sexta-feira, 6 de maio de 2016

Lições adultos BETEL o fruto do Espirito Santo n.6


ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 6 - Revista da Editora Betel

Gozo: a Alegria do Espírito Santo
08 de maio de 2016 

Texto Áureo 
Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque esse dia é consagrado ao nosso Senhor. Portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força. Neemias 8.10 
Verdade AplicadaQuem tem a Cristo, mesmo em momentos difíceis, experimenta a alegria do Espírito Santo. 
Textos de Referência. 
Salmos 32.11
11 Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos, vós, os justos; e cantai alegremente todos vós que sois retos de coração.
Jo 15.10
10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor.
Jo 15.11
11 Tenho-vos dito isso para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completao.
Fp 4.4
4 Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos. 
Introdução
A alegria produzida pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo é algo inigualável. Não existe nenhum sentimento humano que possa ser comparado a ela.

1. Um sentimento maravilhoso.
Dando sequência em sua apresentação acerca do fruto do Espírito, Paulo nos mostra que, quando desfrutamos da característica do fruto, representada no grego pela palavra “xapá” = [“chara”], ou seja, gozo, passamos a sentir uma maravilhosa sensação de alegria e felicidade por todas as coisas que recebemos de Deus pela Sua infinita graça (Ef 2.8-9). 
1.1. Uma alegria de dentro para fora.
A alegria do servo de Deus não pode estar atrelada as coisas passageiras, programas de televisão e as informações midiáticas que só tentam nos afastar do verdadeiro propósito do Senhor para nossas vidas. O intento do Criador é nos apresentar uma alegria constante e permanente, que só conhece aquele que desenvolve esta característica do fruto do Espírito (At 13,52). Na contramão deste propósito, temos hoje o uso da tecnologia de forma exagerada, tentando nos levar a uma dependência completa dos meios de comunicação. Ser dependente de estímulos externos nos impede de produzir o amadurecimento do fruto do Espírito, pois, para que o amadurecimento ocorra, devemos fazer uso de estímulos internos. 
1.2. Uma alegria permanente.
Quando o homem passa a viver uma vida dependente dos meios de comunicação e da tecnologia, ele começa a se afastar da comunhão que desfrutava com o criador através da oração e da leitura sistemática da Palavra de Deus (Cl 4.2). Tal perda de comunhão irá sufocar no indivíduo o sentimento de alegria provocado pela ação do Espírito Santo. A presença do Espírito Santo deve ser constante na vida daquele que busca desenvolver o fruto do Espírito. Muitos têm se deixado levar por momentos de alegria passageira em detrimento de uma alegria duradoura e que nos é dada para ser definitiva. O gozo produzido pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo permanecerá em nós por toda eternidade. 
1.3. Quem está em Cristo vive alegre.
A principal característica humana que nos difere dos outros animais é o raciocínio. O homem foi dotado por Deus de entendimento para que pudesse adorar ao Criador de forma racional (Rm 12.2). A razão humana capacita o homem a glorificar a Deus e receber dEle aquilo que for necessário para uma vida plena. Enquanto o homem sem Deus sofre com muitas dores, o servo fiel vive cercado pelas misericórdias do Senhor (Sl 32.10). Tais misericórdias proporcionarão ao justo uma vida de gozo, isto é, alegria e louvores perpétuos ao Todo Poderoso (Sl 32.11). Louvar a Deus é reconhecer de coração as bênçãos que recebemos através de Sua infinita bondade. Logo, ser alegre é uma característica de todo aquele que vive uma vida em Cristo. 
2. Alegrando-se em tempos difíceis.
Viver neste mundo não é nada fácil. A cada dia fica mais claro que estamos próximos da vinda de Jesus (Ap 22.20), porém sabemos que enquanto isto não ocorre teremos que ser sustentados pelo poder do Espírito Santo, que nos permite viver alegres em meio às tribulações.
2.1. Deus age produzindo alegria.
O amadurecimento do fruto do Espírito Santo tem a incrível capacidade de modificar a situação do homem. Por pior que seja o momento pelo qual o indivíduo está passando, a alegria se fará presente pelo simples fato do agir de Deus (Sl 30.11). Para Deus, não há mal que Ele não possa debelar (Is 65.19). Quando tudo parecer perdido, ore, porque a oração funciona como adubo para o amadurecimento do fruto do Espírito. A cada dia recebemos através da mídia notícias que nos entristecem por vermos a queda moral da raça humana. O mundo vive uma falsa alegria, mas, para os salvos, Jesus Cristo prometeu que converteria a tristeza em alegria (Jo 16.20). 
2.2. Desfrutando do gozo do Espírito.
O gozo e a alegria que o mundo espera viver estão baseados em prazeres da carne (Rm 8.8). Tais prazeres são efêmeros, pois não podem ser experimentados na eternidade. A alegria de poder viajar, morar em locais privilegiados, se alimentar de comidas finas certamente não irá nos acompanhar em nossa vida futura. Essa alegria experimentada em nosso corpo físico cessará com a desintegração deste corpo. Entretanto, o gozo do Espírito pode ser experimentado tanto neste corpo quanto no vindouro. Fica claro então para nós qual deve ser o gozo que devemos escolher experimentar. O texto de Isaías 9.3 nos mostra como podemos nos alegrar por coisas materiais, não estando impedidos de nos alegrar na presença do nosso Deus em espírito. 
2.3. Testemunho de louvor.
O livro de Atos dos Apóstolos nos mostra que em diversos momentos a Igreja do Senhor sofreu perseguição sem, contudo, perder a alegria gerada pela ação do Espírito Santo (At 2.46). Entretanto, em uma passagem mais que especial, Lucas nos conta acerca da Prisão de Paulo e Silas. No capítulo 16deste livro, vemos que os servos de Deus deveriam ter todos os motivos para sentirem-se perdedores, porém a alegria sentida por eles era tão imensa que os mesmos cantavam sem parar, até que o Senhor os libertou com um terremoto. Podemos perceber que Deus se alegra quando damos o testemunho de louvor. O testemunho de louvor é uma prova íntima de alegria produzida no fruto do Espírito. 
3. Lições práticas.
Estamos vivendo dias em que toda sorte de notícias chega até nós de maneira inesperada. A surpresa provocada por tais notícias são, em muitos casos, a causa de um profundo sentimento de tristeza (Jo 16.33).
3.1. O Senhor garante uma alegria duradoura.
Tanto nos momentos de grandes provações como nos momentos em que somos pegos de surpresa com alguma má notícia, é comum nos sentirmos abatidos. A aceleração da produção de alta tecnologia tem nos colocado cada vez mais rápido em contato com os acontecimentos, produzindo em muitos um terrível sentimento de tristeza, mas o nosso Senhor nos garante que em breve seremos presenteados com uma alegria que ninguém poderá tirar de nós (Jo 16.22). 
3.2. Depender de Deus nos torna forte.
Existem pelo menos duas coisas que devem garantir a alegria que provem do amadurecimento do fruto do Espírito Santo. Primeiro, a certeza que teremos o nome escrito nos céus (Lc 10.20). Segundo a prova de uma comunhão íntima com o Criador. Quando desfrutamos desta comunhão, passamos a sentir uma alegria intensa, pois sabemos que estamos vivendo uma vida onde depender de Deus é certeza de que alcançaremos a nossa vitória (Fp 4.13). Depender de Deus nos torna forte e tira de nós a tristeza promovida pelas incertezas acerca do futuro, plantadas pela mídia para desestabilizar a sociedade. 
3.3. Experimentando a perfeita alegria.
Se permanecermos em Jesus Cristo, veremos a manifestação do Seu amor por nós e experimentaremos a Sua alegria em nós. Quando experimentamos esta alegria, temos a garantia de que em nós haverá abundância de alegria, produzindo em nós uma alegria completa (Jo 15.10-11). Esta alegria completa não permite que nada que nos seja apresentado possa nos tirar do foco de estar em Cristo. 
Conclusão
O gozo produzido pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo nos garantirá mais momentos de felicidade do que possa tentar nos entristecer Satanás, através de notícias e informações apelativas. Sigamos firmes, não olhando nem para a direita nem para a esquerda (Tg 1.2). 
Questionário.
1. Por que o homem foi dotado por Deus de entendimento? 
2. Do que o servo fiel vive cercado? 
3. O que Jesus prometeu converter? 
4. O que o livro de Atos nos mostra? 

5. O que a alegria proveniente do amadurecimento do fruto do Espírito Santo nos garante?

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Subsidio auxilio lição betel adultos n.6

                                 SUBSIDIO O FRUTO DO

                            ESPIRITO SANTO ALEGRIA   

                                                João 16.20-24.

20 — Na verdade, na verdade vos digo que vós chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em alegria.

21 — A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já se não lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.

22 — Assim também vós, agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria, ninguém vo-la tirará.

23 — E, naquele dia, nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar.

24 — Até agora, nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra. 

Professor, esta lição trata da alegria. Entretanto, não se refere a um contentamento passageiro como aquele que se adquire numa premiação ou nos divertimentos. Esta alegria é fruto da graça de Deus e da habitação do Espírito Santo no crente. É espiritual, presente em toda e qualquer circunstância. Lembra-se de Paulo e Silas na prisão (At 16)? O que os motivava a adorar próximo à meia-noite depois de serem açoitados? O fruto da alegria!

Muitos crentes não encontram motivos para se alegrarem porque possuem um conceito distorcido da alegria espiritual. Nesta lição, procure demonstrar a seus alunos que este fruto independe das situações, pois procede do próprio Deus.

O texto da lição bíblica é um recorte de um dos últimos diálogos de Jesus com seus discípulos. O Mestre vê diante de si o Gólgota, a cruz, os espinhos, o escárnio, a solidão (v.32), e consequentemente a aflição dos discípulos pela sua morte. O tema dos versículos 20-24 (alegria) é uma réplica à tristeza dos discípulos em 16.6: “Antes, porque isso vos tenho dito, o vosso coração se encheu de tristeza”. Entretanto, o desalento dos discípulos receberia o devido consolo: “Não vos deixarei órfãos [...] rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16,18). A alegria mencionada por Cristo neste capítulo de João procede do Espírito Santo. Os atributos da alegria espiritual incluem: alegria frutificadora (v.21), alegria interior (v.22), alegria perene (v.22), alegria plena (v.24). A tristeza dos discípulos resultou da morte e paixão de Cristo, mas a alegria, do poder da ressurreição. Na morte do Messias, os homens se alegraram, enquanto os discípulos se entristeceram, no entanto, na sua ressurreição a tristeza destes se converteu em alegria (v.20). Cristo vive! Esta é a razão pela qual o santo gozo do cristão não pode ser abalado.

 ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Professor, para esta lição, precisaremos de cinco tiras de cartolina, cortadas em tamanho decrescente, para formar cinco degraus. Cada um dos degraus representará os subtópicos que descrevem As Fontes de Alegria Espiritual. À medida que for ministrando, afixe cada uma dessas tiras, uma posposta a outra, até o último tópico. Ao final da exposição, será formado uma escada que conduz a plena Alegria Espiritual. Sobre a base do último degrau faça com cartolina uma abóbada escrita Alegria Espiritual. Use uma cartolina para fazer a cobertura. Utilize este recurso quando este tópico da lição for ministrado.

Palavra Chave

Gozo inefável: Consiste na alegria como um mistério divino indizível, acima da compreensão humana.

Nesta lição, descobriremos que o fruto da alegria é desenvolvido em nós pelo Espírito Santo ao reconhecermos nossa posição em Cristo; enquanto vemos Deus agir por nosso intermédio e à nossa volta; e ao antevermos nosso futuro glorioso com Ele na eternidade. Veremos também que há forte relação entre o sofrimento e a alegria na vida do crente. A alegria ou gozo não é apenas produto do Espírito Santo, mas parte de sua natureza, de modo que, estar cheio do Espírito é também estar alegre! 

I. A ALEGRIA SEGUNDO A BÍBLIA

1. Definição. Em Gálatas 5.22, a palavra alegria (ou gozo) é tradução da palavra original chara. Este termo bíblico não significa alegria proveniente das coisas terrenas, mas, do exemplar relacionamento com Deus. É mais que felicidade momentânea. A alegria, como fruto do Espírito, é uma qualidade de pleno prazer, e independe das circunstâncias, ou seja, é constante em qualquer situação, quer boa, quer crítica, porquanto está fundamentada em Deus.

2. O fundamento da alegria. O apóstolo Paulo escreveu aos filipenses a epístola conhecida como “A Carta da Alegria”. Duas vezes, no quarto capítulo, Paulo declarou ter aprendido a viver contente em qualquer situação (Fp 4.11,12). Naquele momento, o apóstolo dos gentios estava na prisão esperando seu julgamento. Qual era a fonte de sua satisfação? Como poderia estar contente diante da falta de liberdade? Era o Espírito Santo que produzia em Paulo o fruto da alegria. Seu prazer estava fundamentado em Cristo, e não nas circunstâncias ou no bem-estar físico.

3. Melhor que felicidade. A alegria, como fruto do Espírito, não depende das circunstâncias exteriores. Ela permanece até nas dificuldades, porque é desenvolvida no interior do crente pelo Espírito Santo. Isto foi reconhecido por Paulo ao escrever aos tessalonicenses (1Ts 1.6).

Esta virtude é infinitamente melhor que a felicidade oferecida pelo mundo, é o que apóstolo Pedro chamou de “gozo inefável e glorioso” (1Pe 1.8); está à parte de todos os níveis de contentamento puramente humanos. É resultado da fé em Deus (Rm 15.13). 

II. AS FONTES DE ALEGRIA ESPIRITUAL

Quando Deus é o manancial de nossa alegria, nada consegue reduzi-la! É uma satisfação perene e abundante, uma vez que se origina nEle.

A seguir, consideraremos algumas fontes de alegria espiritual.

1. A salvação. No momento em que uma pessoa recebe o perdão de seus pecados, é como se o peso do mundo inteiro lhe fosse tirado dos ombros. Jesus, ao entrar em nosso coração, traz alegria inefável. Maria se alegrou ao ser escolhida como instrumento de Deus para Cristo vir ao mundo (Lc 1.46-49). 0 próprio nascimento do Salvador foi motivo de celebração (Lc 2.10-14). Em muitos salmos, Davi expressou alegria por sua salvação (Sl 13.5; 31.7; 32.11; 35.9).

2. Os atos poderosos de Deus. Ao longo do Antigo Testamento, observamos o Todo-Poderoso agindo em pessoas que o amavam e o serviam. Deus atuou em nosso benefício, ao preservar a nação de Israel, na qual nasceria o Messias, e ao entregar o seu único Filho como remissão por nossos pecados. Ele operou grandes maravilhas no passado e ainda hoje, pelo poder do Espírito Santo, convence o homem do pecado, leva-o ao arrependimento, honra a pregação da sua Palavra, batiza com o Espírito Santo, supre as necessidades, cura as enfermidades etc. Tudo isso alegra sobremaneira nosso coração.

3. O Espírito Santo. A alegria é produto do Espírito Santo, cuja morada é o interior do crente. Faz parte da própria natureza do Espírito! Esta virtude era característica dos crentes da igreja primitiva. Por quê? Em razão de serem cheios do Espírito. Eles poderiam sentir-se desanimados, ou amedrontados, ou solitários. No entanto, haviam aprendido que, em qualquer situação, a alegria proveniente do Espírito tornava-se em fonte de força, ajudando-os a transpor as adversidades.

4. A Presença de Deus. O próprio Deus é a fonte de toda a alegria (Lc 1.47; Fp 4.4). Na presença do Senhor encontramos esta gloriosa virtude (Sl 16.11). Em João 20.20, lemos que os discípulos alegraram-se ao verem o Senhor. Ir à casa do Senhor é motivo de alegria (Sl 122.1).

5. A bênção de Deus. A bênção de Deus resulta em alegria (Sl 126.3). Confiar em Deus traz contentamento, porque conscientizamo-nos de sua suficiência para suprir todas as nossas necessidades (Fp 4.19). Além disso, alegramo-nos ao vermos nossos irmãos serem abençoados (1Ts 3.9).

III. O SOFRIMENTO E A ALEGRIA ESPIRITUAL 

1. A Relação entre o sofrimento e a alegria. Há forte vínculo entre esses dois estados. Segundo as Bem-Aventuranças de Jesus, haverá o dia em que Deus recompensará os que, por amá-lo, suportaram as injustiças do mundo (Mt 5.3-11). Muitas passagens bíblicas associam sofrimento à alegria (1Ts 1.6; Hb 10.34; Tg 1.2; 5.11; 1Pe 4.13).

Note que, nelas, a alegria está relacionada à esperança do cristão, a qual está baseada em sua futura glória no céu — o prêmio para os que vencerem as provas e tentações desta vida.

2. O sofrimento e a alegria nos primórdios da Igreja. Em virtude da obediência à ordenança do Mestre para proclamar o evangelho, os cristãos primitivos enfrentaram muitas perseguições. Entretanto, esta situação não lhes tirava a alegria! Em Atos 13, vemos que os discípulos estavam sendo perseguidos e forçados a deixar a cidade na qual estavam pregando as Boas Novas. Não obstante, no versículo 52, lemos: “E os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo”. Esse comportamento pode ser observado em várias passagens de Atos (5.41; 16.25).

3. A alegria de Jesus no sofrimento. Em Mateus 26.30, Jesus sabia que estava defronte da sombra do Getsêmani e do Calvário, os quais denotavam sofrimento, vergonha e morte. Contudo, cantou com os discípulos depois de celebrar a última Páscoa. Como ele podia se alegrar nesta situação? Porque estava cheio do Espírito Santo. Sempre que me sinto desanimado, lembro-me de Jesus, o qual suportou os momentos difíceis sem perder de vista suas perspectivas (Hb 12.2,3). 

IV. OS OBSTÁCULOS À ALEGRIA ESPIRITUAL

1. Desânimo e dúvidas. Pessoas desanimadas e tristes perdem o entusiasmo pela vida, a vontade de trabalhar; só lamentam e choram (Sl 137). Os discípulos de Emaús estavam tão tristes, que nem sequer reconheceram o Mestre enquanto permanecia junto deles (Lc 24.16). O mesmo sucedeu à Maria Madalena na manhã da ressurreição (Jo 20.15).

2. Tudo que impede nosso relacionamento com Deus. A amargura, o ressentimento, a falta de amor, os desejos errôneos, enfim, as obras da carne roubam-nos a alegria do Senhor. No entanto, se mantivermos constante comunhão com o Senhor, seu Espírito será a nossa fonte de santa alegria.

V. OS RESULTADOS DA ALEGRIA ESPIRITUAL

Mediante a alegria gerada pelo Espírito Santo, benditos resultados acontecem em nossa vida. As mudanças produzidas pelo Espírito de Deus no caráter são percebidas em nossas reações às circunstâncias e nos relacionamentos interpessoais.

1. Rosto radiante. Já observou aqueles crentes cujo rosto resplandece de alegria? Não nos sentimos felizes por estar perto deles? A face e o comportamento das pessoas refletem seus sentimentos internos, o que existe no profundo de seu coração. O cristão cheio de alegria do Espírito consegue transmiti-la facilmente em sua aparência exterior (Pv 15.13).

2. Cântico de alegria. Um coração grato e alegre expressa-se com cânticos e louvores ao Senhor (Sl 149; At 16.25). Assim como Paulo ensinou à igreja primitiva, o crente cheio do Espírito expressa sua alegria através dos hinos espirituais (Ef 5.18b-20).

3. Força divina. A alegria do Senhor converteu-se em força na vida de Neemias, e deu-lhe coragem para reconstruir Jerusalém (Ne 8.10). Esta virtude encoraja o povo de Deus hoje a prosseguir em sua difícil jornada, porquanto resulta em força divina.Você já experimentou os resultados da alegria no Senhor? Você tem um rosto radiante, um cântico de louvor e a força divina? Podemos ter a plenitude da alegria, descrita nesta lição, mediante a habitação do Espírito Santo em nosso coração. Se tivermos a alegria do Espírito em abundância, enfrentaremos qualquer circunstância! Cultive este fruto, e compartilhe sua alegria com outros.

“Algumas versões da Bíblia traduzem gozo por alegria sendo esta a felicidade que o crente desfruta no Espírito Santo. O termo grego aqui é chara. O termo charis, traduzido em português por graça, vem da mesma raiz. Charis, a partir de Homero, passou a significar aquilo que promove bem-estar entre os homens. Como atributo do Espírito Santo, a alegria é uma qualidade implantada na alma que teve um encontro com o Deus de toda graça, e visa uma vida de regozijo e de agradecimento ao Senhor. Paulo recomenda aos cristãos filipenses que sejam agradecidos e cheios de regozijo: ‘Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos’ (Fp 4.4).


‘Está alguém contente? Cante louvores’ (Tg 5.13). O desejo de Deus é ver seus filhos cantando com graça no coração (Cl 3.16). Nas Escrituras, a alegria trazia força e até saúde ao povo de Deus (Ne 8.10; Pv 17.22). A alegria cristã, portanto, não é uma emoção artificial. Antes, é uma ação do Espírito Santo no coração humano, para que este venha a conhecer que o Senhor Deus está no seu trono, e que tudo neste mundo submete-se ao seu controle, até mesmo onde a experiência pessoal está envolvida” (SILVA, Severino Pedro da. A existência e a pessoa do Espírito Santo. RJ: CPAD, 1996, pp.136-7

Subsidio auxilios CPAD a lei a carne n.6

           

   SUBSIDIO ADULTOS A LEI A CARNE E O ESPIRITO N.6

                                              Introdução

       

Podemos observar neste capítulo, I. Nossa liberdade da lei ainda instado como um argumento para pressionar sobre nós santificação, Romanos 7: 1-6 . II. A excelência ea utilidade da lei afirmado e provado da própria experiência do apóstolo, não obstante, Romanos 7: 7-14 . III. Uma descrição do conflito entre a graça ea corrupção no coração, Romanos 7: 14-25 . 

versículos 1-6

Observações respeitando a lei.      

1 Não sabeis vós, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem enquanto ele vive? 2 Para a mulher que tem um marido está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver, mas se o marido morrer, ela está livre da lei do seu marido. 3 De sorte que, enquanto seu marido vive, ela se casar com outro homem, ela será chamada de adúltera: mas se o marido morrer, ela está livre da lei, para que ela não é adúltera, se ela se casar com outro homem. 4 Portanto, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo que vos casar com outro, mesmo para aquele que é ressuscitado dentre os mortos, que demos fruto para Deus. 5 Pois, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, suscitadas pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte. 6 Mas agora fomos libertos da lei, havendo morrido para aquilo em que estávamos retidos para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra. 

Entre outros argumentos usados ​​no capítulo anterior persuadir-nos contra o pecado e para a santidade, este foi um ( Romanos 6:14 ), que não estamos sob a lei e este argumento é aqui ainda insistiu e explicou ( Romanos 7: 6 ): Nós estamos livres da lei. o que significa isso? E como é um argumento porque o pecado não reine sobre nós, e por isso devemos andar em novidade de vida? 1. Nós somos libertos do poder da lei que amaldiçoa e condena-nos para o pecado cometido por nós. A sentença da lei contra nós é desocupado e invertida, pela morte de Cristo, a todos os verdadeiros crentes. A lei diz, A alma que pecar, essa morrerá , mas estamos livres da lei. O Senhor tomou o teu pecado, não morrerás. Estamos resgatou da maldição da lei, Gálatas 3:13 . 2. Estamos entregues a partir de que o poder da lei que irrita e provoca o pecado que habita em nós. Este apóstolo parece especialmente para referir-se ( Romanos 7: 5 ): . Os movimentos dos pecados que eram pela lei a lei, ordenando, proibindo, ameaçador, homem corrupto e caído, mas não oferecendo nenhuma graça para curar e fortalecer, fez mas agitar a corrupção e, como o sol brilhando sobre um monturo, excitar e elaborar os vapores imundos. Nós ser aleijado pela queda, a lei vem e nos dirige, mas oferece nada para curar e ajudar a nossa claudicação, e assim nos faz parar e tropeçar mais. Entenda isso da lei não como regra, mas como um pacto de obras. Agora cada um deles é um argumento por que devemos ser santos para aqui é o incentivo a empreendimentos, embora em muitas coisas que vêm curta. Estamos debaixo da graça, que promete força para fazer o que ele manda, e perdão mediante o arrependimento quando fazemos errado. Esse é o escopo destes versos em geral, que, no ponto da profissão e do privilégio, estamos sob um pacto de graça, e não sob um pacto de obras - sob o evangelho de Cristo, e não sob a lei de Moisés. A diferença entre uma lei de estado e um evangelho de estado que ele tinha antes ilustrado pela similitude de subir para uma nova vida, e servir um novo mestre agora aqui ele fala está sob a semelhança de ser casada com um novo marido.

 I. O nosso primeiro casamento foi com a lei, que, de acordo com a lei do casamento, era continuar apenas durante a vida útil da lei. A lei do casamento é obrigatória até a morte de uma das partes, não importa qual, e não mais. A morte de qualquer descarrega ambos. Para isso, ele atrai para si mesmos, como pessoas que sabem a lei ( Romanos 7: 1 ): . Eu falo para aqueles que conhecem a lei É uma grande vantagem ao discurso com aqueles que têm conhecimento, para tal pode mais facilmente compreender e apreender um verdade. Muitos dos cristãos de Roma eram tais como tinham sido os judeus, e assim estavam bem familiarizados com a lei. Um deles tem alguma influência de pessoas sabendo. A lei tem poder sobre um homem enquanto ele vive , em particular, a lei do casamento tem poder ou, em geral, toda lei é tão limitado - as leis das nações, das relações, da famílias, & c. 1. A obrigação de as leis não se estende ainda mais com a morte do agente que, enquanto ele vivia, estava sob o jugo, é libertado de seu mestre, Job 3:19 . 2. A condenação de leis não se estende a morte ainda é o acabamento da lei. Actio moritur cum personâ --A ação termina com a pessoa. As leis mais severas poderiam mas matam o corpo, e depois disso não há mais que eles podem fazer é . Assim, enquanto estávamos vivos à lei que estavam sob o poder dele - enquanto estávamos em nosso estado-Velho Testamento, antes de o evangelho veio ao mundo, e antes que ele veio com o poder em nossos corações. Tal é a lei do casamento ( Romanos 7: 2 ), a mulher está ligada a seu marido durante a vida, tão ligado a ele que ela não pode se casar com outra, se ela fizer isso, ela deve ser considerada adúltera, Romanos 7: 3 . Isso fará com que ela cometa adultério, não só para serdes contaminados por, mas para se casar com outro homem para isso é tanto pior, sobre esta conta, que abusa uma ordenança de Deus, tornando-a patrocinar a imundícia. Assim fomos casado com a lei ( Romanos 7: 5 ): Quando estávamos na carne, isto é, em um estado carnal, sob o poder reinante do pecado e da corrupção - na carne como no nosso elemento - então o paixões dos pecados, que são pela lei operavam em nossos membros, que foram realizadas através da corrente do pecado e da lei era, mas como uma barragem imperfeita, o que fez o fluxo para inchar a mais elevada, e raiva a mais. Nosso desejo era no sentido de pecado, como a da esposa para com o marido, e o pecado reinou sobre nós. Nós nos abraçamos, adorei, dedicou toda a ele, conversava diariamente com ele, tornou o nosso cuidado para agradar a ele. Estávamos sob uma lei do pecado e da morte, como a esposa sob a lei do casamento e o produto desta união era fruto trazido até a morte, isto é, as transgressões atuais foram produzidos pela corrupção original, como merecem a morte. Lust, tendo concebido pela lei (que é a força do pecado, 1 Coríntios 15:56 ), à luz o pecado, eo pecado, uma vez consumado, gera a morte, Tiago 1:15 . Esta é a posteridade que nasce desse casamento para o pecado e a lei. Isto vem dos movimentos do pecado que trabalham em nossos membros. E isso continua durante a vida, enquanto a lei está viva para nós, e estamos vivos com a lei.

 II. O nosso segundo casamento é a Cristo: e como vem isso? Por quê, 

1. Nós somos libertados, pela morte, a partir de nossa obrigação de a lei como um pacto, como a esposa é de sua obrigação de seu marido, Romanos 7: 3 . . Esta semelhança não é muito perto, nem precisava que fosse Está a tornar-se mortos para a lei, Romanos 7: 4 . Ele não diz: "A lei é morta" (alguns pensam, porque ele iria evitar ofender aos que ainda eram zelosos da lei), mas, que vem tudo para um, Você está morto para a lei. Como a crucificação de o mundo para nós, e de nós para o mundo, equivale a uma ea mesma coisa, assim o faz o direito de morrer, eo nosso morrer para ele. Estamos livres da lei ( Romanos 7: 6 ), katergethemen - estamos nulled quanto à lei nossa obrigação a ele como um marido está cassated e anuladas. E então ele fala da lei de morto, na medida em que era uma lei de escravidão para nós: Sendo morto em que estávamos retidos não a lei em si, mas a sua obrigação de punição e sua provocação ao pecado. Ele está morto, ele perdeu seu poder e isso ( Romanos 7: 4 ) pelo corpo de Cristo, isto é, pelos sofrimentos de Cristo em seu corpo, por seu corpo crucificado, que revogou a lei, respondeu às demandas de la , feito satisfação para o nosso violação do mesmo, comprou para nós um pacto de graça, em que a justiça e força são colocados para nós, como não eram, nem poderia ser, por lei. Estamos mortos para a lei por nossa união com o corpo místico de Cristo. Ao ser incorporados em Cristo em nosso batismo declaradamente, em nossa crença poderosa e eficazmente, estamos mortos para a lei, não têm mais a ver com isso do que o servo morto, que é livre de seu senhor, tem a ver com o jugo de seu mestre . 

2. Estamos casada com Cristo. O dia da nossa crença é o dia dos nossos esponsais ao Senhor Jesus. Entramos em uma vida de dependência dele e dever-lhe: casar com outro, até mesmo para aquele que é ressuscitado dentre os mortos, uma perífrase de Cristo e muito pertinente aqui para o nosso morrer para o pecado e a lei está em conformidade com a morte de Cristo, ea crucificação de seu corpo, por isso a nossa dedicação a Cristo em novidade de vida está em conformidade com a ressurreição de Cristo. Estamos casada com o Jesus levantou exaltado, um casamento muito honrosa. Comparar 2 Coríntios 11: 2 ; Efésios 5:29 . Agora nós somos assim, casada com Cristo, (1.) que demos fruto para Deus, Romanos 7: 4 . Uma extremidade do casamento é fecundidade: Deus instituiu a ordenança que ele poderia procurar uma descendência piedosa, Malaquias 2:15 . A esposa é comparada com a videira frutífera, e as crianças são chamados o fruto do ventre. Agora, a grande final da nossa união a Cristo é a nossa fecundidade no amor, e de graça, e toda boa obra. Isto é fruto para Deus, agradando a Deus, segundo a sua vontade, visando a sua glória. Como o nosso velho casamento ao pecado frutos produzidos até a morte, por isso a nossa segunda união a Cristo produz frutos para Deus, fruto de justiça. As boas obras são os filhos da nova natureza, os produtos de nossa união com Cristo, como a fecundidade da vinha é o produto de sua união com a raiz. Quaisquer que sejam nossas profissões e pretensões pode ser, não há fruto trouxe a Deus até que estejamos casados ​​com Cristo que está em Cristo Jesus que somos criados para as boas obras, Efésios 2:10 . O único fruto que se transforma em boa conta é aquilo que é trazido em Cristo. Isto distingue as boas obras dos crentes das boas obras de hipócritas e auto-justificadores que eles são trazidos para trás no casamento, feito em união com Cristo, em nome do Senhor Jesus, Colossenses 3.17 . Este é, sem controvérsia, um dos grandes mistérios da divindade. (2.) para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da carta, Romanos 7: 6 . Ser casado com um novo marido, devemos mudar nossa maneira. Ainda temos de servir, mas é um serviço que é a liberdade perfeita, enquanto o serviço do pecado era um trabalho penoso perfeita: é preciso agora servem em novidade de espírito, por novas regras espirituais, de novos princípios espirituais, em espírito e em verdade, João 4:24 . Deve haver uma renovação de nossos espíritos operada pelo Espírito de Deus, e em que devemos servir. Não na velhice da letra isto é, não devemos descansar em meros serviços externos, como os judeus carnais fez, que glorificou sua adesão à letra da lei, e não importava a parte espiritual de adoração. A carta é dito para matar com a sua escravidão e terror, mas estamos entregues a partir desse jugo que podemos servir a Deus sem temor, em santidade e justiça, Lucas 1:74 , 75 . Estamos sob a dispensação do Espírito, e, portanto, deve ser espiritual, e servir no espírito. Compare com esta 2 Coríntios 3: 3 , 6 , & c. Torna-se-nos a adorar dentro do véu, e não mais no átrio exterior.

 versículos 7-14

Para o que ele tinha dito no parágrafo anterior, o apóstolo aqui suscita uma excepção, que ele responde muito plenamente: Que diremos, pois? É a lei pecado? Quando ele estava falando do domínio do pecado, ele havia dito tanto da influência da lei como um pacto sobre esse domínio que poderia facilmente ser mal interpretado como uma reflexão sobre a lei, para evitar que ele mostra de sua própria experiência a grande excelência e utilidade da lei, não como uma aliança, mas como um guia; e mais descobre como o pecado tomou ocasião pelo mandamento. Observe em particular,

 I. O grande excelência da lei em si. Longe de Paul para refletir sobre a lei; não, ele fala com honra dele. 1. É santo, justo e bom, Romanos 7:12 . A lei em geral é assim, e cada mandamento em particular é assim. As leis são como os decisores lei são. Deus, o grande legislador, é santo, justo e bom, portanto, sua lei deve acontecer assim. A questão do que é sagrado: ele comanda santidade, incentiva a santidade; ela é santa, porque é agradável para a santa vontade de Deus, o original de santidade. É justo, pois é consonante com as regras da equidade e da reta razão: os caminhos do Senhor são retos. É bom no projeto do mesmo; ela foi dada para o bem da humanidade, para a conservação da paz e da ordem no mundo. Faz com que os observadores de que é bom; a intenção de que era a melhor e reformar a humanidade. Onde quer que haja verdadeira graça existe um parecer favorável ao presente - que a lei é santa, justa e boa. 2. A lei é espiritual ( Romanos 7:14 ), não só no que diz respeito ao efeito do mesmo, uma vez que é um meio de nos fazer espiritual, mas no que diz respeito à extensão do mesmo; que chega aos nossos espíritos, que estabelece um sistema de retenção em cima, e dá uma direção para os movimentos do homem interior; é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração, Hebreus 4:12 . Ela proíbe hostes espirituais da maldade, coração-de homicídio, e de coração adultério. Ele comanda serviço espiritual, exige que o coração, obriga-nos a adorar a Deus em espírito. É uma lei espiritual, porque foi dado por Deus, que é Espírito e Pai dos espíritos; é dado ao homem, cuja parte principal é espiritual; a alma é a melhor parte, ea parte principal do homem e, portanto, a lei para o homem devia ser um direito para a alma. Aqui a lei de Deus está acima de todas as outras leis, que é uma lei espiritual. Outras leis podem proibir compassing e imaginação, etc., que são traição no coração, mas não pode tomar conhecimento dos mesmos, a menos que haja algum ato evidente; mas a lei de Deus toma conhecimento da iniqüidade considerado no coração, apesar de ir mais longe. lava o teu coração da maldade, Jeremias 4:14 . Sabemos que isso: Onde quer que haja verdadeira graça existe um conhecimento experimental da espiritualidade a lei de Deus.  

II. A grande vantagem que tinha encontrado pela lei. 1. Foi descoberta: eu não conheci o pecado senão pela lei, Romanos 7: 7 . Como a que está descobre reta que é torto, como o espelho nos mostra o nosso rosto natural com todas as suas manchas e deformidades, então não há nenhuma maneira de chegar a esse conhecimento do pecado que é necessário para o arrependimento, e, consequentemente, para a paz e perdão, mas comparando nossos corações e vidas com a lei. Particularmente, ele veio para o conhecimento do pecado da luxúria pela lei do décimo mandamento. Pela luxúria que ele significa o pecado que habita em nós, o pecado em seus primeiros movimentos e funcionamento, o princípio corrupto. Isso ele veio a saber quando a lei disse: Não cobiçarás. A lei falou em outra língua que os escribas e fariseus tornou a falar em; ele falou no sentido espiritual e significado. Com isso, ele sabia que a luxúria era pecado e um pecado muito pecaminoso, que esses movimentos e desejos do coração para com o pecado que nunca entrou em ato eram pecadores, excessivamente maligno. Paul teve um julgamento muito rápida e penetrante, todas as vantagens e melhorias da educação, e ainda assim nunca alcançou o conhecimento certo de pecado interior até que o Espírito pela lei tornou conhecido a ele. Não há nada sobre o qual o homem natural é mais cego do que sobre a corrupção original, a respeito da qual o entendimento é completamente no escuro até que o Espírito pela lei revelá-lo e torná-lo conhecido. Assim, a lei é um professor, para nos conduzir a Cristo, abre-se e procura a ferida, e por isso prepara-lo para a cura. Assim, o pecado pelo mandamento faz aparecer o pecado ( Romanos 7:13 ); ele aparece em suas próprias cores, parece ser o que é, e você não pode chamá-lo por um nome pior do que a sua própria. Assim, pelo mandamento torna-se excessivamente maligno; ou seja, ele parece ser assim. Nunca vemos o veneno desesperado ou malignidade existe no pecado, até que entremos para o comparar com a lei, e a natureza espiritual da lei, e, em seguida, vemos que ele seja um mal e uma coisa amarga. 2. Foi humilhante ( Romanos 7: 9 ): . Eu estava vivo Pensou-se em uma condição muito boa; ele estava vivo em sua própria opinião e apreensão, muito seguro e confiante da bondade de seu estado. Assim, ele era uma vez, pote - em tempos passados, quando ele era um fariseu; pois era o temperamento comum de que a geração de homens que tinham um bom conceito de si mesmos; e Paul foi, então, como o resto deles, e o motivo foi que ele foi, então, sem a lei. Embora educado aos pés de Gamaliel, doutor da lei, embora ele próprio um ótimo aluno na lei, um observador rigoroso dele e um defensor zeloso por ele, ainda . sem a lei ele tinha a letra da lei, mas ele não tinha o significado espiritual do mesmo - a casca, mas não a amêndoa. Ele tinha a lei na mão e em sua cabeça, mas ele se não tivesse em seu coração; a noção de que, mas não o de alimentação do mesmo. Há um grande muitos que estão espiritualmente mortos em pecado, que ainda estão vivos em sua própria opinião de si mesmos, e é a sua estranheza com a lei que é a causa do erro. Mas quando veio o mandamento, veio no poder do (e não para seus olhos somente, mas para o seu coração), reviveu o pecado, como o pó em uma sala sobe (ou seja, aparece) quando o sol-shine é deixar para ele. Paulo, então, viu que no pecado que ele nunca tinha visto antes; Ele então viu o pecado em suas causas, a raiz amarga, o viés corrupto, a tendência a reincidir, - o pecado em suas cores, deformando, contaminando, quebrando uma lei justa, afrontando um terrível Majestade, profanando uma coroa soberana, lançando-a a chão, - o pecado em suas consequências, o pecado com a morte no calcanhar dele, o pecado ea maldição implicava em cima dele. ldblquote Assim, o pecado reviveu, e, em seguida, eu morri; Eu perdi a boa opinião que eu tinha de mim mesmo, e veio a ser de outra mente. Reviveu o pecado, e eu morri; isto é, o Espírito, mas o mandamento, me convenceu de que eu estava em um estado de pecado e, em um estado de morte por causa do pecado. dblquote deste excelente uso é a lei; é uma lâmpada e uma luz; ele converte a alma, abre os olhos, prepara o caminho do Senhor no deserto, rasga as rochas, os níveis das montanhas, faz um povo preparado para o Senhor.

 III. O mau uso que a sua natureza corrupta feita da lei, não obstante. 1. O pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda a concupiscência, Romanos 7: 8 . Observe, Paulo tinha em si toda a concupiscência, embora um dos melhores homens não regenerados que já existiu; quanto à justiça da lei, irrepreensível, e ainda assim sensata de toda a concupiscência. E foi o pecado que faziam isso, o pecado interior, a sua natureza corrupta (ele fala de um pecado que fez um trabalho pecado), e levou ocasião pelo mandamento. A natureza corrupta não teria inchou e se enfureceu tanto se não tivesse sido para as restrições da lei; como os humores pecante no corpo são ressuscitados, e mais inflamada, por um expurgo que não é forte o suficiente para levá-los. É incidente a natureza corrupta, . Em niticf0 vetitum - inclinar-se para o que é proibido Desde que Adão comeu da fruta proibida, todos nós fomos Apaixonado por caminhos proibidos; o apetite doente é realizado mais fortemente em direção ao que é prejudicial e proibido. Sem a lei pecado estava morto, como uma serpente no inverno, que os raios de sol da lei acelerar e irritar. 2. enganado homens. Sin coloca uma fraude sobre o pecador, e é uma fraude fatal, Romanos 7:11 . Por ele (pelo mandamento) matou-me. Não havendo na lei existe tal expressa ameaçador contra concupiscências pecaminosas, o pecado , isto é, sua natureza corrupta ganhou, aproveitou a ocasião daí para prometer-lhe a impunidade, e para dizer, assim como a serpente aos nossos primeiros pais, Você não morrerá. Assim, ele enganou e matou-o. 3. Ele operou em mim a morte por aquilo que é bom, Romanos 7:13 . Aquilo que funciona concupiscência morte funciona, pois o pecado gera a morte. Nada tão bom, mas uma natureza corrupta e cruel vai pervertê-la e torná-lo uma ocasião de ins; nenhuma flor tão doce pelo pecado vontade tal veneno fora dele. Agora neste pecado aparece pecado. A pior coisa que o pecado faz, e mais como ela, é a perversão da lei, e tendo ocasião de que ele seja tanto mais maligno. Assim, o mandamento, que foi ordenado para a vida, foi concebido como um guia na forma de conforto e felicidade, provou a morte, através da corrupção da natureza, Romanos 7:10 . Muitos uma alma preciosa divide sobre a rocha da salvação; ea mesma palavra que para alguns é uma ocasião de vida para a vida é para os outros uma ocasião de morte para morte. O mesmo sol que faz com que o jardim de flores mais perfumadas torna o monturo mais perniciosa; o mesmo calor que suaviza a cera endurece o barro; ea mesma criança foi posto para queda e elevação de muitos em Israel. A maneira de evitar esse mal é a curvar nossas almas à autoridade comandante da palavra e da lei de Deus, não combatendo contra, mas submeter-se a ele. 

versículos 14-25

Aqui está uma descrição do conflito entre a graça ea corrupção no coração, entre a lei de Deus ea lei do pecado. E é aplicável duas maneiras: - 1. Para as lutas que estão em uma alma convencido, mas ainda não regenerado, na pessoa de quem se supõe, por alguns, de que Paulo fala. 2. Para as lutas que estão em uma alma santificada renovado, mas ainda em um estado de imperfeição; como outro apreender. E uma grande controvérsia existe de qual delas devemos entender o apóstolo aqui. Até agora não o mal prevalecer aqui, quando ele fala de um vendido sob o pecado, fazendo isso, não realizando o que é bom, que parece difícil aplicá-la aos regenerados, que são descritos como não andam segundo a carne, mas segundo o espírito; e tão longe que o bem prevalecer em odeia o pecado, consentindo com a lei, deliciando-se com ele, servindo a lei de Deus com a mente, que é mais difícil aplicá-la ao não regenerado que estamos mortos em delitos e pecados.

 I. Aplique-o para as lutas que se fazem sentir na alma convencido, que ainda está em um estado de pecado, conhece a vontade de seu Senhor, mas não é verdade, aprova as coisas que são excelentes, sendo instruído na lei, e ainda vive na violação constante do mesmo, Romanos 2: 17-23 . Embora ele tenha que dentro dele que testemunhas contra o pecado que ele comete, e não é sem uma grande dose de relutância que ele não cometê-lo, as faculdades superiores se esforçando contra ela, a consciência natural de advertência contra ele antes que seja comprometido e ferir por ele depois, no entanto, o homem continua um escravo de suas paixões reinantes. Não é assim com cada homem não regenerado, mas com apenas aqueles que estão convencidos pela lei, mas não mudou pelo evangelho. O apóstolo tinha dito ( Romanos 6:14 ), O pecado não terá domínio, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça, para a prova de que ele aqui mostra que um homem sob a lei, e não debaixo da graça, pode ser, e é, sob o domínio do pecado. A lei pode descobrir o pecado, e convencer do pecado, mas não pode conquistar e subjugar o pecado, testemunhar o predomínio do pecado em muitos que estão sob muito fortes convicções legais. Ele descobre a corrupção, mas não vai lavá-lo. Faz um homem cansados ​​e oprimidos ( Mateus 11:28 ), sobrecarrega-lo com o seu pecado; e ainda, se descansado, ele produz nenhuma ajuda para a agitação fora dessa carga; este é para ser tido apenas em Cristo. A lei pode fazer um homem chorar, Miserável homem que eu sou! Quem me livrará? e ainda deixá-lo assim, acorrentado e cativou, como sendo demasiado fraco para entregá-lo ( Romanos 8: 3 ), dar-lhe um espírito de escravidão ao medo, Romanos 8:15 . Agora uma alma avançou até agora pela lei é de uma forma justa para um estado de liberdade por Cristo, embora muitos outros aqui e ir mais longe. Felix tremeu, mas nunca chegou a Cristo. É possível para um homem para ir para o inferno com os olhos abertos ( Números 24: 3 , números 24: 4 ), iluminado com convicções comuns, e a levar com ele uma consciência auto-acusando, mesmo no serviço do diabo . Ele pode concordar com a lei, que é boa, prazer em saber os caminhos de Deus (como eles, Isaías 58: 2 ), pode ter que dentro dele que as testemunhas contra o pecado e para a santidade; e tudo isso ainda dominado pelo amor reinante do pecado. Bêbados e pessoas impuras têm alguns desejos fracos a deixar fora de seus pecados, e ainda assim persistir neles, não obstante, tal é a impotência e como a insuficiência de suas convicções. Como destes há muitos que vão necessidades ter tudo isso compreendido, e batalhar para isso: embora seja muito difícil imaginar por que, se o apóstolo destina isso, ele deve falar o tempo todo em sua própria pessoa; e não somente isso, mas no tempo presente. De seu próprio estado sob convicção que ele tinha falado em geral, a partir de uma coisa passado ( Romanos 7: 7 , etc.): Eu morri; o mandamento eu encontrei para ser a morte; e se aqui ele fala do mesmo estado em seu estado atual, ea condição em que estava agora em, certamente ele não tinha a intenção de ser assim entendida: e, portanto,

 II. Parece bastante para ser entendido das lutas que são mantidos entre a graça ea corrupção nas almas santificadas. Que existem restos de corrupção habitação, mesmo quando há um princípio de vida da graça, é disputa passado; que essa corrupção é diariamente irrompendo em pecados de fraqueza (como são consistentes com um estado de graça) não é menos certo. Se dissermos que não temos pecado, enganamos a nós mesmos, 1 João 1: 8 , 1 João 1:10 . Que a verdadeira graça se esforça contra estes pecados e corrupções, não permite que eles, os odeia, chora sobre eles, geme sob eles como um fardo, é igualmente certo ( Gálatas 5:17 ): A carne luta contra o espírito, eo espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, de modo que você não pode fazer as coisas que você gostaria. Estas são as verdades que, penso eu, estão contidas neste discurso do apóstolo. E seu design é ainda mais para abrir a natureza da santificação, que não alcançar uma perfeição sem pecado nesta vida; e, portanto, para nós Quicken para, e incentivar-nos, nossos conflitos com corrupções restantes. O nosso caso não é singular, o que fazemos sinceramente se esforçam contra, e não deve ser colocado para a nossa carga, e pela graça a vitória é certa, finalmente. A luta aqui é como aquela entre Jacob e Esaú no útero, entre os cananeus e os israelitas na terra, entre a casa de Saul ea casa de David; mas grande é a verdade e vai prevalecer. Compreender-se assim, podemos observar aqui,

 1. O que ele reclama de - o restante da corrupção interior, que ele fala aqui de, para mostrar que a lei é insuficiente para justificar até mesmo um homem regenerado, que o melhor homem do mundo tem o suficiente nele para condená-lo, se Deus deve lidar com ele de acordo com a lei, que não é culpa da lei, mas da nossa própria natureza corrupta, que não pode cumprir a lei. A repetição das mesmas coisas uma e outra vez neste discurso mostra como o coração muito de Paulo foi afetado com o que ele escreveu, e quão profundo seus sentimentos eram. Observe as indicações desta queixa. (1.) eu sou carnal, vendido sob o pecado, Romanos 7:14 . Ele fala do Corinthians como carnal, 1 Coríntios 3: 1 . Mesmo onde há vida espiritual, há restos de afeições carnais, e até agora um homem pode ser vendido sob o pecado; ele não vendeu para fazer maldade, como Acabe ( 1 Reis 21:25 ), mas ele foi vendido por Adam quando ele pecou e caiu - vendido, como um escravo pobre que faz a vontade de seu mestre contra a sua vontade - vendido sob o pecado, porque concebido em iniqüidade e nascidos em pecado. (2.) O que eu faria, que eu não sei; mas o que aborreço, isso faço eu, Romanos 7:15 . E com o mesmo significado, Romanos 7:19 , Romanos 7:21 , Quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Tal era a força da corrupção, que ele não poderia atingir a perfeição em santidade que desejava e respirou depois . Assim, enquanto ele estava avançando em direção à perfeição, mas ele reconhece que ele não tinha já atingido, nem já estava perfeito, Philemon 3:12 . Fain ele estaria livre de todo pecado, e perfeitamente fazer a vontade de Deus, tal era o seu julgamento pagas; mas sua natureza corrupta chamou-o de outra forma: era como uma obstrução, que verificava e manteve-o para baixo quando ele teria disparado para cima, como o viés em uma tigela, que, quando é jogado em linha reta, mas chama-lo de lado. (3.) em mim, isto é, na minha carne, não habita bem, Romanos 7:18 . Aqui, ele explica-se sobre a natureza corrupta, que ele chama de carne; e, tanto quanto que vai lá não é bom de se esperar, não mais do que seria de esperar boa milho cresce em cima de uma rocha ou na areia que está junto à beira-mar a. À medida que a nova natureza, na medida em que vai, não pode cometer o pecado ( 1 João 3: 9 ), de modo a carne, a velha natureza, na medida em que vai, não pode executar um bom serviço. Como deveria? Para a carne serve à lei do pecado ( Romanos 7:25 ), é sob a condução e de governo da referida lei; e, ao mesmo tempo que é assim, não é susceptível de fazer qualquer bom. A natureza corrompida é noutro local chamado de carne ( Gênesis 6: 3 , João 3: 6 ); e, embora possa haver coisas boas que habitam aqueles que têm essa carne, contudo, na medida em que a carne vai, não há nenhuma boa, a carne não é um sujeito capaz de qualquer bom. (4.) vejo outra lei nos meus membros guerreando contra a lei da minha mente, Romanos 7:23 . A inclinação corrupta e pecadora está aqui em comparação com uma lei, porque controlado e verificado-lo em seus bons movimentos. Diz-se para se sentar em seus membros, pois, Cristo, tendo criado o seu trono em seu coração, era apenas os membros rebeldes do corpo que foram os instrumentos do pecado - no apetite sensitivo; ou podemos tomá-lo em geral, para todos os que a natureza corrupta que é a sede não só de sensual, mas de desejos mais refinadas. Este guerras contra a lei da mente, a nova natureza; ele desenha o caminho contrário, leva em conta o interesse contrário, que a disposição corrupto e inclinação são tão grandes um fardo e sofrimento para a alma como o pior trabalho penoso e cativeiro poderia ser. Ele me leva para o cativeiro. Para o mesmo propósito ( Romanos 7: 25 ), com a carne sirvo à lei do pecado; ou seja, a natureza corrupta, a parte não regenerado, está a trabalhar continuamente para o pecado. (5.) A queixa geral que temos em Romanos 7:24 , Miserável homem que eu sou! ? Quem me livrará do corpo desta morte a coisa que ele reclama de um corpo de morte; ou o corpo de carne, que é um corpo moribundo mortais (enquanto nós carregamos esse corpo sobre com nós, será incomodado com a corrupção; quando estamos mortos, seremos libertos do pecado, e não antes), ou o corpo de o pecado, o velho homem, a natureza corrupta, que tende a morte, isto é, à ruína da alma. Ou, comparando-o com um corpo morto, o toque de que foi pela profanação lei cerimonial, se as transgressões atuais ser obras mortas ( Hebreus 9:14 ), a corrupção original é um corpo morto. Era como problemático para Paul como se tivesse tido um corpo morto amarrado a ele, o que ele deve ter levados ao redor por ele. Isso o fez gritar, Miserável homem que eu sou! Um homem que tinha aprendido em cada estado de contentar-se ainda reclama, portanto, de sua natureza corrupta. Eu tinha sido obrigada a falar de Paul, eu deveria ter dito, ldblquote O homem abençoado que és, um embaixador de Cristo, um favorito dos céus, um pai espiritual de milhares! dblquote Mas em sua própria conta de que ele era um homem miserável, por causa da corrupção da natureza, porque ele não era tão bom quanto ele de bom grado seria, ainda não tinha atingido, nem já estava perfeito. Assim miseravelmente que ele reclamar. Quem me livrará? Ele fala como aquele que estava doente dele, que daria qualquer coisa para se livrar dele, olha para a direita e para a esquerda por algum amigo que parte entre ele e suas corrupções. Os restos de pecado interior são um fardo muito doloroso para uma alma gentil.

 2. O que ele se consola com. O caso foi triste, mas havia algumas allays. Três coisas confortou-o: - 

(1) Que a sua consciência testemunhou para ele que ele tinha um bom princípio dominante e prevalecente na dele, não obstante. É bem quando tudo não ir por um caminho na alma. A regra deste bom princípio que ele tinha era a lei de Deus, para a qual ele fala aqui de ter uma relação tríplice, que é certamente a ser encontrado em todos os que são santificados, e não outros. [1] consinto com a lei, que é boa, Romanos 7:16 , sumphemi - Eu dou o meu voto à lei; aqui é a aprovação do julgamento. Onde quer que haja graça não existe apenas um temor da severidade da lei, mas um consentimento para a bondade da lei. ldblquote Ele é um bem em si, é bom para mim. dblquote Este é um sinal de que a lei está escrita no coração, que a alma é entregue no molde dela. Para concordar com a lei é tão longe para aprová-la como não gostaria que outra forma constituída do que é. O julgamento santificados não só concorre para o patrimônio da lei, mas a excelência dela, como convencido de que a conformidade com a lei é a mais elevada perfeição da natureza humana, e a maior honra e felicidade que são capazes. [2] , tenho prazer na lei de Deus segundo o homem interior, Romanos 7:22 . Sua consciência foi testemunha de uma complacência na lei. Ele encantou não só nas promessas da palavra, mas nos preceitos e proibições da palavra; sunedomai expressa um devir prazer. Ele fez aqui concordam em carinho com todos os santos. Todos os que estão savingly regenerar ou nascer de novo não realmente prazer na lei de Deus, deleito em conhecê-lo, fazê-lo - alegremente submeter à autoridade do mesmo, e tomar uma complacência em que a submissão, nunca mais satisfeito do que quando o coração ea vida estão no mais estrito da lei ea vontade de Deus. Depois de o homem interior; isto é, primeiro, da mente ou racionais faculdades, em oposição aos apetites sensíveis e vontades da carne. A alma é o homem interior, e que é a sede de delícias graciosos, que são, portanto, sincero e sério, mas em segredo; é a renovação do homem interior, 2 Coríntios 4:16 . Em segundo lugar, a nova natureza. O novo homem é chamado o homem interior ( Efésios 3:16 ), o homem interior do coração, 1 Pedro 3: 4 . Paul, na medida em que foi santificado, tinha um prazer na lei de Deus. [3] Com a mente, sou escravo da lei de Deus, Romanos 7:25 . Não é o suficiente para concordar com a lei, e prazer na lei, mas devemos servir a lei; nossas almas deve ser totalmente entregue à obediência dele. Assim foi com a mente de Paul; assim é com cada mente renovada santificou; este é o curso normal e forma; para lá vai a inclinação da alma. Eu mesmo - autos ego , claramente insinuando que ele fala em sua própria pessoa, e não na pessoa de outro.

 (2) Que a culpa era em que a corrupção de sua natureza que realmente lamentam e se esforçam contra: . Não é mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim Isso ele menciona duas vezes ( Romanos 7:17 , Romanos 7:20 ), e não como uma desculpa para a culpa do seu pecado (que é o suficiente para nos condenar, se estivéssemos sob a lei, que o pecado que faz o mal habita em nós), mas como uma salva por suas evidências, que ele não poderia afundar em desespero, mas ter conforto do pacto da graça, que aceita a vontade do espírito, e providenciou perdão para a fraqueza da carne. Ele da mesma forma aqui entra em um protesto contra tudo aquilo que este pecado que habita produzido. Tendo professou o seu consentimento à lei de Deus, ele está aqui professa sua discordância da lei do pecado. ldblquote Não é I; I repudiar o fato; é contra minha mente que ele é feito. dblquote Como quando no senado a maior parte são ruins, e levar tudo para o lado errado, é efectivamente o acto do senado, mas o partido honesto se esforçam contra ela, lamentem o que é feito, e entrar no seu protesto contra ela; para que ele não mais os que fazê-lo é. - Habita em mim, como o cananeus entre os israelitas, embora eles foram colocados sob tributo: habita em mim, e é provável que habitam ali, enquanto eu viver.

 (3.) Sua grande conforto estava em Jesus Cristo ( Romanos 7:25 ): Eu agradeço a Deus, por Jesus Cristo nosso Senhor. Em meio a suas queixas, ele irrompe em louvores. É um remédio especial contra medos e tristezas de ser muito em louvor: muitos uma pobre alma caída tem achado assim. E, em todos os nossos louvores, este deve ser o peso do filho, ldblquote Bendito seja Deus por Jesus Cristo. dblquote Quem me livrará? diz que ele ( Romanos 7:24 ), como um em uma perda para a ajuda. Finalmente, ele encontra um amigo todo-suficiente, mesmo Jesus Cristo. Quando estamos sob o sentido da energia restante do pecado e da corrupção, veremos razão para bendizer a Deus por meio de Cristo (para, como ele é o mediador de todas as nossas orações, então ele é de todos os nossos louvores) - para bendizer a Deus por Cristo; ele é o que está entre nós e a ira devido a nós por este pecado. Se não fosse por Cristo, esta maldade que habita em nós certamente seria a nossa ruína. Ele é o nosso Advogado junto ao Pai, e através dele Deus se compadece, e peças de reposição, e perdoa, e coloca não as nossas iniqüidades para a nossa carga. É Cristo que adquiriu a libertação para nós em devido tempo. Através da morte de Cristo porá fim a todas essas reclamações, e soprar-nos a uma eternidade que iremos gastar sem pecado ou suspirar. Bendito seja Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo! Par (notas comentário Romanos Matthew Henrys).