sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Subsidio CPAD jardim de infancia 24/1/2016



       LIÇÃO 4 - PAPAI, PRESENTE DO MEU AMIGO 
            Texto Bíblico: Gn 17.1,2,17; 21.1-8.





Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seus alunos possam entender que Deus sempre cumpre suas promessas.

Para memorizar:
“O teu reino é reino eterno, e o teu domínio permanece de geração em geração. O Senhor é fiel em todas as suas promessas e é bondoso em tudo o que faz." (Sl 145.13 - NVI)

Aprendendo a Bíblia
Deus prometeu para Abraão que ele teria um filho.
Passado alguns anos, Abraão estava sendo muito abençoado, mas ainda lhe faltava algo: ele não tinha filhos!
Como ele seria pai de multidões, como o próprio Deus havia dito, sendo que ele não tinha sequer um herdeiro?
Foi quando ele orou, pedindo por um milagre, já que a sua mulher, Sara, não podia ter filhos, e ambos eram muito velhos!
E tinha Abraão noventa e nove anos quando Deus apareceu a ele e novamente lhe disse que dele se multiplicaria muitas pessoas, e que ele seria o pai de muitas nações. E que a partir daquele dia seu nome e o de sua mulher mudaria, de Abrão para Abraão, e de Sarai para Sara.
Depois de algum tempo, três homens vieram conversar com Abraão, e lhe disseram que Sara engravidaria de um menino, como Deus havia dito.
No princípio, Sara desacreditou, e riu da possibilidade de ser mãe com aquela idade e sendo estéril, não podia engravidar.
Mas depois de nove meses daquela profecia, Sara engravidou e deu à luz a Isaque. De Isaque então, deu-se o início de toda a descendência de Abraão.

Aplicação da lição
Enfatize aos pequenos que as promessas de Deus são verdadeiras, e não importa o tempo, elas vão se cumprir. Mas temos que ter fé para receber as promessas de Deus!

Podemos acreditar nas promessas de Deus para as nossas vidas, pois todas elas se cumprem.
fonte portalebd

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Subsidio (2) CPAD juvenis LOUVOR 1trim-24/1/2016


          
             SUBSIDIO JUVENIS N.2 LIÇÃO N.4 LOUVOR



                                                    Salmos 33.1-14. 
1 - Regozijai-vos no Senhor, vós, justos, pois aos retos convém o louvor.
2 - Louvai ao Senhor com harpa, cantai a ele com saltério de dez cordas.
3 - Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo.
4 - Porque a palavra do Senhor é reta, e todas as suas obras são fiéis.
5 - Ele ama a justiça e o juízo; a terra está cheia da bondade do Senhor.
6 - Pela palavra do Senhor foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito da sua boca.
7 - Ele ajunta as águas do mar como num montão; põe os abismos em tesouros.
8 - Tema toda a terra ao Senhor; temam-no todos os moradores do mundo.
9 - Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.
10 - O Senhor desfaz o conselho das nações; quebranta os intentos dos povos.
11 - O conselho do Senhor permanece para sempre; os intentos do seu coração, de geração em geração.
12 - Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele escolheu para a sua herança.
13 - O Senhor olha desde os céus e está vendo a todos os filhos dos homens;
14 - da sua morada contempla todos os moradores da terra.

Professor, para aguçar a curiosidade de seus alunos, questione-os sobre o significado da palavra "Haleluia". Depois de ouvir as respostas, informe-os que o termo procede do hebraico halal, "louvor", "júbilo", e da contração, Yah, do nome sagrado Yahweh, traduzido "já" em algumas versões do Sl 68.4. Literalmente significa "Louvemos a Yâh (Já)" ou "Louvemos ao Senhor". O modo imperativo, "louvemos", é um convite litúrgico para celebrarmos o glorioso nome do Senhor nosso Deus.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Explicar o sentido de "cântico congregacional".
Descrever os fundamentos da música sacra.
Distinguir liturgia de formalismo.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, cada aluno é singular e aprende de modo específico. Os educandos mais analíticos aprendem quando a lição e minuciosamente exposta. Os mais dinâmicos prendem através de atividades que os desafiem a descobrir novos conceitos. Os interativos aprendem ao interagirem com o grupo e quando são estimulados por uma situação concreta. Por fim, os pragmáticos aprendem quando executam uma atividade relacionada à lição. Por conseguinte, o professor deve ser um facilitador da aprendizagem, possibilitando, por meio de variados métodos, diversas situações de aprendizagem.


Palavra Chave
Música: Arte e ciência de combinar os sons de modo agradável.
Entoar louvores a Deus também faz parte das disciplinas da vida cristã. Aliás, o maior livro das Sagradas Escrituras é o de Salmos. No Saltério Hebreu, Davi, Asafe, Salomão, Moisés, os filhos de Jedutum e os de Corá, enaltecem sublime e altissonantemente o Deus de Israel. Quer lhe cantando os atributos, quer lhe cantando as obras, deixam mui claro que não há Deus como o de Israel.

I. O QUE É O CÂNTICO CONGREGACIONAL
Neste tópico, entraremos a ver duas coisas: a música sacra e o cântico congregacional.
1. A música sacra. É a arte que, dispondo das ciências musicais e acústicas, das cordas vocais e de instrumentos músicos, tem por objetivo primacial enaltecer a Deus como o Criador e Mantenedor de todas as coisas através da harmonia, melodia e ritmo (1 Cr 16.23; Sl 96.1). Jubal foi o primeiro ser humano a interessar-se pela arte musical (Gn 4.21).
2. O cântico congregacional. É a participação de toda a congregação dos fiéis nos hinos em louvor ao Todo-Poderoso. O cântico congregacional teve início com o rei Davi, segundo podemos depreender, da história do Filho de Jessé; atinge, porém, o auge no reinado de Salomão. O primeiro organizou os músicos e cantores em turnos e corais (1 Cr 23.1-26.32); o segundo sustentou-os, a fim de que o culto a Jeová fosse coroado de glória e divino resplendor (2 Cr 5.12-14).


II. OS FUNDAMENTOS DA MÚSICA SACRA

1. O preparo teológico dos músicos e compositores bíblicos. Os compositores bíblicos foram notáveis teólogos. Autor do Salmo 90, foi Moisés o legislador dos hebreus e o maior profeta do Antigo Testamento (Dt 34.10). Quanto a Davi, considerado profeta do Senhor, compôs a maioria dos salmos (At 2.29,30). Já Salomão, seu filho, celebrado pelo mesmo Deus como o mais sábio dos homens, além de compor os cantares, os provérbios e o Eclesiastes, deixou-nos um belíssimo salmo (Sl 127; Pv 1.1).
No Salmo 73, Asafe louva ao Senhor tratando de um dificílimo problema existencial: "Por que sofrem os justos". Jeremias, por seu turno, inspirado pelo Espírito Santo, cantou as tristezas e desditas da Cidade Santa. E os poemas de Isaías e de Habacuque? O primeiro cantou os sofrimentos do Messias, retratando-lhe o ministério com vivas cores. Como não chorar ante o capítulo 53 de seu livro? Já o segundo mostra a alegria que deve acompanhar o servo de Deus nas adversidades e tribulações.
2. Qualificações de um músico verdadeiramente cristão. De um músico sacro exige-se não somente a arte, mas principalmente a correção doutrinária; ele é o teólogo que verseja o conhecimento bíblico. Com singular habilidade, harmoniza e ritma a verdadeira teologia. Aliás, parte da hinódia cristã foi composta por doutores nas Escrituras como Ambrósio, Martinho Lutero e Charles Wesley.
Infelizmente, com o esfriamento do amor à Palavra de Deus, a música sacra é logo substituída por arremedos melódicos e heréticos.

III. A MÚSICA NO CRISTIANISMO PRIMITIVO
A Igreja de Cristo, desde o seu nascedouro, compreendeu perfeitamente a função da música em sua liturgia.
1. O exemplo do próprio Cristo (Mt 26.30). Na noite de sua paixão, o Senhor Jesus cantou um hino, mostrando que, mesmo nos momentos mais difíceis e lutuosos é possível entoar louvores ao Pai Celeste. Que hino era aquele? Provavelmente um dos salmos messiânicos de Davi. O Salmo 22? Um dos hinos pascais? Embora não o saibamos, de uma coisa temos absoluta certeza. Jesus ensina-nos que a música, autenticamente sacra, faz parte de nossas disciplinas espirituais; por intermédio destas, edificamos o nosso caráter e fortalecemos a nossa fé.
2. A doutrina litúrgica de Paulo. Algumas vezes, confundimos liturgia com formalismo. Entre ambos, contudo, há abismais diferenças. Liturgia é o culto público que prestamos a Deus; formalismo, o culto que, embora belo, é destituído de seu real valor. Voltemos ao Novo Testamento. Sua liturgia era mui singela; entretanto, carregada de significados.
Quando nos reunimos, um tem salmo, outro apresenta cânticos espirituais e ainda outro, a doutrina cristã. E os dons espirituais? Este manifesta-se em línguas estranhas; aquele as interpreta. Este traz a revelação; aquele a palavra da ciência. Este a cura divina; aquele as maravilhas. Eis uma reunião verdadeiramente pentecostal.
Aliás, o apóstolo Paulo, à semelhança do Senhor Jesus, utilizava-se também, em suas devoções, a música sacra. Quando encarcerado em Filipos, de tal forma cantou juntamente com Silas, que o seu louvor a Deus veio a abalar os alicerces da prisão (At 16.25-31).
Tem você cantado ao Senhor?


                                                          "Adoração diária a sós]

A adoração como um estilo de vida diário começa na mais simples e mais óbvia das condições. É algo que cada um de nós pode fazer, porém algo que muitos negligenciam. Se você quiser viver toda a sua vida na maravilha da adoração, deve começar com seu tempo pessoal com Deus.
Talvez você esteja desapontado com o fato de ter sido lembrado de algo tão simples. Talvez você já tenha um tempo regular e compromissado para a adoração. Mas acredito que é impossível ser tudo o que Deus pretende para nós, se não estivermos dispostos a passar algum tempo para chegar a conhecê-Lo pessoalmente.
Também creio que o melhor momento para a maioria das pessoas é conseguir ficar a sós com Deus é de manhã - este período pode determinar como será o restante do seu dia. Deus deseja que você seja um servo melhor e mais efetivo possível. Então Ele mostrará e lhe dirá coisas que farão a diferença em momentos de crise durante as próximas doze horas, mais ou menos. Depois de você conversar com o Senhor e caminhar com Ele durante as suas tarefas do dia, Ele o fortalecerá e o encorajará a fazer de cada momento do seu dia um ato de adoração".(JEREMIAH, D. O desejo do meu coração. RJ: CPAD, 2006, p.56.)


"Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos escutavam" (At 16.25). O silêncio noturno foi cortado pelo suave cicio da oração. Os únicos instrumentos que acompanhavam o louvor dos acorrentados eram os grilhões soturnos. Na tormenta, Paulo e Silas adoravam! Na angústia, suplicavam! A dor foi vencida pela oração. A tristeza renegada pelo louvor a Deus. Somente os que descobriram o poder da oração e do louvor são capazes de adorar no centro do furacão. O turbilhão era apenas mais um ritmo para compor os mais melodiosos versos ao glorioso Senhor: "Andando eu no meio da angústia", dizia o salmista, "tu me revivificarás" (Sl 138.7). E assim ocorreu com os denodados missionários. O Deus que ouviu os apóstolos na prisão é o mesmo que atende as nossas orações e louvores hoje. Adoremos ao Senhor "na beleza da santidade". Se tremermos diante dEle, o cárcere estremecerá diante de sua majestosa presença (Sl 96.9).

Subsidio CPAD juniores 1TRIM-24/1/2016

                        

                   SUBSIDIO JUNIORES N.4 24/1/2016 
         


Versículo 1

Lucas 5: 1. Ele ficou perto do lago. Mateus e Marcos, de acordo com o costume de sua língua, chamá-lo do mar da Galiléia. O nome correto deste lago entre os antigos hebreus era כנרת, (Quinerete;) (338 ) mas, quando a língua se corrompeu, a palavra foi alterada para Genesaré. autores profanos chamá-lo Gennesar; e que parte, que ficava em direção a Galiléia, foi chamado por eles. do mar da Galiléia O banco, que unida com Tiberias, recebeu o seu nome daquela cidade. Sua amplitude e situação será mais adequadamente discutido em outro lugar. Passemos agora ao fato aqui relatado.

Lucas diz que Cristo entrou em um navio que pertencia a Pedro, e retirou-se para uma distância moderada da terra, para que ele pudesse tratar de forma mais conveniente do que a multidão, que se reuniram a partir de vários lugares para ouvi-lo; e que, depois de descarregar o ofício de ensinar, ele exibiu uma prova de seu poder divino por um milagre. Não era coisa incomum, de fato, que os pescadores lançaram suas redes, em muitas ocasiões, com pequena vantagem: e que todo o seu esforço infrutífero depois foi recompensado por um lance bem sucedido. Mas foi provado ser um milagre por esta circunstância, que tinham tomado nada durante toda a noite, (que, no entanto, é mais adequado para a captura de peixe), e que, de repente uma grande quantidade de peixes foi coletado em suas redes, suficiente para encher os navios. Pedro e seus companheiros, portanto, facilmente concluir que um take, muito além da quantidade normal, não foi acidental, mas foi concedido a eles por uma intervenção divina.

Versículo 5

Lucas 5: 5. Mestre, labutando toda a noite, temos tido nada. A razão pela qual Pedro o chama de Mestre, sem dúvida, é que ele sabe Cristo para ser acostumado a cumprir o ofício de professor, e é movido com reverência em direção a ele. Mas ele ainda não fez tal progresso, como a merecer a ser classificado entre os seus discípulos: para os nossos sentimentos a respeito de Cristo não torná-lo honra suficiente, a menos que nós abraçamos a sua doutrina por meio da obediência da fé, e sei o que ele requer de nós. Ele tem apenas uma percepção delgado - se ele tem algum em tudo - do valor do Evangelho; mas a deferência que ele paga a Cristo manifesta-se por isso, que, quando usado por infrutífero labor, ele começa de novo o que ele já havia tentado em vão. No entanto, não pode ser negada, que ele muito estimado Cristo, e tinha o maior respeito por sua autoridade. Mas uma instância particular de fé, prestado a um único comando de Cristo, não teria feito Peter cristão, ou dado a ele um lugar entre os filhos de Deus, se ele não tivesse sido levado por diante, a partir deste primeiro ato de submissão, para uma obediência completa. Mas, como Peter rendeu tão facilmente ao comando de Cristo, a quem ele ainda não sabia para ser um profeta ou o Filho de Deus, nenhum pedido de desculpas pode ser oferecido para a nossa conduta vergonhosa, se nós, que o chamam de nosso Senhor, e Rei , e Judege, (Isaías 33:22), nós não mover um dedo para realizar o nosso dever, para o qual temos dez vezes recebeu suas ordens.

Versículo 6

Lucas 5: 6. Eles encerram uma grande quantidade de peixes. O design do milagre, sem dúvida, era, para dar a conhecer a divindade de Cristo, e, portanto, para induzir a Pedro e outros a se tornarem seus discípulos. Mas podemos tirar deste exemplo uma instrução geral, que nós não temos nenhuma razão para estar com medo de que o nosso trabalho não deve ser atendido pela bênção de Deus e sucesso desejável, quando é realizada pela autoridade e orientação de Cristo. Tal era a quantidade de peixes, que os navios estavam afundando, e as mentes dos espectadores eram assim animado para admiração: por que deve ter sido em conseqüência da glória divina de Cristo manifestada por este milagre, que a sua autoridade foi plenamente reconhecido.

Versículo 8

Luke 5: 8. Apartai-vos de mim, ó Senhor. Embora os homens são sérios na busca da presença de Deus, mas, tão logo Deus aparece, eles devem ser golpeado com terror, e quase sem vida por medo e alarme, até que ele administra consolação. Eles têm o melhor razão para chamar fervorosamente em Deus, porque eles não podem evitar a sensação de que eles são miseráveis, enquanto ele está ausente deles: e, por outro lado, a sua presença é terrível, porque eles começam a sentir que eles não são nada, e que eles são dominados por uma imensa massa de males. Desta maneira, Peter vê Cristo com reverência no milagre, e ainda é tão intimidados por sua majestade, o que ele faz tudo o que pode para evitar a sua presença. E isso não foi o caso com Peter sozinho: para nós aprendemos, a partir do contexto, que espanto tinha dominado todos os que estavam com ele. Daí, vemos, que é natural a todos os homens a tremer na presença de Deus. E isso é uma vantagem para nós, a fim de humilhar qualquer confiança tolo ou orgulho que estejam em nós, desde que seja imediatamente seguida de consolação calmante. E assim Cristo alivia a mente de Peter por uma resposta suave e amigável, dizendo-lhe: Não temas. Assim, Cristo afunda o seu próprio povo na sepultura, para que depois levantá-los para a vida. (339)

Verso 10

Lucas 5:10.. Por posteriormente serás pescador de homens As palavras de Mateus são, eu farei de vós pescadores de homens; e os de Mark são,. Eu farei com que vos torneis pescadores de homens Eles nos ensinam, que Pedro, e os outros três, não só foram reunidos por Cristo a ser seus discípulos, mas que foram feitos apóstolos, ou, pelo menos, escolhido com vista para o apostolado. É, portanto, não apenas uma chamada geral para a fé, mas uma chamada especial para um escritório particular, que é aqui descrito. As funções de instrução, eu admito, ainda não são intimados sobre eles; mas ainda é prepará-los para serem instrutores, (340) que Cristo recebe e admite-los em sua família. Isso deve ser cuidadosamente ponderados; para todos não são ordenados a deixar seus pais e sua antiga ocupação, e literalmente (341) para seguir a Cristo. Há alguns a quem o Senhor está satisfeito com ter no seu rebanho e da sua Igreja, enquanto ele atribui aos outros a sua própria estação. Aqueles que receberam dele um cargo público devia saber, que algo mais é exigido deles do que de particulares. No caso de outros, nosso Senhor não faz nenhuma mudança quanto ao modo normal de vida; mas ele retirar esses quatro discípulos do emprego do que até então derivaram sua subsistência, que ele pode empregar seu trabalho em um escritório de mais nobre.

Cristo selecionado mecânica em bruto, - as pessoas não apenas destituído de aprendizagem, mas inferior em capacidade, para que pudesse treinar, ou melhor, renová-los pelo poder do seu Espírito, de modo a sobressair todos os sábios do mundo. Ele destina-se a humilhar, desta forma, o orgulho da carne, e que apresente, em suas pessoas, um exemplo notável de graça espiritual, para que possamos aprender a implorar do céu à luz da fé, quando sabemos que ele não pode ser adquirida pelos nossos próprios esforços. Mais uma vez, embora ele escolheu desaprendido e pessoas ignorantes, ele não deixá-los nessa condição; e, portanto, o que ele fez não deve ser realizada por nós para ser um exemplo, como se fôssemos agora para ordenar pastores, que estavam depois de ser treinados para o desempenho das suas funções. Sabemos que a regra que ele prescreve para nós, pela boca de Paul que nenhum deve ser chamado para isso, a menos que eles são "apto para ensinar" (1 Timóteo 3: 2). Quando nosso Senhor escolheu pessoas desta descrição, Não foi porque ele preferiu ignorância à aprendizagem como alguns fanáticos fazem, que estão satisfeitos com a sua própria ignorância e fantasia que, na proporção em que eles odeiam literatura, que se aproximam do mais próximo dos apóstolos. Ele resolveu no início, sem dúvida, para escolher pessoas desprezíveis, a fim de humilhar o orgulho daqueles que pensam que o céu não está aberto ao inculto; mas depois deu a esses pescadores, como um associado em seu escritório, Paulo, que havia sido cuidadosamente educado desde a infância.

Quanto ao significado da metáfora, pescadores de homens, não há necessidade para uma investigação minuto. No entanto, como foi desenhada a partir do presente ocorrência, a alusão que Cristo fez para a pesca, quando ele falou da pregação do Evangelho, era apropriado: para os homens vadios e vagar pelo mundo, como em uma grande e conturbada mar, até eles são recolhidos pelo Evangelho. A história relatada pelo evangelista João (João 1:37) difere desta: para Andrew, que tinha sido um dos discípulos de João, foi entregue por ele a Cristo, e depois trouxe o irmão junto com ele. Naquela época, eles abraçaram-lo como seu mestre, mas foram posteriormente elevado a um posto mais alto.

comentario biblico Calvino
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Subsidio juvenis CPAD adoração 24/1/2016

          

                            O QUE É ADORAÇÃO?                     


INTRODUÇÃO


A primeira questão que consideramos como olhamos para os elementos do culto cristão como praticá-los é por isso que nós adoramos em tudo. 
A resposta é dupla;

Nós adoramos a Deus, porque fomos criados para adorá-Lo.


Paulo, na carta aos Efésios nos diz que isso (Efésios 1: 3-6). Esta oração mostra a consciência dos primeiros cristãos em seu culto. Eles entenderam que haviam sido destinados e nomeados para viver para o louvor da glória de Deus. (Efésios 1: 12) .A Westminster Catecismo ensina a mesma verdade quando ela nos lembra que Ele dá testemunho com o mesmo princípio que Deus nos criou para adorá-Lo "O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre.". Portanto adoram devem servir como seu primeiro objetivo a glória de Deus. Isso em contraste com aqueles que pensam de culto para diversos fins; porque nos faz feliz (não sempre); ele traz um sentimento de satisfação e enquanto ele faz cumprir o propósito da nossa existência não adoramos para o cumprimento que ela nos traz; para construir a solidariedade familiar (os altos sacerdotes da religião cananéia fertilidade acreditava o mesmo). A verdadeira adoração é diferenciado, pois ela serve acima de tudo, o louvor da glória de Deus.

Nós adoramos a Deus porque Ele nos mandou para adorá-Lo.


Os primeiros quatro dos dez mandamentos preocupação adoração.
  • O primeiro mandamento nos diz que: "Não terás outros deuses diante de mim." Jesus nos diz que o maior mandamento é que devemos amar o Senhor teu Deus de todo o teu coração, mente e alma e força "Nosso amor é mais ardente a ser dirigido para o Senhor e não a nós mesmos.
  • O segundo mandamento nos diz que não deve usar ídolos na adoração, pois, como Paulo nos diz: Deus não é representado pela arte e imaginação das pessoas; Deus nos criou para ser o reflexo de sua imagem. (Atos 17: 2-31) Se confundirmos arte ou entretenimento com adoração, não conseguimos entender o significado do segundo mandamento.
  • O terceiro mandamento diz-nos que não estamos a usar o nome do Senhor em vão, o que implica "vãs repetições". Lembra-nos a adorar a Deus com honestidade e sinceridade.
  • O quarto mandamento nos diz para adorar o Senhor no dia de sábado. Este mandamento concreto nos lembra que o culto do Senhor é uma realidade concreta que ocorre de forma muito concreta. Todos os outros comandos na Escritura parece ser uma elaboração destes quatro.

AS CARACTERÍSTICAS DE CULTO.


Há características de culto que vê-lo como um ato de obediência à lei de Deus; 
De acordo com a Escritura, que é:
  1.  a pregação da palavra
  2. a doação de esmolas
  3. a celebração da comunhão
  4. o ministério da oração
Todos os quais são baseados em At 2,42. Não há serviços litúrgicos prontas nas Escrituras, no entanto, a Igreja é chamada a desenvolver serviços que estão de acordo com as instruções e exemplos específicos que se encontram na Escritura. Este não é um literalismo bíblico, significa antes que o Culto Cristão deve estar em obediência à Palavra de Deus, como é revelada nas Escrituras. Como Bucer (1491-15551) coloca, "é apenas o culto que Deus pede de nós o que realmente serve a Ele." A adoração não é algum tipo de arte criativa para entreter a Deus com concursos elaborados e dramas litúrgicos. Deus nos orienta que a adoração deve ser simples, porque o modo de vida que Jesus viveu era simples e sem pretensão. O culto da igreja deve ser coerente com os princípios essenciais, tais como a justificação pela fé, a graça preveniente, e amor cristão.

Deve ser no nome de Cristo.

É em nome de Cristo que a Igreja Cristã é montado, lembrando a promessa de que, onde estiverem dois ou três reunidos ali Ele está no meio deles.(Matt.18.20) Jesus freqüentemente disse aos Seus discípulos a orar em Seu nome (Jn.14.14; 15.16 etc.) Quando oramos em nome de Cristo, estamos a continuar o ministério de intercessão que o próprio Jesus começou na cruz.Quando oramos com o nome de outra estamos fazendo isso em seu lugar. O ministério de pregação e ensino era e é em nome de Jesus; Ele começou a ele e nós fazê-lo em obediência e na conclusão de Sua obra. (Atos 05:41) Da mesma forma, os nossos esmolas e as boas obras são para estar no nome de Cristo. (Mateus 18: 5; Marcos 9: 38-41)
O culto cristão é uma função do corpo de Cristo. A igreja é o corpo de Cristo e nossa adoração é para ser uma parte do culto que o Cristo subiu realizada no Santuário para a glória do Pai. (Heb.7: 23-25; 10: 19-22)

A adoração é a obra do Espírito Santo.


À medida que o Espírito Santo está dentro de nós quando oramos (Romanos 8: 15-27) e as canções, hinos e salmos que cantamos em adoração são as canções do Espírito Santo (Atos 4.25). Mesmo a pregação da igreja deve ser no Espírito. (1 Cor.12: 8) Jesus nos prometeu que, quando apresentamos o nosso testemunho diante do mundo que não somos nós que falar, mas o Espírito Santo que nos dá enunciado. (Marcos 13:11) O culto cristão é inspirado pelo Espírito Santo, dirigido pelo Espírito, pelo poder do Espírito, purificado pelo Espírito e produz o fruto do Espírito. O culto cristão é, portanto, nesse sentido, "cheio do Espírito".
Já em século 8 aC Amos insistiu na santidade do culto e deixou claro que Deus não tinha espaço para aqueles que fizeram sacrifícios que estavam ausentes o poder da vida santificada. (Amós 5: 21-24).
Há um elo importante entre a integridade do serviço de Deus e ao serviço do próximo, quando aqueles que adoram o Deus Vivo viver imoral vive a glória de Deus é obscurecida, por outro lado, quando os cristãos refletem a santidade de Deus e são na verdade, a imagem de Deus, então Deus é glorificado.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Lições CPAD adultos ataques a familia 1 trim-24/1/2016




      ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 4 -                           Revista  Betel  

        Ataques Constantes Contra a Família

                      24 de janeiro de 2016 




Texto Áureo
“Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo”. 1Jo 2.16

Verdade Aplicada

Devemos preservar os nossos lares para impedir que não seja desqualificado o que foi criado por Deus.

Textos de Referência.

1Co 6.19 - Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, provenientes de Deus, e que sois de vós mesmo?
1Co 6.20 – Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
1Co 10.23 – Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.
2Co 13.5 – Examinai-vos a vós mesmo se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis, quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.

Introdução
Os desafios da família cristã frente aos ataques constantes e diretos ao casamento e à família trazem uma ruptura dos valores e quebra de princípios que precisam ser enxergados com muito cuidado.

1. Meios de comunicação e redes sociais.
A tecnologia entrou nos lares trazendo lucros e prejuízos incalculáveis. Consequentemente, a sociedade moderna mudou o conceito de família e desqualifica os valores da instituição criada por Deus.

1.1. A televisão.

A televisão tem afastado os membros da família, que não se alimentam mais juntos à mesa. As novelas fazem apologia e ensinam infidelidade conjugal, bigamia, poligamia, o sexo antes do casamento, o fim da virgindade e o homossexualismo. A licenciosidade, leviandade e irresponsabilidade têm trazido decadência moral para a família. Muitos programas indecentes de pessoas inescrupulosas têm tirado a atenção dos crentes, que faltam cultos para ficar na frente da televisão. As mensagens subliminares, que são apresentadas por meio de palavras, objetos, desenhos animados, filmes, jogos, músicas, gestos e figuras, como se fossem ingênuas e inofensivas, têm sido trabalhadas na mente das pessoas, naquilo que são os seus alvos, influenciados inclusive nas atitudes dos filhos.

1.2. A Internet e as redes sociais.

Através também das redes sociais, a internet está viciando os jovens e adolescentes, e até as crianças. Muitos ficam por horas na frente do computador e celular, entre outros. São filhos que estão precisando de acompanhamento psicológico pelo vício que causa depressão e dependência. Os pais estão perdendo o controle sobre os filhos porque muitos deles se isolam nos quartos e acessam programas não convenientes para menores de idade. É uma grande dor de cabeça para os pais, porque muitos não têm acesso à rede e não sabem nem como funciona.

1.3. O avanço tecnológico e a globalização.

Por mais que tenham a sensação de avanço e progresso tecnológico que chegou aos nossos lares, vemos um veneno mortífero que aos poucos está tentando destruir a formação moral e ética dos nossos filhos, fazendo com que percam os valores cristãos. Quando não é bem utilizada, a tecnologia traz embutida a iniquidade (Mt 24.12). Todo cuidado é pouco, porque vem entrando sorrateiramente nos nossos lares.

2. Evoluções, ocupações e amizades.
As evoluções são benéficas ou maléficas? Depende de como as usamos em nossas vidas. Para que elas sejam bênção e não maldição, as evoluções precisam ser confrontadas com a Palavra de Deus, pois não podemos abandonar os valores cristãos.

2.1. Choque de gerações entre pais e filhos.

O choque de gerações é uma realidade. O que não se praticava antigamente, hoje está passando a ser normal. Os pais precisam entender que os filhos não vão viver a sua geração, mas também os filhos precisam entender que muitos pais não alcançarão os níveis que eles chegaram. Neste caso, o equilíbrio é a saída. Só a compreensão de ambas as partes para se chegar a um acordo. O diálogo, a aproximação, o respeito e a amizade entre os pais e filhos diminuirão os prejuízos destas evoluções.

2.2. Individualismo: a falta de tempo para a família.
Com a correria dos grandes centros urbanos e o trânsito, as pessoas passam duas ou mais horas dentro de um veículo particular ou transporte coletivo. Quando sobra um tempinho é preenchido com as academias, pescarias e os encontros sociais e a família vai ficando em segundo plano. A necessidade de estudar, se aperfeiçoar para a concorrência no mercado de trabalho também é outro agravante. Muitos pais só têm contato com os filhos nos finais de semana, o que é pouco para quem precisa de mais atenção, carinho e educação.

2.3. Jugo desigual com os ímpios.

As amizades do mundo não podem interferir no casamento e na família (2co 6.14). Quando aceitamos a Cristo, o nosso ciclo de amizade precisa mudar. Muitas amizades conseguidas através das redes sociais têm sido uma dor de cabeça para os pais e um estrago para as famílias. Muitos jovens cristãos ao namorar com descrentes pensam que depois de casados conseguirão levá-los para a igreja. Isto raramente acontece, é uma bênção pode virar uma maldição ao abrir as portas e ceder para o judô desigual.

3. Novas leis concernentes à família.
Há projetos de leis circulando nas comissões, gabinetes e plenários do Parlamento que são contra os princípios cristãos. A sociedade pós-moderna tem recebido uma enxurrada de leis que favorecem as práticas pecaminosas, tão combatidas pela Palavra de Deus. Precisamos ficar atentos e não nos conformarmos com este mundo cheio de iniquidades (Rm 12.2).

3.1. O tratamento dado ao menor de idade.

Pela compreensão de Estatuto da Criança e do Adolescente, os pais estão quase impedidos de disciplinar os filhos, conforme ensina a Palavra de Deus (Pv 23.13; 29.15,17). É claro que tudo deve ser feito dentro de parâmetros aceitáveis, não se pode tirar sangue dos filhos, mas também não se pode retirar a disciplina da correção. O serviço dado aos menores de idade é considerado trabalho infantil, mas os filhos precisam ganhar interesse pelo trabalho desde cedo. A coerência e o equilíbrio precisam prevalecer.

3.2. Aborto, união de pessoas do mesmo sexo e legalização da prostituição.

Quem aceita o aborto simplesmente porque acha que foi um descuido se engravidar, ou porque acha que não é hora de se ter um filho, e manda retirar o feto, já é considerado criminoso (Sl 139.16). A Bíblia diz: “Não matarás” (Êx 20.13; Rm 13.9). O aborto não pode ser considerado caso de saúde pública. Uma gravidez deve ser encarada com dignidade e respeito à criança, e também como um mandamento bíblico (Gn 1.28). Os direitos humanos têm defendido o casamento de pessoas do mesmo sexo. No entanto, o homossexualismo é combatido de forma veemente pela Palavra de Deus (Rm 1.26-27). A possível legalização da prostituição é uma afronta à família e aos princípios cristãos. A profissionalização da venda do corpo, defendida por uma parte dos legisladores, é uma depravação e uma coisa perniciosa para as famílias de bem e a sociedade como um todo. A Bíblia mostra a vontade de Deus para os cristãos, Isto é, abster-se da prostituição e saber possuir o próprio corpo em santificação e honra (1Ts 4.3-4)

3.3. União estável e contratos Temporários.

Pode ser concedida a regulamentação do concubinato “união estável”, lavrada em cartório, para divisão de herança e reconhecimento doa filhos. A Igreja precisa preservar o casamento civil, que é definitivo e não pode ter quebra de acordo, conforme diz a Bíblia (1Co 7.39). Os contratos temporários, também aceitos pelas autoridades, mais parecem um teste de adaptação, que, quando não dão certos, são descartáveis, e, no final do contrato, cada um segue a sua vida. O casamento não é em caráter experimental, mas definitivo.

Conclusão


Vivemos os últimos dias da Igreja aqui na Terra. As instituições estão sendo fragilizadas e vulgarizadas diante das inovações e conceitos de homens sem o temor de Deus. Cabe a Igreja pregar contra estas práticas e não concordar com este mundo, que a cada dia fica mais distante de Deus.