domingo, 19 de outubro de 2014

BENEFICIOS DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

                       
                         Refletindo sobre seus benefícios 


Para a compreensão dos benefícios a serem obtidos da Educação Religiosa pela igreja local, é necessária uma compreensão das potencialidades do ser humano que está envolvido na sua docência e na sua discência. Não é demais repetir que vivemos num mundo secularizado, maquinizado e despersonalizador.

No entanto, a igreja vive, pensa e age noutra esfera: tem um objetivo espiritual, busca a vontade de Deus e o reconhecimento do ser individual. É grande inspiração para o servo de Deus ler na Sagrada Escritura: “… eu te chamo pelo teu nome; ponho-te o teu sobrenome”, “não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu“, e ainda, sobre Jesus Cristo: “as ovelhas ouvem a sua voz; e ele chama pelo nome as suas ovelhas” (Is 45.4b; 43.1b; Jo 10.3b). É a personalização do povo de Deus, coisa não muito acentuada no contexto secularizado em que trabalhamos, estudamos e vivemos, quando se é apenas o número do CIC, do RG, ou da Conta Bancária, e que há de ser ênfase na Igreja de Cristo.

A pessoa humana é imagem e semelhança do Criador, e confiado lhe foi gerenciar este mundo para revitalizá-lo e fazê-lo produzir sem agressões ao meio ambiente. É um ser de possibilidades: cresce, adapta-se, pensa, reflete, cria, transforma, molda, age e interage. A esse ser pleno de possibilidades, a igreja repassa os benefícios da Educação Religiosa.

O papel do educador religioso está em orientar este ser humano para a vida em Cristo, guiando-o à maturidade espiritual. A afirmação de Paulo, “para mim o viver é Cristo” (Fl 1.21), passa a ser programa de vida, verdade de conduta, vida de fé. Naturalmente, o principal agente da Educação Religiosa se torna a igreja local, já por ser um grupo de crescimento, já porque alguns crentes em Cristo não vêem nem têm seus lares na piedade cristã.

Talvez haja necessidade de despertar igrejas para essas oportunidades, possibilidades e reconhecimento de benefícios para não cairmos na triste análise feita pelo Dr. Elton Trueblood,
Houve um tempo em que uma igreja era uma comunidade corajosa e revolucionária, que estava mudando o curso da história pela introdução de idéias discordantes; hoje é um lugar aonde se vai e se senta em bancos confortáveis, esperando pacientemente a hora de ir para casa para o almoço do domingo.
Isso porque já se chegou à conclusão que tem havido pouco interesse no estudo bíblico, e assim são poucos os membros da igreja afeitos à leitura profunda ou ao estudo sistemático da Palavra de Deus.

Por outro lado, com exceção das Sociedades Femininas, possivelmente, em geral as organizações estão em crise, sendo, ainda um pouco difícil encontrar professores consagrados e dispostos a dedicar tempo ao preparo de suas aulas, e ao contato pessoal e extraclasse com os alunos. Isso, entretanto, há de ser feito, por amor do próprio universo abrangido pela Educação Religiosa (crianças, jovens, adultos, cf. 1Jo 2.12-14).

Ora, crentes em Cristo têm os pecados “perdoados por amor do seu nome” (v. 12), conhecem o Pai e “aquele que é desde o princípio”(vv. 14a, 13a), já venceram o Maligno (v. 13b), são fortes e retêm a palavra de Deus (v. 14b). Com vistas a esses, a recomendação expressa do Senhor,
“ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28.20a), e é por isso que “perseveravam na doutrina dos apóstolos” (At 2.42a).

PRIMEIROS BENEFÍCIOS

Na Igreja-dos-primeiros-dias, quatro atividades de Educação Religiosa se destacavam. É conferir no livro dos Atos (2.41-47; 5.42).

O Culto

A primeira delas o Culto (cf. 2.42a). Efésios 5.19-21 e Colossenses 3.16b são claros em apresentar os elementos que compõem o culto cristão: os hinos de louvor, as orações, a proclamação e ensino, e o serviço. A adoração há de ser pessoal (Rm 12.1) e coletiva (Ex 12.26). Na adoração reconhecemos nossa indignidade, e o sacrifício redentor de Jesus Cristo; buscamos conhecer a vontade de Deus para poder servi-Lo com todas as veras do nosso espírito. Na atividade de culto, o testemunho se faz atuante aos não-crentes, aos adversários, ao que têm impedimentos físicos, e isso por métodos os mais variados, pois o evangelho deve ser sempre atual falando às pessoas quando e onde elas estão e como estão num testemunho relevante e inteligível, tomando-se cuidado com o que já foi chamado jocosamente de “linguagem de Canaã”, o jargão religioso que o descrente pode não entender, e não ter igualmente sentido para as crianças. Algo assim como: “entregue seu coração a Jesus” (“como é que eu faço para arrancar e dar a ele?” perguntou uma criança), “… você está perdido” (de quê?), “… você precisa ser salvo” (de quê?), e outros tantos.

Se o culto é o relacionamento consciente da congregação com Deus, quem o cria e o faz de modo consciente é a Educação Religiosa (cf. Ec. 12.26).

O Testemunho

Deve começar com o ser humano como imagem de Deus. Esse é um ensino repassado pela Escritura (Gn 1.26; Ef 4.24; 1Co 11.7). Deve falar da queda e do pecado, e enfatizar a libertação da vida de pecado e a nova vida em Cristo. Afinal, a Educação Religiosa ressalta que no culto estamos como uma coletividade de pecadores salvos que confessam seu pecado e o perdão trazido por Cristo. Ensina que culto é ação. Da parte de Deus que nos agracia com bênçãos escolhidas por causa de nosso ato de fé, e de nossa parte que lhe obedecemos porque nele confiamos.

A experiência de estar com a congregação em culto é pedagógica porque temos uma experiência viva do povo de Deus na história; crianças, jovens e adultos se vêm como membros da mesma comunidade que cultua. É preciso crer na família que adora a deus unida quando cada culto se torna uma experiência de adoração e educação.

A Comunhão

Cantamos dizendo uma verdade bíblica: que “benditos laços são os do fraterno amor” porque Jesus Cristo é o filtro de nossos relacionamentos. Assim, nas relações conjugais, familiares, de trabalho, sociais ou eclesiásticas é o que deve ocorrer. Em tudo, Cristo é o parâmetro, o meio de aferição e o elo de união. É atestar com declarações como as encontradas em Efésios 5.22, 25; 6.1,4,5,9, pois “tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fl 2.5), visto que nossa comunhão está marcada pelo seu sangue (1Jo 1.6,7).

No Novo Testamento, o sentido de comunhão não era café-com-bolinhos, e sim o de Atos 4.32,34,35. O senso de pertencer, de ser-um-com-os-outros, de amar e ser amado é uma das mais extraordinárias experiências da vida cristã (cf. 1Jo 4.19-21). Assim, a educação religiosa nos dá o reconhecimento do nivelamento que o evangelho dá a pessoas de classes sociais, raças ou idades diferentes. Através da comunhão, relacionamentos quebrados são curados e fortalecidos. E isso não é sociabilidade, mas o reconhecimento que pela graça somos salvos, alimentados pela educação na fé porque Cristo estabeleceu para a igreja o “ensinando a guardar”.

A Capacitação

O próximo passo é o do ensino, a capacitação e treinamento do povo de Deus para a missão divina. São os novos crentes, a liderança da igreja, os grupos especiais. Afinal, a igreja não lida com coisas, mas com pessoas, o que significa que sua tarefa é produzir gente de boa qualidade. Há registro de que o poeta W.H. Davies conversava com um garotinho e lhe teria perguntado, “que é que você vai ser quando crescer?” Naturalmente esperava que dissesse “bombeiro”, “médico”, ou outra profissão fascinante. O menino respondeu, “Que eu vou ser quando crescer?” Pelo seu tom de voz, a pergunta de Davies parecia ter sido boba. E completou, “vou ser um homem grande!” É mesmo! O final do crescimento é ser adulto, e isso vale na vida cristã.

Nosso trabalho é produzir jovens que saibam o que crêem, e que possam declarar sua fé no espírito de 1Pedro 3.15. Para que isso aconteça, haveremos de enfatizar o estudo sistemático, dialógico da Palavra Santa, ou seja, não dizer o que se deve crer, mas ajudá-los a descobrir por eles mesmos; que sejam moças e rapazes de princípios justos e valores perfeitos; leais à Igreja de Jesus Cristo, à sua denominação, e à sua igreja local; jovens profundamente conscientes do seu papel no mundo, mostrando-lhe o que faz diferença na vida para eles expressa na simples expressão, “em Cristo”.

O Serviço

A igreja de Jerusalém tinha uma expressão de Serviço. Que a igreja nunca seja condenada por sequer pensar, “.. sou eu o guarda do meu irmão ?” (Gn 4.9b), porque a resposta será “Sim”, à luz das advertências bíblicas (cf. 1Co 12.25; Gl 6.2; 1Tm 5.8). Cada crente em Jesus Cristo tem recursos para cuidar, zelar, fazer crescer como participante do Corpo de Cristo com os dons que o Espírito Santo distribuiu soberanamente (cf. 1Co12.6-11). A Educação Religiosa, a educação na doutrina bíblica e na prática cristã, há de tornar compreendidos esses dons, ao tempo, que, abrindo os olhos espirituais, capacita com o treinamento o crente. É aí que compreendemos que “sim, somos o guarda do nosso irmão!”

Por aí se demonstra que o cuidado pastoral é responsabilidade de toda igreja como comunidade terapêutica liderada pelo seu pastor. Na profecia do Antigo Testamento está declarado que, “como pastor ele apascentará o seu rebanho” (Is 40.11a); na ordem aos apóstolos, “pastoreia as minhas ovelhas” (Jo 21.16); na palavra aos pastores, “apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós” (1Pe 5.2-4); e a todos os crentes, “… que os membros tenham igual cuidado uns dos outros” (1Co 12.25b). Cuidado pastoral é um encontro pessoal em amor, e uma possibilidade para cada crente, pois há muita coisa que se faz como crente e não se percebe que é puro cuidado pastoral, como a visita de um crente a outro que mais que social é pastoral.

MAIS BENEFÍCIOS

Os benefícios estão nos próprios objetivos da Educação Religiosa:
No que se promove uma consciência de Deus como uma realidade na experiência humana, e um sentido de relacionamento pessoal com Ele;
no que se procura desenvolver esse entendimento e apreciação da pessoa, da vida e dos ensinos de Jesus Cristo que leve o crente a ser leal ao Mestre e a sua causa, manifestando em seu dia-a-dia uma visão do mundo dominado pelo evangelho;
no que se interpreta a vida e o mundo do ponto de vista evangélico, vendo neles o propósito e plano de Deus;
no que se desenvolve uma apreciação do significado e importância da família cristã e se participa e contribui para a construção de famílias fortes que resultem em igrejas fortes;
no que se promovem as missões cujo espírito não pode ser transmitido a outros a não ser por aqueles que o possuem;
na educação para a liberdade, para o amor, para o senso cristão do acontecimento e para o amor pessoal de Jesus Cristo e por Jesus Cristo;
para o entendimento da chamada de Abraão, de Moisés, de Isaías, de André e Simão, mas também a de Carlinhos, de Rosa Maria, do irmão João de Sousa, da Profa Julieta Amaral, do Dr. Henrique Pessoa; da compreensão, até, dos fracassos como meio de aprofundar a dependência de Deus.

Naturalmente os objetivos pra surtir os benefícios esperados precisam ser graduados, e, ao dividirmos os grupos de acordo com a faixa etária, estamos dizendo que a compreensão cristã depende principalmente da idade da pessoa atendida. Compreende-se, no entanto, a possibilidade de alternativas, como a divisão de atividades por centros de interesse a partir dos adolescentes, quando estes, mais os jovens e os adultos se reuniriam em torno de um centro de atenção para um estudo ou prática inter-etária (evangelismo, música, capacitação da liderança, etc.). Os referidos centros de interesse devem funcionar concomitantemente. Daí, já se chega a mais um benefício que é a realimentação (feedback) do sistema eclesiástico pela interação de seus membros, visto que a igreja deve ser olhada e analisada através de uma visão sistêmica. Nessa comunidade de participação, crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, mulheres e homens, ovelhas e pastores, solteiros e casados, cada um enriquece o outro, e aprende a participar da criação e manutenção de uma igreja mais humana, mais próxima ao Espírito de Jesus Cristo e mais libertadora.

Então, um benefício certo é a “opção pelo serviço”, no qual a fé ativará a inteligência, a esperança animará a vida afetiva e o amor essencializará a vontade, pois não explicitou Paulo que “todas as vossas obras sejam feitas em amor” (1Co 16.14)? E “de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas” (2Co 12.15a)? Tudo isso num senso crescente do deus Vivo, do apoiar-se em Deus, do Deus-em-nosso-meio, do Emanuel!

O que quer que aconteça na igreja é pedagógico, e essa ação pedagógica há de ajudar o crente a pensar, e guiá-lo a uma perspectiva diferente de si, dos outros, dos horizontes. Embora a fé se tenha tornado difícil neste mundo de pensamento lógico e materializado, nosso povo anseia pela vida de fé com Deus, e aí reside o propósito central da educação religiosa: ser um fator de participação e de liderança de mudanças nos envolvimentos do ser humano em suas interrelações. A igreja, por isso, deve se tornar um centro de convivência, ou no dizer de Miller, “a igreja local é onde nos tornamos conscientes do começo de nosso sustento na vida cristã” (p. 194).

Para benefícios ainda maiores, deve-se dar ênfase plena à lealdade à igreja onde se é membro, onde havemos de crescer com ela, de com ela nos alegrar, chorar, e nessa era de ignorância da Palavra de Deus, de incerteza do dia seguinte, de pessimismo diante das coisas, de temor do futuro, o crente em Cristo continuará a receber os vitalizadores benefícios da orientação segura, existencialmente correta da Escritura Sagrada na Educação Religiosa.

FONTES PRIMÁRIAS

BARCLAY, William. Fishers of Men. Philadelphia, Westminster, 1966.

KHOOBYAR, Helen. Facing Adult Problems in Christian Education. Philadelphia, Westminster, 1963.

MELY, Rafael García. Filosofia de la Tarea Educadora de la Iglesia. Em: Educación Cristiana. Ano XXIII, no 93 (1968), pp. 23-28.

MILLER, Randolph Crump. Christian Nurture and the Church. NY, Charles Scribner’s Sons, 1961.

PAGURA, Federico J. Elaborando un Programa Completo para la Iglesia Local. Em: Educación Cristiana Ano XXIII, no 93 (1968), pp. 19-21.

WIENCKE, Gustav K. (Org.). Christian Education in a Secular Society. Philadelphia, Fortress, 1970.

WIENER, Norbert. Cibernética e Sociedade, 3ª ed. São Paulo, Cultrix,. 1970. Trad. J. P. Paes.
Pr. Walter Santos Baptista, Igreja Batista Sião Seminário Teológico Batista do Nordeste em Salvador Salvador, 


  ENSINANDO PARA TRANSFORMAR O CARÁTER

Quando alguém se refere a um aluno como “uma peça rara”, de um jeito ou outro, você pode aguardar algo extrordinário. Você antecipa que algumas características marcantes desse aluno afetarão sua classe ou a escola, de alguma forma.
De fato, nosso caráter simboliza um conjunto de qualidades que nos caracterizam e diferenciam. Muito de nosso esforço educacional é dedicado em treinar as criancas para mudar o ponto de referência de si mesmas para a vida e interesse do próximo. A escola cristocêntrica, no entanto, tem seu ponto de referência no reconhecimento, seja por palavras, seja por ação, de que Cristo é a fonte e a reflexão de toda a sabedoria e conhecimento. Por conseguinte, o caráter de Cristo torna-se o modelo para o desenvolvimento do caráter na escola cristã.
Como estamos educando nossos alunos de maneira que reflitam, cada vez mais, as “singulares qualidades” de Cristo? Essa pergunta deve servir de base para todo o nosso ensino e prática. A resposta a essa pergunta deve, portanto, estar manifesta em todas as disciplinas e atividades da nossa escola. Com qual propósito? Com o propósito de que nossos alunos, revestidos do caráter de Cristo, transformem nossa cultura – uma vida de cada vez.
A educação cristã não existe para isolar as crianças de um mundo inconstante e assustador, mas seu propósito principal é equipá-las para buscar e revestir-se do caráter de Deus, para ser sal e luz num mundo decadente e tenebroso. Nossas escolas existem para preparar jovens para o reino do céu e para o mercado de opiniões, com o propósito de cumprir a obra de nosso Pai celestial, colaborando com Ele em Seu grande plano.
Que Deus o capacite e lhe conceda sabedoria nesse ano, ao discipular jovens e crianças que se tornarão verdadeiras “peças raras” de Cristo, e que transformarão o mundo para a glória de Deus.

Você, diretor da Escola Bíblica Dominical, tem hoje o privilégio de estar à frente da maior organização da igreja. Este privilégio dado por Deus é também uma oportunidade de participar diretamente da execução do programa missionário de sua igreja. Já pensou nisto? Com isto, você estará ajudando a salvar vidas em várias partes do planeta, e isto é um trabalho que não tem preço. Anunciar a glória de Deus às nações é algo que vai mexer com sua vida. Se estás disposto a colaborar com o Deus missionário, que quer buscar pessoas de todas as raças, tribos e nações para completar seu maravilhoso povo, convoque seus liderados e comece agora a trabalhar.
Você pode se preparar

Buscando o Deus de missões para saber o que Ele quer que você faça em colaboração com o seu maravilhoso plano de salvar a humanidade.
Orando a Deus pedindo a orientação por toda a programação da campanha.
Informando-se sobre a realidade espiritual e material dos diversos povos do mundo.
Refletindo sobre a realidade de vidas sem Jesus.
Lançando desafios que levem seus liderados a se envolver com a evangelização dos povos.
Aprendendo sobre fatos acontecidos nos campos, lendo literaturas sobre o assunto.
Comprometendo-se a orar e a sustentar financeiramente um missionário. Além de sua colaboração como membro do corpo de Cristo ser imprescindível, ela será um grande estímulo para que seus liderados queiram se engajar em missões.
Realizando todo o trabalho na dependência de Deus. Trabalhe para que esta campanha seja a melhor de todas as que sua igreja já realizou. A oração será sua principal arma contra o desânimo e a principal ferramenta para despertar seu grupo para os desafios do mundo perdido.
Trabalhando sempre ao lado do pastor. Seja um fiel colaborador de quem vai estar liderando a Campanha Missionária em sua igreja. Missões é uma obra de parceria.
Montando uma equipe para apoiá-lo neste trabalho. Os outros líderes poderão auxiliá-lo no planejamento e execução do programa de missões. Eles deverão participar das reuniões de planejamento e estar bem informados do que vai acontecer.
Traçando alvos claros e alcançáveis para seus liderados. Trabalhe dentro da realidade de seu grupo, mas não deixe que os obstáculos desanimem seus liderados.
Planejando as atividades com antecedência. Selecione as informações que serão apresentadas. Escolha as pessoas que irão participar, orientando-as no preparo do material e nas informações.
Convocando à participação cada membro de sua organização, além dos líderes. Estimule cada irmão a participar. Seja criança ou adulto, empresário, profissional liberal, estudante, simples trabalhador, dona de casa ou aposentado, todos são importantes e devem colaborar com a evangelização do mundo.
Escolhendo as atividades que serão realizadas no período. Selecione as que mais se adaptam à realidade de seus liderados. Seja flexível para fazer as mudanças necessárias. Há sugestões de cultos e programas para todas as idades.
Você pode despertar a EBD para a Campanha Missionária
Propagando. Este é um dos segredos do sucesso de qualquer empreendimento que queira envolver pessoas. Para realizar uma campanha que estimule cada segmento da sua organização, é preciso que uma boa divulgação seja realizada. Anuncie, convide, faça cartazes e bilhetes, telefone, use todos os meios de comunicação possíveis. Deixe que todos fiquem curiosos e empolgados com o que vai acontecer.
Esclarecendo o que a EBD irá realizar no período. Se possível, coloque informações sobre a Campanha Missionária no boletim dominical. Explique claramente os objetivos traçados. Prepare o povo para este período. Diga o que você espera deles. Ninguém deve ficar sem saber do assunto.
Você pode desenvolver um programa missionário que dê resultados
Abertura da Campanha Missionária – Escolha uma atividade que possa abrir a campanha em sua organização. Música, poesia, jogral, teatro, testemunho, vídeo são boas opções.
Encerramento da Campanha Missionária – Com o mesmo cuidado, prepare uma atividade inspiradora para finalizar a campanha. Algo que fique na memória e no coração.
Tema e divisa da Campanha Missionária – Na reunião geral e nas reuniões separadamente, é importante que estes ítens sejam sempre lembrados.
Músicas que enfoquem missões – A cada reunião dominical, cante músicas com temas missionários. Convide pessoas ou grupos para cantar músicas sobre o tema. Cante o hino “Ide e Pregai” e outros da Coletânea Missionária (JMM).
Programa de Adoção Missionária – Se a sua igreja ou organização ainda não é participante de um Projeto de Adoção Missionária, explique como ela poderá se integrar a um programa deste. Lance desafios para que as pessoas tenham a oportunidade de colaborar financeiramente, a cada mês, do sustento de um missionário.
Alvo financeiro – Estimule cada família da EBD a estipular um alvo financeiro para missões.
Alvo de oração – É importante que seus liderados sejam desafiados a fazer um alvo de oração em favor de um missionário ou país. Ofertar e orar são duas formas de colaboração imprescindíveis para que a obra prossiga.
Painel de ofertas – Monte um painel. Coloque-o num lugar de destaque e, a cada domingo, acompanhe o alcance do alvo financeiro estipulado.
Flashes missionários – Se o grupo se reúne para dar abertura ao programa, ou para encerrá-lo, aproveite para realizar pequenos flashes missionários.
Experiências missionárias – Escolha experiências que valham a pena ser compartilhadas. Peça a alguém para memorizá-las e contá-las aos grupos reunidos.
Entrevista missionária simulada – Escolha uma entrevista em alguma revista missionária e apresente-a para todo o grupo. O entrevistado poderá vestir-se de acordo com o país focalizado.
Cantinho missionário – Escolha um país onde há missionário de sua igreja ou organização e monte uma exposição missionária com fotos, cartazes, trajes típicos, informações culturais e cartas missionárias. Se sua igreja adota algum missionário, este poderá ser o tema da exposição.
Videoconferências Missionárias – Planeje encontros para a exibição dos vídeos nas classes da EBD. Faça uma reunião geral ou em pequenos grupos. Após a exibição do vídeo, estimule o grupo a refletir sobre o tema apresentado.
Carta para o missionário – Forme grupos pequenos e estimule-os a escrever uma carta para um missionário. Procurar a listagem dos missionários na sua igreja ou organização.
Ligação telefônica para o missionário – Planeje uma ligação telefônica ao missionário adotado por sua igreja ou organização. Faça contato.
fonte: http://www.biblianet.com/escola/ebdmat.asp?artigo=6

Para outros usos, ver William Byrd (disambiguation) .

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