sábado, 15 de outubro de 2016

Subsidio cpad juvenis importancia de Israel n.4



    
                                    Ezequiel 37.1-12.




                                      Professor Mauricio Berwald

1 — Veio sobre mim a mão do Senhor; e o Senhor me levou em espírito, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos,2 — e me fez andar ao redor deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale e estavam sequíssimos.3 — E me disse: Filho do homem, poderão viver estes ossos? E eu disse: Senhor Jeová, tu o sabes.4 — Então, me disse: Profetiza sobre estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor.5 — Assim diz o Senhor Jeová a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis.6 — E porei nervos sobre vós, e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele, e porei em vós o espírito, e vivereis, e sabereis que eu sou o Senhor.7 — Então, profetizei como se me deu ordem; e houve um ruído, enquanto eu profetizava; e eis que se fez um reboliço, e os ossos se juntaram, cada osso ao seu osso.8 — E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles, e cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre eles por cima; mas não havia neles espírito.9 — E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor Jeová: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.10 — E profetizei como ele me deu ordem; então, o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército grande em extremo.11 — Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel; eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós estamos cortados.12 — Portanto, profetiza e dize-lhes: Assim diz o Senhor Jeová: Eis que eu abrirei as vossas sepulturas, e vos farei sair das vossas sepulturas, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel.
Tendo Israel como objeto principal de nosso estudo, veremos algumas profecias escatológicas que já tiveram seu cumprimento e outras que ainda hão de se cumprir. Através da situação atual de Israel iremos constatar a proclamação da iminente vinda de Jesus.

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Sugerimos para melhor compreensão desta lição que você faça uma listagem dos eventos escatológicos numa folha de papel pardo (para que todos vejam). Coloque-os fora da ordem de acontecimento. Distribua para sua classe folhas de papel ofício e peça que, cada aluno, coloque-os em ordem. Dê alguns minutos para o cumprimento da tarefa. Não precisa recolher os trabalhos, mas faça o levantamento da ordem de acontecimentos descrita pelos alunos. O objetivo desta tarefa é situá-los no tempo, no relógio de Deus, para que identifiquem as profecias que tiveram seu cumprimento e as que ainda acontecerão.

Ordem correta de acontecimentos escatológicos.

   1 — Dispersão e regresso de Israel;
   2 — Arrebatamento da Igreja;
   3 — Grande Tribulação;
   4 — Tribunal de Cristo;
   5 — Bodas do Cordeiro;
   6 — Batalha do Armagedom;
   7 — Implantação do Reino Milenial;
   8 — Juízo das Nações;
   9 — O Grande Trono Branco.

Israel é um dos sinais mais evidentes na atualidade em relação à volta de Cristo. Sua restauração nacional, profetizada em Ezequiel 37.1-10 e, que, através de uma visão fala metaforicamente de “um vale cheio de ossos”, teve início no século em que vivemos.

I. EIXO CENTRAL DO PROGRAMA ESCATOLÓGICO DIVINO

A história do plano divino em relação à humanidade tem seu eixo central na existência do povo de Israel. É o relógio pelo qual podemos acompanhar todos os eventos históricos e escatológicos do mundo. Jesus apontou-nos esse sinal de Sua vinda no sermão profético registrado em Lc 21.27-30: “E, então, verão o Filho do Homem numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima. E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira e para todas as árvores. Quando já começam a brotar, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão”.
Encontramos respaldo para crer na Palavra de Deus através das profecias bíblicas cumpridas e, a se cumprirem, nos fatos da vida de Israel.
1. Dispersão e regresso. Tanto as profecias sobre a dispersão do povo de Israel entre as nações quanto as referentes ao retomo à sua terra, têm tido o fiel cumprimento (Gn 12.1,2,7; Dt 32.9-11; Lv 26.33,36,37; Jr 24.6; Ez 36.24,28).
2. A reunião progressiva de Israel em sua terra. Há duas importantes reuniões de Israel na sua terra que mostram a veracidade da profecia bíblica. A primeira diz respeito ao sentimento de volta ao lar que tiveram todos os israelitas dispersos pelas nações. Esse sentimento se tornou forte com o movimento sionista iniciado em 1897 por Teodoro Herzl. Pouco a pouco, sistemática e continuamente, o povo começou a voltar. Não era um simples sentimento de um homem ou de um povo e, sim, um impulso do Espírito de Deus na mente e no coração de cada judeu disperso, em cumprimento da Palavra de Deus (Jr 24.6; Ez 36.24,28).
Em 1948, Israel já estava bem instalado na Palestina e a sua proclamação pela ONU como Estado foi o clímax da efetivação da promessa divina quanto ao seu retorno.
3. A segunda reunião de Israel. Esta reunião acontecerá no futuro próximo por ocasião da “angústia de Jacó”, conhecida como a Grande Tribulação (Ap 16.12-21). Esse evento escatológico será terrível e indescritível para o povo de Israel. Ele estará mobilizado para a grande batalha do Armagedom. Os reis da terra, isto é, os governantes do mundo todo estarão reunidos com seus exércitos e armas destrutivas para o maior combate já registrado na história mundial. Talvez seja esta a terceira guerra mundial. Será no clímax dessa batalha que Jesus, o Messias, anteriormente rejeitado pelos israelitas, virá e destruirá os inimigos do seu povo, e implantará o Seu reino milenial (Ap 19.11-21).
A profecia de Ezequiel 37.1-11 trata da restauração nacional, moral e espiritual de Israel. Alguns aspectos dessa profecia já tiveram o seu cumprimento e outros estão se cumprindo. Porém, o cumprimento cabal só acontecerá no período da Grande Tribulação e com a intervenção de Cristo, o Messias, em Jerusalém. Nesse período, a Igreja não estará na Terra, porque foi antes arrebatada para estar com o Senhor.

II. A DESTRUIÇÃO PROGRESSIVA DO POVO DO NORTE

Os textos de Ez 38 — 39 e Jl 2.20 tratam a respeito da profecia bíblica sobre um bloco de nações ao norte de Israel.
1. As nações do Norte. Por causa da etnia dos povos que habitam aquela região vários nomes geográficos podem ser identificados. O profeta fala de Magogue, Meseque e Tubal (Ez 38.2,3), regiões ocupadas pelos antigos citas e tártaros, as quais hoje correspondem à Rússia. Nome como o de Meseque converteu-se em Moscou ou Moskva. Tubal é a moderna cidade russa de Tobolsk. Em Ez 38.2 temos a palavra “chefe”, tradução do termo rosh, dando a idéia do nome Rússia. No bloco das nações aliadas aparecem os nomes de Gômer, Togarma (Ez 38.6). Gômer veio a ser a Germânia (atual Alemanha) e, Togarma corresponde à Armênia e Turquia. Em Ez 38.5 destacam-se os persas, os etíopes e Pute. Hoje, os persas são o Irã; os etíopes, a Etiópia; e, Pute, a Líbia.
2. Queda e ressurgimento da confederação do Norte. Devemos entender que a queda da União Soviética não significa que a profecia tenha perdido sua validade. Na verdade, essa potência mundial está se levantando e mostrando sua força, quando se esforça para participar das conversações de paz entre Israel e os países árabes, aos quais ela sempre apoiou. Ela perdeu o seu poder sobre o aludido bloco de nações, e alguns estudiosos interpretam essa queda como algo para acontecer em plenitude no futuro. Parte dessa profecia já começou a ter o seu cumprimento porque a Rússia caiu como potência bélica e econômica.
3. A Confederação do Norte combaterá a Besta na Grande Tribulação. A profecia diz que a confederação do Norte, tendo como líder Gogue, colocará seus exércitos contra a autoridade da Besta, ou seja, o Anticristo (Ez 38.2-6). A profecia indica que Gogue, chefe da terra de Magogue invadirá a terra de Israel nos últimos dias (Ez 38.8,16). É possível que essa invasão venha acontecer no período da Grande Tribulação. Os motivos principais para a invasão do “rei do norte” estão expostos em Ez 38.11,12. A idéia de “tomar o despojo e de arrebatar a presa” não é difícil entender pelo fato de a antiga União Soviética ter perdido seus principais intelectuais e cientistas (na maioria judeus), os quais retornaram para Israel. Diz a Bíblia que esse invasor será destruído pela intervenção divina (Ez 38.20), nos montes de Israel (Ez 39.4). Então, as nações da Terra reconhecerão o Deus de Israel (Ez 39.21,22). Devemos entender que essa invasão nada tem a ver com a batalha do Armagedom, e a guerra decorrente que acontecerá no início da “semana profética” de Daniel (Dn 9.27). A batalha do Armagedom se dará no final da “semana”, pois o seu líder será o Anticristo, a Besta (Zc 12.3; 14.2; Ap 16.14).

III. O RESSURGIMENTO DO ANTIGO IMPÉRIO ROMANO

Os textos de Dn 2.33,34,44; 9.24-27; 7.7,8,24,25; Ap 13.3,7; 17.12,13 são relativos à profecia sobre uma confederação de nações formada na área geográfica do antigo Império Romano.
1. O sentido duplo de interpretação. Essa profecia, numa parte refere-se literalmente àquelas nações adjacentes ao Mediterrâneo, as quais formavam o núcleo do Império Romano e, na outra parte, figuradamente refere-se apenas às características daquele Império. Tal como existiu o Império Romano, também, se levantará um da mesma forma dentro da realidade atual.
2. A União Européia, uma sombra do antigo Império Romano. Especula-se muito sobre a atual União Européia como um retrato dessa confederação profetizada. Não temos base consistente na Bíblia para afirmar positivamente. Mas não podemos evitar o fato de que as características dessa confederação profetizada (Dn 2.33,34,44) conferem com a profecia de Daniel. E perigoso estabelecer suposições como fatos. Por isso, o aconselhável é ficarmos dentro dos limites impostos pela profecia bíblica. No entanto, a evidência dos sinais da vinda do Senhor Jesus em nossos dias é fortalecida pela clareza da profecia e do seu cumprimento.

O sinal de Israel é revelado à Igreja pelo seu esplêndido florescimento na Terra que Deus lhe prometera — a figueira brotando — , e pela sua influência na marcha dos acontecimentos mundiais.
Trechos da Declaração de Independência de Israel, lida por David Ben Gurion no dia 14 de maio de 1948, e reproduzida integralmente no livro Jerusalém 3000 Anos de História (CPAD):
“Declaramos que, a vigorar desde o momento do término do Mandato, que se dará hoje à noite, véspera de Sábado, 6º dia de íar de 5708 (15 de maio de 1948), até a instalação das autoridades eleitas regulares do Estado de acordo com a Constituição que será adotada pela Assembléia Constituinte Eleita, o mais tardar a 1º de outubro de 1948, o Conselho do povo atuará como Conselho de Estado Provisório, e seu órgão executivo, a Administração do Povo, será o Governo Provisório do Estado judeu, a ser denominado Israel.
“O ESTADO DE ISRAEL estará aberto à imigração judaica e para o Retorno dos Exilados; fomentará o desenvolvimento do país em benefício de todos os seus habitantes; basear-se-á nos princípios de liberdade, justiça e paz, conforme concebidos pelos profetas de Israel; assegurará completa igualdade de direitos sociais e políticos a todos os seus habitantes sem distinção de religião, raça ou sexo; garantirá a liberdade de culto, consciência, língua, educação e cultura; e manter-se-á fiel aos princípios da Carta das Nações Unidas.
“APELAMOS ao povo judeu em toda a Diáspora para que cerre fileiras em torno dos judeus de Eretz-Israel nas tarefas de imigração e reconstrução e para que esteja ao seu lado na grande luta pela realização do sonho secular — a redenção de Israel.
“Confiando no Todo-Poderoso, apomos nossas assinaturas a esta proclamação, nesta sessão do Conselho de Estado Provisório, no solo pátrio, na cidade de Tel-Aviv, nesta véspera de sábado, 5º dia de íar, de 5708 (14 de maio de 1948). Segue a assinatura de David Ben Gurion e dos demais fundadores do Estado de Israel.
Terminada a leitura da Declaração de Independência do Estado de Israel, é proferida a bênção hebraica: ‘Louvando sejas, ó Senhor, Deus nosso, Rei do Universo, que nos mantiveste vivos, que nos preservaste e nos permitiste ver este dia’”.


 No dia 23 de maio de 1957, um tratado foi assinado em Roma, que sem dúvida foi o primeiro passo do cumprimento da antiga profecia de Daniel sobre a existência da futura confederação de nações, como última forma de expressão do poder gentílico mundial. A profecia está no capítulo 2, e repetida no capítulo 7 de Daniel. No Apocalipse ela é também vista a partir do capítulo 13. Esse tratado teve vigência a partir de 1 de abril de 1958. O seu objetivo fundamental é a unificação da Europa mediante a formação dos Estados Unidos da Europa. Os seis membros fundadores foram Itália, França, Alemanha Ocidental, Holanda, Bélgica e Luxemburgo. Novos membros foram mais tarde admitidos. Outros estão aguardando admissão.
“Essa coalização de nações a ser formada, segundo a profecia, na área geográfica do antigo Império Romano, está predita em Daniel 2.33,41-44; 7.7,8,24,25; Ap 13.3,7; 17.12,13. Não se trata de uma restauração literal e total do antigo Império Romano, tal como ele existiu, mas de uma forma de expressão final dele, pois, conforme a palavra profética em Daniel 2.34, a pedra feriu a estátua nos pés, não nas pernas. As duas pernas representam o Império Romano dividido em dois, fato que teve lugar em 395 d.C. O Império Ocidental, com sede em Roma e o Oriental, com sede em Constantinopla. Foi nessa condição que ele deixou de existir — como duas pernas. O Império Ocidental caiu em 476, e Oriental, em 1453 d.C. (O Calendário da Profecia, CPAD).

 Reconstrução  do Templo de Salomão  Ezequiel 43.1-9.

1 - Então, me levou à porta, à porta que olha para o caminho do oriente.2 - E eis que a glória do Deus de Israel vinha do caminho do oriente; e a sua voz era como a voz de muitas águas, e a terra resplandeceu por causa da sua glória.3 - E o aspecto da visão que vi era como o da visão que eu tinha visto quando vim destruir a cidade; e eram as visões como a que vi junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto.4 - E a glória do Senhor entrou no templo pelo caminho da porta cuja face está para o lado do oriente.5 - E levantou-me o Espírito e me levou ao átrio interior; e eis que a glória do Senhor encheu o templo.6 - E ouvi uma voz que me foi dirigida de dentro do templo; e um homem se pôs junto de mim7 - e me disse: Filho do homem, este é o lugar do meu trono e o lugar das plantas dos meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre; e os da casa de Israel não contaminarão mais o meu nome santo, nem eles nem os seus reis, com as suas prostituições e com os cadáveres dos seus reis, nos seus altos,8 - pondo o seu umbral ao pé do meu umbral e a sua ombreira junto à minha ombreira, e havendo uma parede entre mim e entre eles; e contaminaram o meu santo nome com as suas abominações que faziam; por isso, eu os consumi na minha ira.9 - Agora, lancem eles para longe de mim a sua prostituição e os cadáveres dos seus reis, e habitarei no meio deles para sempre.
Você já pensou porque, atualmente, os cristãos ocidentais não valorizam o templo? Na Europa, os antiguíssimos e espaçosos templos, outrora tão frequentados, estão vazios. Isso acontece devido ao esfriamento espiritual e a dessacralização dos locais religiosos. No Brasil, apesar da enorme e crescente quantidade de templos em todas as regiões, poucos são os que realmente lhes atribuem valor sacro. Entretanto, o povo judaico sempre valorizou o templo como lugar sagrado e de adoração a Deus. Hoje, eles ainda almejam a reconstrução do Grande Templo, por considerá-lo, entre outras coisas, o símbolo da unidade da nação com o Messias.

Mencionar as profecias bíblicas referentes à reconstrução do templo da Septuagésima Semana.Os propósitos principais do Templo dos judeus foram delineados nas planícies de Moabe em 1405 a.C. Embora não haja uma referência direta ao Templo, e sim ao local onde Yahweh escolheria entre as tribos “para ali pôr o seu nome” (Dt 12.4;11,14), a narrativa de Deuteronômio é decisiva para a compreensão da importância de um santuário central. O Templo serviria para: O Senhor habitar entre o povo (v.4); Israel oferecer o seu culto (v.11); servir de unidade nacional (vv.10,14) e livrar Israel da idolatria (vv.1-3,30).
Por fim, o Templo foi construído em Jerusalém, na antiga eira de Araúna, no monte Moriá (2 Cr 3.1), em torno de 966 a.C. Após a construção do Santuário, os preceitos básicos foram transgredidos: idolatria, transferência da unidade nacional baseada no Templo para a monarquia e, por conseguinte, a glória do Senhor ausentou-se do Santuário. Sucessivas reformas procuraram restaurar o Templo: de Asa (1 Rs 14.9s.); Josias (2 Rs 22), mas estas estavam condicionadas à fidelidade do rei. O Templo é destruído e reconstruído (2 Cr 36.19,23), profanado por Antíoco Epifânio (168 a.C), reconsagrado por Judas, o Macabeu (165 a.C), reformado por Herodes (20-19 a.C), destruído pelo general Tito em 70 d.C e, por fim, ansiado pelos judeus.
A fim de ilustrar a lição, transcreva para o quadro-de-giz ou cartolina o esquema didático abaixo. Trata-se de um esboço gráfico que apresenta as relações e progressos de um determinado assunto. Ele tem por objetivo proporcionar uma visão panorâmica de todo o conteúdo da lição. Observe no modelo abaixo as fases do Templo.
 A profecia concernente à reconstrução do Santo Templo, em Jerusalém, é um dos mais eloquentes alertas quanto ao iminente retorno de Nosso Senhor Jesus Cristo. Apesar de não sabermos se o Templo será reerguido antes, ou depois, do arrebatamento da Igreja, de uma coisa temos certeza: esta profecia está prestes a se cumprir.
Os achados arqueológicos, contudo, estão a levantar algumas interrogações. Onde ficava exatamente o templo? Se a mesquita de Omar ocupa, de fato, a área do antigo templo, este projeto será possível? A única coisa que sabemos é que as profecias sobre a reconstrução do Santo Templo hão de se cumprir fielmente, como fielmente cumpriram-se as profecias a respeito da restauração nacional de Israel em 14 de maio de 1948.

I. O QUE É O SANTO TEMPLO

O Santo Templo construído por Salomão não pode ser visto apenas como um assombro arquitetônico; é a concretização de um ideal que, tendo início com os patriarcas, fez-se realidade com o suntuoso edifício que o filho de Davi ergueu em Jerusalém (Gn 28.10-17; 1 Rs 5-8).
1. Definição. O Santo Templo, por conseguinte, é o santuário por excelência do povo israelita, onde não somente este, como também os gentios, deveriam adorar e buscar ao Deus Único e Verdadeiro em espírito e verdade (Mc 11.17).
2. Conceito teológico. Edificado em Jerusalém, possuía o Santo Templo uma função teologicamente missionária: atrair os gentios ao Deus de Abraão (2 Cr 6.32,33; Mt 12.42), fazendo com que estes, juntamente com os judeus, viessem a constituir-se num só povo em Cristo Jesus.
Infelizmente, o Santo Templo foi transformado, por reis infiéis e apóstatas, num centro ecumênico, onde cada povo tinha ali um altar para o seu deus (1 Rs 11.1-13). Dessa forma, Israel perdeu a sua maior oportunidade de expandir o Reino de Deus até aos confins da terra.

II. O TEMPLO DE SALOMÃO

A construção do Santo Templo teve início por volta do ano 966 a.C. O autor sagrado dedica a este empreendimento três capítulos do 1º Livro dos Reis. Terminada a obra, que consumiu os sete primeiros anos do glorioso reinado de Salomão, e que mobilizou todo o Israel e os países vizinhos, assim testemunha o cronista com respeito à glória do Senhor que sobreveio àquele santuário:
1. A glória do Senhor enche o templo. “A casa se encheu de uma nuvem, a saber, a Casa do Senhor; e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor encheu a Casa de Deus” (2 Cr 5.13.14).
2. A glória do Senhor deixa o templo. Salomão, que tão bem começara o seu reinado, desvia-se do Senhor para seguir os deuses de suas muitas mulheres gentias (1 Rs 11.1-13). E, assim, induz Israel à apostasia. Em consequência, o Senhor decide destruir Jerusalém e, com esta, o Santo Templo (Jr 7.1-16).
Antes, porém, que viessem os exércitos babilônicos, retira Ele a sua glória do lugar santíssimo (Ez 11.23). Como haviam predito os profetas, a Casa de Deus é posta em desolação por 70 anos (Dn 9.2).

III. A RECONSTRUÇÃO DO SANTO TEMPLO

1. O templo de Zorobabel. Terminados os 70 anos de exílio, suscita o Senhor o espírito de Zorobabel, a fim de que reconstrua o Santo Templo (Ed 3.1-13). Passados quase cinco séculos, eis que Herodes põe-se a reformá-lo, objetivando transformá-lo numa das mais notáveis edificações do Império Romano. Neste empreendimento, o perverso monarca compromete quarenta e seis anos de seu governo (Jo 2.20). A construção era sobremodo majestosa, servindo inclusive de introdução ao Sermão Profético de Nosso Senhor (Mc 13.1).
No ano 70, os exércitos romanos, sob o comando de Tito, destroem completamente o Santo Templo, conforme antecipara o Senhor Jesus (Mt 24.2). Desde então, os judeus, privados de seu santuário, não mais puderam oferecer a Deus os sacrifícios prescritos no Antigo Testamento. Mas, com muito anelo, aguardam a reconstrução do Santo Templo em Jerusalém.
2. O templo da 70ª Semana. Eis as profecias que fazem referência à reconstrução do templo da 70ª Semana.
a) Daniel (Dn 9.27); b) Jesus (Mt 24.15); c) Paulo (2 Ts 2.3-9).
3. O templo do Milênio. Este templo, por suas características descritas por Ezequiel, difere do templo da 70ª Semana pois será edificado sobre um monte localizado na parte central do território sagrado dos sacerdotes (Ez 40.2). Os seus átrios serão murados para se evitar a sua profanação (Ez 48.8-22). Neste templo, a glória de Deus haverá de manifestar-se a Israel e ao mundo. E sobre ambos os povos estará governando o Cristo de Deus como o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Apesar da importância profética do Santo Templo, nós, que recebemos a Cristo Jesus como o nosso Salvador e Redentor, devemos ter sempre em mente as palavras de Cristo àquela samaritana que se achava mui preocupada com o verdadeiro lugar de adoração: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.23,24).
A reconstrução do Santo Templo, entretanto, deve ser encarada como um dos mais fortes sinais da volta de Cristo Jesus. Não sabemos quando se dará este fato: antes ou depois do arrebatamento? O que realmente sabemos é que Cristo em breve virá buscar a sua Igreja.
Querido Jesus, os sinais tornam-se cada vez mais fortes e extraordinários. Não permitas que os teus filhos adormeçam na incredulidade. Ajuda-nos a ser mais precavidos. Em teu nome. Amém!
 O Templo que será erguido e que certamente será profanado pelo Anticristo tem sido bastante discutido pelos judeus de todo o mundo. Quando Israel conquistou a parte velha da cidade de Jerusalém com as ruínas do Templo, em 1967, o velho historiador judeu Israel Eldad, segundo citação da ‘Revista Time’, teria dito: ‘Agora estamos no mesmo ponto em que Davi estava, quando libertou Jerusalém das mãos dos jebuseus’. E acrescentou: ‘Daquele dia até o momento em que Salomão construiu o Templo passou-se apenas uma geração. Assim também acontecerá conosco’.
Recentemente declarou um rabino judeu: ‘Estamos prestes a ver o grande Templo reconstruído’, isto é, o Templo da Grande Tribulação. E, sendo indagado por um Jornal bastante badalado: ‘Quem o reconstruirá: os judeus ou o Anticristo?’ Ele respondeu: ‘O Templo é chamado de ‘...o Templo de Deus’ (Dn 8.11,14; Mt 24.15; 2 Ts 2.4; Ap 11.1) e, evidentemente só os judeus (ou através deles) serão autorizados por Deus para sua construção’.

[...] É sabido hoje que já há projeto em Israel para a construção do Novo Templo. Os judeus políticos dizem: A construção do Templo será um ato político de primeira categoria, pois somente assim a anexação de Jerusalém se tornará uma realidade política. Além disso, também motivos religiosos forçam a construção do Templo”. (SILVA, S. P. Escatologia: doutrina das últimas coisas. 12.ed., RJ: CPAD, 2000, pp.79-80).

Subsdio juniores bem aventurado os que choram n.4



   SUBSIDIO  BEM AVENTURADO OS QUE

                                      CHORAM N.4




                              verso 4 SUBSIDIO N.1

                              Professor Mauricio Berwald

Bem-aventurados os que choram - Este é capaz de dois significados: ou, de que aqueles são abençoados que estão aflitos com a perda de amigos ou posses, ou que eles que choram sobre o pecado é abençoado. Como Cristo veio para pregar o arrependimento, para induzir as pessoas a chorar por seus pecados e abandoná-los, é provável que ele tinha este último especialmente em vista. Comparar 2 Coríntios 7:10. Ao mesmo tempo, é verdade que o evangelho só pode dar certo conforto para aqueles em aflição, Isaías 61: 1-3; Lucas 4:18. Outras fontes de consolo não atingem as tristezas profundas da alma. Eles podem atenuar as sensibilidades da mente; eles podem produzir uma apresentação mal-humorado e relutantes em o que não pode ajudar, mas eles não apontam para a verdadeira fonte de conforto. No Deus de misericórdia única; no Salvador; na paz que brota da esperança de um mundo melhor, e não somente, está lá consolação, 2 Coríntios 3: 17-18; 2 Coríntios 5: 1. Os que choram, portanto, serão consolados. Portanto, aqueles que se lamentar sobre o pecado; que a tristeza que cometeram-lo, e estão aflitos e feridos que eles tenham ofendido a Deus, deve encontrar conforto no evangelho. Através do Salvador misericordioso esses pecados podem ser perdoados. Nele a alma cansados ​​e ladened encontraremos a paz Mateus 11: 28-30; ea presença do Consolador, o Espírito Santo, deve sustentá-los aqui João 14: 26-27, e no céu todas as suas lágrimas serão enxugadas, Apocalipse 21: 4.

                                       SUBSIDIO (2)
verso 4
Bem-aventurados os que choram, - Ou seja, aqueles que, sentindo sua pobreza espiritual, choram depois de Deus, lamentar a iniqüidade que os separava da fonte de bem-aventurança. Cada um voa de tristeza e busque a alegria, e ainda assim a verdadeira alegria deve necessariamente ser o fruto de tristeza. O todo não precisa (não sentem a necessidade de) o médico, mas sim os enfermos; isto é, os que são sensíveis de sua doença. Apenas essas pessoas como estão profundamente convencidos da malignidade do pecado, sentir a praga de seu próprio coração, e se com desgosto de todas as consolações do mundo, por causa de sua insuficiência para torná-los felizes, temos a promessa de conforto sólido de Deus. Eles serão consolados, diz Cristo, παρακληθησονται, de παρα, perto, e καλεω, eu chamo. Ele vai chamá-los para si mesmo, e falar as palavras de perdão, paz e vida eterna, aos seus corações. Veja esta noção da palavra expressa totalmente por nosso Senhor, Mateus 11:28, Vinde a mim todos vós que estais cansados ​​e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.




Subsidio adolescentes confrontando a natureza n.4






                NOSSA NATUREZA N.4 Hebreus 4.1-9

                           Professor Mauricio Berwald

Do castigo infligido em Hebreus descrente, que morreu no deserto, e não entraram na terra de descanso fez menção no capítulo anterior, o apóstolo prossegue para advertir o presente Hebreus do seu tempo, e que professavam a fé em Cristo, para que vendo que havia um descanso, e uma promessa de entrar em-lo, eles devem parecem vir curto do que, Hebreus 4: 1 , eo melhor, uma vez que que caíram no deserto teve o Evangelho pregado a eles, assim como eles ; ea razão pela qual isso não aconteceu lucro foi, porque não foi recebida pela fé, Hebreus 4: 2 , como também visto que é pela fé que os crentes agora entramos no descanso, Hebreus 4: 3 , que resto não é o resto do sétimo dia , em que Deus descansou; nem, o resto da terra de Canaã, que Josué conduziu os israelitas para; pois se ele tivesse entrado-los para o resto dos meios apóstolo, David, tantos cem anos depois dele, não teria feito menção de um outro descanso, Hebreus 4: 4 Portanto, segue-se que há um outro repouso para o povo de Deus, que aquele que entra em cessa de suas obras, como Deus das suas, Hebreus 4: 9 e este é o descanso que todos que professa a fé em Cristo, deve ser solícito e diligente para entrar, para que ele não deve ficar aquém do que através incredulidade; como os israelitas incrédulos fez de seu descanso, Hebreus 4:11 e os argumentos que exerçam a tal preocupação são tomadas a partir das propriedades e perfeições de Cristo, a Palavra essencial de Deus; particularmente a partir de sua onipotência e sua onisciência, Hebreus 4:12 . E vendo que ele é, por natureza, o Filho de Deus, e pelo escritório de um grande sumo sacerdote que entrou no céu para o seu povo, o incentivo é grande para segurar firme a profissão de fé nele fizeram, Hebreus 04:14 ea em vez desde que ele é um sumo sacerdote simpatizante, como ele precisa ser, desde que ele foi tentado, aflitos, e sofreu todos os sentidos como seu povo, e é em todos os aspectos como eles, com exceção de que ele não tem nenhum pecado, Hebreus 4: 15 e essa consideração deve envolver os crentes a chegar ao trono da graça com toda a confiança, e na expectativa de ter graça e misericórdia concedido a eles para o fornecimento de sua diária quer, Hebreus 4:16 .

verso 1
Vamos, pois, temei , .... Não com medo da ira e da condenação; nem com o medo de desconfiança e desconfiança do poder, graça e bondade de Deus; mas com um medo cauteloso, zelo de Deus, uma circunspecção cuidado e vigilância:

para que sido deixada a promessa nos de entrarmos no seu descanso ; não a terra de Canaã, o tipo de céu, mas sim o próprio céu, a glória final: há um resto do corpo na sepultura, do trabalho, de serviço e de trabalho e, a partir têmperas e doenças, onde ele repousa sob a tutela do Espírito, até a manhã da ressurreição; e há um descanso da alma antes da ressurreição, nos braços de Cristo, com quem ele imediatamente é, após a sua partida do corpo; e há um descanso tanto de alma e corpo depois da ressurreição, do pecado, das aflições, das tentações de Satanás, da incredulidade, dúvidas e medos, e de todos os inimigos: e isso pode ser chamado de o resto de Deus, porque ele é o autor e doador da mesma; e ele vai estar muito em comunhão com ele; e, além disso, o céu é o lugar de descanso de Deus, Isaías 66: 1 e a posse e usufruto da glória celeste é frequentemente representado por uma entrada em que: e há uma promessa desta, que é deixado nas mãos de Cristo, e deve nunca falha; embora alguns que ter esperado ele pode vir curto dele, ou pelo menos parecem fazê-lo: mas sim um descanso sob a dispensação do Evangelho é aqui pretendida, uma vez que é um crentes descanso entrar agora, Hebreus 4: 3 e uma vez que o igreja do evangelho é representado como um estado de paz e descanso, Isaías 11: 6 e que se encontra em uma aplicação mais clara e confortável do sangue e justiça de Cristo aos santos; em uma liberdade de um espírito de escravidão ao medo, e do jugo da ordenanças da carne, e no gozo dos privilégios e ordenanças do Evangelho; e este é o descanso de Deus, que ele forneceu para os santos do Novo Testamento, e nas quais eles entram pela fé, e uma profissão dela; eo Evangelho é a promessa ou declaração que foi deixado entre estes hebreus, e no mundo, para incentivá-los de modo a fazer: para que

algum de vós que parecem vir curto dele ; quer da promessa, ou o descanso prometido; que se entendeu da glória celeste, o sentido é que, embora os verdadeiros crentes não entrará menos do que isso, mas eles podem "parecer" para os outros para fazê-lo; e, portanto, deve ter o cuidado de suas vidas e conversas, para que não parecem vir de curta distância; e isso que devem fazer, para a glória de Deus, a honra de Cristo e do seu Evangelho, e para o bem dos outros; mas se o resto, e a promessa de que, a intenção do Evangelho e sua dispensação, o significado é que santos devem se preocupar por isso se comportar, para que não parecem falhar da doutrina da graça de Deus, e para ser desapontado desse descanso e paz prometida nele. Uma das cópias de Stephens ler, para que "qualquer um de nós"; que parece mais agradável, tanto para o que vem antes, e segue.

verso 2
Para até nós foi o Evangelho pregado , .... O Evangelho é a boa notícia e boas novas de salvação, por Cristo; e isso pode ser dito para ser pregado, quando os homens não anunciar-se, nem ler palestras de moralidade, nem misture lei e Evangelho juntos, nem fazer justificação e salvação ser pelas obras, nem definir as pessoas a fazer as pazes com Deus, ou chegar um interesse em Cristo; mas quando eles pregam a Cristo ea salvação só por ele; e por isso foi pregado aos Hebreus, e que mais plenamente, e com mais clareza, poder e sucesso do que anteriormente; e que é um privilégio e uma bênção; e às vezes é abençoado para a convicção dos pecadores, para a regeneração, para a implantação de fé, e o conforto dos crentes. As palavras podem ser prestados, que foram evangelizados; como tal, pode-se dizer que, que têm um espírito de liberdade, em oposição a um espírito de escravidão; que vivem pela fé em Cristo somente; que derivam sua paz e conforto, não de suas obras, mas a partir dele; cujo arrependimento e obediência são influenciados pelo amor de Deus; e que desejam desempenhar todas as tarefas corretamente, e dependem de nenhum, agora que isso era verdade do apóstolo e outros, ainda não é o sentido aqui, por causa do que se segue,

bem como a eles , ou "assim como eles"; para que o Evangelho foi pregado aos israelitas no deserto, no ministério de Moisés, e por tipos e sacrifícios; no entanto, não foram evangelizados por ela, ou lançar em um molde Evangelho, ou levados a um espírito do Evangelho: no entanto, foi pregado a eles; o que demonstra a antiguidade do mesmo; a mesmice do método de salvação em todas as idades; a necessidade da salvação por Cristo, ea unidade da Igreja de Cristo em diferentes dispensações:

mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou ; isto é, o Evangelho, que é aqui chamado a palavra de audiência, uma vez que pode ser prestado; porque é e pode ser ouvido; e há uma necessidade de audição, de forma a fé em Cristo: a palavra significa um rumor, ou relatório: o Evangelho é um relatório de Cristo, sua pessoa e escritórios; de seu grande amor aos pecadores, e do que ele fez por eles; mas embora seja uma palavra de audiência, um relatório feito, ea palavra pregada, ainda para alguns, é inútil; ele não tem bom efeito sobre eles; sim, é o cheiro de morte para morte para eles, e do agravamento da condenação; ea razão da ineficácia e inutilidade da palavra aos israelitas era, o seu

não estava misturada com a fé naqueles que a ouviram ; o Evangelho é como alimento, e a fé é a mão que recebe-lo e leva-lo, e gosto dele, e come-lo, e inventa e digere-lo; e quando este é o caso, é rentável e nutritiva; mas quando é o contrário, não é. A cópia Alexandrina, a edição Complutense, e cinco cópias antigas de Beza, e como muitos de Stephens de, com os outros, ler, "eles não foram misturados", referindo-se não a palavra, mas a pessoas; e assim que ler as versões em árabe e Etíope: eo sentido é que a generalidade dos israelitas não se unem na fé, na crença em Deus, a Calebe e Josué; que deram ouvidos ao Senhor, e recebeu e obedeceu a sua palavra; e assim a palavra tornou-se inútil para eles: deve haver uma união ou conjunção dos santos, e a ligação desta união é o amor; ea coisa em que eles se unem é fé, crendo em Cristo, e a doutrina da fé, que é apenas um; e que a palavra pode ser rentável para outros que não estão na comunhão dos santos; ainda abandonando a assembléia dos santos, e não constantemente participando com eles, ou não se misturando com eles continuamente no culto público, é uma das razões da audiência não rentáveis da palavra quando é pregado a eles.

verso 3
Para nós, os que temos crido, entramos no repouso , .... resto não é eterno; todos os crentes devem apreciar este, e eles só; mas isso não é agora, ou no presente apreciado, a menos que as coisas futuro pode ser dito para estar presente, por causa da fé neles, e a certeza deles, mas o descanso espiritual em Cristo sob a dispensação do Evangelho, que é um resto da carga de a lei de Moisés, e de todo esforço e trabalho para a vida e salvação pelas obras, e encontra-se numa apreciação de muita paz interior da alma, não obstante os problemas do mundo e as tentações de Satanás; e tal que acreditam que a palavra ou Evangelho pregado, e Cristo nele, e não com um general e histórico de alta, ou apenas na profissão, mas com o coração, e em verdade, estes apreciar este resto; eles são mantidos em perfeita paz, e têm muita facilidade e conforto espiritual: esse personagem que os distingue dos israelitas descrentes de idade, e de hipócritas presentes e professores formais:

como ele disse, como jurei na ira, se eles entrarão no meu descanso ; As palavras estão no Salmo 95:11 , e são antes citado em Hebreus 03:11 ; Veja comentários sobre Hebreus 3:11 , eles não entraram por causa da incredulidade; ninguém senão os crentes entrar no descanso espiritual. O apóstolo aplica esta prova ao seu design, através da remoção de todos os outros restos, e em especial mostrando isso não significa descanso de Deus a partir dos trabalhos de criação:

embora as suas obras estivessem acabadas desde a fundação do mundo ; ou seja, embora as obras da criação, que Deus projetado para fazer, foram acabados e aperfeiçoada nos primeiros seis dias do mundo, e, em seguida, Deus descansou, ou tiver deixado de funcionar de uma forma criativa; No entanto, este não é o resto concebido na passagem da Escritura citada, nem é que o descanso que os crentes entrar.

verso 4
Pois ele falou em um determinado lugar , .... Gênesis 2: 2 ou seja, Moisés, o escritor do livro falou, ou Deus por ele:

do sétimo dia desta maneira ; do sétimo dia do mundo, ou a partir da criação dos céus e da terra;

e descansou Deus, no sétimo dia, de todas as suas obras : da criação, mas não da providência; porque nelas ele trabalha até então; nem este trabalho supõem descanso com fadiga e cansaço, e facilidade e refresco a partir dele; única cessação de trabalhar de uma forma criativa, e a alegria extrema, a complacência e satisfação no que ele tinha feito. A cópia Alexandrina deixa de fora a frase, "o sétimo dia".

verso 5
E neste lugar novamente , .... Em Salmo 95:11 , ele fala novamente de outra distinta descanso do que no sétimo dia; que, e não o último, é o que os crentes sob a dispensação do Evangelho entrará em:

Não entrarão no meu repouso : isto é, os incrédulos não entrará nele; como os israelitas incrédulos não entrar no descanso típico, por isso nem todo incrédulo entrar no descanso Evangelho, o protótipo do primeiro.

verso 6
Vendo, pois, restar , .... Segue-se apenas por consequência,

que alguns entrem nele ; para a blasfêmia de Deus em relação a alguns, que não entrariam no seu descanso, supõe que os outros devem: e

que aqueles a quem foi primeiro pregada ; a quem o Evangelho foi pregado em primeiro lugar, ou seja, os israelitas no deserto: não entraram por causa da incredulidade; Ver Hebreus 3:19 .

verso 7
Mais uma vez ele limiteth um determinado dia , .... Uma vez que o sétimo dia da criação foi um dia de descanso que Deus, entrou, e não o homem; e desde a terra de Canaã foi um descanso típico, que os israelitas incrédulos não entrou, por causa da incredulidade; e ainda deve haver pessoas, e deve haver um tempo para eles para entrar no verdadeiro descanso que Deus deixou uma promessa de; portanto, ele tem limitado, fixo, e nomeou um determinado dia, a dispensação do Evangelho, para os crentes para entrar nele:

dizendo por Davi ; ou por David, que era o escritor do Salmo 95, como pode ser aprendido daqui; e este é agradavelmente com, e confirma uma regra que os judeus dão, que esses salmos que são sem um título foram escritos por DavidF7; o Espírito de Deus falou nele e por ele, e claramente apontou mais um dia de descanso do acima referido:

Hoje, depois de tanto tempo ; como dois mil e quinhentos anos após a primeira sétimo dia para o tempo de Moisés, e quinhentos anos, desde os tempos de Moisés e Josué, ao seu:

como é dito ; a cópia Alexandrina lê, "como é dito antes", ou, "acima disse", como a Vulgata Latina e versões Siríaca; isto é, no Salmo 95: 7 antes citados, Hebreus 3: 7

Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações ; Veja comentários sobre Hebreus 3: 7 , Hebreus 3: 8 .

verso 8
Porque, se Josué lhes houvesse dado descanso , .... Ou seja, Joshua; para Hosheah, Josué e Jesus, são um eo mesmo nome; ou o próprio Jesus, como duas das cópias de Stephens ler; e assim Josué é chamado Jesus pelos intérpretes da Septuaginta em Êxodo 17:10 e em outros lugares onde ele é mencionado; e também, por JosefoF8E PhiloF9o judeu. A versão Siríaca, para que ninguém se confunda isso com Jesus Cristo, acrescenta, "o filho de Nun": quem é, certamente, a pessoa projetada, como o raciocínio do apóstolo mostra; que era um tipo eminente de Jesus Cristo: existe um acordo em seus nomes, tanto significar um salvador, Josué foi um salvador temporal Cristo uma espiritual um; e em seu escritório que ambos eram servos; e nas suas qualificações para seu escritório, tais como sabedoria, coragem, fidelidade e integridade. Joshua era um tipo de Cristo em muitas ações de sua vida; nos milagres fez, ou foram manifestados por ele; nas batalhas lutou, e as vitórias que obteve; em salvar Raabe e sua família; em receber os gibeonitas, que veio submissa a ele; e levando os filhos de Israel na terra de Canaã, que ele dividiu a eles por muito: mas se ele trouxe para uma terra de descanso, para o resto típica, onde tiveram descansar um pouco dos seus inimigos temporais, mas ele fez não dar-lhes o verdadeiro descanso espiritual: ele tinha,

então ele não depois ter falado de outro dia ; isto é, Deus, no tempo de Davi, e por ele, não teria tanto tempo depois nomeado mais um dia de repouso; ou seja, não qualquer dia da semana, mas toda a dispensação do Evangelho, nos tempos do Messias; Por isso o apóstolo conclui como segue.

verso 9
Tamid, c. 7. seita. 4. T. Bab. Sinédrio, fol. 97. 1, Shirhashirim Rabba, fol. 16. 3. Massecheth soferins, c. 18. seita. 1. Tzeror Hammor, fol. 3. 1.F12Zohar em Gen. fol. 31. 4. Shaare Orn, fol. 17. 1. Caftor, fol. 64. 1.

verso 10
Porque aquele que entrou no seu repouso , & c. Isso é para ser entendida não de crentes, nem da sua entrada para o resto do Evangelho, ou no descanso eterno, mas do Senhor Jesus Cristo; para uma única pessoa só é falado, e não muitos, como em Hebreus 4: 3 eo resto entrou em é a sua própria, que não pode ser dito de qualquer outro; e, além disso, uma comparação é executado entre a sua entrada no descanso, e cessar de suas obras, e Deus descansa no sétimo dia, e cessando a partir dele, que só pode concordar com ele; e além disso, Cristo é imediatamente falado, e em geral descrito em Hebreus 4:12 . Agora, ele entrou no seu repouso, não quando ele foi colocado na sepultura, mas quando ele ressuscitou dos mortos e ascendeu ao céu, e assentou-se à destra de Deus, como tendo feito a sua obra; e esta é a terra e fundação de descanso dos santos sob a dispensação do Evangelho; porque estas palavras são uma razão do anterior, como aparece pela partícula causal "para": e agora estar em repouso,

esse também descansou de suas obras, como Deus das suas ; Cristo tinha trabalhos para fazer, como pregar o Evangelho, fazendo milagres, e obter a redenção e salvação do seu povo: estas foram dadas a ele para fazer, e ele comprometeu-los, e ele terminou-los; e assim cessa a partir deles, como nunca repeti-los mais; que está sendo feito efetivamente, em nenhuma necessidade dele; e de modo a ter prazer e complacência neles; o prazer do Senhor prosperando em, seu lado, os efeitos de seu trabalho respondendo a seus projetos; assim como Deus descansou de as obras da criação, quando ele lhes tinha terminado.

verso 11
Portanto, vamos trabalhar para entrar naquele descanso , .... resto não é eterno; isso não está a ser celebrado agora; nem é uma entrada para que possa ser obtido por trabalho; a salvação não é pelas obras; a vida eterna é um dom gratuito; boas obras não vão antes para preparar o paraíso para os santos, mas segui: nem é a entrada dos santos para ele uma coisa precária; Deus prometeu-lo, e desde que o seu povo; Cristo está na posse dela, e está preparando-o para eles; e o Espírito de Deus está trabalhando-os para o auto mesma coisa, e Cristo lhes dará uma entrada abundante para ele: mas o resto Evangelho é aqui significava, que o descanso qual os crentes agora entrar, e está no tempo presente para eles , Hebreus 4: 3 e, embora os verdadeiros crentes são inseridos nela, mas seu descanso, paz e alegria em Cristo, não se enche; eles entram por graus para ele, e crendo desfrutar de mais do mesmo: e isso é para ser trabalhado durante a oração, ouvindo a palavra, e frequência de ordenanças; e isso exige força, diligência e indústria; e supõe dificuldades e desalentos, através das corrupções do coração, e as tentações de Satanás; e este é projetado para acelerar e despertar zelo de Deus no povo de Deus, sobre si:

para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência ; no pecado de incredulidade, e para o castigo por ele, como os israelitas fizeram; que pecar, seus cadáveres caíram no deserto, e eles não entraram no descanso de Deus, como ele jurou que não devem: os verdadeiros crentes podem cair em pecado, e de um grau de exercício da graça e da firmeza do Evangelho; mas eles não podem finalmente e totalmente cair, porque eles são mantidos pelo poder de Deus; mas eles podem assim cair, como para vir curto, ou pelo menos parecem vir curta de desfrutar do descanso e paz do estado Evangelho: professores externos podem cair a partir do Evangelho, e a religião que professamos, e estão destituídos da glória eles esperavam; e cair em justa e merecida punição, do mesmo modo que os israelitas incrédulos fez.

verso 12
Porque a palavra de Deus é viva e eficaz , .... Este deve ser entendido de Cristo, a Palavra essencial de Deus; pela Palavra de Deus era um nome conhecido do Messias entre os judeus; Veja Gill em João 1: 1 e, portanto, o apóstolo faz uso dele ao escrever-lhes: e as palavras são introduzidas como uma razão pela qual deve ser tomado cuidado, que os homens não cair a partir do Evangelho, porque Cristo, o autor, sum , ea substância do mesmo, é o Deus vivo, onipotente e onisciente; para não é uma coisa, mas uma pessoa é falado, que é um juiz, e apta para discernir crítica dos segredos dos corações dos homens, e certo é que esta Palavra é falada como uma pessoa, e é dito ser um padre nos seguintes versos; ao qual podem ser adicionados, que as várias coisas que disse sobre a Palavra exatamente concordar com Cristo: Ele é "a Palavra de Deus"; como a palavra é o nascimento da mente, ele é o Unigênito do Pai; Ele é a Palavra que falou para os eleitos no conselho e pacto da graça, e que falou todas as coisas do nada na criação; Ele é a Palavra que foi prometido, e falado pelos profetas, desde o princípio do mundo; e é o intérprete da mente de seu Pai, e nosso Advogado junto ao Pai: ele é

rápida , ou, como ele pode ser melhor traduzida, "vivo"; ele tem vida em si mesmo como Deus, Ele é o Deus vivo; ele é o Redentor vive e Mediador, e ele vive para sempre como o homem; Ele é o autor e doador da vida, natural, espiritual e eterna, e ele é poderoso, como ele parece ser na criação e sustentação de todas as coisas; em seus milagres e ministrações; na obra da redenção do homem; na preservação do seu povo, e em sua defesa e intercessão:

e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes ; ou "mais cortante do que um", pelas palavras da sua boca, pelo poder do seu Espírito, e a eficácia da sua graça; para a sua boca em si é como uma espada afiada, e fora dela sai um, Isaías 49: 2 pelo qual atravessa o coração dos homens, corta-los para o rápido, e coloca-los abertos. Jeová é chamado uma espada de dois gumes com os judeusF13; e Philo o judeu fala da espada flamejante do LogosF14.

E penetra até a divisão em pedaços alma e espírito, e das juntas e medulas ; a propriedade como Philo o judeu atribui ao "Logos", ou Word; ele o chama τομευς ", um cortador", e diz que ele corta e divide todas as coisas, até mesmo todas as coisas sensíveis, sim, átomos e as coisas indivisíveisF15; o apóstolo aqui parece ter respeito para os vários nomes com os quais a alma do homem é chamado pelos judeus, נקש רוח ונשמה ", alma, espírito e respiração"F16; o último deles, eles dizem, habita entre os outros dois. Alguns pela alma entender a parte natural e não regenerado no homem, e com o espírito da renovação e regenerar parte, que embora às vezes não são tão facilmente distinguidos por homens, mas eles são por Cristo; outros pensam que a alma projeta as faculdades inferiores, os afetos; eo espírito os superiores, a mente e compreensão; mas o significado do apóstolo parece ser esta, que, enquanto a alma eo espírito são invisíveis, e as juntas e medulas são cobertos e escondeu; tão acentuada e rápida avistado, e tão penetrante é a Palavra divina, que ela atinja as coisas mais secretas e ocultas dos homens; e neste sentido é confirmado pelo que se segue,

e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração ; Cristo sabe o que está no homem; ele é o pesquisador dos corações, e do julgador de as rédeas dos filhos dos homens; e este será mais evidente no último dia, quando ele vai manifestará os desígnios do coração, e irá perguntar criticamente e avaliar com precisão deles.

verso 13
Também não há qualquer criatura que não seja manifesta na sua presença , .... Cristo é o onisciente Senhor Deus; não há nenhuma criatura, em geral, racional ou irracional, animado ou inanimado, mas o que são conhecidos por ele, e visto por ele; para todas as criaturas são feitas, e confirmada por ele, e ele é onipresente; e, em particular, não há nenhum homem, mas manifesta-se a ele; assim בריה , "criatura", é usado frequentemente pelos rabinos para "homem"; todos os homens, homens abertamente profanas, que são inimigos de Cristo e ao seu povo, estão sob seu olho e notificação; ele sabe que suas pessoas, ele vê suas ações, mesmo aqueles que são mais secretamente concebido e realizado contra ele, e os seus santos; e ele leva esse aviso deles, a torná-las em juízo para eles; ele sabe professores formais da religião, e sobre o pé, já se sua profissão, e como eles manter os seus desejos com a sua profissão; ele pode distinguir entre profissão e graça; e ele sabe e observa as molas e progresso da sua apostasia, e dos verdadeiros crentes, ele sabe que suas pessoas, e sabe-os a ser para ele; ele vê os seus pecados e suas fraquezas; ele toma conhecimento das suas graças, e observa seus desejos; e não há nada neles, ou pertence a eles, mas o que está diante dele, até mesmo os desejos secretos de suas almas. Então Philo o judeu dizF17a Palavra divina alcança, e compreende todas as coisas, nada lhe escapa: e esta frase é muito comumente usado do Ser divino pelos judeus, הכל גלוי לפניו , "todas as coisas são manifestas diante dele"F18; e este ser utilizado de Cristo, não é prova negligenciável de sua divindade adequada:


mas todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar . As palavras são uma alusão a lutadores, aqueles que praticaram nu, e levou uns aos outros pelo pescoço e colares; e quando um foi jogado de costas, como a palavra traduzida como "aberto" é por alguns traduzido, ele foi exposto ao público e conhecido: ou para a colocação de uma criatura de tal postura quando sacrificado; ou melhor, para o corte de it up, e estabelece aberto suas entranhas: e, especialmente, à maneira de fazê-lo entre os judeus, com as quais estas pessoas, o apóstolo escreve, estavam familiarizados: e foi essa; quando o cordeiro para o sacrifício diário foi morto, o padre pendurou-o pelo pé, e sem pele dela; e quando ele veio para o peito, ele cortou a cabeça; e de ter terminado o esfolamento disso, ele dividiu o coração, e tirou o sangue; em seguida, ele cortou os ombros; e quando ele veio para a perna direita, ele corta-a e depois cortá-la através do osso chine, e כולו גלוי לפניו , "tudo isso foi manifestado antes dele"F19. A própria expressão antes utilizado. A palavra usada aqui parece responder a ערף , que, com os árabes, significa, "conhecer", ou dar a conhecer; e מעריף , com os rabinos; é utilizado para um companheiro, um familiar, que é bem conhecido; o tema em hebraico, é, עורף , o "pescoço". A última cláusula, "com quem temos de fazer", pontos manifestamente a pessoa fala aqui, Jesus Cristo: santos têm uma preocupação com ele agora, como seu caminho para o Pai, como seu Salvador e Redentor; eles têm a ver com o seu sangue para perdão e purificação e, com a sua justiça para a justificação, e com a sua plenitude para cada oferta de graça; e com ele como seu rei para governá-los, proteger e defendê-los, e como seu profeta para ensinar-lhes, e seu sumo sacerdote para interceder por eles. Além disso, as palavras podem ser prestados ", a quem temos de prestar contas"; e assim a versão Siríaca verte-los ", a quem se dar conta"; como todos os homens devem, no grande dia: e tudo isso que se diz da Palavra de Deus deve se envolver para cuidar, vigilância e prudência no curso de uma profissão de religião.(notas comentário de Hebreus , Jhon vicent).