar algumas normas gerais. Primeiro, procure conversar a respeito daquilo que interessa ao outro (Pv 10.32). Segundo, seja atencioso ao seu interlocutor (Pv 15.23). Terceiro, use palavras educadas e afáveis (Pv 15.1,4; 16.24). Quarto, resista à tentação de interromper a conversa (Pv 15.31). Quinto, não atenda as redes sociais enquanto conversa. Sexto, não ofenda e, se ofendido, mostre tolerância (v.17). Sétimo, respeite e não fale mal dos outros (Tg 4.11). Oitavo, rompa as barreiras que foram erguidas devido os problemas do passado. Nono, perdoe e aceite o perdão de seus parentes. Pai, mãe, irmãos e irmãs são laços que se estabelecem para sempre. Décimo, frequente as reuniões e celebrações familiares.
3. Comece por você. A mudança para uma comunicação frutífera na família deve começar por você. Seja o exemplo! Não espere que o outro tome a iniciativa. Portanto, mostre-se aberto ao diálogo em família. Procure conhecer o perfil e áreas de interesse dos seus familiares. Começar um diálogo a partir daquilo que seu parente gosta é um bom início. Vença a barreira que a racionalidade impôs ao homem moderno e aprenda a demonstrar seus sentimentos. Diga aos seus pais, irmãos e irmãs o quanto você ama-os. Tome a iniciativa e crie oportunidades e ambiente propício à comunicação.


Pense!

Não escolhestes a família a qual pertences, mas tens a oportunidade de torná-la uma grande bênção!


Ponto Importante

A família é um presente de Deus para o pleno desenvolvimento de nossa humanidade.


CONCLUSÃO

O Senhor deu a você uma família para o pleno desenvolvimento de seus dons e competências. A família é o primeiro núcleo social no qual todos os homens são inseridos. É nela que o indivíduo se descobre diferente do outro, constrói sua identidade e inicia sua descoberta do mundo e do mistério da vida. Portanto, valorize seus pais, irmãos e irmãs, avós e avôs, tios e tias, primos e primas. Construa um ambiente o qual você possa chamar de “lar”, que sirva-te de refúgio, fortaleza e escola.

ESTANTE DO PROFESSOR

BENTHO, Esdras C. A Família no Antigo Testamento. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2006.
SOARES, Esequias.
 Casamento, Divórcio & Sexo à Luz da Bíblia. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2011.

HORA DA REVISÃO

1. Qual o propósito de Deus ao criar a família?
Ser um centro de comunhão entre homem e mulher e os filhos gerados dessa relação.

2. Quais os dois fundamentos da bênção do Senhor na família?
O temor ao Senhor e a submissão aos seus mandamentos.

3. Procure no dicionário os significados da palavra “honra”.
Conjunto de ações e qualidades que fazem com que alguém seja respeitado.

4. Cite e comente os três aspectos do mandamento de honrar os pais.
Obediência aos seus ensinos, provisão de suas necessidades e preservação de sua vida e honra.

5. Cite duas normas para melhorar a comunicação na família.
Conversar a respeito do que interessa o outro (Pv 10.32) e ser atencioso ao interlocutor.

SUBSÍDIO

“Família, Centro de Comunhão

Deus é quem decidiu criar a família. Esta foi formada para ser um centro de comunhão e cooperação entre os cônjuges. Um núcleo por meio do qual as bênçãos divinas fluiriam e se espalhariam sobre a terra (Gn 1.28). Não era parte do projeto célico que o homem vivesse só, sem ninguém ao seu lado para compartilhar tudo o que era e tudo o que recebeu da parte de Deus, pois o homem sente-se pessoa não apenas pelo que é, mas também quando vê o seu reflexo no outro que lhe é semelhante. Portanto, a sentença divina ecoada nos umbrais eternos expressa o amor e o cuidado celeste para com a vida afetiva do homem. O próprio Deus não estava solitário na eternidade, mas partilhava de incomensurável comunhão com o Filho e o Santo Espírito. Deus é um ser pessoal e sociável às suas criaturas morais. No entanto, contrapondo a natureza divina à humana, concluímos que o intrínseco relacionamento entre a divindade e o ente humano dá-se em níveis transcendentais, metafísicos. Por conseguinte, faltava ao homem alguém que lhe fosse semelhante, ossos dos seus ossos, carne de sua carne, alguém que se chamasse ‘varoa’ porquanto do ‘varão’ foi formada. Essa correspondência não foi encontrada nos seres irracionais criados, mas na criatura tomada de sua própria carne e essência. A mulher era ao homem o vis-à-vis de sua existência. Seu reflexo. Partida e chegada. O homem e a mulher se identificam mutuamente por compartilharem da mesmíssima imagem divina: ‘E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou’ (Gn 1.27)” (BENTHO, Esdras C. A Família no Antigo Testamento. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2006, p.24).