quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Tese do arrebatamento pre-tribulação


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    TESE ARREBATAMENTO PRE-TRIBULACIONAL





PROVAS BÍBLICAS DO ARREBATAMENTO PRÉ-TRIBULACIONAL Parte I: A Bíblia ensina que a igreja será removida sobrenaturalmente (Arrebatamento). Este Arrebatamento vai acontecer antes, durante ou depois da Grande Tribulação? A melhor maneira de descobrir a verdade é interpretar de modo correto a Palavra de Deus. Em alguns casos isto é bem mais fácil dizer do que realizar. Encontrar e correlacionar as profundas verdades das Escrituras é como explorar uma mina de ouro. Trata-se de uma árdua tarefa; mas, vale a pena, quando se encontram preciosas pepitas. Suponho que o nosso maravilhoso Deus usou este meio, para que algumas coisas ocultas passassem despercebidas aos Seus inimigos. As parábolas são os principais exemplos de como Jesus entregou aos filhos de Deus a promessa, enquanto os filhos das trevas continuaram tateando na escuridão. [N.T. - Um exemplo atual é o dos católicos mariólatras, que até leem a Bíblia, mas continuam nas trevas da idolatria romana, porque não entendem as verdades entregues pelo Espírito Santo]. Algumas verdades divinas precisam de erudição bíblica, junto com a iluminação do Espírito Santo. Algumas vezes, pode haver mais de um nível da verdade numa determinada passagem, com insights a serem revelados apenas no tempo que o Pai achar apropriado.
Este é, aparentemente, o caso da verdade sobre o Arrebatamento da igreja fiel [N.T. - aquela que se atém exclusiva e meridianamente à verdade bíblica, sem adição de outras fontes]. Alguns líderes cristãos estão cegos a respeito do Arrebatamento e da profecia bíblica - Existem muitos teólogos (principalmente os católicos), em várias denominações ditas cristãs, que se recusam a enxergar o fato de que já estamos vivendo nos tempos proféticos. Eles fazem isso porque alegorizam ou espiritualizam as Escrituras, principalmente as que se referem aos tempos finais e à restauração de Israel. A não ser que haja uma clara indicação de que somos obrigados a usar um sentido figurado [NT: figurado é diferente de alegórico. Por exemplo, Jesus dizer “Eu sou a porta” tem que ser e é naturalmente interpretado que “porta” é uma legítima figura para “o meio de entrada ao céu”; já interpretar que, nas profecias futuras, Israel é a ICAR, é alegoria, é interpretação particular, é contrário à toda a Escritura], o senso comum mostra que os escritos bíblicos devem ser literalmente compreendidos. Quando alegorizam as escrituras proféticas, muitos teólogos tendem a mostrar que elas dizem exatamente o que eles desejam que elas digam.
Aplicar à igreja as promessas divinas feitas exclusivamente a Israel [conforme a errônea teologia criada por Agostinho de Hipona], é tentar neutralizar o cumprimento literal do que vai acontecer na Terra. Esses “eruditos” precisam ver o motivo pelo qual eles usam a racionalização humana, a fim de distorcer o claro ensino da Palavra de Deus. Além da falsa teologia católica, o erro entre os evangélicos começa nos seminários, onde alguns professores amilenialistas ou pós-milenialistas influenciam seus alunos. Creio que eles agem assim por causa da ignorância ou porque realmente não acreditam no que Deus disse a respeito do inescapável cumprimento do ensino bíblico, ou porque temem um literal julgamento, o qual vai abranger o mundo inteiro, antes que seja instalado o Reino Milenial do Senhor Jesus Cristo em Jerusalém. 
Esses homens não entendem que o corpo de Cristo ressuscitou no terceiro dia e que o corpo de Cristo (Sua igreja) logo estará chegando também ao terceiro[MARY ESTÁ FALTANDO ALGUMA COISA?] A liberdade que havia na interpretação literal das Escrituras proféticas, no passado, não era um problemas sério, como está acontecendo hoje em dia, quando o tempo da graça se escoa. No passado, a igreja possuía menos conhecimento das Escrituras e ainda estava longe dos anos proféticos nos quais agora vivemos. Também, atualmente, temos um amplo acesso às Escrituras, dentro e fora da igreja, de modo que não existe desculpa alguma para os crentes se acomodarem à interpretação particular dos seus mestres, conforme o hábito dos católicos romanos.
É sempre perigoso adaptar à igreja as profecias destinadas a Israel, o que tem sido feito por, praticamente, todas as denominações cristãs. Esta [errônea] teologia ensina que Deus amaldiçoou definitivamente Israel, tendo transferido todas as Suas promessas à igreja cristã, só que a mesma teologia ignora as maldições que a igreja, obviamente, deveria ter herdado pela sua desobediência. Esta teologia foi, provavelmente, a causadora, nas décadas de 1930-40, do tenebroso Holocausto dos judeus, perpetrado por Adolf Hitler. Os criadores desta nefanda teologia abriram as portas ao Holocausto e, provavelmente, os seus adeptos vão abri-las para o homem do pecado - o Anticristo. A igreja é o corpo de Cristo e, portanto, as primícias da Nova Aliança. Os gentios foram enxertados na promessa divina da Aliança, depois que a maioria dos judeus rejeitou o Messias e os ramos naturais da oliveira foram quebrados, a fim de que os gentios fossem enxertados na mesma (Romanos 11).
 Mas, como a promessa da Aliança foi dada às casas de Jacó e Judá, sem condição alguma, ela permanecerá, até que tudo se cumpra: “Eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá”. (Jeremias 31:31). Quando a nação de Israel reconhecer o seu pecado e invocar o nome do Senhor, ela será salva, voltando a receber a promessa da Nova Aliança. Quando o Pai determinar que chegou a hora, Ele vai arrebatar a igreja fiel, a Noiva de Cristo, para que ela se torne uma com o Seu Filho Amado. Logo em seguida, a Terra será purificada de todos os malfeitores, a fim de que Cristo volte em glória para reinar, soberanamente, sobre o mundo inteiro, a partir de Jerusalém, em Seu Reino Milenial (Joel 2:28-32 e 3:1. A doutrina do Arrebatamento Pré-Tribulacional é uma nova doutrina da igreja? - Alguns cristãos afirmam que não haverá o Arrebatamento da igreja, antes da Tribulação, e que esta doutrina apareceu nos anos 1800. [Porém,] No livro de Grant Jeffrey - Triumphant Return - ele conta que no ano 373 d.C., Efraim, no sermão “On the Last times, the Antichrist and the End of the World”, disse que haveria um Arrebatamento pré-tribulacional: “Pois os santos e eleitos de Deus serão reunidos, antes da Tribulação que há de vir, e levados pelos ares, a fim de não presenciarem a confusão que vai dominar o mundo, por causa dos nossos pecados”. No mesmo sermão, Efraim ensinou também que a Guerra de Gogue e Magogue precederia a volta de Cristo. O Arrebatamento Pré-Tribulacional é um segredo? - Não, ele não é um segredo.
 Tem sido amplamente informado, através de farta literatura, que ele, de fato, vai acontecer. Um dos escritos mais populares sobre o assunto é o livro “Deixados Para Trás”, de Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins, uma obra de ficção religiosa, que narra os últimos acontecimentos. O próprio evento será conhecido e testemunhado por milhões de pessoas, causando um pânico mundial, com milhares de pessoas chorando o desaparecimento dos seus entes amados. Os pagãos da Nova Era já estão preparando um falso arrebatamento de pessoas para outro planeta, conforme alguns dos seus escritos. A especialidade do Diabo é imitar o que a Bíblia ensina. Haverá um Arrebatamento Pré-Tribulacional? - No Arrebatamento, a igreja fiel ao Senhor será removida, a fim de não passar pelo julgamento que virá sobre a Terra, como castigo aos pecadores. A IGREJA FIEL NÃO PRECISARÁ DESSE JULGAMENTO, PORQUE JÁ FOI LAVADA E PURIFICADA NO SANGUE DO SENHOR. Cristo não voltará para tomar posse da Terra, nesta Segunda Vinda [N.T.: seria melhor o autor ter escrito “neste Arrebatamento”, reservando o termo “Segunda Vinda” para quando Cristo desce à terra para julgar e reinar, e o termo “Arrebatamento” para quando, 7 anos antes, Ele vem somente às nuvens, para arrebatar os salvos da dispensação das igrejas locais. Falar em 2 fases ou etapas da 2ª Vinda pode gerar confusão...], a qual será visível somente aos salvos. O ARREBATAMENTO É APENAS OUTRA FACE DA PRIMEIRA RESSURREIÇÃO, A QUAL COMEÇOU COM JESUS.

 Ela aconteceu no corpo físico de Cristo, quando Ele estava no túmulo, e vai atuar no Seu corpo espiritual - a igreja. Os salvos devem ressuscitar, exatamente como Cristo ressuscitou, a fim de irem se encontrar com Ele, nos ares. Isso “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”. (2 Coríntios 5:10)
 Na colheita judaica, existem as primícias, a colheita geral e a colheita parcial. Não se trata de um evento único e o mesmo acontecerá com a ressurreição. Existe um grande número de passagens bíblicas indicando que a volta de Jesus para buscar a Sua igreja está se aproximando. Ela não deverá acontecer durante a Tribulação. Por que Jesus iria admoestar o Seu povo, no sentido de vigiar a Sua vinda (como um ladrão de noite), durante o julgamento sobre a Terra? Se os salvos precisassem passar pelos sete anos da Tribulação a igreja estaria aguardando, ansiosamente, seu retorno, antes do final da mesma. A partir do capítulo 4, quando João é convocado para subir ao Céu, a igreja deixa de ser focalizada no Livro do Apocalipse. Então, passamos a ler sobre os judeus fugindo para o deserto, as duas testemunhas morrendo e ressuscitando, os 144.000 judeus testemunhando a todas as nações e as nações se reunindo para guerrear contra Israel.   
fonte www.assemblyofgodbrasil-comoverblog.com

PRECISA MODERNIZAR?



                                                           MODERNIZAR?

                                   



MODERNIZAR OU PERECER! MODERNIZAR OU PERECER! Por JP Thackway Um movimento está rastejando através das igrejas evangélicas e reformadas nos dias de hoje. Ele está a ganhar ritmo ao nos aproximarmos do século 21. "O estado espiritual e moral do Reino Unido chegou a um ponto de crise", ele diz, "mas a nossa imagem tradicional da Igreja é datado. Estamos perdendo credibilidade e fazendo pouco impacto para o evangelho. Convenções amada do passado deve ser abandonado e devemos nos sintonizar com as pessoas do século 21. Se não o fizermos, nossas igrejas serão deixados para trás e diminuir em nada. Temos de modernizar, ou perecer! " ALTERAÇÕES Esta resposta tem produzido mudanças radicais. A citação a seguir indica alguns destes.
Ele resume um desafio lançado em uma assembléia de ministros reformaram em 1997: Nós precisamos desesperadamente de modernização. Devemos antes de tudo, jogar fora o AV, porque isso é arcaico, e devemos ficar mais com-lo em outras áreas também. Fui convidado a pregar em uma igreja recentemente que pratica esses tipos de coisas e depois de ser à primeira crítica, comecei a perceber que era apenas o meu gosto pessoal, eu estava seguindo. Olhei em volta e vi que havia cerca de quatro centenas de pessoas presentes, que de outra forma não foram lá, se as coisas não tinham sido modernizados. Além do mais, não havia um único terno que está sendo usado em toda aquela congregação. Esta é a forma como as pessoas se vestem hoje.
Não devemos incentivar congestão no vestido ou qualquer outro aspecto da vida da igreja ... Nós só temos a nós mesmos para culpar se nos apegarmos a arcaísmo e têm apenas pequenas congregações ... Precisamos soltar-se na forma como nos relacionamos com outras pessoas e fazer da igreja um mais lugar agradável para visitar. Deve haver hinos mais modernos, uma participação mais congregacional na adoração, mais informalidade. "1 MODERNIZAR MOVIMENTO Isso representa o que está por trás do que só pode ser chamado de um movimento modernizador. De acordo com ele, a cultura secular mudou, mas nossa cultura igreja permaneceu onde estava: no século passado, com muitos dos nossos templos. Nossas formas Estreito-revestido de culto e de vida cristã não estão ajudando a causa de Cristo hoje. Eles não podem se relacionar com a idade de bytes de som, informalidade estudada, o hedonismo, e num momento em que as pessoas saibam mais sobre os dinossauros do que sobre Jesus Cristo. Então, se estamos a apelar para as pessoas do século 21 temos de nos tornar uma igreja do século 21. Precisamos rever seriamente a nossa adoração e prática como as pessoas encarregadas de um evangelho eterno. NOVA SITUAÇÃO Este, temos a certeza, é uma situação nova.
Até 20 anos atrás as coisas não eram tão urgente como agora. Naquela época, nós poderíamos ter o nosso serviço "sanduíche hino": hymn- oração-hino-leitura-hino sermão, etc., a nossa versão autorizada, hinos com "Ti" e "Tu" neles, vestido formal, serviços de LED e assim por na. Mas a não-igreja-indo homens de hoje não estão familiarizados com essas coisas. Como podemos esperar que eles nos levem a sério com turn-offs como estes? Deve haver uma nova abordagem para o novo clima. E assim temos este clamor por contemporaneidade. IRRECONHECÍVEL Ele deixou muitas igrejas irreconhecível em comparação com o que costumava ser. Constantemente, as mudanças foram feitas. A Nova Versão Internacional está agora no lugar, às vezes até o Good News Bible. Um suplemento de coros e canções modernas juntou o hinário, às vezes com Louvor Missão ou Canções de Fellowship tomando conta. Um retroprojetor lança mais músicas e refrões em uma tela ou parede traseira. Uma variedade de instrumentos musicais conduzir o canto.
As crianças também são entretidos por uma conversa divertida. Mulheres e jovens levam certos itens. Pregação é reduzido para quinze ou vinte minutos, castrado de conteúdo bíblico sério. Serviços exalam informalidade, projetado para fazer o visitante se sentir bem-vindo e não convertido confortável. Nem todas as igrejas que se deslocam desta forma ter todos esses elementos. No entanto, uma vez iniciada, onde você parar? O impulso para a mudança pode ser irresistível. Muitas igrejas são um fantasma do que eles eram, porque foram levados mais longe do que pensava. E muitas vezes o resultado não é grande aumento na convertidos, mas o preço foi a perda de seus membros mais piedosos e valiosos.
 NOVO HINÁRIO Movimentos geralmente têm uma bandeira com a qual usuários podem identificar. Este ano não vai aparecer um novo hinário intitulado Elogio! (Ref. 2) Composta por cerca de nove centenas de peças, é um novo e importante coleção, em uma escala semelhante à hinos cristãos. No entanto, a diferença é que, enquanto o segundo foi publicado em 1977 e reflectido a preferência por cantos tradicional, Louvor! reflete o novo estado de espírito. Assim, o segundo parágrafo do seu prefácio afirma que o livro "representa uma abordagem radicalmente nova para o que cantamos em nossas comunidades cristãs." Um exemplo dessa "nova abordagem" é modernizar a redação de hinos. Mais tarde, no Prefácio, lemos: "Como regra geral nós removemos todo o uso de pronomes arcaicos e suas formas verbais associados como não sendo essencial na adoração." Então, já vão longe "Tu" e "Ti", juntamente com terminações verbais como " eth "e" est ". Isto, obviamente, se encaixa com a filosofia de modernização descrito acima. Mas ruínas hinos finos como Samuel Davies 'Adoradores são usados para estas palavras no primeiro verso e abster-se "Grande Deus de maravilhas.": Grande Deus das maravilhas! todos os teus caminhos são incomparável, divino e divino; Mas as justas glórias de Tua graça, mais divino e incomparável brilho: Quem é Deus perdoador como tu ?, Ou quem tem graça tão rica e gratuita? Agora eles estão: Grande Deus das maravilhas, todos os seus caminhos são soberanos, santo e divino ; mas incontáveis atos de perdão graça além de suas outras maravilhas brilhar. Quem é Deus perdoador como você, com a graça tão rica, tão livre, tão verdadeiro? É uma das muitas grandes hinos sacrificadas no altar da modernidade.
 NOVO MATERIAL Ainda mais grave é o novo material os compiladores têm incluído neste hinário. Tal como o seguinte por Graham Kendrick (um compositor bem conhecido de canções tipo charismatic-): Estamos aqui para louvar-vos, elevar nossos corações e cantar. Estamos aqui para dar-lhe o melhor que podemos trazer. E é o nosso amor crescente de nossos corações, tudo dentro de nós clama: "Abba Pai" Ajude-nos agora para lhe dar prazer e alegria, coração, mente e vontade que dizer, 'Eu te amo, Senhor. " Como cristãos sérios podem oferecer tais linhas banais a Deus na adoração é incompreensível. Mas este é apenas o ponto. Este novo hinário não tenha sido produzido por uma editora carismático, mas por uma relação de confiança que tem entre seus Consultivo Conselho Errol Hulse, Hywel Jones, Stuart Olyott e outros irmãos conhecidos e respeitados. Esse movimento se espalhou surpreendentemente longe, e é provável que levar junto muitos mais. Christian Hymns nunca teria tido o material como este. No entanto, aqui é um novo hinário fazendo de modo que visa claramente a mesma circunscrição, e é um potencial substituto para ele. No futuro, as igrejas serão conhecidos pelo hinário que eles usam. Louvor! representa um divisor de águas histórico. Aqueles que têm este hinário irá declarar onde estão em relação a este movimento de modernização, da mesma forma que aqueles que foi até a Nova Versão Internacional fez. Temos agora um hinário moderno, bem como uma versão moderna da Bíblia a ser uma bandeira de mudança e decadência.
A aparência deste hinário simplesmente acelerar o downgrade miserável na adoração que todos os crentes mais exigentes vai lamentar. RESPOSTA O que, então, devemos pensar desse movimento modernizador? Como devemos responder a isso? Pesando estas coisas nos saldos das Escrituras e da história da Igreja nos dá a única perspectiva segura. Deste ponto de vista, os seguintes pontos são relevantes. 1. Este movimento não é realmente novo. cristãos no passado foram alarmados e consternados com o declínio na Igreja. E eles têm recorrido a novas formas de corrigi-la. Perto do final do século passado foi assim. A escassez de conversões e ausência de avivamento incomodado muitos. Progresso secular parecia estar carregando tudo antes dela. Um clima de otimismo e confiança estava no exterior que se divorciou de bíblicos e históricos grandes pensadores Christianity- Darwin e outros tem visto a isso. Todo mundo parecia estar se esforçando para a Idade de Ouro do século 20. Muitas igrejas olhou para as campanhas de Moody, que incluíram novos métodos de comunicar o evangelho para as massas: solos, testemunhos e pede para vir para a frente. Amigo Moody, FB Meyer, fez o equivalente em sua igreja. Em 1893 ele começou a realizar reuniões para homens sem igreja chamado "Um agradável domingo à tarde." O programa incluiu hinos por um coro, solos, um breve discurso e até aplausos.
Hoje em dia, esses recursos estão incluídos na parte da manhã e serviços de dia à noite do Senhor: as coisas não tinham viajado tão longe naquela época. Como sabemos, este alojamento às supostas necessidades dos "outsiders" não funcionou. Os últimos cem anos mostram que apenas esses métodos enfraquecido o evangelho e permitiu que a Alta Crítica alemã para tomar posse mais firme neste país. CH Spurgeon viu a falácia dele e declarou: "Não fale conosco sobre inovações, e tudo isso; acabar com o seu lixo! " Naquela época, o novo modernismo em métodos ajudaram o novo modernismo na incredulidade teológica, e entre eles, apressou-se a maré vazante da causa de Deus. Este novo modernismo em métodos hoje vem em um momento de descrença generalizada e apostasia na igreja professa. Ele não é mais destinado a ajudar a reverter isso do que o seu equivalente de um século atrás. Nossos males espirituais e morais mais profundas do que os cultos da igreja user-friendly pode alcançar. 2. Este movimento deixa de contar com a verdadeira necessidade do homem. Qual é a sua cegueira espiritual, e inimizade com Deus.
Vamos encarar este quadrado: adoração bíblica não possui nenhuma atração para o homem não regenerado e nunca pode. Isso é porque ele se concentra sobre o que ele não pode se relacionar e se recusa a considerar. A diferença entre os adoradores espirituais e os "de fora" sempre será enorme e intransponível, para além da graça de Deus. As pessoas "não se atreviam a juntar-se" para nós (Atos 5:13), não porque não estamos com-lo o suficiente, mas porque a nossa única atração é Deus. Tornando as coisas mais adaptado à sua cultura não vai ajudar. Concedido, é irresponsável ser indiferente aos excomungados, que podem se aventurar em nossos serviços.
Olhares pouco acolhedores, canto fúnebre, pregação clara e cansativo são, obviamente, vai afastar as pessoas. Haja vitalidade, clareza e as calorosas boas vindas, como sempre haverá em que o Espírito Santo está presente. Mas novas formas de culto, as novas versões da Bíblia e novos hinários em grande quantidade não vai trazer o que apenas a graça soberana de Deus pode fazer. Foi justamente disse que o nosso evangelho deve abordar o mundano de acordo com a sua criação, não a sua cultura. Este último está a mudar, o primeiro é de base. Sua necessidade real é como alguém feito à imagem de Deus, mas caiu. Os meios da graça na igreja dirigir a ele a esse nível. Escritura e experiência nos ensina que os estrangeiros são mais impressionado quando experimentam adoração, pregação ungida pelo Espírito, e uma atmosfera de reverência e amor cristão que honra a Deus. Reformulando as coisas é, mas mexer com os sintomas e não ir à raiz do problema. Se cremos nas doutrinas bíblicas da depravação total do homem e da graça soberana de Deus, vamos evitar este movimento modernizador. 3. Escritura é contra a abordagem esse movimento leva. Evangelismo parece ser o fator de todos os controladores.
Como se eficácia aqui deve determinar tudo o mais. Isso, porém, não é bíblico. De acordo com a Bíblia, a fim de que a Igreja de Deus é a primeira adoração, então testemunha. Em seu Antigo Testamento formam a Igreja foi organizada, instruída, disciplinada e santificado para "demonstrar os louvores do Senhor" (Isaías 60: 6). E em sua forma cristã é o mesmo (1 Pedro 2: 5,9-aviso, um sacerdócio espiritual para oferecer adoração e, em seguida, para manifestar os louvores de Deus para um mundo necessitado). Quando o culto ea vida em conjunto, são biblicamente ordenada, é uma exposição digna de sabedoria de Deus para os anjos (Efésios 3:10; 1 Coríntios 11:10). Paulo estava satisfeito com a "ordem" que ele conhecia era na igreja de Colossos (Colossenses 2: 5). Somente quando isso é assim que podemos também ser testemunha credível a um mundo descrente. Quando a adoração é subordinada ao evangelismo, algo está seriamente errado. As necessidades dos ímpios então governar como adorar a Deus. A cauda é agora abanando o cachorro.
A Igreja não é olhar para fora em vez de para cima, e, portanto, esquecendo todo o ponto de sua existência? Desde quando o não regenerado teve uma palavra a dizer no que é feito, ou não feito, na própria Igreja de Deus? (1 Timóteo 3:15). Ceder às exigências deste movimento é deixar o mundo para dentro da Igreja. 4. Esta nova modernismo em métodos é influenciada pelo espírito da época. Vivemos em dias em que quase tudo é velho lamentou. O que pertence ao passado é automaticamente assumido a ser ultrapassada. Isso faz com que as pessoas sentem a necessidade de mudar as coisas e torná-los atualizados. Lojas re-habilitar-se para um novo olhar, as empresas gastam milhões em um novo logótipo e libré, maquiagens para isso e que estão em demanda. Mais sinistro, porém, é o espírito que busca reinventar valores e crenças tradicionais. Padrões absolutos são desconsiderados, a experimentação na moralidade e estilos de vida é glamourizados, e "alternativas" são gritou-se.
Os limites do bom gosto e decência são empurrados mais e mais pela mídia do entretenimento. Novas profundidades de feiúra e do mal são explorados para satisfazer a inquietação de uma idade que perdeu suas amarras. Infelizmente, muitos cristãos parecem estar afetado por este espírito e são como os de Atenas, que "gastam seu tempo em nada mais, senão de dizer, ou ouvir alguma coisa nova." (Atos 17:21). Quando se trata de adoração e evangelismo cristão esse espírito não tem lugar. Nem nosso Senhor nem Seus apóstolos dobraram seus princípios para os ventos da mudança. A Grande Comissão não prevê oficinas sobre adoração, aconselhamento, o uso da música, drama, risos e afins. Ele nos diz para "ensinar" (Mateus 28:19) e "pregar" (Marcos 16:15) da verdade salvífica de Cristo. Diz-nos em adoração só para ter "ordenado" as coisas (Mateus 28:20) -ië, apenas coisas sancionadas pelas Escrituras. A Igreja é chamada a mudar, não pode ser mudada por, o espírito da época. Nós temos nossa agenda do céu, e se antiquado ou novíssima, devemos cuidar nada para a nossa imagem enquanto estamos agradando a Deus.
Deus Todo-Poderoso não se agrada quando nós presumimos a alterar o que Ele designou para a Sua glória na Igreja. De acordo com a estrita obediência Antiga Aliança foi ordenado, mesmo para baixo para a diferença entre pedra e tijolo sem cortes para o Seu altar (Êxodo 20:25; Isaías 65: 3). Nadabe e Abiú foram severamente julgado por oferecer "fogo estranho perante o Senhor, que ele lhes ordenou não" (Levítico 10: 1). Sob a Nova Aliança, o Velho é cumprida em Cristo, ea obrigação de obediência estrita permanece (Mateus 5: 17-19). Ele é o mesmo Deus, que é ofendido em nossas partidas de Sua vontade revelada. Nesta época de mudança, quando muitas das pessoas do Senhor parecem confusos, somos sábios se escolhermos as velhas formas prescritas nas Escrituras e trilhados pelos nossos antepassados piedosos: "Assim diz o SENHOR: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntar pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas "(Jeremias 6:16). 5. Este movimento modernizador tende a remover a reverência da adoração de Deus. O efeito das mudanças é "clarear e iluminar" os serviços.
Assim que os estrangeiros podem se sentir mais em casa com a gente. Então, esperamos, o raciocínio, eles vão ouvir o nosso evangelho. É de construção de pontes para encontrá-los no meio do caminho. No entanto, a Escritura condena "vai adorar" (Colossenses 2:23) -worship do tipo que quer (por qualquer motivo, mesmo os mais dignos). Quando Deus é desobedecido, o Seu Espírito Santo é entristecido. Isto significa que a retirada da Sua presença e poder. Tal estado significa que somos desprovidos, os órfãos (João 16:18) -sem ajuda e conforto. Certamente, se o sentido de inspiradora a presença de Deus se perde, onde está o ganho? Então tudo está perdido. Deus- formas humilhantes, alegre e cativante na assembléia solene vai trazer-nos a isso. Quando o Senhor nos deixa a nós mesmos, a jocosidade centrada no homem, em seguida, substitui reverência. Nada espiritual e de poupança pode ser esperado em seguida. Considere estas palavras: "Deus é sobremodo tremendo na assembléia dos santos, e para ser reverenciado por todos os que estão ao seu redor" (Salmo 89: 7).
Eles nos chamam para garantir que a adoração na casa de Deus envolve a máxima reverência e santificação do Seu nome. Isso deve ser garantido e preservado a todo custo. Nada é mais importante para Deus do que o Seu culto; nada pode ser mais importante para nós do que o sentido da Sua presença senti-ea reverência que ele traz. Considere, também, o exemplo que Paulo dá em 1 Coríntios 14: 24,25. Aqui, ele exemplos o caso de uma pessoa de fora participando de uma assembléia para o culto: "lá vêm em um que não crê." Ele encontra o serviço corretamente ordenada, bem como a presença eo poder de Deus lá. A Palavra é divinamente abençoada para a sua alma: "e, portanto, são os segredos do seu coração se tornam manifestos; e assim caindo em seu rosto, adorará a Deus, declarando que Deus está em você de uma verdade "Este testemunho é tudo:. Deus está em você de uma verdade. Será esse o fruto em conjuntos com a nova parafernália? Longe de ser feito para se sentir confortável, os pecadores devem ser feitas para se sentir profundamente desconfortável, até que se arrependam, são convertidos, e vir a saber "o Deus vivo e verdadeiro" (1 Tessalonicenses 1: 9). 6. Este clamor por mudança pode muito bem ser um sintoma de algo mais. Pode ser um sinal de que Deus está partindo de nós e deixando-nos a nossa própria insensatez. Nos dias de Eli, os israelitas teve a ideia inovadora de levar a Arca da Aliança com eles para a batalha contra os filisteus. Eles negligenciaram o fato de que a causa de suas derrotas recentes estava em outro lugar.
 Esta nova tática não lhes fez nenhuma boa (1 Samuel 4). A única cura era arrependimento, e um retorno a Deus (1 Samuel 7). Eles cometeram o erro de responder à necessidade em vez de retornar a Deus. Longe de modernização dos nossos serviços, não deveríamos, em vez de luto em eles- luto sobre nossa conformidade pecaminoso para o mundo, a nossa falta de oração, a nossa desobediência a Deus, nossa incredulidade? Não mudar na Igreja, mas mudar em nós mesmos deve ser a resposta para o inimigo vem como uma inundação. A diferença entre nós e as gerações anteriores emerge neste momento. Considerando que na desesperada dias resort à modernização, eles recorreram a humilhação diante de Deus e perguntando oração. Sua preocupação era, não tanto evangelho para o sucesso, mas por que o Senhor parecia ter se afastou deles e como eles poderiam garantir seu retorno. A nossa é nenhum dia de brilhante confiança de novas maneiras. Em vez disso, que Deus nos humilhar diante dEle, e nos incitar a buscar a Sua face, ter confiança somente nas coisas que Ele nos deu para fazer na Igreja. Sua bênção é prometida para aqueles que o honram. 7. Por fim, mantendo-se os velhos caminhos não convida declínio ou extinção Nós precisamos fazer a pergunta: Onde é que o crescimento da igreja vem?
 A resposta se: Somente a partir de cima (João 03:27; 1 Coríntios 3: 6). É totalmente dependente favor ea bênção de Deus. Se Ele nega que (e Ele pode, por razões que não refletem em cima de nós, como "bem sucedido" foi Enoque, Noé, Isaías, Jeremias?), Nenhuma quantidade de modernização pode alterar isso. Se Ele tem o prazer de dar o crescimento que almejamos, nenhuma quantidade de manter a bíblica, maneiras comprovadas vai impedi-lo. Como alguém já disse, com razão: "Vamos ganhar mais de fidelidade a Cristo e Seus instituições do que jamais perderá. O cômputo final ainda está por vir (1 Pedro 5: 4) ". Podemos recorrer aos fatos para provar isso. Algumas das maiores igrejas do Reino Unido são aqueles que são "atrás dos tempos" quando se trata de adorar.
O Metropolitan Tabernacle em Londres, lotando as congregações para ouvir a pregação da Versão Autorizada, e onde seu culto é marcado pela ausência das coisas aparentemente tão necessárias nos dias de hoje. Seu ministro, Dr. Mestres, argumentou contra tais coisas, apelando para formas bíblicas na igreja, não muito longe de seu antecessor mais ilustre, CH Spurgeon. Outro exemplo é Heath Igreja Evangélica, Cardiff no País de Gales, onde centenas se reúnem. O ministro, o Sr. W. Vernon Higham, utiliza a Versão Autorizada e Christian Hymns. Sr. Higham é um hino próprio escritor altamente estimado, uma série de cujas composições são em hinários atualmente em uso. Ele tem, talvez, um direito exclusivo de falar-nos sobre essas questões. Recentemente, ele escreveu estas palavras incisivas: "Vivemos em tempos onde houve uma terrível mudança na adoração a Deus. Em vez de nossa adoração, e em especial os nossos hinos, sendo centrada em Deus eles se tornaram centrada no homem. Esta mudança levou-nos numa trajectória descendente, enganando a muitos a pensar que é necessário comprometer a fim de atrair.

 Será que estamos esquecendo a soberania de Deus, e que Seu braço não está encolhida, para que não possa salvar? É necessário em todos os aspectos de nossa fé cristã e nossa vida ter Deus e Sua glória em vista. " Poderíamos citar muitas outras igrejas como exemplos dignos também. Em sendo específico como este, não implicaria necessariamente que concordar com tudo o que a igreja faz em particular. Estes são simplesmente fatos para apoiar e ilustram este ponto: que, para manter os padrões bíblicos na Igreja não significa necessariamente pequenas congregações e irrelevância. Movimentos não acontecem por acaso. Eles são o resultado de uma forma de pensar. Afirmo que o pensamento por trás deste clamor para modernizar a igreja está distorcida da Escritura e cega em perspectiva. É bem intencionada, mas equivocada. Manifesta-se, não é tanto uma paixão pela Igreja como uma paixão para o crescimento da igreja, que é uma coisa diferente. A obra de Deus deve ser feito no caminho de Deus. Calvin estava certo quando disse: ". A excelência da Igreja não consiste na multidão, mas na pureza" Vamos, então, manter o caminho estreito da obediência, e deixar todas as consequências com Deus. "Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a ele seja a glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as idades, mundo sem fim. Amém. "(Efésios 3: 20,21). -



Provas do arrebatamento antes da grande tribulação




            PROVAS BÍBLICAS DO ARREBATAMENTO
                                  PRÉ-TRIBULACIONAL




  A Bíblia ensina que a igreja será removida sobrenaturalmente (Arrebatamento). Este Arrebatamento vai acontecer antes, durante ou depois da Grande Tribulação? A melhor maneira de descobrir a verdade é interpretar de modo correto a Palavra de Deus. Em alguns casos isto é bem mais fácil dizer do que realizar. Encontrar e correlacionar as profundas verdades das Escrituras é como explorar uma mina de ouro. Trata-se de uma árdua tarefa; mas, vale a pena, quando se encontram preciosas pepitas. Suponho que o nosso maravilhoso Deus usou este meio, para que algumas coisas ocultas passassem despercebidas aos Seus inimigos.
 As parábolas são os principais exemplos de como Jesus entregou aos filhos de Deus a promessa, enquanto os filhos das trevas continuaram tateando na escuridão. [N.T. - Um exemplo atual é o dos católicos mariólatras, que até leem a Bíblia, mas continuam nas trevas da idolatria romana, porque não entendem as verdades entregues pelo Espírito Santo]. Algumas verdades divinas precisam de erudição bíblica, junto com a iluminação do Espírito Santo. Algumas vezes, pode haver mais de um nível da verdade numa determinada passagem, com insights a serem revelados apenas no tempo que o Pai achar apropriado. Este é, aparentemente, o caso da verdade sobre o Arrebatamento da igreja fiel [N.T. - aquela que se atém exclusiva e meridianamente à verdade bíblica, sem adição de outras fontes]. Alguns líderes cristãos estão cegos a respeito do Arrebatamento e da profecia bíblica - Existem muitos teólogos (principalmente os católicos), em várias denominações ditas cristãs, que se recusam a enxergar o fato de que já estamos vivendo nos tempos proféticos. Eles fazem isso porque alegorizam ou espiritualizam as Escrituras, principalmente as que se referem aos tempos finais e à restauração de Israel. A não ser que haja uma clara indicação de que somos obrigados a usar um sentido figurado [NT: figurado é diferente de alegórico. Por exemplo, Jesus dizer “Eu sou a porta” tem que ser e é naturalmente interpretado que “porta” é uma legítima figura para “o meio de entrada ao céu”; já interpretar que, nas profecias futuras, Israel é a ICAR, é alegoria, é interpretação particular, é contrário à toda a Escritura], o senso comum mostra que os escritos bíblicos devem ser literalmente compreendidos. 
Quando alegorizam as escrituras proféticas, muitos teólogos tendem a mostrar que elas dizem exatamente o que eles desejam que elas digam. Aplicar à igreja as promessas divinas feitas exclusivamente a Israel [conforme a errônea teologia criada por Agostinho de Hipona], é tentar neutralizar o cumprimento literal do que vai acontecer na Terra. Esses “eruditos” precisam ver o motivo pelo qual eles usam a racionalização humana, a fim de distorcer o claro ensino da Palavra de Deus. Além da falsa teologia católica, o erro entre os evangélicos começa nos seminários, onde alguns professores amilenialistas ou pós-milenialistas influenciam seus alunos. Creio que eles agem assim por causa da ignorância ou porque realmente não acreditam no que Deus disse a respeito do inescapável cumprimento do ensino bíblico, ou porque temem um literal julgamento, o qual vai abranger o mundo inteiro, antes que seja instalado o Reino Milenial do Senhor Jesus Cristo em Jerusalém.
 Esses homens não entendem que o corpo de Cristo ressuscitou no terceiro dia e que o corpo de Cristo (Sua igreja) logo estará chegando também ao terceiro[MARY ESTÁ FALTANDO ALGUMA COISA?] A liberdade que havia na interpretação literal das Escrituras proféticas, no passado, não era um problemas sério, como está acontecendo hoje em dia, quando o tempo da graça se escoa. No passado, a igreja possuía menos conhecimento das Escrituras e ainda estava longe dos anos proféticos nos quais agora vivemos. Também, atualmente, temos um amplo acesso às Escrituras, dentro e fora da igreja, de modo que não existe desculpa alguma para os crentes se acomodarem à interpretação particular dos seus mestres, conforme o hábito dos católicos romanos. É sempre perigoso adaptar à igreja as profecias destinadas a Israel, o que tem sido feito por, praticamente, todas as denominações cristãs. Esta [errônea] teologia ensina que Deus amaldiçoou definitivamente Israel, tendo transferido todas as Suas promessas à igreja cristã, só que a mesma teologia ignora as maldições que a igreja, obviamente, deveria ter herdado pela sua desobediência. Esta teologia foi, provavelmente, a causadora, nas décadas de 1930-40, do tenebroso Holocausto dos judeus, perpetrado por Adolf Hitler. Os criadores desta nefanda teologia abriram as portas ao Holocausto e, provavelmente, os seus adeptos vão abri-las para o homem do pecado - o Anticristo. 
A igreja é o corpo de Cristo e, portanto, as primícias da Nova Aliança. Os gentios foram enxertados na promessa divina da Aliança, depois que a maioria dos judeus rejeitou o Messias e os ramos naturais da oliveira foram quebrados, a fim de que os gentios fossem enxertados na mesma (Romanos 11). Mas, como a promessa da Aliança foi dada às casas de Jacó e Judá, sem condição alguma, ela permanecerá, até que tudo se cumpra: “Eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá”. (Jeremias 31:31). Quando a nação de Israel reconhecer o seu pecado e invocar o nome do Senhor, ela será salva, voltando a receber a promessa da Nova Aliança. Quando o Pai determinar que chegou a hora, Ele vai arrebatar a igreja fiel, a Noiva de Cristo, para que ela se torne uma com o Seu Filho Amado. Logo em seguida, a Terra será purificada de todos os malfeitores, a fim de que Cristo volte em glória para reinar, soberanamente, sobre o mundo inteiro, a partir de Jerusalém, em Seu Reino Milenial (Joel 2:28-32 e 3:1. 
A doutrina do Arrebatamento Pré-Tribulacional é uma nova doutrina da igreja? - Alguns cristãos afirmam que não haverá o Arrebatamento da igreja, antes da Tribulação, e que esta doutrina apareceu nos anos 1800. [Porém,] No livro de Grant Jeffrey - Triumphant Return - ele conta que no ano 373 d.C., Efraim, no sermão “On the Last times, the Antichrist and the End of the World”, disse que haveria um Arrebatamento pré-tribulacional: “Pois os santos e eleitos de Deus serão reunidos, antes da Tribulação que há de vir, e levados pelos ares, a fim de não presenciarem a confusão que vai dominar o mundo, por causa dos nossos pecados”. No mesmo sermão, Efraim ensinou também que a Guerra de Gogue e Magogue precederia a volta de Cristo. O Arrebatamento Pré-Tribulacional é um segredo? - Não, ele não é um segredo. Tem sido amplamente informado, através de farta literatura, que ele, de fato, vai acontecer. Um dos escritos mais populares sobre o assunto é o livro “Deixados Para Trás”, de Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins, uma obra de ficção religiosa, que narra os últimos acontecimentos.
 O próprio evento será conhecido e testemunhado por milhões de pessoas, causando um pânico mundial, com milhares de pessoas chorando o desaparecimento dos seus entes amados. Os pagãos da Nova Era já estão preparando um falso arrebatamento de pessoas para outro planeta, conforme alguns dos seus escritos. A especialidade do Diabo é imitar o que a Bíblia ensina. Haverá um Arrebatamento Pré-Tribulacional? - No Arrebatamento, a igreja fiel ao Senhor será removida, a fim de não passar pelo julgamento que virá sobre a Terra, como castigo aos pecadores. A IGREJA FIEL NÃO PRECISARÁ DESSE JULGAMENTO, PORQUE JÁ FOI LAVADA E PURIFICADA NO SANGUE DO SENHOR. Cristo não voltará para tomar posse da Terra, nesta Segunda Vinda [N.T.: seria melhor o autor ter escrito “neste Arrebatamento”, reservando o termo “Segunda Vinda” para quando Cristo desce à terra para julgar e reinar, e o termo “Arrebatamento” para quando, 7 anos antes, Ele vem somente às nuvens, para arrebatar os salvos da dispensação das igrejas locais. Falar em 2 fases ou etapas da 2ª Vinda pode gerar confusão...], a qual será visível somente aos salvos. O ARREBATAMENTO É APENAS OUTRA FACE DA PRIMEIRA RESSURREIÇÃO, A QUAL COMEÇOU COM JESUS. Ela aconteceu no corpo físico de Cristo, quando Ele estava no túmulo, e vai atuar no Seu corpo espiritual - a igreja. Os salvos devem ressuscitar, exatamente como Cristo ressuscitou, a fim de irem se encontrar com Ele, nos ares. Isso “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”. (2 Coríntios 5:10) Na colheita judaica, existem as primícias, a colheita geral e a colheita parcial. Não se trata de um evento único e o mesmo acontecerá com a ressurreição. Existe um grande número de passagens bíblicas indicando que a volta de Jesus para buscar a Sua igreja está se aproximando. 
Ela não deverá acontecer durante a Tribulação. Por que Jesus iria admoestar o Seu povo, no sentido de vigiar a Sua vinda (como um ladrão de noite), durante o julgamento sobre a Terra? Se os salvos precisassem passar pelos sete anos da Tribulação a igreja estaria aguardando, ansiosamente, seu retorno, antes do final da mesma. A partir do capítulo 4, quando João é convocado para subir ao Céu, a igreja deixa de ser focalizada no Livro do Apocalipse. Então, passamos a ler sobre os judeus fugindo para o deserto, as duas testemunhas morrendo e ressuscitando, os 144.000 judeus testemunhando a todas as nações e as nações se reunindo para guerrear contra Israel. Vejamos o contraste entre o Arrebatamento dos salvos, com Cristo visível somente aos que serão arrebatados, e a Segunda Vinda de Cristo, visível ao mundo inteiro. Arrebatamento - Cristo vindo para os Seus - 1 Tes. 4:13-18. “13 ¶ Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. 14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. 16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. 18 Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (1Ts 4:13-18 ACF) Segunda Vinda - Visível, conforme Apocalipse 19:14.“E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.” (Ap 19:14 ACF) Arrebatamento - Os crentes são levados à casa do Pai - João 14:6.     “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (Jo 14:6 ACF) Segunda Vinda - Os crentes vindo com Cristo - Mateus 24:30. “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.” (Mt 24:30 ACF) Arrebatamento - Cristo visível somente aos salvos - 1 Cor. 15:52.   “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.” (1Co 15:52 ACF) Segunda Vinda - todo olho o verá - Mateus 24:30.  “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.” (Mt 24:30 ACF) Arrebatamento - Nenhum julgamento sobre a Terra.
 “4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. 5 Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição.” (Ap 20:4-5 ACF) Segunda Vinda - Julgamento sobre a Terra - Apocalipse 20:4-5. “4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. 5 Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição.” (Ap 20:4-5 ACF) Arrebatamento - Um mistério - 1 Cor. 15:51; Zacarias 12:10.    “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;” (1Co 15:51 ACF) “Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito.” (Zc 12:10 ACF) Os salvos serão levados primeiro - 1 Tessalonicenses 4:13-18; Mateus 13:28-30. “13 ¶ Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. 14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 
15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. 16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. 18 Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (1Ts 4:13-18 ACF) “28 E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo? 29 Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. 30 Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro.” (Mt 13:28-30 ACF) Os não alvos serão levados depois - Mateus 2:13; Apocalipse 4:1; 3:8-10.   “E, tendo eles se retirado, eis que o anjo do Senhor apareceu a José em sonhos, dizendo: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e demora-te lá até que eu te diga; porque Herodes há de procurar o menino para o matar.” (Mt 2:13 ACF) “DEPOIS destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz que, como de trombeta, ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer.” (Ap 4:1 ACF) “8 Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome. 9 Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo. 10 Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.” (Ap 3:8-10 ACF) Satanás é expulso do Céu para a Terra. - Apocalipse 12.  “... 7 E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; 8 Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. 9 E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. 10 ... já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite. 11 E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte. 12 ... Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo. ...” (Ap 12:1-17 ACF) 
Isto vai acontecer, num piscar de olhos - 1 Cor. 15:52.    “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.” (1Co 15:52 ACF) Segunda Vinda - Cristo vindo para guerrear contra os Seus inimigos - Isaías 63:1-3; Apocalipse 16:16; Zacarias 12:9-10.          “1 ¶ QUEM é este, que vem de Edom, de Bozra, com vestes tintas; este que é glorioso em sua vestidura, que marcha com a sua grande força? Eu, que falo em justiça, poderoso para salvar. 2 Por que está vermelha a tua vestidura, e as tuas roupas como as daquele que pisa no lagar? 3 Eu sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve comigo; e os pisei na minha ira, e os esmaguei no meu furor; e o seu sangue salpicou as minhas vestes, e manchei toda a minha vestidura.” (Is 63:1-3 ACF) “E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.” (Ap 16:16 ACF) “9 ¶ E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém; 10 Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito.” (Zc 12:9-10 ACF) 
Arrebatamento - Cristo vindo com alarido - 1 Tessalonicenses 4:16-18.     “16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. 18 Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (1Ts 4:16-18 ACF) Segunda Vinda - No final da Tribulação - Daniel 9:24-27; 12:11-12; Apocalipse 11:2; 12:6,14; 13:5. “24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 
25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” (Dn 9:24-27 ACF) “11 E desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. 12 Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias.” (Dn 12:11-12 ACF) “E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.” (Ap 11:2 ACF) “E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.” (Ap 12:6 ACF) “E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.” (Ap 12:14 ACF) “E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.” (Ap 13:5 ACF) Dados colhidos no texto “Proofs for Pretribulation Rapture” - Don Koenig http//www.linkjesus.com/15 diferences  .

fonte www.assemblyofgod-com.overblog.com                                      


domingo, 20 de dezembro de 2015

Lições CPAD jovens viver 4 trim-27/12/2015 n.13



                   
                               Lições Bíblicas CPAD
                           Jovens 4º Trimestre de 2015



Título: Estabelecendo relacionamentos saudáveis — Vivendo e aprendendo a viver
Comentarista: Esdras Costa Bentho 

Lição 13: Relacionamento com Deus
Data: 27 de Dezembro de 2015


TEXTO DO DIA

Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra (Os 6.3).

SÍNTESE

O mistério que é Deus se descobre ao caminhar com Ele pela fé!

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA — Gn 12.1-9
Deus revela-se a Abraão


TERÇA — Gn 28.10-17
Deus revela-se a Jacó


QUARTA — Êx 3.1-22
Deus revela-se a Moisés


QUINTA — Jo 1.1-17
Deus revela-se por meio de Jesus


SEXTA — At 9.1-19
Jesus revela-se a Paulo


SÁBADO — Ap 1.9,20
Jesus revela-se à Igreja

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·        DEFINIR o sentido bíblico de revelação;
·        COMPREENDER os fundamentos da experiência com Deus;
·        VIVER a vida no Espírito.

INTERAÇÃO

Professor, enfim chegamos ao final do trimestre! Durante esses encontros dominicais nossos alunos foram abençoados por Deus pela ministração do tema “Relacionamentos”. Passamos vários momentos agradáveis com a classe! A cada domingo durante esses meses, fomos instrumentos nas poderosas mãos do Pai para exortar, consolar e edificar os amados filhos de Deus. Algumas vezes, sem que os alunos percebessem, comparecemos diante deles atribulados, preocupados, em outros momentos, enfermos, tendo necessidades materiais não supridas. Não foi fácil perseverar diante dos reversos que enfrentamos durante o trimestre. Mas graças ao nosso Deus, cumprimos a vontade de Deus para as nossas vidas.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, para esta aula usaremos um recurso gráfico. Nesta lição observamos que o relacionamento com Deus somente é possível por meio de Jesus Cristo no Espírito. Assim destacaremos três palavras enfáticas: saber, fazer e ser. Estas se relacionam em nosso recurso didático, ao que Cristo sabia, fazia e era, comparando aquilo que Nele devemos saber, fazer e ser. Apresente o quadro aos alunos conforme os recursos disponíveis.


TEXTO BÍBLICO

Salmo 139.1-14.

1 — Senhor, tu me sondaste e me conheces.
2 — Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.
3 — Cercas o meu andar e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos.
4 — Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces.
5 — Tu me cercaste em volta e puseste sobre mim a tua mão.
6 — Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta, que não a posso atingir.
7 — Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face?
8 — Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também;
9 — se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar,
10 — até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá.
11 — Se disser: decerto que as trevas me encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim.
12 — Nem ainda as trevas me escondem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa.
13 — Pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe.
14 — Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.

COMENTÁRIO DA LIÇÃO

INTRODUÇÃO

As Escrituras afirmam que Deus se revelou, deu-se a conhecer e comunicou aos homens sua vontade e propósitos a fim de que estes se relacionem com Ele por meio de Jesus Cristo, seu Filho. É uma iniciativa do próprio Senhor, mas o homem precisa responder a esse apelo. Nesta lição estudaremos os fundamentos do relacionamento entre Deus e os homens.

I. DEUS SE REVELA AO HOMEM

1. O sentido bíblico de revelação. O hebraico bíblico possui diversas palavras que correspondem ao termo “revelação” na língua portuguesa. Contudo, o vocábulo galâ, “descobrir”, “revelar”, “tirar”, “manifestar”, “aparecer” ou “revelar”, é usado em sentido reflexivo com o significado de “desnudar-se” ou “revelar-se”, como na revelação de Deus a Jacó (Gn 35.7; 28.10-17). O Novo Testamento emprega a palavra apokalypsis com o sentido de “revelar”, “desvendar”, “tirar o véu” ou “dar a conhecer” (Lc 2.32; Is 42.6; Rm 16.25). A doutrina da revelação de Deus nas Escrituras descreve assim a comunicação, revelação e manifestação de Deus ao homem. Ele revela sua mensagem, vontade e propósitos.
2. O conceito doutrinário de revelação. A revelação é uma ação livre e graciosa de Deus mediante a qual Ele se dá a conhecer às criaturas e lhes transmite um conhecimento de Si e de Sua vontade, que de outra forma o homem jamais saberia (Ef 1.9; 3.3; Dn 2.28,47). É uma iniciativa divina motivada pelo amor (1Tm 6.16). Essa revelação é apresentada por meio da criação (Gn 1.1-25; Sl 19.1; 50.6; Rm 1.19,20), do homem criado “à sua imagem” (Gn 1.27), das Escrituras, que registram em palavras e ensinos os eventos da experiência salvífica do povo de Deus no Antigo e Novo Testamentos (Hb 1.1; Mt 22.29) e que alcança seu clímax na vida, pessoa e ensinos de Jesus Cristo (Mt 1.21-23) com a outorga do bendito dom do Espírito Santo (Jo 14.16,17).
3. Revelação e experiência de Deus. As Escrituras apresentam a ação e revelação de Deus no âmago da história e experiência do povo de Deus (Gn 12.1; Êx 3.14 ver Sl 105). A comunidade judaica reunida no Templo era exortada a lembrar-se “das maravilhas” e do “concerto” que o Senhor havia “feito, dos seus prodígios e dos juízos” no meio da congregação (Sl 105.5-7). Ela confiava nas experiências de Deus entre os patriarcas da nação, no passado, como promessa da ação divina no presente, e a certeza da presença do Senhor no futuro (Êx 3.15-18; Sl 118.6). Confiavam na intervenção divina tanto nas questões individuais (Dn 6.26,27; At 5.17-23), quanto nos problemas nacionais (Êx 15; Sl 23; 47). Essas experiências de Deus com o seu povo serviram de fonte e base de sabedoria para todo o Israel e a igreja primitiva (Sl 25.4,5; Ec 12.14).


Pense!

“A unidade do Pai e do Filho permite que se faça no Filho uma experiência de Deus. Jesus é o único hermeneuta da nossa experiência cristã” (Mario França).


Ponto Importante

“A experiência de Deus se define não apenas como a experiência do homem para com Deus, mas também a experiência de Deus conosco” (J. Moltmann).


II. RELACIONAMENTO COM DEUS

1. Relacionamento que se realiza no mistério. Deus é mistério (Is 45.15). Isto significa que o Senhor não pode ser plenamente conhecido (1Tm 6.16). Ele transcende a qualquer definição obtida pela mais profunda experiência (Êx 33.11,20; Dt 34.10). Ele é um indizível mistério (Êx 33.18-23; Jo 6.46). Tanto a Abraão quanto a Moisés, o Senhor não apontou o caminho a seguir ou descortinou seus projetos para que eles soubessem para onde ir ou o que fazer, porém, disse-lhes que estaria caminhando com eles (Gn 12.1, “te mostrarei”; Êx 33.14, “irei contigo”, ver 2Sm 7.6,7). O mistério que é Deus se descobre ao caminhar com Ele pela fé! (Hb 11.6,8-10, 24-28).
2. Relacionamento que se concretiza em Cristo. Jesus é a revelação absoluta de Deus e a base de toda comunhão e relacionamento corretos com Ele (Jo 14.6). O rosto de Deus oculto a Moisés (Êx 33.20) foi revelado ao mundo em Jesus de Nazaré, o Cristo (Jo 1.14,18; 6.46; 14.7-11; Hb 1.1-3). “Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelar”! (Mt 11.27; Lc 10.22). O que Jesus afirmou não é misterioso embora envolva o mistério de Deus no Antigo Testamento: o véu que envolve o mistério de Deus é removido por Jesus. Ele é quem revelou o Pai (Jo 1.18). Assim todo e qualquer conhecimento de Deus só pode ser obtido por meio de um relacionamento concreto com Cristo (Jo 17.20-26; 16.24-28).
3. Relacionamento que se vive no Espírito. O relacionamento com Deus por meio de Cristo se vive na vida do Espírito (Jo 3.5-8). É preciso notar que a vida no Espírito, assim como a experiência de Deus no Antigo Testamento, realiza-se também no mistério (Jo 3.8). O Espírito procede do Pai, mas é enviado por Jesus (Jo 16.7) para dar testemunho dele (Jo 15.26,27). Ele realiza uma profunda transformação no discípulo de Cristo para viver a experiência de Deus em Cristo (Jo 7.37-39; At 1.8).


Pense!

“O extraordinário do Espírito de Deus esconde-se e revela-se no ordinário quotidiano da vida humana” (Carlos Mesters).


Ponto Importante

“É o Espírito que convence, que guia, anuncia as coisas futuras e glorifica a Jesus (Jo 16.8-14)”.


III. A VIDA NO ESPÍRITO

1. Do Sinai ao Pentecostes. Três grandes e importantes eventos que marcaram a experiência do povo de Deus na Escritura foram a revelação de Yahweh no Sinai (Êx 19; 20), a Encarnação do Filho de Deus (Mt 1.18-25; Lc 1.35; Jo 1.14,18; Fp 2.6-11) e a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes (At 2). Esta última evoca os sinais que concluíram a Aliança no monte Sinai (At 2.2 ver Êx 19.16-18), dando a entender que o Espírito dará início a Nova Aliança realizada por Jesus (Mt 26.26-29). O Pai revela, o Filho redime e o Espírito nos insere na unidade trinitária (Jo 17.21-24; 1Ts 4.8).
2. Experiência do Espírito e discernimento. A experiência de Deus em Cristo, por meio do Espírito Santo é antes de tudo transformadora (Jo 7.38-39). Toda e qualquer experiência do Espírito sempre remeterá o crente ou a comunidade a Cristo (2Co 3.17,18). Ele é o Espírito de Jesus (Gl 4.6; Fp 1.19). Assim, Jesus é o critério para discernir as experiências autênticas do Espírito, pois elas levam a Cristo (1Co 12.3; 1Jo 2.22,23; 4.1-6; 5.5-9).


Pense!

“Não extingais o Espírito” (1Ts 5.19).


Ponto Importante

“Atos dos Apóstolos é um firme testemunho da gloriosa experiência e realidade do Espírito na Igreja”.


CONCLUSÃO

É a vontade de Deus que o crente viva a vida no Espírito com liberdade e discernimento, sem extinguir sua presença na comunidade. O Espírito de Cristo é o agente divino que nos insere na comunhão trinitária: Pai, Filho e Espírito Santo.

ESTANTE DO PROFESSOR

HOLLOMAN, Henry. O Poder da Santificação. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2003.
CABRAL, Elienai.
 Abraão: As Experiências de Nosso Pai na Fé. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2002.

HORA DA REVISÃO

1. Descreva o sentido bíblico de revelação.
A comunicação, revelação e manifestação de Deus ao homem.

2. Defina o conceito doutrinário de revelação.
A revelação é uma ação livre e graciosa de Deus mediante a qual Ele se dá a conhecer às criaturas e as transmite um conhecimento de Si e de Sua vontade.

3. O que significa afirmar que Deus é mistério?
Que o Senhor não pode ser plenamente conhecido.

4. É possível se relacionar com Deus à parte de Cristo?
Não é possível.

5. Quais são os três importantes eventos que marcaram a experiência do povo de Deus?
A revelação de Yahweh no Sinai (Êx 19; 20), a Encarnação do Filho de Deus (Mt 1.18-25) e a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes (At 2).

SUBSÍDIO I

“Os cristãos estão unidos com Cristo através de dois relacionamentos espirituais: eles estão em Cristo e Cristo habita neles (‘Vós, em mim, e eu, em vós’, Jo 14.20). Nossa posição em Cristo é permanente e nos dá inúmeras bênçãos espirituais que promovem nossa santificação. Cada crente, por exemplo, é uma nova criatura em Cristo, o que o capacita a levar uma vida transformada (2Co 5.17). O relacionamento Cristo em nós significa sua residência permanente no crente (Cl 1.27). A essência da santificação cristã é experimentar a presença pessoal de Cristo, ‘Cristo vive em mim’, Gl 2.20. Os cristãos podem manifestar Cristo em suas vidas somente porque Ele reside neles (Fp 1.20,21). A santificação sempre trabalha de dentro para fora. Através de nossa união com Cristo, sua vida espiritual nos preenche, permeia nossas vidas e se mostra através de nós (Gl 2.20), de modo que ‘a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos’ (2Co 4.10). Compreender que temos uma nova vida através da união com Cristo nos ajuda a evitar duas ideias falsas. A primeira delas é que nossa união espiritual com Cristo é uma união morta. Em segundo lugar, que nossa conexão espiritual com Cristo é uma união estática. Em vez disso, ela é uma união dinâmica, na qual a vida espiritual de Cristo flui através de nós. Cristo é semelhante à videira e sua vida é como seiva que aviva, fortifica e nos nutre como seus ramos (Jo 15.1-8)” (HOLLOMAN, Henry. O Poder da Santificação. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2003, pp.29-30).

SUBSÍDIO II


“Fé e paciência são dois ingredientes inseparáveis para se tomar posse das promessas de Deus. A fé nas promessas de Deus é o estímulo para as conquistas dos nossos sonhos, especialmente, quando esses sonhos estão de acordo com a vontade de Deus. Abrão tinha dado passos gigantescos na direção da vontade de Deus. Ele havia aprendido a importância do caminho da obediência para a verdadeira felicidade, mas não pôde evitar as circunstâncias desse caminho. Grandes provações teriam de ser vencidas para que Abrão reconhecesse a soberania divina e a dependência a Ele. Fragilidade e fé são termos opostos na nossa peregrinação espiritual. Por natureza somos frágeis e suscetíveis às intempéries da vida. A fé é o elemento espiritual que nos capacita a reagir nos momentos de fraquezas. Abrão já havia vencido grandes reveses e, agora, depois de haver chegado à Terra Prometida de leite e mel não poderia deixar-se ofuscar pelo desânimo. Porém, se depara com uma terra seca e vazia, onde a fome espalhava-se entre os seus habitantes. Esse caos na terra de Canaã ia de encontro à promessa de uma terra de ‘leite e mel’; um tempo de provações que expôs toda a fragilidade emocional de Abrão. Na vida cristã quando empreendemos andar no caminho da fé não imaginamos encontrar as dificuldades e adversidades desse caminho” (CABRAL, Elienai. Abraão: As Experiências de Nosso Pai na Fé. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2002, pp.27-8).